Friendship
Hoje o dia foi atípico. Logo de manhã, chegou a notícia de que o pai de uma amiga da classe havia falecido.
Nós tínhamos prova. Todo mundo fez e seguiu para o velório. Coisa muito triste. Vinte e poucos anos e perder o pai. Ainda mais nesse época de final de ano. Com coisas como formatura no nosso caminho.
Apesar de toda a tristeza no ar, uma coisa me deixou feliz. Vi que as pessoas se gostam na minha classe. Elas se importam.
Porque dar risada na balada, pular na piscina no churrasco e cantar junto é fácil. Mas abraçar quem precisa de força, daquela força que só amigos verdadeiros compartilham, isso é bem mais complicado.
Que Deus ilumine a minha amiga e que seu pai descanse bem e em paz.
E que as pessoas com quem eu convivo continuem sendo assim, como elas são.
Valeu, cara aí de cima. Me deu muita sorte mesmo.
quinta-feira, novembro 21, 2002
terça-feira, novembro 19, 2002
and life goes on...
Bom, nesse interlúdio quadrinístico algumas coisas começaram a ocorrer na minha vida.
Primeiro, o fim da faculdade de fato bateu em minha porta e essa é praticamente minha última semana lá. Sinto uma mistura maluca de medo, ansiedade e alegria. Aaaaaaaahh... que loucura!!
Segundo que eu acho que estou caminhando prum namoro. É... sabe a garota do diálogo, aquela com quem saí depois e tal? Como ela deve aparecer mais por aqui, vamos chamá-la de Cindy.
Então... ela é uma pessoa fantástica... adorável, inteligente, bonita... tudo do bom e do melhor. Não sei se vamos namorar, ter algo mais sério... mas tá parecendo. Já estamos "namorandinhos". Nos falamos no ICQ o dia todo, trocamos e-mails, telefonamos... Ruim é que tô fudido de coisas pra fazer (da facu e do trampo) e só vou conseguir vê-la na sexta. Mas tá um clima muito gostoso.
Daqueles de encher o peito e sair gritando pela rua... uma idiotice daquelas que só quem gosta sabe como é...
Bom, nesse interlúdio quadrinístico algumas coisas começaram a ocorrer na minha vida.
Primeiro, o fim da faculdade de fato bateu em minha porta e essa é praticamente minha última semana lá. Sinto uma mistura maluca de medo, ansiedade e alegria. Aaaaaaaahh... que loucura!!
Segundo que eu acho que estou caminhando prum namoro. É... sabe a garota do diálogo, aquela com quem saí depois e tal? Como ela deve aparecer mais por aqui, vamos chamá-la de Cindy.
Então... ela é uma pessoa fantástica... adorável, inteligente, bonita... tudo do bom e do melhor. Não sei se vamos namorar, ter algo mais sério... mas tá parecendo. Já estamos "namorandinhos". Nos falamos no ICQ o dia todo, trocamos e-mails, telefonamos... Ruim é que tô fudido de coisas pra fazer (da facu e do trampo) e só vou conseguir vê-la na sexta. Mas tá um clima muito gostoso.
Daqueles de encher o peito e sair gritando pela rua... uma idiotice daquelas que só quem gosta sabe como é...
segunda-feira, novembro 18, 2002
Over, and over again
Eu falo que gibi sempre dá pano pra manga...
Recebi essa mensagem de Mentalus, provavelmente o cara que mais entende de DC Comics deste lado do equador:
"... foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" ..."
Você está falando só de memória, a primeira parte- até o Bane "quebrar"o Batman, é boa.
Digo, não "boa-como-Alan Moore", mas tenha em mente que ainda é Batman cinza-e-azul clássico & etc. Doug Moench & cia
escrevendo - e acima de tudo, caras como Jim Aparo e Norm Breyfogle desenhando.
Jesus Cristo, a Adrienne Roy ainda pintava à mão!!!!!!!
Se quiser culpar alguém, culpe a colorização por computador, isso sim.
E "Tormento" do McFarlane, com "o" no fim, foi-e é- ridícula. Extremamente amadora, grotesca & etc.
Não é possível alguém falar bem de Tormento, só esses mirins-C da vida que acham que o Homem-Aranha é
aquele pernilongo esquelético como ele é desenhado hoje em dia.
Como, quase sempre no que diz respeito a quadrinhos, ele tá certo. Primeiro que eu tava escrevendo de cabeça mesmo. Segundo que o Batman "clássico" que rolou ali era bom mesmo.
E terceiro, e mais importante, o visual do Homem-Aranha daquela época pra cá. Putz, que degringolada!! Peguem o Byrne desenhando ele na década de 70... Ali sim!
Ele é o HOMEM-Aranha. Não o Aranha-Homem. Esse jeito todo torto e magricelo que fazem ele hoje fode tudo...
---------------
it's the fucking market
De fato, o mercado acabou selecionando as coisas. E achei muito bom o exemplo que o Vitão deu no comentário dele, comparando bandas de Heavy e quadrinhos. Sem duvida, existem gibis que tem um público específico e fanático. E esses vão continuar por um bom tempo. Savage Dragon é um exemplo disso. Eu não gosto, mas tem quem goste.
Muito bom quando é assim. O problema é quando surge uma moda e a galera se agarra a ela com unhas e dentes. Como foi na época da Image Age.
Ah, e quem compra gibi hj é adulto. Pode não ser na mentalidade, mas certamente o é no bolso. E é a grana que move o mundo.
Eu falo que gibi sempre dá pano pra manga...
Recebi essa mensagem de Mentalus, provavelmente o cara que mais entende de DC Comics deste lado do equador:
"... foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" ..."
Você está falando só de memória, a primeira parte- até o Bane "quebrar"o Batman, é boa.
Digo, não "boa-como-Alan Moore", mas tenha em mente que ainda é Batman cinza-e-azul clássico & etc. Doug Moench & cia
escrevendo - e acima de tudo, caras como Jim Aparo e Norm Breyfogle desenhando.
Jesus Cristo, a Adrienne Roy ainda pintava à mão!!!!!!!
Se quiser culpar alguém, culpe a colorização por computador, isso sim.
E "Tormento" do McFarlane, com "o" no fim, foi-e é- ridícula. Extremamente amadora, grotesca & etc.
Não é possível alguém falar bem de Tormento, só esses mirins-C da vida que acham que o Homem-Aranha é
aquele pernilongo esquelético como ele é desenhado hoje em dia.
