Clube bem amado
Que me desculpem os que não são afeitos do assunto, mas futebol é fundamental.
Especialmente se vc é torcedor do São Paulo Futebol Clube, o líder isolado do campeonato mais disputado e imprevisível do mundo, o Brasileiro.
Ontem, no Morumbi, o Tricolor goleou a Ponte Preta por 5 a 2 e disparou na liderança da competição, com 43 pontos ganhos, confirmando assim sua condição de classificado para a fase decisiva do torneio. Agora já são sete vitórias consecutivas. É a Selesampa detonando tudo e todos.
O mais gostoso é pensar que a porcada, o palmerinha, tá caindo e se bobear no ano que vem disputará a segunda divisão (se Deus quiser ao lado do glorioso XV de Piracicaba, que há de não descer pra terceira)
Numa boa? Tô feliz para caralho!!!
Ah, só quem já foi num estádio e gritou com a massa sabe o que é sentir essa alegria.
No dia seguinte a uma partida como essa, não há coisa melhor a se fazer do que ler tudo que saiu nos jornais e na Internet. Ver os melhores momentos nos programas de esporte, comentar com os amigos (e com os adversáros, tirando uma com a cara deles)
O jogo de ontem marcou também a chegada de Luis Fabiano à artilharia do Brasileirão e, mais importante ainda, a reconciliação definitiva de Ameli - o monstro argentino - com a galera tricolor.
Tô sentindo cheiro de campeão no ar.
É Deus no céu e nóis na fita!
Sentimentos movidos por um ideal
SPFC - O mais querido!
sexta-feira, novembro 01, 2002
quinta-feira, outubro 31, 2002
Going with the flow
Eu não ando tendo sonhos doidos há algum tempo. Meu sono anda pesado demais...
Mulheres e suas fases... tão bom ser homem quando se está perdido. Qualquer mau humor passa com uma lata de
cerveja, futebol na tv ou uma mulher de saia curta e decote generoso (serve calça apertada tbém, vai...)
Dias cinzas são os melhores pra trabalhar... Sampa foi moldada pra esse clima. Somos Londres, apenas não
sabemos disso ainda.
Eu preciso é de férias, um mês sem fazer absolutamente nada, olhando pro teto e assistindo Sessão da Tarde
(que hj teve o cláaaaaaaassico "Back to the Future").
Minha cabeça não tá processando as coisas que tão rolando na minha vida. Quero parar um pouco. Tá foda.
Bom, deixa eu ir que eu tô com "mente de fechamento" e não tô conseguindo concatenar nenhum pensamento.
Eu não ando tendo sonhos doidos há algum tempo. Meu sono anda pesado demais...
Mulheres e suas fases... tão bom ser homem quando se está perdido. Qualquer mau humor passa com uma lata de
cerveja, futebol na tv ou uma mulher de saia curta e decote generoso (serve calça apertada tbém, vai...)
Dias cinzas são os melhores pra trabalhar... Sampa foi moldada pra esse clima. Somos Londres, apenas não
sabemos disso ainda.
Eu preciso é de férias, um mês sem fazer absolutamente nada, olhando pro teto e assistindo Sessão da Tarde
(que hj teve o cláaaaaaaassico "Back to the Future").
Minha cabeça não tá processando as coisas que tão rolando na minha vida. Quero parar um pouco. Tá foda.
Bom, deixa eu ir que eu tô com "mente de fechamento" e não tô conseguindo concatenar nenhum pensamento.
Metal Gods
Meu post de sexta passada sobre o disco do Judas gerou movimentação entre meus amigos leitores. Tem mais headbanger por aí do que eu imaginava. Reproduzo aqui um email que recebi do meu velho camarada, Felipe - vulgo Somália (como era conhecido em outros tempos) ou, como ele se proclama atualmente: I_Am_Living_Evil.
Vejam só:
Acabei de entrar em seu blog e não pude deixar de corrigir um deslize seu.
Como um fã árduo de Judas Priest (fui no show dos caras em agosto do ano passado), sou obrigado a fazer MAIS UMA correção (além daquela que seu amigo Zé Marcel fez).
O álbum SAD WINGS OF DESTINY é na verdade de 1976. Sendo assim, não se encaixa na "década de 80". Criticas a parte, aqui vão alguns comentários meus sobre este CD (já q não ta dando para mandar - de novo - comentarios no blog):
Esse álbum é show de bola. Tem clássicos que sobrevivem até hoje, como Victim Of Changes e The Ripper (aliás, apelido dado ao novo vocalista da banda, Tim Owens). Não podemos desprezar, claro, as músicas Tyrant (a qual eu possuo ao vivo num show de 83) e Dream Deceiver.
Particularmente, eu prefiro outros álbuns do Judas Priest, como Screaming for Vengeance (82). The Hellion/Electric Eyes foram um dos maiores clássicos do Heavy Metal, merecendo estar até hoje no repertório do Judas (inclusive, no de Rob Halford - para os que assistiram o Rock in Rio 3). Além dela, a "title track" do álbum não fica para trás. A Voz de Halford está potente como nunca. Por fim, outro ponto positivo vai para a música Devil´s Child (a qual as vezes eu arrisco uma cantoria) que é fera demais. Eu poderia falar de You´ve Got Another Thing Coming, mas particularmente, não curto taaanto esse som (é, eu sei, eu sou um herege).
Mas acho que no fundo, não podemos mesmo é desprezar o marcante BRITISH STEEL (80), album clássico e campeão de vendas na Inglaterra, merecendo até mesmo o disco de ouro. Mas esse release eu deixo para outra oportunidade.
Respondi ao meu ilustre amigo que sei que o álbum é de 76, mas ele representa bem a “New Wave of British Heavy Metal”, que é um dos movimentos mais característicos da década de 80. Por isso coloquei ele lá e falei aquelas coisas.
Além disso "Tyrant" é uma música fantástica... absurdamente boa. A versão do ao vivo no Japão então, dispensa maiores comentários.
Eu também fui no show do ano passado. E estava no Rock in Rio na apresentação histórica do Rob Halford. Aliás, fiz uma entrevista exclusiva com ele (na época eu trabalhava pra Cover Guitarra).
Ah, esse metaleiros, viu
:-P
Meu post de sexta passada sobre o disco do Judas gerou movimentação entre meus amigos leitores. Tem mais headbanger por aí do que eu imaginava. Reproduzo aqui um email que recebi do meu velho camarada, Felipe - vulgo Somália (como era conhecido em outros tempos) ou, como ele se proclama atualmente: I_Am_Living_Evil.
Vejam só:
Acabei de entrar em seu blog e não pude deixar de corrigir um deslize seu.
Como um fã árduo de Judas Priest (fui no show dos caras em agosto do ano passado), sou obrigado a fazer MAIS UMA correção (além daquela que seu amigo Zé Marcel fez).
O álbum SAD WINGS OF DESTINY é na verdade de 1976. Sendo assim, não se encaixa na "década de 80". Criticas a parte, aqui vão alguns comentários meus sobre este CD (já q não ta dando para mandar - de novo - comentarios no blog):
Esse álbum é show de bola. Tem clássicos que sobrevivem até hoje, como Victim Of Changes e The Ripper (aliás, apelido dado ao novo vocalista da banda, Tim Owens). Não podemos desprezar, claro, as músicas Tyrant (a qual eu possuo ao vivo num show de 83) e Dream Deceiver.
Particularmente, eu prefiro outros álbuns do Judas Priest, como Screaming for Vengeance (82). The Hellion/Electric Eyes foram um dos maiores clássicos do Heavy Metal, merecendo estar até hoje no repertório do Judas (inclusive, no de Rob Halford - para os que assistiram o Rock in Rio 3). Além dela, a "title track" do álbum não fica para trás. A Voz de Halford está potente como nunca. Por fim, outro ponto positivo vai para a música Devil´s Child (a qual as vezes eu arrisco uma cantoria) que é fera demais. Eu poderia falar de You´ve Got Another Thing Coming, mas particularmente, não curto taaanto esse som (é, eu sei, eu sou um herege).
Mas acho que no fundo, não podemos mesmo é desprezar o marcante BRITISH STEEL (80), album clássico e campeão de vendas na Inglaterra, merecendo até mesmo o disco de ouro. Mas esse release eu deixo para outra oportunidade.
Respondi ao meu ilustre amigo que sei que o álbum é de 76, mas ele representa bem a “New Wave of British Heavy Metal”, que é um dos movimentos mais característicos da década de 80. Por isso coloquei ele lá e falei aquelas coisas.
Além disso "Tyrant" é uma música fantástica... absurdamente boa. A versão do ao vivo no Japão então, dispensa maiores comentários.
Eu também fui no show do ano passado. E estava no Rock in Rio na apresentação histórica do Rob Halford. Aliás, fiz uma entrevista exclusiva com ele (na época eu trabalhava pra Cover Guitarra).
Ah, esse metaleiros, viu
:-P
quarta-feira, outubro 30, 2002
Falling down
Não estou dando a atenção devida a nada na minha vida. Seja no trabalho (esse é o que mais tô me importando, por incrível que pareça), com meus amigos, minha família...
Não tô conseguindo pensar em nada com muita vontade, não me aprofundo em coisa alguma.
Queria escrever as coisas legais que sei que estão aqui dentro (em algum lugar fundo e escondido, é verdade), mas tá embaçado, as idéias não fluem. Eu preciso urgentemente de férias. Hoje me deu um sono absurdo do nada, quase caí na frente do computador. Meu corpo ta pedindo refresco, uma parada (mesmo que rápida).
-----------------
School days
Meus dias no esquema tradicional de educação estão contados. A faculdade está terminando, daqui pra frente só pós, mestrado, especialização. Mas nada tão já, pq senão fico doido.
Estou avaliando meu tempo escolar e vejo que nunca precisei estudar. Quer dizer, eu até já estudei um pouco, mas nunca me matei, entendem? Jamais passei a noite acordado fazendo trabalho ou estudando pra provas. Nem nunca tomei pau de nada, na facu não peguei nenhuma DP. No colégio só fiquei de recuperação no terceiro colegial. E de física, que em colégios é a coisa mais besta do mundo.
Não que eu seja um gênio, longe disso. Tenho alguma facilidade com alguns temas, é verdade, mas nada que seja muito acima da média. Acho que sempre tive muita sorte, pra ser sincero. Claro que seguir por um caminho que me agrada totalmente ajudou pra caramba. Se eu estivesse fazendo administração ou direito (ou ainda engenharia, como queria o meu pai), provavelmente teria pastado um pouco. Mas peitei os poucos que ousaram contestar minha decisão e hoje estou muito bem, obrigado.
Além de estar pensando nos meus momentos escolares, estou falando nisso pq o fim do ano está aí e tô vendo um monte de gente desistir de baladas, viagens, etc, pq está em “semana de provas”, pq tem que se matar pra tirar 5 e passar. Que nóia! Ninguém merece isso não... Ainda bem que meus professores consideram prova um processo educacional atrasado e eu não tenho dessas coisas. Até pq ia ser meio bizarro prova num curso de jornalismo. A gente escreve e pronto.
Avaliar um curso tão aberto é meio ridículo. Por isso, também, que eu zerei no Provão. Mas isso é assunto pra uma outra hora, que eu já tô viajando.
Não estou dando a atenção devida a nada na minha vida. Seja no trabalho (esse é o que mais tô me importando, por incrível que pareça), com meus amigos, minha família...
Não tô conseguindo pensar em nada com muita vontade, não me aprofundo em coisa alguma.
Queria escrever as coisas legais que sei que estão aqui dentro (em algum lugar fundo e escondido, é verdade), mas tá embaçado, as idéias não fluem. Eu preciso urgentemente de férias. Hoje me deu um sono absurdo do nada, quase caí na frente do computador. Meu corpo ta pedindo refresco, uma parada (mesmo que rápida).
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School days
Meus dias no esquema tradicional de educação estão contados. A faculdade está terminando, daqui pra frente só pós, mestrado, especialização. Mas nada tão já, pq senão fico doido.
Estou avaliando meu tempo escolar e vejo que nunca precisei estudar. Quer dizer, eu até já estudei um pouco, mas nunca me matei, entendem? Jamais passei a noite acordado fazendo trabalho ou estudando pra provas. Nem nunca tomei pau de nada, na facu não peguei nenhuma DP. No colégio só fiquei de recuperação no terceiro colegial. E de física, que em colégios é a coisa mais besta do mundo.
Não que eu seja um gênio, longe disso. Tenho alguma facilidade com alguns temas, é verdade, mas nada que seja muito acima da média. Acho que sempre tive muita sorte, pra ser sincero. Claro que seguir por um caminho que me agrada totalmente ajudou pra caramba. Se eu estivesse fazendo administração ou direito (ou ainda engenharia, como queria o meu pai), provavelmente teria pastado um pouco. Mas peitei os poucos que ousaram contestar minha decisão e hoje estou muito bem, obrigado.
Além de estar pensando nos meus momentos escolares, estou falando nisso pq o fim do ano está aí e tô vendo um monte de gente desistir de baladas, viagens, etc, pq está em “semana de provas”, pq tem que se matar pra tirar 5 e passar. Que nóia! Ninguém merece isso não... Ainda bem que meus professores consideram prova um processo educacional atrasado e eu não tenho dessas coisas. Até pq ia ser meio bizarro prova num curso de jornalismo. A gente escreve e pronto.
Avaliar um curso tão aberto é meio ridículo. Por isso, também, que eu zerei no Provão. Mas isso é assunto pra uma outra hora, que eu já tô viajando.
terça-feira, outubro 29, 2002
Saudades do que ainda não foi
Continuando a saga do final de semana, sábado acordei cedo e fui pra casa do meu avô buscar o carro da minha tia (quase meu) pra dar meus roles. De lá, passei pegar Marcel30 em casa e seguimos para o churras do meu brother Nini.
Risadas e mais risadas com Nini e sua trupe de intrépidos sem-noções. Gente boa aquele povo. A galerinha ponta-firme puquiana também estava lá para conferir. Divertido pra kct. Fiz alguns contatos que devem render mais risadas e textos interessantes para este blog. Veremos...
Dali, depois de tomar um banho e tirar aquela nhaca de churrasco, fui pra casa da Moça do Museu, pois lá rolava uma baladinha em comemoração a ela ter quitado seus débitos e agora o apartamento em que mora é só seu. Foi lá que tive a tal conversa que contei aí embaixo.
Depois dessa passadela de leve, segui pra o Fidalga 33, ver o show da Zona e comemorar o aniversário do vocalista e meu chapa, Julio. Balada boa que só. Música boa, gente bonita, papos interessantes... tudo do melhor.
O “Troféu Nóinha” vai pra mim e pros demais puquianos da festa, que acabaram a noite numa mesa no fundo do bar discutindo os rumos políticos e econômicos do País. Jornalista é uma merda mesmo (auto-crítica é fundamental).
Um negócio que eu já sabia, mas que ficou mais nítido nessa noite, foi que eu AMO a galera da PUC. Puta merda, que sorte que eu tive de conviver com pessoas tão inteligentes, bem informadas e de um senhor caráter. O povo é correto antes de tudo. E são amáveis, carinhosos. Puta merda, eu vou sentir uma falta disso... deles, de todos eles. Achei que o meu sentimento pessoal de liberdade ia superar qualquer turbulência que surgisse, mas tô vendo que não. Vai ser foda pra caralho.
---------------------
A felicidade mora ao lado
O domingo ia fugindo, faceiro, tornando-se “apenas” o dia em que um operário chegou ao poder num país essencialmente oligárquico da (quase esquecida) América do Sul, quando uma luz se acendeu e um telefone tocou.
Naquele instante, eu não sabia, mas estava prestes a ficar feliz como não ficava há tempos. E olha que eu ando bastante contente...
A Princesa M, das terras longínquas de Saint Charles, está ao fone. Diz que está com saudades, me dá uma bronca por não ter voltado à terrinha para cumprir com meu dever cívico e ter ficado em Sampa e justificado (menos pelo voto e mais pela vontade dela me ver).
Eis que chega a surpresa e com ela a alegria: ela me convida (dá uma intimada, na verdade) pra ser padrinho dela em sua formatura, logo mais no final do ano. Vai ser arquiteta, a minha pintora favorita.
Muito legal, mas muito legal mesmo!!! Fiquei emocionado... Ela disse que não poderia ser outra pessoa, afinal “quem mais me acompanha a minha vida inteira, ta sempre do meu lado?”, argumentou.
Sabe, quando vc gosta de alguém, não faz as coisas esperando reconhecimento nem nada. Faz por fazer, porque aquilo te faz bem. Porém, quando – de alguma forma – mostram que vc tem alguma importância na vida das pessoas... uau! É bem louco...
Fiquei mais feliz porque esse ato dela foi uma prova de que minha forma de agir com as outras pessoas faz algum sentido e leva algo de bom pra elas. Meio que me disse que estou no caminho certo, pelo menos no que se trata de relações humanas.
Continuando a saga do final de semana, sábado acordei cedo e fui pra casa do meu avô buscar o carro da minha tia (quase meu) pra dar meus roles. De lá, passei pegar Marcel30 em casa e seguimos para o churras do meu brother Nini.
Risadas e mais risadas com Nini e sua trupe de intrépidos sem-noções. Gente boa aquele povo. A galerinha ponta-firme puquiana também estava lá para conferir. Divertido pra kct. Fiz alguns contatos que devem render mais risadas e textos interessantes para este blog. Veremos...
Dali, depois de tomar um banho e tirar aquela nhaca de churrasco, fui pra casa da Moça do Museu, pois lá rolava uma baladinha em comemoração a ela ter quitado seus débitos e agora o apartamento em que mora é só seu. Foi lá que tive a tal conversa que contei aí embaixo.
Depois dessa passadela de leve, segui pra o Fidalga 33, ver o show da Zona e comemorar o aniversário do vocalista e meu chapa, Julio. Balada boa que só. Música boa, gente bonita, papos interessantes... tudo do melhor.
O “Troféu Nóinha” vai pra mim e pros demais puquianos da festa, que acabaram a noite numa mesa no fundo do bar discutindo os rumos políticos e econômicos do País. Jornalista é uma merda mesmo (auto-crítica é fundamental).
Um negócio que eu já sabia, mas que ficou mais nítido nessa noite, foi que eu AMO a galera da PUC. Puta merda, que sorte que eu tive de conviver com pessoas tão inteligentes, bem informadas e de um senhor caráter. O povo é correto antes de tudo. E são amáveis, carinhosos. Puta merda, eu vou sentir uma falta disso... deles, de todos eles. Achei que o meu sentimento pessoal de liberdade ia superar qualquer turbulência que surgisse, mas tô vendo que não. Vai ser foda pra caralho.
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A felicidade mora ao lado
O domingo ia fugindo, faceiro, tornando-se “apenas” o dia em que um operário chegou ao poder num país essencialmente oligárquico da (quase esquecida) América do Sul, quando uma luz se acendeu e um telefone tocou.