Como, quase sempre no que diz respeito a quadrinhos, ele tá certo. Primeiro que eu tava escrevendo de cabeça mesmo. Segundo que o Batman "clássico" que rolou ali era bom mesmo.
E terceiro, e mais importante, o visual do Homem-Aranha daquela época pra cá. Putz, que degringolada!! Peguem o Byrne desenhando ele na década de 70... Ali sim!
Ele é o HOMEM-Aranha. Não o Aranha-Homem. Esse jeito todo torto e magricelo que fazem ele hoje fode tudo...
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it's the fucking market
De fato, o mercado acabou selecionando as coisas. E achei muito bom o exemplo que o Vitão deu no comentário dele, comparando bandas de Heavy e quadrinhos. Sem duvida, existem gibis que tem um público específico e fanático. E esses vão continuar por um bom tempo. Savage Dragon é um exemplo disso. Eu não gosto, mas tem quem goste.
Muito bom quando é assim. O problema é quando surge uma moda e a galera se agarra a ela com unhas e dentes. Como foi na época da Image Age.
Ah, e quem compra gibi hj é adulto. Pode não ser na mentalidade, mas certamente o é no bolso. E é a grana que move o mundo.
domingo, novembro 17, 2002
The last son of Krypton
Como sempre, os quadrinhos geram polêmica. Mas antes de voltar à discussão, agradeço ao meu camarada Black Crow pela correção gramatical oportuna. A correção automática do word tá me deixando mole...
Bom, voltando ao assunto, vamos começar falando do bando de McFarlane. Nesse barco eu incluo Jim Lee, Rob Liefield, Marc Silvestre e demais plagiadores da época.
Vitão citou Tormenta para falar dessa turma. Essa eu até concordo que seja razoável. Não é muito das minhas, mas entra aí o gosto pessoal. É óbvio que todos eles produziram em suas carreiras obras com qualidade superior à média. Meu problema com esses caras é que com eles se iniciou a chamada "Image age of comics", que só foi acabar quando, simbolicamente, o Superman deu um pau no "Cable" (Magog) em Kingdom Come.
Naquele tempo, é inegável, houve uma predominância da imagem sobre o texto. É só pegar bobagens como Gen13, Ripclaw e Fathom para comprovar. O que importava era ter mulherões na capa, prum bando de moleque punheteiro ficar viajando. A história era praticamente zero. E nem mesmo a DC Comics passou impune a isso. Temos Gunfire e a Mulher-Maravilha do Deodato pra provar que a mais tradicional das editoras também foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" no Bats e o gancho no Aquaman.
Aquela, no meu modo de entender, foi uma época trágica pros quadrinhos. A quantidade de lixo produzida foi sem tamanho, deixando sequelas até hoje. É só ver o que a Marvel anda fazendo, com suas jogadas de marketing, uma atrás da outra (U Decide? Kiss my ass, come on!), sem nenhum respeito por cronologia, tradição e coisas assim. Claro que tem gente que acha que esse caminho é válido. Eu concordo em alguns aspectos... Mas outra hora falo mais disso. Só pra completar, enquanto a Marvel segue por essa linha, a DC se mostra como o local em que o fã mais ortodoxo encontra o que procura: coerência, respeito máximo à cronologia e o Superman como o cara mais legal do universo! :-)
Agora, falando do Super, é isso que a maioria não pega... Ele é o mais humano de todos. Não é um deus. Ele pode até ser visto assim pelas pessoas e pelos outros heróis, mas na verdade ele é um carinha do interior, um moleque do Kansas, que cresceu numa fazenda, foi pra cidade grande e virou repórter.
Uma pessoa comum, com problemas comuns, que só tenta sempre fazer as coisas certas.
E ok, usar Alan Moore como exemplo foi sacanagem mesmo... hehehehe
Ah, só pra terminar, comentários sobre John Byrne e Frank Miller.
O primeiro continua com uma imaginação absurdamente fantástica. A série dele que já foi cancelada, Lab Rats, tinha tudo pra ser das melhores revistas de aventuras dos últimos tempos. Uma pena que vai acabar no #8. Ele ainda tem aquela chama dos velhos tempos. Tá mais fria, é verdade. Mas tá lá. Lendo Generations, principalmente, percebe-se isso. Ele ainda segue o preceito de que texto e imagens devem manter-se igualitárias numa revista. Porém, ele já foi muito melhor desenhista. Eu achava que não, mas andei lendo uns Homem-Aranha velhões dele e a comparação é até injusta. Não que hoje ele seja ruim. Aliás, é bem melhor que a maioria...
Já o senhor Frank Miller é o que pode ser chamado de um embusteiro. Um golpista, um farsante. Eu respeitava o cara. Ele fez maravilhas no Demolidor. E no Batman, ele teve momentos mágicos. Sem falar em Sin City (no começo) e 300 de Esparta.
Mas depois de DK2 ele perdeu completamente a noção. Aquilo é um desrespeito com os leitores, uma farsa sem tamanho. Não sei como a DC teve coragem de publicar (pelo menos tiveram a decência de aceitar a devolução). Não respeito e nunca mais compro nada que tenha o nome desse senhor na capa. Não é nem dizer que a história tava ruim e eu não gostei. Simplesmente NÃO HÁ HISTÓRIA!!!
É um amontoado de cenas mal desenhadas, com fundo feito por computador da forma mais tosca possível. E colocam o nome do Batman em cima, levando um monte de leitores bobos (eu incluído) a gastar uma grana pra comprar aquele lixo.
Mas deixa eu parar por aqui, senão vou xingar aquele palhaço até amanhã.
Ah, e quem quiser comprar os três números de DK2 gringo, é só passar trinta pilas na minha mão o que tá levando, ok?
Como sempre, os quadrinhos geram polêmica. Mas antes de voltar à discussão, agradeço ao meu camarada Black Crow pela correção gramatical oportuna. A correção automática do word tá me deixando mole...
Bom, voltando ao assunto, vamos começar falando do bando de McFarlane. Nesse barco eu incluo Jim Lee, Rob Liefield, Marc Silvestre e demais plagiadores da época.
Vitão citou Tormenta para falar dessa turma. Essa eu até concordo que seja razoável. Não é muito das minhas, mas entra aí o gosto pessoal. É óbvio que todos eles produziram em suas carreiras obras com qualidade superior à média. Meu problema com esses caras é que com eles se iniciou a chamada "Image age of comics", que só foi acabar quando, simbolicamente, o Superman deu um pau no "Cable" (Magog) em Kingdom Come.