Naquele instante, eu não sabia, mas estava prestes a ficar feliz como não ficava há tempos. E olha que eu ando bastante contente...
A Princesa M, das terras longínquas de Saint Charles, está ao fone. Diz que está com saudades, me dá uma bronca por não ter voltado à terrinha para cumprir com meu dever cívico e ter ficado em Sampa e justificado (menos pelo voto e mais pela vontade dela me ver).
Eis que chega a surpresa e com ela a alegria: ela me convida (dá uma intimada, na verdade) pra ser padrinho dela em sua formatura, logo mais no final do ano. Vai ser arquiteta, a minha pintora favorita.
Muito legal, mas muito legal mesmo!!! Fiquei emocionado... Ela disse que não poderia ser outra pessoa, afinal “quem mais me acompanha a minha vida inteira, ta sempre do meu lado?”, argumentou.
Sabe, quando vc gosta de alguém, não faz as coisas esperando reconhecimento nem nada. Faz por fazer, porque aquilo te faz bem. Porém, quando – de alguma forma – mostram que vc tem alguma importância na vida das pessoas... uau! É bem louco...
Fiquei mais feliz porque esse ato dela foi uma prova de que minha forma de agir com as outras pessoas faz algum sentido e leva algo de bom pra elas. Meio que me disse que estou no caminho certo, pelo menos no que se trata de relações humanas.
segunda-feira, outubro 28, 2002
Origens Secretas
Meu amigo Mentalus escreveu um verdadeiro tratado sobre a origem e apresentação ao público da identidade secreta do Flash (é, aquele cara que se veste de vermelho e corre bem rápido, pra vcs não-iniciados).
Para quem se interessar pro assunto, clique aqui
O trabalho de pesquisa e comparação foi excelente.
Meu amigo Mentalus escreveu um verdadeiro tratado sobre a origem e apresentação ao público da identidade secreta do Flash (é, aquele cara que se veste de vermelho e corre bem rápido, pra vcs não-iniciados).
Para quem se interessar pro assunto, clique aqui
O trabalho de pesquisa e comparação foi excelente.
I’m dancing with myself
E aí, povo? Tudo legal?
Final de semana agitadíssimo por essas bandas. Começou na sexta-feira, numa festa meio maluca (mas bem legal) com minhas amigas historiadoras, Jujuba e moça do museu. É... ela de novo.
A festa doida (era numa casa nas imediações da Paulista, para arrecadar fundos pruma peça de teatro que vai rolar nessa mesma casa. Festa de teatro... imaginem as figurinhas...) foi, na verdade, uma desculpa para sairmos juntos. Dessa vez foi a primeira em que saímos de verdade, ficamos de verdade. Das outras vezes foram só beijos fortuitos, rápidos e fugazes.
Depois da festa, fui pra minha casa e ela para a dela (Ah... seus maledicentes... já tinham pensado merda, tenho certeza...) e sábado acordei pensando que deveria conversar com ela e dizer que não esperasse muito de mim. Ela é minha amiga pra kct. Falo coisas pra ela que conto nos dedos de uma mão quem mais sabe. Não dá pra ser falso, canalha.
Não quero dizer que “estou saindo com ela”. O problema nem é ela em si. A questão é que, pela primeira vez em muito tempo, não quero uma namorada, nem ninguém “fixo”. Deixa eu ser moleque e inconseqüente uma vez na vida, porra!! Sempre fui o mais correto, meio bobo, que não pegava várias ao mesmo tempo, etc. Comecei a namorar cedo e sempre fui certinho.
Não que agora eu vá ser cafajeste e porcão. Mas tô com vontade de não ter que me preocupar com nada. Claro que, se surgir alguém que mexa comigo, me emocione e me faça de bobo, estarei ali – pra ser namorado, amante, o que quiser. Só não estou planejando isso, como sempre fazia.
Conversei com a Moça do Museu e acho que ficamos numa boa. Ela me entende, somos sinceros. Rola uma atração quase que irresistível entre nós dois. E, muito provavelmente, ainda vamos nos agarrar uma hora dessas. O assunto ainda não terminou. Porém, deixei claro que não iremos além disso. É o que sinto. Se ela estiver bem com isso, muito bem. Senão, continuamos amigos, agora sabendo um pouco mais um sobre o outro.
Já tive experiências desse tipo com outras garotas. E tudo acabou bem, sou muito amigo delas e uma porta continua aberta para que se, no futuro, as coisas mudarem, possamos retomar aspectos diferentes dos nossos relacionamentos.
E aí, povo? Tudo legal?
Final de semana agitadíssimo por essas bandas. Começou na sexta-feira, numa festa meio maluca (mas bem legal) com minhas amigas historiadoras, Jujuba e moça do museu. É... ela de novo.
A festa doida (era numa casa nas imediações da Paulista, para arrecadar fundos pruma peça de teatro que vai rolar nessa mesma casa. Festa de teatro... imaginem as figurinhas...) foi, na verdade, uma desculpa para sairmos juntos. Dessa vez foi a primeira em que saímos de verdade, ficamos de verdade. Das outras vezes foram só beijos fortuitos, rápidos e fugazes.
Depois da festa, fui pra minha casa e ela para a dela (Ah... seus maledicentes... já tinham pensado merda, tenho certeza...) e sábado acordei pensando que deveria conversar com ela e dizer que não esperasse muito de mim. Ela é minha amiga pra kct. Falo coisas pra ela que conto nos dedos de uma mão quem mais sabe. Não dá pra ser falso, canalha.
Não quero dizer que “estou saindo com ela”. O problema nem é ela em si. A questão é que, pela primeira vez em muito tempo, não quero uma namorada, nem ninguém “fixo”. Deixa eu ser moleque e inconseqüente uma vez na vida, porra!! Sempre fui o mais correto, meio bobo, que não pegava várias ao mesmo tempo, etc. Comecei a namorar cedo e sempre fui certinho.
Não que agora eu vá ser cafajeste e porcão. Mas tô com vontade de não ter que me preocupar com nada. Claro que, se surgir alguém que mexa comigo, me emocione e me faça de bobo, estarei ali – pra ser namorado, amante, o que quiser. Só não estou planejando isso, como sempre fazia.
Conversei com a Moça do Museu e acho que ficamos numa boa. Ela me entende, somos sinceros. Rola uma atração quase que irresistível entre nós dois. E, muito provavelmente, ainda vamos nos agarrar uma hora dessas. O assunto ainda não terminou. Porém, deixei claro que não iremos além disso. É o que sinto. Se ela estiver bem com isso, muito bem. Senão, continuamos amigos, agora sabendo um pouco mais um sobre o outro.
Já tive experiências desse tipo com outras garotas. E tudo acabou bem, sou muito amigo delas e uma porta continua aberta para que se, no futuro, as coisas mudarem, possamos retomar aspectos diferentes dos nossos relacionamentos.
sexta-feira, outubro 25, 2002
It's Party Time!!
Fala galera...
Olha só, não escrevi ontem não foi por falta de computador. Foi falta de tempo mesmo. Saí do trabalho as duas da matina. Dá pra acreditar??? É... alguém aí pensa que a vida de jornalista é cheia de glamour e aventura?? Pensou errado, cidadão. O lance é cheio de muito trabalho duro, noites viradas e remuneração não muito satisfatória.
Mas fazer o quê, né? Meu pai, por exemplo, fica feliz ao fazer uma ponte. Eu tenho um tesão enorme quando vejo o jornal prontinho, meu nome na página e tudo saindo lindo. Cada um no seu cada um, como diz uma amiga minha.
O final de semana promete e muito. Baladas e mais baladas. Hoje, são várias as opções. Amanhã, tem o churras do Nini e a balada de aniversário do Julio, com show de sua banda Zona, a qual o meninão aqui está produzindo o vídeo-clipe. Em breve, numa MTV perto de vc.
------------------------------
Living on the edge
Estou no limiar de algo grande, enorme, decisivo.
Sinto isso no ar... Vai acontecer uma mudança forte nos meus paradigmas. Sinto também que vai ser pra melhor.
Pessoas e situações novas entrarão na minha vida.
Aguardemos.
-------------------------------
Baby, baby... I don't care!!!
Sobre Srta ABC e seu namorado:
1) Tô nem aí... ficou aquela pulguinha atrás da orelha no começo, o coração apertou dois centímetros e três segundos e passou. Foi minha prova final. Já disse antes I got up, and nothing gets me down!!
2) Ela me contou da maneira mais sutil possível. Perguntou se eu conhecia uma garota que trabalhou na minha antiga empresa, eu disse que sim, que já tinha feito algumas coisas com ela. Então Srta. ABC responde que conheceu essa menina, pois a mesma havia estudado com seu namorado. (PAN! - barulhinho de pau no windows)
Foi assim, natural... e tudo continuou como era, mas com ambos sabendo que aquela foi a primeira vez que ela havia dito isso pra mim.
3) Valeu pelos comentários bonitinhos (aqui, ao vivo e pelo ICQ). Mas eu tô numa puta boa mesmo, juro. Acho que o mais legal disso foi ver um monte de gente se importando comigo. Quem não gosta de ser mimado??
;-)
----------------
So long, farewell...
Segunda (se eu sobreviver ao final de semana), volto e conto as coisas boas, ruins e divago mais um pouquinho.
Enquanto isso, algumas dicas:
CD: Judas Priest - Sad Wings of Destiny (eu havia colocado "Change" ao invés de Destiny no nome do CD, uma confusão que foi rapidamente esclarecida pelo leitor e grande camarada Zémarcel): Clássicaço dos anos 80, metal do bom com Mr. Rob Halford na sua melhor fase. Se vc não é fã de Heavy Metal, mas gosta de um som com mais pegada, porém melodicamente bem trabalhado, escute isso e veja o quanto a "década perdida" era boa.