Naquele tempo, é inegável, houve uma predominância da imagem sobre o texto. É só pegar bobagens como Gen13, Ripclaw e Fathom para comprovar. O que importava era ter mulherões na capa, prum bando de moleque punheteiro ficar viajando. A história era praticamente zero. E nem mesmo a DC Comics passou impune a isso. Temos Gunfire e a Mulher-Maravilha do Deodato pra provar que a mais tradicional das editoras também foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" no Bats e o gancho no Aquaman.
Aquela, no meu modo de entender, foi uma época trágica pros quadrinhos. A quantidade de lixo produzida foi sem tamanho, deixando sequelas até hoje. É só ver o que a Marvel anda fazendo, com suas jogadas de marketing, uma atrás da outra (U Decide? Kiss my ass, come on!), sem nenhum respeito por cronologia, tradição e coisas assim. Claro que tem gente que acha que esse caminho é válido. Eu concordo em alguns aspectos... Mas outra hora falo mais disso. Só pra completar, enquanto a Marvel segue por essa linha, a DC se mostra como o local em que o fã mais ortodoxo encontra o que procura: coerência, respeito máximo à cronologia e o Superman como o cara mais legal do universo! :-)
Agora, falando do Super, é isso que a maioria não pega... Ele é o mais humano de todos. Não é um deus. Ele pode até ser visto assim pelas pessoas e pelos outros heróis, mas na verdade ele é um carinha do interior, um moleque do Kansas, que cresceu numa fazenda, foi pra cidade grande e virou repórter.
Uma pessoa comum, com problemas comuns, que só tenta sempre fazer as coisas certas.
E ok, usar Alan Moore como exemplo foi sacanagem mesmo... hehehehe
Ah, só pra terminar, comentários sobre John Byrne e Frank Miller.
O primeiro continua com uma imaginação absurdamente fantástica. A série dele que já foi cancelada, Lab Rats, tinha tudo pra ser das melhores revistas de aventuras dos últimos tempos. Uma pena que vai acabar no #8. Ele ainda tem aquela chama dos velhos tempos. Tá mais fria, é verdade. Mas tá lá. Lendo Generations, principalmente, percebe-se isso. Ele ainda segue o preceito de que texto e imagens devem manter-se igualitárias numa revista. Porém, ele já foi muito melhor desenhista. Eu achava que não, mas andei lendo uns Homem-Aranha velhões dele e a comparação é até injusta. Não que hoje ele seja ruim. Aliás, é bem melhor que a maioria...
Já o senhor Frank Miller é o que pode ser chamado de um embusteiro. Um golpista, um farsante. Eu respeitava o cara. Ele fez maravilhas no Demolidor. E no Batman, ele teve momentos mágicos. Sem falar em Sin City (no começo) e 300 de Esparta.
Mas depois de DK2 ele perdeu completamente a noção. Aquilo é um desrespeito com os leitores, uma farsa sem tamanho. Não sei como a DC teve coragem de publicar (pelo menos tiveram a decência de aceitar a devolução). Não respeito e nunca mais compro nada que tenha o nome desse senhor na capa. Não é nem dizer que a história tava ruim e eu não gostei. Simplesmente NÃO HÁ HISTÓRIA!!!
É um amontoado de cenas mal desenhadas, com fundo feito por computador da forma mais tosca possível. E colocam o nome do Batman em cima, levando um monte de leitores bobos (eu incluído) a gastar uma grana pra comprar aquele lixo.
Mas deixa eu parar por aqui, senão vou xingar aquele palhaço até amanhã.
Ah, e quem quiser comprar os três números de DK2 gringo, é só passar trinta pilas na minha mão o que tá levando, ok?
quinta-feira, novembro 14, 2002
Para o alto e avante!
Aproveitando que o sol saiu e meu chefe não veio, vou fazer um post um pouco mais longo, falando dos comentários abaixo e de um dos meus assuntos favoritos: gibi!!
Primeiro, que o "Superboy" do diálogo abaixo era pra ser tomado como uma ironia. Um está zoando com o outro...
Segundo que eu não tirei isso de lugar nenhum. Até pq eu teria colocado o crédito. O diálogo é meu mesmo. Não viram que eu sou um pretenso escritor? Tá escrito aí do lado.
Agora falando de gibi, eu não leio Superboy mais pq não sai mais no Brasil. E eu gosto do personagem. Não a ponto de comprar a revista gringa (essa, por sinal, tbém não existe mais), mas gosto mesmo. E daí? Gosto E MUITO de Superman, pra mim é o personagem definitivo. O conceito puro e simples do Super-Herói. Não entende como eu posso gostar desse personagem? Acha ele um babaca?
Tenho três sugestões de leitura pra vc então:
1) Superman for all seasons (Super-Homem: As quatro estações) Por Jeff Loeb e Tim Sale - É, provavelmente, uma das melhores definições do personagem até hj. Ali vc consegue entender pq o cara é o que os menos letrados chamam de "bobo". De bobo ele não tem nada. Ele é simplesmente a encarnação da verdade e da justiça. Se ser correto é ser idiota pra vc, vá ler Spawn. Aliás, ler não... vá ver as figuras que lá nem tem texto.
2) Superman: For the man who has everything (Super-Homem: Para o Homem que tem Tudo) Por Alan Moore e Dave Gibbons - Tá, vc acha que o Super é um tonto pq não usa todo seu poderio contra seus inimigos. Se liga! O cara pode mover a lua na mão. Não dá pra sair arregaçando qquer ladrãozinho de banco assim. Mas se quer uma prova de que ele é "macho", o grande Ogro Alan Moore faz isso pra vc. Se depois de ler isso vc ainda pensar que o azulão é um babaca, só tenho uma coisa a dizer, citando a própria revista: QUEIME!!
3) Superman: The Man of Steel (Super-Homem: O Homem de Aço) Por John Byrne - Aqui é contada a origem do Super-Homem na era moderna. Um trabalho de adaptação dos originais de Siegel e Shuster sem igual. O conceito todo do super-heroísmo e do que é o Super-Homem, o Maior de Todos os Tempos, está cristalizado ali. Naquelas páginas vc consegue entender as escolhas e os porquês dele ser como é.
O problema é que a maioria das pessoas, ou olha para o Super como se ele fosse algo completamente superado, a versão super-heróica do Cebolinha, uma bobagem infantil; ou como se ele fosse o portador de toda a dominação americana no mundo.
Abram os olhos e vejam além disso. Superman é um ícone da sociedade moderna, transcendeu toda essa bobagem econômica, social e política.
E ele não nem mais nem menos infantil do que um cara que lança teia e escala paredes ou outro que se veste como um roedor e ataca ladrões pela noite.
Outro toque. Quando se trata de quadrinhos, acredito que a busca deve ser pela comunhão perfeita entre imagem e texto, sem a predominância de um sobre o outro. Desde a década de 90, com McFarlane e seu bando, que muita gente começou a trocar o prazer de "ler um gibi", pelo de "ver um gibi". Aí não rola, né?
Pra completar, deixo uma listinha do que considero as melhores revistas à venda hj. São todas gringas e o dólar tá um absurdo. Eu sei, minha conta bancária que o diga. Mas se vc arrumar alguém pra te emprestar, já tá valendo.
Anotem:
1) Green Arrow - É o bom e velho Oliver Queen destruindo todos os meses. Atitude, humor e diálogos excelentes. Por Brad Meltzer e Phil Hester.
2) JSA - Os heróis do passado, com a força do presente. O melhor gibi de grupo atualmente. Como ninguém ali tem título próprio, os escritores conseguem desenvolver seus personagens de forma brilhante. Por Geoff Johns, David Goyer e Leonard Kirk.
3) The Spectre - Deixe suas preocupações de lado, relaxe, tome um bom vinho e descubra as desventuras pelas quais passa um Espírito da Redenção. Quem sabe, poderá descobrir mais até sobre vc mesmo. Esse não é um gibi de super-herói no sentido clássico da coisa. É bem mais viajante e num outro ritmo. Vale muito a pena pq dá uma liberada na sua mente. Por J.M de Matteis e Norm Breyfogle.
4) Promethea - Entre no mundo da magia e da imaginação. Mais do que um gibi, essa revista é uma experiência extrasensorial. Faz tua cabeça explodir em milhares de pedaços para depois recompô-la de uma maneira que vc nunca imaginou. Trabalho de gênio. E só dois mestres das artes quadrinísticas poderiam fazer. Por Alan Moore e J.H Williams III.
Aproveitem as dicas e depois me digam se gostaram, ok?
E parem de implicar com o Superman!!!
;-)
Aproveitando que o sol saiu e meu chefe não veio, vou fazer um post um pouco mais longo, falando dos comentários abaixo e de um dos meus assuntos favoritos: gibi!!
Primeiro, que o "Superboy" do diálogo abaixo era pra ser tomado como uma ironia. Um está zoando com o outro...
Segundo que eu não tirei isso de lugar nenhum. Até pq eu teria colocado o crédito. O diálogo é meu mesmo. Não viram que eu sou um pretenso escritor? Tá escrito aí do lado.
Agora falando de gibi, eu não leio Superboy mais pq não sai mais no Brasil. E eu gosto do personagem. Não a ponto de comprar a revista gringa (essa, por sinal, tbém não existe mais), mas gosto mesmo. E daí? Gosto E MUITO de Superman, pra mim é o personagem definitivo. O conceito puro e simples do Super-Herói. Não entende como eu posso gostar desse personagem? Acha ele um babaca?
Tenho três sugestões de leitura pra vc então:
1) Superman for all seasons (Super-Homem: As quatro estações) Por Jeff Loeb e Tim Sale - É, provavelmente, uma das melhores definições do personagem até hj. Ali vc consegue entender pq o cara é o que os menos letrados chamam de "bobo". De bobo ele não tem nada. Ele é simplesmente a encarnação da verdade e da justiça. Se ser correto é ser idiota pra vc, vá ler Spawn. Aliás, ler não... vá ver as figuras que lá nem tem texto.
2) Superman: For the man who has everything (Super-Homem: Para o Homem que tem Tudo) Por Alan Moore e Dave Gibbons - Tá, vc acha que o Super é um tonto pq não usa todo seu poderio contra seus inimigos. Se liga! O cara pode mover a lua na mão. Não dá pra sair arregaçando qquer ladrãozinho de banco assim. Mas se quer uma prova de que ele é "macho", o grande Ogro Alan Moore faz isso pra vc. Se depois de ler isso vc ainda pensar que o azulão é um babaca, só tenho uma coisa a dizer, citando a própria revista: QUEIME!!
3) Superman: The Man of Steel (Super-Homem: O Homem de Aço) Por John Byrne - Aqui é contada a origem do Super-Homem na era moderna. Um trabalho de adaptação dos originais de Siegel e Shuster sem igual. O conceito todo do super-heroísmo e do que é o Super-Homem, o Maior de Todos os Tempos, está cristalizado ali. Naquelas páginas vc consegue entender as escolhas e os porquês dele ser como é.
O problema é que a maioria das pessoas, ou olha para o Super como se ele fosse algo completamente superado, a versão super-heróica do Cebolinha, uma bobagem infantil; ou como se ele fosse o portador de toda a dominação americana no mundo.
Abram os olhos e vejam além disso. Superman é um ícone da sociedade moderna, transcendeu toda essa bobagem econômica, social e política.
E ele não nem mais nem menos infantil do que um cara que lança teia e escala paredes ou outro que se veste como um roedor e ataca ladrões pela noite.
Outro toque. Quando se trata de quadrinhos, acredito que a busca deve ser pela comunhão perfeita entre imagem e texto, sem a predominância de um sobre o outro. Desde a década de 90, com McFarlane e seu bando, que muita gente começou a trocar o prazer de "ler um gibi", pelo de "ver um gibi". Aí não rola, né?
Pra completar, deixo uma listinha do que considero as melhores revistas à venda hj. São todas gringas e o dólar tá um absurdo. Eu sei, minha conta bancária que o diga. Mas se vc arrumar alguém pra te emprestar, já tá valendo.
Anotem:
1) Green Arrow - É o bom e velho Oliver Queen destruindo todos os meses. Atitude, humor e diálogos excelentes. Por Brad Meltzer e Phil Hester.
2) JSA - Os heróis do passado, com a força do presente. O melhor gibi de grupo atualmente. Como ninguém ali tem título próprio, os escritores conseguem desenvolver seus personagens de forma brilhante. Por Geoff Johns, David Goyer e Leonard Kirk.