Livro: Neil Gaiman - American Gods: Puta história fantástica, de um dos melhores (senão o melhor) autor da autalidade. Depois discorrerei mais sobre o livro, que me fez pensar numa porrada de coisas. Se vc gosta de aventuras com conteúdo, esse é o seu livro.
Prefira a edição gringa, pq na tradução perde-se muita coisa. A versão em pocket é mais barata que a nacional.
See you, guys!
Fala galera...
Olha só, não escrevi ontem não foi por falta de computador. Foi falta de tempo mesmo. Saí do trabalho as duas da matina. Dá pra acreditar??? É... alguém aí pensa que a vida de jornalista é cheia de glamour e aventura?? Pensou errado, cidadão. O lance é cheio de muito trabalho duro, noites viradas e remuneração não muito satisfatória.
Mas fazer o quê, né? Meu pai, por exemplo, fica feliz ao fazer uma ponte. Eu tenho um tesão enorme quando vejo o jornal prontinho, meu nome na página e tudo saindo lindo. Cada um no seu cada um, como diz uma amiga minha.
O final de semana promete e muito. Baladas e mais baladas. Hoje, são várias as opções. Amanhã, tem o churras do Nini e a balada de aniversário do Julio, com show de sua banda Zona, a qual o meninão aqui está produzindo o vídeo-clipe. Em breve, numa MTV perto de vc.
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Living on the edge
Estou no limiar de algo grande, enorme, decisivo.
Sinto isso no ar... Vai acontecer uma mudança forte nos meus paradigmas. Sinto também que vai ser pra melhor.
Pessoas e situações novas entrarão na minha vida.
Aguardemos.
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Baby, baby... I don't care!!!
Sobre Srta ABC e seu namorado:
1) Tô nem aí... ficou aquela pulguinha atrás da orelha no começo, o coração apertou dois centímetros e três segundos e passou. Foi minha prova final. Já disse antes I got up, and nothing gets me down!!
2) Ela me contou da maneira mais sutil possível. Perguntou se eu conhecia uma garota que trabalhou na minha antiga empresa, eu disse que sim, que já tinha feito algumas coisas com ela. Então Srta. ABC responde que conheceu essa menina, pois a mesma havia estudado com seu namorado. (PAN! - barulhinho de pau no windows)
Foi assim, natural... e tudo continuou como era, mas com ambos sabendo que aquela foi a primeira vez que ela havia dito isso pra mim.
3) Valeu pelos comentários bonitinhos (aqui, ao vivo e pelo ICQ). Mas eu tô numa puta boa mesmo, juro. Acho que o mais legal disso foi ver um monte de gente se importando comigo. Quem não gosta de ser mimado??
;-)
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So long, farewell...
Segunda (se eu sobreviver ao final de semana), volto e conto as coisas boas, ruins e divago mais um pouquinho.
Enquanto isso, algumas dicas:
CD: Judas Priest - Sad Wings of Destiny (eu havia colocado "Change" ao invés de Destiny no nome do CD, uma confusão que foi rapidamente esclarecida pelo leitor e grande camarada Zémarcel): Clássicaço dos anos 80, metal do bom com Mr. Rob Halford na sua melhor fase. Se vc não é fã de Heavy Metal, mas gosta de um som com mais pegada, porém melodicamente bem trabalhado, escute isso e veja o quanto a "década perdida" era boa.
Livro: Neil Gaiman - American Gods: Puta história fantástica, de um dos melhores (senão o melhor) autor da autalidade. Depois discorrerei mais sobre o livro, que me fez pensar numa porrada de coisas. Se vc gosta de aventuras com conteúdo, esse é o seu livro.
Prefira a edição gringa, pq na tradução perde-se muita coisa. A versão em pocket é mais barata que a nacional.
See you, guys!
quarta-feira, outubro 23, 2002
Pow! Zip! Uff!
Soco no estômago. Falando com a Srta ABC ontem, descubro que ela está namorando.
Não que eu já não suspeitasse que ela estivesse envolvida com alguém. Mas não esperava ouvir um "meu namorado" na lata. Parecia que a vida que ela tava levando agora não comportava um relacionamento sério assim. Fui surpreendido. Mas o bom é que foi aquela ducha de água fria na hora, mas eu fiquei numa boa.
Ainda bem que soube disso agora. Sei lá quando começou, mas se eu tivesse ouvido um "meu namorado" da boca dela há um tempinho aí atrás, ia ser foda. Eu ia ficar insandecido. Ia me debulhar em lágrimas, ficar doente, etc, etc e tal.
Pra ser sincero, eu achava que ela tava pirando na balada e que quando caisse a ficha que existe mais por aí do que one night stands ela ia correr atrás de mim. Isso é que me deixou mais cabrero. Ela tem um namorado e não sou eu. Não tem ligação com o meu sentimento antigo e superado de "amor" por ela. É mais um assombro do que qquer coisa. E um puta dum gosto de "tiraram meu doce" na boca.
Mas blz, era óbvio que isso ia acontecer um dia. Mas pelo jeito ela (e outros amigos) estava se esforçando muito para esconder o fato de mim, esperando uma reação psicótico-assassina da minha parte. Easy, people. Não sou tão doido assim.
Esse fim de semana vão rolar umas baladas da galera e ela disse que vai. Quero ver o que vai acontecer quando estivermos frente a frente. eu levo na boa. Acho que ela fará o mesmo. E espero realmente que o cara dela faça o mesmo.
O inverso já aconteceu. Ela conheceu minha ex, a Srta Luz. E foi péssimo. Ela ficou com uma cara de tacho, seguida por uma de choro que foi ridículo. Eu gostei pra kct pq me senti por cima. Mas foi bobo. Ela nem cumprimentou a Srta Luz... não olhou na cara. Coisa feia mesmo...
------------------------------
Married with children
É, acho que a nóia do casamento acontece com muita gente mesmo. Deve ser normal quando vc passa dos vinte anos e está se formando ou se formou recentemente.
Mas vcs têm razão meus caros. O senhor deste castelo sou eu. Aqui só acontecerá o que eu desejar.
Tudo depende do quanto se quer as coisas.
----------------
A little less conversation
Minha casa (do meu avô e das minhas tias, na verdade) está reformando e fui expulso de lá. As pessoas ficaram com medo que minhas doenças infantis respiratórias pudessem voltar, empolgadas com o excesso de poeira. Estou na Base 2 (depois eu explico o meu esquema de moradia aqui em Sampa) e lá num tenho computador.
Isso significa que o volume de posts pode diminuir um pouco, pois só vou fazer as coisas no trampo e tudo anda muito complicado por aqui.
Mas não me abandonem.... Eu só vou pisar no freio um pouquinho, mas sem parar.
Soco no estômago. Falando com a Srta ABC ontem, descubro que ela está namorando.
Não que eu já não suspeitasse que ela estivesse envolvida com alguém. Mas não esperava ouvir um "meu namorado" na lata. Parecia que a vida que ela tava levando agora não comportava um relacionamento sério assim. Fui surpreendido. Mas o bom é que foi aquela ducha de água fria na hora, mas eu fiquei numa boa.
Ainda bem que soube disso agora. Sei lá quando começou, mas se eu tivesse ouvido um "meu namorado" da boca dela há um tempinho aí atrás, ia ser foda. Eu ia ficar insandecido. Ia me debulhar em lágrimas, ficar doente, etc, etc e tal.
Pra ser sincero, eu achava que ela tava pirando na balada e que quando caisse a ficha que existe mais por aí do que one night stands ela ia correr atrás de mim. Isso é que me deixou mais cabrero. Ela tem um namorado e não sou eu. Não tem ligação com o meu sentimento antigo e superado de "amor" por ela. É mais um assombro do que qquer coisa. E um puta dum gosto de "tiraram meu doce" na boca.
Mas blz, era óbvio que isso ia acontecer um dia. Mas pelo jeito ela (e outros amigos) estava se esforçando muito para esconder o fato de mim, esperando uma reação psicótico-assassina da minha parte. Easy, people. Não sou tão doido assim.
Esse fim de semana vão rolar umas baladas da galera e ela disse que vai. Quero ver o que vai acontecer quando estivermos frente a frente. eu levo na boa. Acho que ela fará o mesmo. E espero realmente que o cara dela faça o mesmo.
O inverso já aconteceu. Ela conheceu minha ex, a Srta Luz. E foi péssimo. Ela ficou com uma cara de tacho, seguida por uma de choro que foi ridículo. Eu gostei pra kct pq me senti por cima. Mas foi bobo. Ela nem cumprimentou a Srta Luz... não olhou na cara. Coisa feia mesmo...
------------------------------
Married with children
É, acho que a nóia do casamento acontece com muita gente mesmo. Deve ser normal quando vc passa dos vinte anos e está se formando ou se formou recentemente.
Mas vcs têm razão meus caros. O senhor deste castelo sou eu. Aqui só acontecerá o que eu desejar.
Tudo depende do quanto se quer as coisas.
----------------
A little less conversation
Minha casa (do meu avô e das minhas tias, na verdade) está reformando e fui expulso de lá. As pessoas ficaram com medo que minhas doenças infantis respiratórias pudessem voltar, empolgadas com o excesso de poeira. Estou na Base 2 (depois eu explico o meu esquema de moradia aqui em Sampa) e lá num tenho computador.
Isso significa que o volume de posts pode diminuir um pouco, pois só vou fazer as coisas no trampo e tudo anda muito complicado por aqui.
Mas não me abandonem.... Eu só vou pisar no freio um pouquinho, mas sem parar.
segunda-feira, outubro 21, 2002
Strangers in the night
Sábado começou bem até. Fui jogar na PUC e o outro time faltou. Ganhamos de W.O. Tudo bem, eles teriam que ganhar por nove gols de diferença da gente pra se classificar. Mas poderiam ter ido pelo menos pra brincar, né?
Enfim, ficamos brincando entre nós, me empolguei e vou começar a treinar sério toda quarta e sexta.
O lance legal/inusitado do sábado é que quando tava saindo fora, a moça do museu tava me esperando do lado da quadra. Ela tem aula de sábado, leu este blog e ficou lá pra me ver. Bonitinho, não acham? Fomos até o metrô conversando, mas nem rolou nada. Só conversas do dia-a-dia mesmo, sem nada demais.
Encontrei meu pai na rodoviária e voltamos juntos, batendo papo, para a gloriosa terrinha.
Então veio a noite e trouxe com ela o tal casamento. E foi bem como eu havia dito. Só não rolou a pergunta da namorada. Menos mal. De resto, foi tudo como eu pensei.
Nós éramos convidados da noiva, conhecemos a família e tal. Ela é 5 anos mais velha do que eu. Foi meio que uma irmã mais velha, trabalhava pra minha mãe, cuidou de mim quando eu era criança e tal (sem nenhuma conotação sexual na história, pervertidos de plantão). Gosto bastante dela. O casório me emocionou até.
Mas o que mais bateu foi um bode monstro em pensar que dificilmente eu vou viver aquela experiência da cerimônia de casamento. E eu queria, sério mesmo. Mas vivo num mundo em que as coisas não funcionam mais desse jeito, em que eventos como aqueles (festa com família, amigos, vizinhos, depois da cerimônia religiosa) estão cada vez mais raros. É difícil.
Pior foi ter que agüentar a minha mãe dizendo que eu vou “rodar, rodar e rodar e acabar voltando pro seu lugar em Piracicaba”. Com isso ela quis dizer que muita água vai passar por debaixo desta ponte, mas que eu vou acabar voltando com a Srta. Anjo. Nessa hora fiquei mais triste ainda. Pq lembrei de todos os sonhos que tive um dia a respeito disso, de como eu pensava em me tornar rapidamente um “homem de família” e tudo mais. Além de triste, me deu medo danando. Pq minha mãe é meio bruxa, sei lá... tem uma percepção extremamente aguçada. A correria do cotidiano tá deixando ela meio sem foco. Mas quando é algo relacionado às "crias" dela, sai de baixo. A mulher parece ler meus pensamentos. E ela SEMPRE acerta essas previsões. Brrrr...
Penso no ponto em que estou hj e tudo parece tão distante... escolhi outro caminho. Será que as curvas vão acabar me levando de volta? Difícil, muito difícil dizer. Sinto um pouco de saudades daquele tempo. Tudo era tão mais simples e tranquilo. Sinto um pouco de falta da Srta. Anjo. Sinto coisas com ela e por ela que nunca senti com ninguém, e isto é um fato.
Porém eu gostava (e talvez ainda goste um pouco) daquela garota que eu conheci aos 16 anos. Será que se voltássemos a nos encontrar hj eu ainda gostaria dela? Será que eu gostaria de quem ela é hj? Pq se eu mudei tanto (e acreditem, eu mudei PRA CARALHO) é perfeitamente plausível acreditar que ela mudou tbém. E aí, o que fazer?
Não vou pensar mais nisso. é melhor. Tá tudo legal agora, como nunca esteve antes no quesito "mulher". Entretanto eu não me aguento e fico procurando sarna pra me coçar...
É nessas horas que eu vejo que num sou muito certo da cabeça mesmo...
hehehehe
Sábado começou bem até. Fui jogar na PUC e o outro time faltou. Ganhamos de W.O. Tudo bem, eles teriam que ganhar por nove gols de diferença da gente pra se classificar. Mas poderiam ter ido pelo menos pra brincar, né?
Enfim, ficamos brincando entre nós, me empolguei e vou começar a treinar sério toda quarta e sexta.
O lance legal/inusitado do sábado é que quando tava saindo fora, a moça do museu tava me esperando do lado da quadra. Ela tem aula de sábado, leu este blog e ficou lá pra me ver. Bonitinho, não acham? Fomos até o metrô conversando, mas nem rolou nada. Só conversas do dia-a-dia mesmo, sem nada demais.
Encontrei meu pai na rodoviária e voltamos juntos, batendo papo, para a gloriosa terrinha.
Então veio a noite e trouxe com ela o tal casamento. E foi bem como eu havia dito. Só não rolou a pergunta da namorada. Menos mal. De resto, foi tudo como eu pensei.
Nós éramos convidados da noiva, conhecemos a família e tal. Ela é 5 anos mais velha do que eu. Foi meio que uma irmã mais velha, trabalhava pra minha mãe, cuidou de mim quando eu era criança e tal (sem nenhuma conotação sexual na história, pervertidos de plantão). Gosto bastante dela. O casório me emocionou até.
Mas o que mais bateu foi um bode monstro em pensar que dificilmente eu vou viver aquela experiência da cerimônia de casamento. E eu queria, sério mesmo. Mas vivo num mundo em que as coisas não funcionam mais desse jeito, em que eventos como aqueles (festa com família, amigos, vizinhos, depois da cerimônia religiosa) estão cada vez mais raros. É difícil.
Pior foi ter que agüentar a minha mãe dizendo que eu vou “rodar, rodar e rodar e acabar voltando pro seu lugar em Piracicaba”. Com isso ela quis dizer que muita água vai passar por debaixo desta ponte, mas que eu vou acabar voltando com a Srta. Anjo. Nessa hora fiquei mais triste ainda. Pq lembrei de todos os sonhos que tive um dia a respeito disso, de como eu pensava em me tornar rapidamente um “homem de família” e tudo mais. Além de triste, me deu medo danando. Pq minha mãe é meio bruxa, sei lá... tem uma percepção extremamente aguçada. A correria do cotidiano tá deixando ela meio sem foco. Mas quando é algo relacionado às "crias" dela, sai de baixo. A mulher parece ler meus pensamentos. E ela SEMPRE acerta essas previsões. Brrrr...
Penso no ponto em que estou hj e tudo parece tão distante... escolhi outro caminho. Será que as curvas vão acabar me levando de volta? Difícil, muito difícil dizer. Sinto um pouco de saudades daquele tempo. Tudo era tão mais simples e tranquilo. Sinto um pouco de falta da Srta. Anjo. Sinto coisas com ela e por ela que nunca senti com ninguém, e isto é um fato.
Porém eu gostava (e talvez ainda goste um pouco) daquela garota que eu conheci aos 16 anos. Será que se voltássemos a nos encontrar hj eu ainda gostaria dela? Será que eu gostaria de quem ela é hj? Pq se eu mudei tanto (e acreditem, eu mudei PRA CARALHO) é perfeitamente plausível acreditar que ela mudou tbém. E aí, o que fazer?
Não vou pensar mais nisso. é melhor. Tá tudo legal agora, como nunca esteve antes no quesito "mulher". Entretanto eu não me aguento e fico procurando sarna pra me coçar...
É nessas horas que eu vejo que num sou muito certo da cabeça mesmo...
hehehehe
sexta-feira, outubro 18, 2002
I just know that I don't know
Ando tendo conversas interessantes com a Moça do Museu. Tá um pouco mais confusa do que a natureza já nos deixa a todos, coitada. Fases...
As coisas entre eu e ela rolam de um jeito que eu não sei explicar. É tudo tão explícito, natural. Alías, é além da naturalidade. Falamos tudo um pro outro. Somos o tipo de (será que posso usar essa palavra??? Tá... vamos lá por falta de expressão melhor, mas boto entre aspas) "casal" que um diz pro outro que trepou a noite toda loucamente com mais cinco pessoas e depois se beija como se fosse a coisa mais normal do mundo.
(Ué, não é?)
--------------------------------------
World without heroes
Tá me dando aquele sentimento de nada de novo.
Mas vou jogar bola que passa. O que preciso é correr, xingar, me cansar.
Amanhã depois do jogo (quem quiser dar risada, por favor compareça à quadra da PUC , às 11 da matina) vou pra casa da mamãe e depois num casório. Vou ver um monte de gente que não vejo, por baixo, há uns 8 anos. Obviamente vou ter que enfrentar aquelas frases típicas: "nossa, como vc tá difereeeeeente!!", "puxa, cresceu, tá bonitão..." e "Pq não trouxe a namorada?? Vc tem namorada, né?"
Não, não tenho namorada. E por escolha própria, muito obrigado. E sim, eu mudei pra caralho, vcs nem imaginam. Sou outra pessoa. Aquele moleque meio perdido que vcs conheceram cresceu e se perdeu completamente. É, agora eu uso óculos, tô ficando careca e tô magro.
Não, não virei engenheiro como meu pai. Sim, sou jornalista, escrevo pra viver e tenho um puta orgulho disso, tá? Não, não moro mais em Piracicaba. Sim, me mudei pra São Paulo e não tenho o mínimo medo dessa cidade louca.
Não, não parei de ler gibi. Sim, eu agora como carne e de todos os tipos.
Não, eu não tenho mais medo do escuro. Sim, agora eu sou um homem.
Ando tendo conversas interessantes com a Moça do Museu. Tá um pouco mais confusa do que a natureza já nos deixa a todos, coitada. Fases...