3) The Spectre - Deixe suas preocupações de lado, relaxe, tome um bom vinho e descubra as desventuras pelas quais passa um Espírito da Redenção. Quem sabe, poderá descobrir mais até sobre vc mesmo. Esse não é um gibi de super-herói no sentido clássico da coisa. É bem mais viajante e num outro ritmo. Vale muito a pena pq dá uma liberada na sua mente. Por J.M de Matteis e Norm Breyfogle.
4) Promethea - Entre no mundo da magia e da imaginação. Mais do que um gibi, essa revista é uma experiência extrasensorial. Faz tua cabeça explodir em milhares de pedaços para depois recompô-la de uma maneira que vc nunca imaginou. Trabalho de gênio. E só dois mestres das artes quadrinísticas poderiam fazer. Por Alan Moore e J.H Williams III.
Aproveitem as dicas e depois me digam se gostaram, ok?
E parem de implicar com o Superman!!!
;-)
quarta-feira, novembro 13, 2002
Me, myself and a six pack of beer
Hey, superboy! What’s wrong with you?
- Don’t know, man… suddenly I started to feel like a teenager again.
And why is that?
- Well… it’s just this fear, y’know?
Fear?? You?? I can’t believe this! The guy who loves to say that “fear is my motivation” and that “fear is the shield of the weak”. That’s new! What are you afraid of?
- I’m afraid of the unknown. I’m afraid to be always alone. I fear the emptiness of this fucking life…
Really? It’s not like you to say those things.
- I’m human too, ok? I can feel the little pain behind my neck and the butterflies in my stomach. And that’s what I’m feeling right now.
You’re such a wussie, sometimes… Come on! Be a man!
- This fear is the only proof that I have that I’m a man. Not “macho” like those stereotypes you love, but a real person. I’m not a fucking machine!!! I’m not a robot. Yes, I can feel, and I can cry and I can scream!!! And, more than everything, I can love.
So, you’re in love again… can I say that you are… “flexible”?
- I’m not in love… yet. But I can sense that something special is coming from this one.
Everything is special for you, bitch.
- Yes. Everything and everyone. Sorry if someone around here is happy.
Wow… how sensitive we are…
- I can't believe that you are me!
I feel the same way…
Hey, superboy! What’s wrong with you?
- Don’t know, man… suddenly I started to feel like a teenager again.
And why is that?
- Well… it’s just this fear, y’know?
Fear?? You?? I can’t believe this! The guy who loves to say that “fear is my motivation” and that “fear is the shield of the weak”. That’s new! What are you afraid of?
- I’m afraid of the unknown. I’m afraid to be always alone. I fear the emptiness of this fucking life…
Really? It’s not like you to say those things.
- I’m human too, ok? I can feel the little pain behind my neck and the butterflies in my stomach. And that’s what I’m feeling right now.
You’re such a wussie, sometimes… Come on! Be a man!
- This fear is the only proof that I have that I’m a man. Not “macho” like those stereotypes you love, but a real person. I’m not a fucking machine!!! I’m not a robot. Yes, I can feel, and I can cry and I can scream!!! And, more than everything, I can love.
So, you’re in love again… can I say that you are… “flexible”?
- I’m not in love… yet. But I can sense that something special is coming from this one.
Everything is special for you, bitch.
- Yes. Everything and everyone. Sorry if someone around here is happy.
Wow… how sensitive we are…
- I can't believe that you are me!
I feel the same way…
terça-feira, novembro 12, 2002
It's good to be a man
Mais um da série e-mails legais que rodam por aí
Esse é perfeito
-----
O Diário dela:
No Sábado à noite ele estava estranho. Combinamos de nos encontrar no bar para tomar um drink. Passei a tarde toda nas compras com as minhas amigas e pensei que pudesse ser por minha culpa, porque me atrasei um bocadinho, mas ele não fez grandes comentários. A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais intimo para podermos conversar melhor em particular. Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho. Tentei animá-lo e comecei a pensar se seria por minha causa ou outra coisa qualquer.
Perguntei,e ele disse que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a o braço por cima dos meus ombros. Não sei que raio quis dizer com isso, porque não disse que me amava também, nem nada, e estava ficando mesmo preocupada. Finalmente chegamos a casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que me ia deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele foi se deitar também e para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços e fizemos amor. Mas ainda parecia muito distraído, e depois quis confronta-lo e falar sobre isso, mas comecei a chorar e chorei até adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase a certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
O Diário dele:
Meu time perdeu. Ao menos dei umazinha
--------------------
Aprendam, minhas queridas mulheres...
Somos simples pra caralho!!
Mais um da série e-mails legais que rodam por aí
Esse é perfeito
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O Diário dela:
No Sábado à noite ele estava estranho. Combinamos de nos encontrar no bar para tomar um drink. Passei a tarde toda nas compras com as minhas amigas e pensei que pudesse ser por minha culpa, porque me atrasei um bocadinho, mas ele não fez grandes comentários. A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais intimo para podermos conversar melhor em particular. Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho. Tentei animá-lo e comecei a pensar se seria por minha causa ou outra coisa qualquer.
Perguntei,e ele disse que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a o braço por cima dos meus ombros. Não sei que raio quis dizer com isso, porque não disse que me amava também, nem nada, e estava ficando mesmo preocupada. Finalmente chegamos a casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que me ia deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele foi se deitar também e para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços e fizemos amor. Mas ainda parecia muito distraído, e depois quis confronta-lo e falar sobre isso, mas comecei a chorar e chorei até adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase a certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
O Diário dele:
Meu time perdeu. Ao menos dei umazinha
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Aprendam, minhas queridas mulheres...
Somos simples pra caralho!!
segunda-feira, novembro 11, 2002
walking on sunshine
Hello, good ol' fellas!!
Todo mundo legalzinho? Que blz...
Tive um final de semana simples, porém excelente. Muito, muito bom mesmo.
Os dentes e garras da segunda-feira nem pareceram tão afiados assim.
Sabem a garota do diálogo? Saí com ela de novo.
Cinema, jantar, etc, etc... nada demais e tudo de bom.
Conversamos a noite inteira, sem parar... quando olhei pro relógio já eram quase cinco da matina e foi como se o tempo tivesse parado.
Ela é inteligente que só vendo... esperta, ligada nas coisas. Além de ser beeeeeeem bonitinha.