As coisas entre eu e ela rolam de um jeito que eu não sei explicar. É tudo tão explícito, natural. Alías, é além da naturalidade. Falamos tudo um pro outro. Somos o tipo de (será que posso usar essa palavra??? Tá... vamos lá por falta de expressão melhor, mas boto entre aspas) "casal" que um diz pro outro que trepou a noite toda loucamente com mais cinco pessoas e depois se beija como se fosse a coisa mais normal do mundo.
(Ué, não é?)
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World without heroes
Tá me dando aquele sentimento de nada de novo.
Mas vou jogar bola que passa. O que preciso é correr, xingar, me cansar.
Amanhã depois do jogo (quem quiser dar risada, por favor compareça à quadra da PUC , às 11 da matina) vou pra casa da mamãe e depois num casório. Vou ver um monte de gente que não vejo, por baixo, há uns 8 anos. Obviamente vou ter que enfrentar aquelas frases típicas: "nossa, como vc tá difereeeeeente!!", "puxa, cresceu, tá bonitão..." e "Pq não trouxe a namorada?? Vc tem namorada, né?"
Não, não tenho namorada. E por escolha própria, muito obrigado. E sim, eu mudei pra caralho, vcs nem imaginam. Sou outra pessoa. Aquele moleque meio perdido que vcs conheceram cresceu e se perdeu completamente. É, agora eu uso óculos, tô ficando careca e tô magro.
Não, não virei engenheiro como meu pai. Sim, sou jornalista, escrevo pra viver e tenho um puta orgulho disso, tá? Não, não moro mais em Piracicaba. Sim, me mudei pra São Paulo e não tenho o mínimo medo dessa cidade louca.
Não, não parei de ler gibi. Sim, eu agora como carne e de todos os tipos.
Não, eu não tenho mais medo do escuro. Sim, agora eu sou um homem.
quinta-feira, outubro 17, 2002
The sound of music
Louco como a música tem o poder de sintetizar sentimentos.
Podem parecer contraditórias, mas as canções abaixo dizem muito sobre meu estado de espírito hoje.
------------------------
Pensamento do dia
da moça do museu
Mensagem do dia (bode):
Eu quero um(a porra) do mundo que me surpreenda, pessoas que amem
incondicionalmente ( e achem que isso é o que vai resolver TODOS os
problemas da própria vida), dias assim quentes com mais vento.
Amo vocês.
--------------------------
Tá todo mundo se sentindo meio retorcido por aí, é?
Louco como a música tem o poder de sintetizar sentimentos.
Podem parecer contraditórias, mas as canções abaixo dizem muito sobre meu estado de espírito hoje.
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Pensamento do dia
da moça do museu
Mensagem do dia (bode):
Eu quero um(a porra) do mundo que me surpreenda, pessoas que amem
incondicionalmente ( e achem que isso é o que vai resolver TODOS os
problemas da própria vida), dias assim quentes com mais vento.
Amo vocês.
--------------------------
Tá todo mundo se sentindo meio retorcido por aí, é?
Rebirth
Angra
Cooling breeze from a summer day
Hearing echoes from your heart
Learning how to recompose the words
Let time just fly
Joyfull sea-gulls roaming on the shore
Not a single note would sound
Raise my head after I dry my face
Let time just fly
Recalling, retreating
Returning, retreaving
A small talk your missing
More clever but older now
A leader, a learner
A lawful beginer
A lodger of lunacy
So lucid in a jungle
A helper, a sinner
A scarecroow's agonyzing smile
Oh! Minutes go round and round
Inside my head
Oh! My chest will now explode
Falling into pieces
Rain breaks on the ground-blood!
One minute forever
A sinner regreting
My vulgar misery ends
(And I) ride the winds of a brand new day
High where mountain's stand
Found my hope and pride again
Rebirth of a man
Time to fly...
Angra
Cooling breeze from a summer day
Hearing echoes from your heart
Learning how to recompose the words
Let time just fly
Joyfull sea-gulls roaming on the shore
Not a single note would sound
Raise my head after I dry my face
Let time just fly
Recalling, retreating
Returning, retreaving
A small talk your missing
More clever but older now
A leader, a learner
A lawful beginer
A lodger of lunacy
So lucid in a jungle
A helper, a sinner
A scarecroow's agonyzing smile
Oh! Minutes go round and round
Inside my head
Oh! My chest will now explode
Falling into pieces
Rain breaks on the ground-blood!
One minute forever
A sinner regreting
My vulgar misery ends
(And I) ride the winds of a brand new day
High where mountain's stand
Found my hope and pride again
Rebirth of a man
Time to fly...
Dream of Mirrors
Iron Maiden
Have you ever felt
The future is the past
But you don't know how
A reflected dream
Of a captured time
Is it really now, is it really happening?
Don't know why I feel this way
Have I dreamt this time, this place?
Something vivid comes again into my mind
And I think I've seen your face
Seen this room, been in this place
Something vivid comes again into my mind
All my hopes and expectation
Looking for an explanation
Have I found my destination?
I just can't take no more
The dream is true, the dream is true
The dream is true, the dream is true
Think I've heard your voice before
Think I've said these words before
Something makes me feel I just might
lose my mind
Am I still inside my dream?
Is this a new reality?
Something makes me feel that I have
lost my mind
All my hopes and expectation
Looking for an explanation
Coming to the realisation
That I can't see for sure
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I am alive
I only dream in black and white
To save me from myself
The dream is true, the dream is true
The dream is true, the dream is true
I get up put on the light
Dreading the oncoming night
Scared to fall asleep and dream
the dream again
Nothing that I contemplate
Nothing that I can compare
To letting loose the demons deep inside my head
Dread to think what might be stirring
That my dream is reoccurring
Got to keep away from drifting
Saving me from myself
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I'm alive
I only dream in Black and White
To save me from myself (X2)
Lost in a dream of mirrors
Lost in a paradox
Lost and time is spinning
Lost a nightmare I retrace
Lost a hell that I revisit
Lost another time and place
Lost a parallel existence
Lost a nightmare I retrace
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I'm alive
I only dream in Black and White
To save me from myself (X2)
Iron Maiden
Have you ever felt
The future is the past
But you don't know how
A reflected dream
Of a captured time
Is it really now, is it really happening?
Don't know why I feel this way
Have I dreamt this time, this place?
Something vivid comes again into my mind
And I think I've seen your face
Seen this room, been in this place
Something vivid comes again into my mind
All my hopes and expectation
Looking for an explanation
Have I found my destination?
I just can't take no more
The dream is true, the dream is true
The dream is true, the dream is true
Think I've heard your voice before
Think I've said these words before
Something makes me feel I just might
lose my mind
Am I still inside my dream?
Is this a new reality?
Something makes me feel that I have
lost my mind
All my hopes and expectation
Looking for an explanation
Coming to the realisation
That I can't see for sure
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I am alive
I only dream in black and white
To save me from myself
The dream is true, the dream is true
The dream is true, the dream is true
I get up put on the light
Dreading the oncoming night
Scared to fall asleep and dream
the dream again
Nothing that I contemplate
Nothing that I can compare
To letting loose the demons deep inside my head
Dread to think what might be stirring
That my dream is reoccurring
Got to keep away from drifting
Saving me from myself
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I'm alive
I only dream in Black and White
To save me from myself (X2)
Lost in a dream of mirrors
Lost in a paradox
Lost and time is spinning
Lost a nightmare I retrace
Lost a hell that I revisit
Lost another time and place
Lost a parallel existence
Lost a nightmare I retrace
I only dream in Black and White
I only dream 'cause I'm alive
I only dream in Black and White
To save me from myself (X2)
as time goes by...
Ufa... parece que o calor senegalês tá dando uma trégua. Li no jornal que uma frente fria tá chegando. FINALMENTE!!!
Detesto tempo quente.
Ontem fiquei na nóia, correria total mais uma vez aqui no trampo. Tanto que nem deu pra postar nada aqui. Ia ter treino de futsal na PUC à noite, mas acbaou nem rolando depois. É, voltei a jogar futebol. E por requisição da galera. Disseram que o time tava meio desfalcado, que os moleques tavam sem pique e que precisavam de mais alguém... Não aguentei, né? Futebol é comigo mesmo. Minha "estréia" é sábado, 11 da manhã, na quadra ultra-tosca da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Espero que eu me inspire nas atuações de Kaká, o menino-rei do Morumbi. Que aliás ontem fritou a peixada e levou o Tricolor à liderança da competição. Deveria ter ido ao estádio. Mas não, fiquei em casa e vi pelo pay-per-view.
Tô ficando velho, viu...
-----------------------
E hoje enfrento meu primeiro fechamento nessa nova fase da empresa. Até agora tá indo tudo bem. Veremos como o dia se desenrola... espero que não dê nenhum pau e que o jornal saia bonitinho. A capa é minha de novo nessa semana.
No fim das contas, acho que vou gostar desse novo esquema. Com menos pessoas há mais chance de aparecer e crescer. Fico mais solto, sem olhos querendo morder meu fígado cada vez que tenho uma idéia diferente.
Ufa... parece que o calor senegalês tá dando uma trégua. Li no jornal que uma frente fria tá chegando. FINALMENTE!!!
Detesto tempo quente.
Ontem fiquei na nóia, correria total mais uma vez aqui no trampo. Tanto que nem deu pra postar nada aqui. Ia ter treino de futsal na PUC à noite, mas acbaou nem rolando depois. É, voltei a jogar futebol. E por requisição da galera. Disseram que o time tava meio desfalcado, que os moleques tavam sem pique e que precisavam de mais alguém... Não aguentei, né? Futebol é comigo mesmo. Minha "estréia" é sábado, 11 da manhã, na quadra ultra-tosca da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Espero que eu me inspire nas atuações de Kaká, o menino-rei do Morumbi. Que aliás ontem fritou a peixada e levou o Tricolor à liderança da competição. Deveria ter ido ao estádio. Mas não, fiquei em casa e vi pelo pay-per-view.