E não tem nada que eu goste mais numa garota do que um belo...
cérebro!
(como vcs são... tsc, tsc, tsc...)
--------------------
Há um sentimento de urgência no ar.
O fim ou o início. Melhor ainda, como disse Churchill e Mentalus me passou esses dias:
"This is not the end. It is not even the beginning of the end. But it is, perhaps, the end of the beginning"
A faculdade tá acabando... está chegando o momento de colocar em prática muitos dos meus planos guardados há muito tempo.
Minha realidade está prestes a virar de cabeça pra baixo. Só espero que eu consiga me recompor e sair por cima.
Hello, good ol' fellas!!
Todo mundo legalzinho? Que blz...
Tive um final de semana simples, porém excelente. Muito, muito bom mesmo.
Os dentes e garras da segunda-feira nem pareceram tão afiados assim.
Sabem a garota do diálogo? Saí com ela de novo.
Cinema, jantar, etc, etc... nada demais e tudo de bom.
Conversamos a noite inteira, sem parar... quando olhei pro relógio já eram quase cinco da matina e foi como se o tempo tivesse parado.
Ela é inteligente que só vendo... esperta, ligada nas coisas. Além de ser beeeeeeem bonitinha.
E não tem nada que eu goste mais numa garota do que um belo...
cérebro!
(como vcs são... tsc, tsc, tsc...)
--------------------
Há um sentimento de urgência no ar.
O fim ou o início. Melhor ainda, como disse Churchill e Mentalus me passou esses dias:
"This is not the end. It is not even the beginning of the end. But it is, perhaps, the end of the beginning"
A faculdade tá acabando... está chegando o momento de colocar em prática muitos dos meus planos guardados há muito tempo.
Minha realidade está prestes a virar de cabeça pra baixo. Só espero que eu consiga me recompor e sair por cima.
quinta-feira, novembro 07, 2002
Free speach for the dumb
Muita gente anda lendo este blog.
Isso é bom, de uma certa forma. Gosto muito de ter leitores. Adoro ver comentários novos, ter a famosa interatividade.
Porém, surgem questões complexas. Pessoas envolvidas intrinsicamente com alguns dos eventos relatados aqui tornaram-se leitores. Então fica a pergunta: devo escrever menos? Devo tolher meus pensamentos, julgando que posso ferir outrem?
A resposta a que cheguei é não. Se há um espaço totalmente meu é este aqui. E eu busco sempre ser sincero, honesto e correto com todos. Não engano ninguém. Quando gosto, gosto mesmo. E quando não gosto (o que é extremamente raro), não me importo.
Além disso, poucos nomes reais são citados aqui. E quando o são, tenho cuidado de não fazê-lo em situações que possam causar algum tipo de constrangimento à pessoa. Além, é claro, daqueles que me pedem para não serem identificados.
Portanto, vou continuar com a minha "grande saga" aqui, duela a quien duela - citando um dos nossos ilustres ex-governantes.
Muita gente anda lendo este blog.
Isso é bom, de uma certa forma. Gosto muito de ter leitores. Adoro ver comentários novos, ter a famosa interatividade.
Porém, surgem questões complexas. Pessoas envolvidas intrinsicamente com alguns dos eventos relatados aqui tornaram-se leitores. Então fica a pergunta: devo escrever menos? Devo tolher meus pensamentos, julgando que posso ferir outrem?
A resposta a que cheguei é não. Se há um espaço totalmente meu é este aqui. E eu busco sempre ser sincero, honesto e correto com todos. Não engano ninguém. Quando gosto, gosto mesmo. E quando não gosto (o que é extremamente raro), não me importo.
Além disso, poucos nomes reais são citados aqui. E quando o são, tenho cuidado de não fazê-lo em situações que possam causar algum tipo de constrangimento à pessoa. Além, é claro, daqueles que me pedem para não serem identificados.
Portanto, vou continuar com a minha "grande saga" aqui, duela a quien duela - citando um dos nossos ilustres ex-governantes.
Birds of Pray
Alguém aí assitiu a estréia desse novo seriado (BoP) na Warner ontem?
Bom, aqui vão algumas coisas que escrevi sobre ele.
Na TV funciona
A história é viajante.
É apenas “baseado” nos quadrinhos. Não tem muito dos gibis, além do conceito. É uma série de ação, muito bem produzida e com roteiro bem amarrado.
Tem a Oráculo, que é a mais fiel com o gibi. Ela é Bárbara Gordon, ex-batgirl, que foi aleijada pelo Coringa (com
direito a imagens do tiro).
A Huntress é Helena, filha do Bats com a Catwoman e é meta-humana. Uma Mulher-Gato no sentido
mais "amplo" do termo. Pula de prédio em prédio, escala paredes com a mão bem rápido, etc, etc..
A Canário é uma menina, a mais novinha delas. É filha da Canário original (essa como nos gibis) é meta-humana
tbém, mas sem grito sônico. Ela é telepata. A mãe dela não aperece nesse episódio, muito menos a cena de Longbow Hunters. Essa não tem nada a ver com nada, fora o fato de ter uma mãe heroína. E isso tbém é citado muito sutilmente. Ela só diz que "não tem pra onde voltar", problemas com a mãe, etc.
O Alfred dá as caras por lá tbém... Ele é o Alfred mesmo, mora na Mansão Wayne e vive na esperança que a Helena vá morar lá.
A Huntress tem um problema grave de relacionamento com seu pai. De fato, ela nunca o conheceu. Só veio a saber quem ele era (tanto Bruce quanto Bats) depois que a mãe morreu. Aliás, a Catwoman foi assassinada pelo Coringa tbém. Na mesma onda de crimes que aleijou a Bárbára.
O lance é que o Bats tinha acabado de prender o Coringa, mas não o matou. Ele escapa, dá o tiro na Barbara e mata a Catwoman. O Batman, então, sofre algum tipo de colapso nervoso, uma culpa tremenda e vai embora da cidade, abrindo caminho para as BoP serem as novas guardiãs de New Gotham (não entendi ainda o pq do "New", mas parece ser referência a Terremoto e Terra de Ninguém).
Depois da morte de sua mãe e descoberta de quem era seu pai, Helena (ainda uma criança), se vê abandonada. Ela é tomada então por Bárbara, que se torna sua responsável legal. Ambas moram na Gotham Clock Tower.