Tô ficando velho, viu...
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E hoje enfrento meu primeiro fechamento nessa nova fase da empresa. Até agora tá indo tudo bem. Veremos como o dia se desenrola... espero que não dê nenhum pau e que o jornal saia bonitinho. A capa é minha de novo nessa semana.
No fim das contas, acho que vou gostar desse novo esquema. Com menos pessoas há mais chance de aparecer e crescer. Fico mais solto, sem olhos querendo morder meu fígado cada vez que tenho uma idéia diferente.
terça-feira, outubro 15, 2002
Come on, baby
Do the Locomotion
Fala galera...
Que confusão que andam estes dias... não sei de mais nada, viu.
E não é só do trampo não. É tudo. Tô perdidaço! Deve ser a tal "Síndrome de Formatura" que a galera anda falando na facu.
Sempre me considerei um cara centrado, que tinha tudo bem definido, senhor dos meus caminhos.
Mas agora ando fazendo coisas que nunca imaginei ser capaz. Isso até que é bom, mas tô ficando com medo de mim... sério mesmo.
Ah, valeu o apoio da moçada que viu que eu estava passando mal sexta-feira. Sabem, foi a primeira "demissão em massa" que presenciei. Juro que não sei de que lado é pior estar. Que por mais que todos saibam que eu fiquei principalmente porque sou mais barato pra empresa, rola um ciume básico...
Não é só o fato de eu ser mais barato, sou também mais novo, sou homem (minha equipe tinha dois homens e duas mulheres. Restam dois homens agora), supostamente eu entendo de computadores e quem me contratou foi o dono da firma diretamente.
É tudo uma sucessão interminável de preconceitos e bobagens? Sim, sem dúvida alguma. Mas é assim que as coisas são.
----------------------------------------
Amazing
Depois do dia macabro que passei na sexta, saí do trampo e fui comprar brinquedos pro meu irmão e pro meu afilhado (Ai que vontade de ser criança...). Depois passei na casa do Johnny pra deixar o pacote e fui na casa da Moça do museu (Não lembra dela? Olhe nos arquivos...)
Conversa vai, conversa vem... a coisa vai indo... Chega a hora de ir embora, eu perco o elevador pq estou conversando com ela e então tenho que esperar o bicho voltar (e o prédio é alto pra diabo..). Já que estávamos ali mesmo, só os dois, aquela meia luz forçada dos corredores de prédio... e advinhem?
Advinharam, né? Então nem vou entrar em detalhes pq não precisa mesmo. E eu fui lá na boa mesmo, só devolver um livro dela que tava comigo há séculos.
Tô falando que eu tô confuso.
Do the Locomotion
Fala galera...
Que confusão que andam estes dias... não sei de mais nada, viu.
E não é só do trampo não. É tudo. Tô perdidaço! Deve ser a tal "Síndrome de Formatura" que a galera anda falando na facu.
Sempre me considerei um cara centrado, que tinha tudo bem definido, senhor dos meus caminhos.
Mas agora ando fazendo coisas que nunca imaginei ser capaz. Isso até que é bom, mas tô ficando com medo de mim... sério mesmo.
Ah, valeu o apoio da moçada que viu que eu estava passando mal sexta-feira. Sabem, foi a primeira "demissão em massa" que presenciei. Juro que não sei de que lado é pior estar. Que por mais que todos saibam que eu fiquei principalmente porque sou mais barato pra empresa, rola um ciume básico...
Não é só o fato de eu ser mais barato, sou também mais novo, sou homem (minha equipe tinha dois homens e duas mulheres. Restam dois homens agora), supostamente eu entendo de computadores e quem me contratou foi o dono da firma diretamente.
É tudo uma sucessão interminável de preconceitos e bobagens? Sim, sem dúvida alguma. Mas é assim que as coisas são.
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Amazing
Depois do dia macabro que passei na sexta, saí do trampo e fui comprar brinquedos pro meu irmão e pro meu afilhado (Ai que vontade de ser criança...). Depois passei na casa do Johnny pra deixar o pacote e fui na casa da Moça do museu (Não lembra dela? Olhe nos arquivos...)
Conversa vai, conversa vem... a coisa vai indo... Chega a hora de ir embora, eu perco o elevador pq estou conversando com ela e então tenho que esperar o bicho voltar (e o prédio é alto pra diabo..). Já que estávamos ali mesmo, só os dois, aquela meia luz forçada dos corredores de prédio... e advinhem?
Advinharam, né? Então nem vou entrar em detalhes pq não precisa mesmo. E eu fui lá na boa mesmo, só devolver um livro dela que tava comigo há séculos.
Tô falando que eu tô confuso.
sexta-feira, outubro 11, 2002
Real Insanity
Puta que pariu, caralho!!! Aaaaaaaaaaaaargh!!!
Hoje o dia tá muito, muito, mas muito FODA mesmo.
Todo mundo que trabalhava comigo foi demitido. RUA, FORA!!! Dá pra acreditar?
Sobramos eu, meu chefe, o chefe do outro departamento e uma repórter dele. Só. Mais ninguém. Uma empresa que tinha por volta de 50 funcionários (incluído aí a parte de arte, administrativo, financeiro, etc), reduzida a uns 15. Sem noção nenhuma o bagulho.
Meu chefe diz que não foi só o quesito financeiro que me manteve aqui (meu salário é o menor de todos... sou apenas estagiário). Diz ele que eu era o cara que tinha o perfil que a empresa precisa agora". Pra mim, isso significa: "Vc é bom, mas burro pra caralho, trabalha igual um jumento e recebe pouco, sem reclamar."
Tudo bem, eu sei que jogo nas 11, que o que cai na minha mão eu resolvo... mas não dá pra fazer milagre também. Éramos 8 braços, viramos 4. Ou seja, FODEU. Vou trabalhar igual maluco. A questão é: Terei retorno??
Segundo meu chefe, a política da empresa agora é "cérebro aqui dentro, braços lá fora". Quem ficou vai só fazer a gestão do material que entra e sai, enquanto que o bruto vai ser feito por freelancers fora daqui. Sei lá o que pensar. Minha quantidade de serviço vai aumentar absurdamente... Pq é óbvio que, pelo menos no começo, a produção vai acabar c/ o pessoal daqui também.
Ahhhhhhhhh!! Só sei que tá tudo muito estranho, o ambiente se assemelha *E MUITO* ao de um velório e tá tudo muito confuso ainda. Só sei que eu tô c/ uma vontade absurda de gritar bem alto durante uns bons cinco minutos, sem parar.
...
eu quero a minha mãe
...
E tô indo atrás dela. Tchau
Puta que pariu, caralho!!! Aaaaaaaaaaaaargh!!!
Hoje o dia tá muito, muito, mas muito FODA mesmo.
Todo mundo que trabalhava comigo foi demitido. RUA, FORA!!! Dá pra acreditar?
Sobramos eu, meu chefe, o chefe do outro departamento e uma repórter dele. Só. Mais ninguém. Uma empresa que tinha por volta de 50 funcionários (incluído aí a parte de arte, administrativo, financeiro, etc), reduzida a uns 15. Sem noção nenhuma o bagulho.
Meu chefe diz que não foi só o quesito financeiro que me manteve aqui (meu salário é o menor de todos... sou apenas estagiário). Diz ele que eu era o cara que tinha o perfil que a empresa precisa agora". Pra mim, isso significa: "Vc é bom, mas burro pra caralho, trabalha igual um jumento e recebe pouco, sem reclamar."
Tudo bem, eu sei que jogo nas 11, que o que cai na minha mão eu resolvo... mas não dá pra fazer milagre também. Éramos 8 braços, viramos 4. Ou seja, FODEU. Vou trabalhar igual maluco. A questão é: Terei retorno??
Segundo meu chefe, a política da empresa agora é "cérebro aqui dentro, braços lá fora". Quem ficou vai só fazer a gestão do material que entra e sai, enquanto que o bruto vai ser feito por freelancers fora daqui. Sei lá o que pensar. Minha quantidade de serviço vai aumentar absurdamente... Pq é óbvio que, pelo menos no começo, a produção vai acabar c/ o pessoal daqui também.
Ahhhhhhhhh!! Só sei que tá tudo muito estranho, o ambiente se assemelha *E MUITO* ao de um velório e tá tudo muito confuso ainda. Só sei que eu tô c/ uma vontade absurda de gritar bem alto durante uns bons cinco minutos, sem parar.
...
eu quero a minha mãe
...
E tô indo atrás dela. Tchau
quinta-feira, outubro 10, 2002
Road to Perdition
Veio da Reuters e eu dei uma editada.
"Estrada da Perdição" traz Hanks como vilão e mocinho
Por Todd McCarthy
HOLLYWOOD (Variety) - Sombrio, comedido e metódico, "A Estrada da Perdição", que chega aos cinemas nesta sexta-feira, analisa as consequências da violência e dos crimes para os gângsteres que os cometiam durante a era negra da Lei Seca nos Estados Unidos.
Segundo filme de Sam Mendes, depois do oscarizado "Beleza Americana", "A Estrada da Perdição" o mostra num registro totalmente diferente.
Tom Hanks se encaixa sem dificuldade no papel de vilão dotado de consciência moral e este drama criminal deve agradar ao público -- talvez nem tanto às mulheres.