Os únicos heróis citados são os que eu mencionei acima. Nada de Green Arrow, JSA ou coisa assim. Há uma sutil citação a uma "chuva de meteoros no Kansas", remetendo a Smallville, que pelo jeito está nesse mesmo "universo".
Se vc é um fã xiita, estilo Mentalus ou Alex Ross, desista. BoP não é pra vc. Vai acabar ficando puto demais para conseguir assistir.
Se vc consegue abstrair e entender que é apenas baseado nos quadrinhos, sem nenhuma intenção de ser fiel, assista. Quem não sabe que veio de gibi e não tem essas "amarrações", com certeza vai achar do caralho.
Só me adiantando no que eu acho que podem dizer contra, por exemplo "Se não é pra ser fiel, então pq faz?", tenho a dizer que quadrinhos são uma fonte praticamente inesgotável de boas idéias. E como em televisão (e em tudo mais), nada se cria e tudo se copia, é perfeitamente plausivel coisas como essa serem feitas.
Para indústria quadrinística, serve como divulgação. Não existe má publicidade. De alguma forma, shows como BoP atraem atenção para as revistas. E o negócio é realmente bem feito. Tem efeitos especiais convincentes, sem serem exagerados, trilha sonora modernosa, com rock pesado e música eletrônica. Tem também um monte de mulher bonita, algumas delas vestidas com roupas de couro justas e uma história cativante para os não-iniciados.
Ou seja, na TV funciona.
Alguém aí assitiu a estréia desse novo seriado (BoP) na Warner ontem?
Bom, aqui vão algumas coisas que escrevi sobre ele.
Na TV funciona
A história é viajante.
É apenas “baseado” nos quadrinhos. Não tem muito dos gibis, além do conceito. É uma série de ação, muito bem produzida e com roteiro bem amarrado.
Tem a Oráculo, que é a mais fiel com o gibi. Ela é Bárbara Gordon, ex-batgirl, que foi aleijada pelo Coringa (com
direito a imagens do tiro).
A Huntress é Helena, filha do Bats com a Catwoman e é meta-humana. Uma Mulher-Gato no sentido
mais "amplo" do termo. Pula de prédio em prédio, escala paredes com a mão bem rápido, etc, etc..
A Canário é uma menina, a mais novinha delas. É filha da Canário original (essa como nos gibis) é meta-humana
tbém, mas sem grito sônico. Ela é telepata. A mãe dela não aperece nesse episódio, muito menos a cena de Longbow Hunters. Essa não tem nada a ver com nada, fora o fato de ter uma mãe heroína. E isso tbém é citado muito sutilmente. Ela só diz que "não tem pra onde voltar", problemas com a mãe, etc.
O Alfred dá as caras por lá tbém... Ele é o Alfred mesmo, mora na Mansão Wayne e vive na esperança que a Helena vá morar lá.
A Huntress tem um problema grave de relacionamento com seu pai. De fato, ela nunca o conheceu. Só veio a saber quem ele era (tanto Bruce quanto Bats) depois que a mãe morreu. Aliás, a Catwoman foi assassinada pelo Coringa tbém. Na mesma onda de crimes que aleijou a Bárbára.
O lance é que o Bats tinha acabado de prender o Coringa, mas não o matou. Ele escapa, dá o tiro na Barbara e mata a Catwoman. O Batman, então, sofre algum tipo de colapso nervoso, uma culpa tremenda e vai embora da cidade, abrindo caminho para as BoP serem as novas guardiãs de New Gotham (não entendi ainda o pq do "New", mas parece ser referência a Terremoto e Terra de Ninguém).
Depois da morte de sua mãe e descoberta de quem era seu pai, Helena (ainda uma criança), se vê abandonada. Ela é tomada então por Bárbara, que se torna sua responsável legal. Ambas moram na Gotham Clock Tower.
Os únicos heróis citados são os que eu mencionei acima. Nada de Green Arrow, JSA ou coisa assim. Há uma sutil citação a uma "chuva de meteoros no Kansas", remetendo a Smallville, que pelo jeito está nesse mesmo "universo".
Se vc é um fã xiita, estilo Mentalus ou Alex Ross, desista. BoP não é pra vc. Vai acabar ficando puto demais para conseguir assistir.
Se vc consegue abstrair e entender que é apenas baseado nos quadrinhos, sem nenhuma intenção de ser fiel, assista. Quem não sabe que veio de gibi e não tem essas "amarrações", com certeza vai achar do caralho.
Só me adiantando no que eu acho que podem dizer contra, por exemplo "Se não é pra ser fiel, então pq faz?", tenho a dizer que quadrinhos são uma fonte praticamente inesgotável de boas idéias. E como em televisão (e em tudo mais), nada se cria e tudo se copia, é perfeitamente plausivel coisas como essa serem feitas.
Para indústria quadrinística, serve como divulgação. Não existe má publicidade. De alguma forma, shows como BoP atraem atenção para as revistas. E o negócio é realmente bem feito. Tem efeitos especiais convincentes, sem serem exagerados, trilha sonora modernosa, com rock pesado e música eletrônica. Tem também um monte de mulher bonita, algumas delas vestidas com roupas de couro justas e uma história cativante para os não-iniciados.
Ou seja, na TV funciona.
I love to hate you
Fala pessoal...
Todo mundo bem? Espero que sim.
Eu tô, só pra variar, numa correria insana. Passo mais tempo no escritório do que em qquer outro lugar.
Tive uma proposta de emprego meio furada, que serviu pra me mostrar que eu gosto daqui.
É uma merda, mas é a minha merda, entendem?
Pode ser um pouco de comodismo também. Sair pra procurar outra coisa requer esforço. Algo que não tô afim de ter agora.
Claro que eu tenho meus surtos e me dá vontade de mandar tudo às favas. Evidente que eu não entendo porra nenhuma de economia e eu devia estar falando de Cinema e TV, que é do que eu realmente entendo e penso sobre. Mas mesmo assim tem algo por aqui que anda me atraindo.
Uma parte é o desafio. Provar que eu consigo é, provavelmente, o maior estímulo que tenho. Outra é a questão prática, financeira. Não posso parar de trabalhar duma hora pra outra.
Tenho total consciência de que não sou jornalista econômico. Mas vou tocando o barco e, quando algo que eu realmente goste aparecer (e vai, eu tenho certeza) saio fora e fico feliz.
Você tem que passar pelo purgatório se quiser chegar ao paraíso.