"Os filhos vêm ao mundo para dar trabalho a seus pais", confidencia o chefão mafioso irlandês John Rooney (Paul Newman) a seu capanga principal, Michael Sullivan (Tom Hanks), que ele ama como se fosse seu filho.
É uma observação que possui profundo significado para ambos e que resume as preocupações do filme. Rooney, hoje um homem idoso, viu seu filho biológico, Connor (Daniel Craig) perder-se na criminalidade irresponsável (em oposição à "respeitável"), e Sullivan, enquanto isso, ainda nutre a esperança de poder impedir que seus dois filhos pré-adolescentes herdem seu legado de sangue, tendo mantido em segredo a maneira como ganha a vida.
Um tema que remete não apenas a "O Poderoso Chefão", com o qual "Perdição" tem em comum as questões da "família" mafiosa, o visual sombrio e os detalhes de época, mas também a dramas explosivos entre pais e filhos, como "Vidas Amargas".
As ligações com Francis Ford Coppola e Elia Kazan são contundentes, sobretudo nas atuações precisas dos atores principais e no ritmo não-apressado, pois o filme de Sam Mendes rejeita a agitação estilística moderna e vai se intensificando, devagar e sempre, até chegar ao clímax.
O chefão Rooney está presidindo o velório do filho de um de seus soldados rasos. Quando este se descontrola e acusa o chefão pela morte de seu filho (na realidade, com razão), Sullivan intervém.
Mas quando Rooney, mais tarde, manda Connor e Sullivan fazerem uma visita ao pai que perdeu o filho, numa noite de chuva, Connor exagera, como sempre, e acaba por matá-lo. Sullivan se junta a ele para metralhar alguns outros bandidos presentes.
O que eles não sabem é que o filho de 12 anos de Sullivan, Michael Jr. (Tyler Hoechlin) assistiu a tudo. O garoto jura a seu pai, perturbado, que nunca contará a ninguém o que viu.
Connor, porém, tem medo que o menino não cumpra a palavra e, instigado também pelo fato de que seu pai sempre gostou mais de Sullivan do que dele, vai à casa do fiel escudeiro num momento em que este está fora para matar o potencial delator.
Detalhe: ele se engana de filho e mata o menor, Peter (Liam Aiken), favorito de Sullivan, além da mulher deste (Jennifer Jason Leigh).
Rooney fica furioso com seu filho e amaldiçoa o dia em que ele nasceu. Enquanto isso, os dois Sullivan remanescentes fogem da cidade, cientes de que não podem ficar nem mesmo para enterrar seus entes queridos se não quiserem arriscar-se a morrer também.
A segunda metade do filme consiste em boa parte de uma lenta perseguição de gato e rato, em que um pistoleiro (Jude Law) contratado por Rooney caça o ex-favorito do grande chefão, enquanto este procura sempre manter-se um passo à frente e, ao mesmo tempo, comunicar-se com o filho com o qual nunca teve qualquer intimidade.
-------------------------
Falou bem até do filme, não acham? Mas não disse o mais importante (pra mim, pelo menos): É baseado num gibi!! Isso mesmo, o astro mega-fodão-plus Tom Hanks está num filme de gibi. Mais ainda, o filme deve ganhar um Oscar.
Sometimes is just SOOOOOOOOOO GOOOOOOOD to be me
Veio da Reuters e eu dei uma editada.
"Estrada da Perdição" traz Hanks como vilão e mocinho
Por Todd McCarthy
HOLLYWOOD (Variety) - Sombrio, comedido e metódico, "A Estrada da Perdição", que chega aos cinemas nesta sexta-feira, analisa as consequências da violência e dos crimes para os gângsteres que os cometiam durante a era negra da Lei Seca nos Estados Unidos.
Segundo filme de Sam Mendes, depois do oscarizado "Beleza Americana", "A Estrada da Perdição" o mostra num registro totalmente diferente.
Tom Hanks se encaixa sem dificuldade no papel de vilão dotado de consciência moral e este drama criminal deve agradar ao público -- talvez nem tanto às mulheres.
"Os filhos vêm ao mundo para dar trabalho a seus pais", confidencia o chefão mafioso irlandês John Rooney (Paul Newman) a seu capanga principal, Michael Sullivan (Tom Hanks), que ele ama como se fosse seu filho.
É uma observação que possui profundo significado para ambos e que resume as preocupações do filme. Rooney, hoje um homem idoso, viu seu filho biológico, Connor (Daniel Craig) perder-se na criminalidade irresponsável (em oposição à "respeitável"), e Sullivan, enquanto isso, ainda nutre a esperança de poder impedir que seus dois filhos pré-adolescentes herdem seu legado de sangue, tendo mantido em segredo a maneira como ganha a vida.
Um tema que remete não apenas a "O Poderoso Chefão", com o qual "Perdição" tem em comum as questões da "família" mafiosa, o visual sombrio e os detalhes de época, mas também a dramas explosivos entre pais e filhos, como "Vidas Amargas".
As ligações com Francis Ford Coppola e Elia Kazan são contundentes, sobretudo nas atuações precisas dos atores principais e no ritmo não-apressado, pois o filme de Sam Mendes rejeita a agitação estilística moderna e vai se intensificando, devagar e sempre, até chegar ao clímax.
O chefão Rooney está presidindo o velório do filho de um de seus soldados rasos. Quando este se descontrola e acusa o chefão pela morte de seu filho (na realidade, com razão), Sullivan intervém.
Mas quando Rooney, mais tarde, manda Connor e Sullivan fazerem uma visita ao pai que perdeu o filho, numa noite de chuva, Connor exagera, como sempre, e acaba por matá-lo. Sullivan se junta a ele para metralhar alguns outros bandidos presentes.
O que eles não sabem é que o filho de 12 anos de Sullivan, Michael Jr. (Tyler Hoechlin) assistiu a tudo. O garoto jura a seu pai, perturbado, que nunca contará a ninguém o que viu.
Connor, porém, tem medo que o menino não cumpra a palavra e, instigado também pelo fato de que seu pai sempre gostou mais de Sullivan do que dele, vai à casa do fiel escudeiro num momento em que este está fora para matar o potencial delator.
Detalhe: ele se engana de filho e mata o menor, Peter (Liam Aiken), favorito de Sullivan, além da mulher deste (Jennifer Jason Leigh).
Rooney fica furioso com seu filho e amaldiçoa o dia em que ele nasceu. Enquanto isso, os dois Sullivan remanescentes fogem da cidade, cientes de que não podem ficar nem mesmo para enterrar seus entes queridos se não quiserem arriscar-se a morrer também.
A segunda metade do filme consiste em boa parte de uma lenta perseguição de gato e rato, em que um pistoleiro (Jude Law) contratado por Rooney caça o ex-favorito do grande chefão, enquanto este procura sempre manter-se um passo à frente e, ao mesmo tempo, comunicar-se com o filho com o qual nunca teve qualquer intimidade.
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Falou bem até do filme, não acham? Mas não disse o mais importante (pra mim, pelo menos): É baseado num gibi!! Isso mesmo, o astro mega-fodão-plus Tom Hanks está num filme de gibi. Mais ainda, o filme deve ganhar um Oscar.
Sometimes is just SOOOOOOOOOO GOOOOOOOD to be me
The old king
There is a new culture, a brand new civilization out there. We don’t know them, we can’t understand them. Because they are modern and young. They are the bright future, while we’re the sad past. One day, they shall came and take us all out of the picture. We’ll be nothing but empty boxes in an empty room.
I, once, was a king. But not a nice one. Mine was the kingdom of lust, pain and where forgiveness and compassion doesn’t had a place to live. Now, I must pay the price for being such a stubborn and mean person.
The newborn princes will build their palaces over my skull and the bodies of my comrades. And there is nothing I can do. Death visited me already. She told me that my time here is short and if she was me, she would try to look for redemption, before it’s too late.
But I had to stay as I am. I shall avoid the storm as long as it’s possible. So, when the bright ones came here, they will respect me, because I stayed true to myself, to my kingdom and to the gods that put me in charge of it.
Then, I will cross the line between this world and the next. The lady in black will escort me. But I will never be forgotten, because every village, even the smallest of all, has a boy or girl who likes to walk in the dark side, under the dim light of the moon. And this person will remember the Black King and will work in my name.
So, the shine people will notice it, but they shall do nothing. Because there is no light without the company of the dark.
Texto meu, inspirado por Neil Gaiman
There is a new culture, a brand new civilization out there. We don’t know them, we can’t understand them. Because they are modern and young. They are the bright future, while we’re the sad past. One day, they shall came and take us all out of the picture. We’ll be nothing but empty boxes in an empty room.
I, once, was a king. But not a nice one. Mine was the kingdom of lust, pain and where forgiveness and compassion doesn’t had a place to live. Now, I must pay the price for being such a stubborn and mean person.
The newborn princes will build their palaces over my skull and the bodies of my comrades. And there is nothing I can do. Death visited me already. She told me that my time here is short and if she was me, she would try to look for redemption, before it’s too late.
But I had to stay as I am. I shall avoid the storm as long as it’s possible. So, when the bright ones came here, they will respect me, because I stayed true to myself, to my kingdom and to the gods that put me in charge of it.
Then, I will cross the line between this world and the next. The lady in black will escort me. But I will never be forgotten, because every village, even the smallest of all, has a boy or girl who likes to walk in the dark side, under the dim light of the moon. And this person will remember the Black King and will work in my name.
So, the shine people will notice it, but they shall do nothing. Because there is no light without the company of the dark.
Texto meu, inspirado por Neil Gaiman
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