---------------------
Keep the balance
Então... muitos não entenderam o diálogo lá de baixo com a menina... a intenção era mais ou menos essa mesmo. Acontece que ela tava me contando uma história bizarra que aconteceu com ela, que eu, propositalmente omiti. Quem sabe em outro momento eu conte. Enfim, por isso o papo começa com “Ele querer ficar com vc eu entendo, mas não nessa situação”. A “situação” em questão era bizonha mesmo. Mas ela é, de fato, alguém que se compreende facilmente a vontade de um cara querer beijá-la. Eu quis. E beijei.
E, novidade, nós conversamos a semana inteira. Já tinha achado ela muuuuuuuuito legal (senão eu não teria nem tentado beijá-la). Tô achando ainda mais.
Ela tem equilíbrio. Isso é importante. Muita bunda (corpo em geral) e pouco cérebro não funciona. Mas pouco corpo e muito cérebro eu consigo levar bem. Não que seja o caso, pois como eu disse, ela tem equilíbrio.
Fala pessoal...
Todo mundo bem? Espero que sim.
Eu tô, só pra variar, numa correria insana. Passo mais tempo no escritório do que em qquer outro lugar.
Tive uma proposta de emprego meio furada, que serviu pra me mostrar que eu gosto daqui.
É uma merda, mas é a minha merda, entendem?
Pode ser um pouco de comodismo também. Sair pra procurar outra coisa requer esforço. Algo que não tô afim de ter agora.
Claro que eu tenho meus surtos e me dá vontade de mandar tudo às favas. Evidente que eu não entendo porra nenhuma de economia e eu devia estar falando de Cinema e TV, que é do que eu realmente entendo e penso sobre. Mas mesmo assim tem algo por aqui que anda me atraindo.
Uma parte é o desafio. Provar que eu consigo é, provavelmente, o maior estímulo que tenho. Outra é a questão prática, financeira. Não posso parar de trabalhar duma hora pra outra.
Tenho total consciência de que não sou jornalista econômico. Mas vou tocando o barco e, quando algo que eu realmente goste aparecer (e vai, eu tenho certeza) saio fora e fico feliz.
Você tem que passar pelo purgatório se quiser chegar ao paraíso.
---------------------
Keep the balance
Então... muitos não entenderam o diálogo lá de baixo com a menina... a intenção era mais ou menos essa mesmo. Acontece que ela tava me contando uma história bizarra que aconteceu com ela, que eu, propositalmente omiti. Quem sabe em outro momento eu conte. Enfim, por isso o papo começa com “Ele querer ficar com vc eu entendo, mas não nessa situação”. A “situação” em questão era bizonha mesmo. Mas ela é, de fato, alguém que se compreende facilmente a vontade de um cara querer beijá-la. Eu quis. E beijei.
E, novidade, nós conversamos a semana inteira. Já tinha achado ela muuuuuuuuito legal (senão eu não teria nem tentado beijá-la). Tô achando ainda mais.
Ela tem equilíbrio. Isso é importante. Muita bunda (corpo em geral) e pouco cérebro não funciona. Mas pouco corpo e muito cérebro eu consigo levar bem. Não que seja o caso, pois como eu disse, ela tem equilíbrio.
terça-feira, novembro 05, 2002
Easy like sunday morning
Boa tarde!
Hoje o dia está especialmente bom para o trabalho. Cinza, chuvoso.
Dias claros me dão bode de trabalhar. Aquele puta solão e eu preso numa torre de vidro e aço na Av. Paulista. Pára tudo!
Com o cinza fica mais fácil me conformar com a paisagem de escritório.
----------------
Será que elas estão mais fáceis, como disse o(a) desconhecido(a) que deixou um comentário aí embaixo?
Acho que não. Continuam como sempre foram. Mas duas coisas mudaram essencialmente:
1) Lido agora com mulheres, não com meninas. Isso faz a maior diferença.
2) Minha atitude é outra. Não tenho mais encanações bestas de outros tempos. Chego numa boa e deixo as coisas rolarem naturalmente. Eu cresci também.
------------------------------
Retomando uma coisa que ficou solta por aí:
- Lembram da July?(chequem os arquivos se não lembrarem) Nos falamos por e-mail mais algumas vezes e só. Bom, eu não tava pensando muito além do que rolou mesmo. Foi legal e blz. Se nos trombarmos novamente por aí, quem sabe role algo de novo e tudo bem. Tudo sossegado.
-------------------
E os chefes estão em reunião de novo. Pelo jeito vai demorar pra kct. (por isso até que eu tô escrevendo no blog no meio da tarde)
Será que vem outro vendaval por aí? Tomara que não, pq eu acabei de dispensar um emprego que apareceu por aí.
Se bem que foda-se tbém. Eu me viro. Quer mandar, mande logo que eu vou dar meus pulos (e ter um mês de férias descente).
---------------------
Ah, e estou conversando com a garota do diálogo aí embaixo. Muuuito legal ela.
Vamos ver, vamos ver...
Eu não disse que muita coisa ia mudar e que pessoas e situações novas iam entrar na minha vida?
Olha lá...
Boa tarde!
Hoje o dia está especialmente bom para o trabalho. Cinza, chuvoso.
Dias claros me dão bode de trabalhar. Aquele puta solão e eu preso numa torre de vidro e aço na Av. Paulista. Pára tudo!
Com o cinza fica mais fácil me conformar com a paisagem de escritório.
----------------
Será que elas estão mais fáceis, como disse o(a) desconhecido(a) que deixou um comentário aí embaixo?
Acho que não. Continuam como sempre foram. Mas duas coisas mudaram essencialmente:
1) Lido agora com mulheres, não com meninas. Isso faz a maior diferença.
2) Minha atitude é outra. Não tenho mais encanações bestas de outros tempos. Chego numa boa e deixo as coisas rolarem naturalmente. Eu cresci também.
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Retomando uma coisa que ficou solta por aí:
- Lembram da July?(chequem os arquivos se não lembrarem) Nos falamos por e-mail mais algumas vezes e só. Bom, eu não tava pensando muito além do que rolou mesmo. Foi legal e blz. Se nos trombarmos novamente por aí, quem sabe role algo de novo e tudo bem. Tudo sossegado.
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E os chefes estão em reunião de novo. Pelo jeito vai demorar pra kct. (por isso até que eu tô escrevendo no blog no meio da tarde)
Será que vem outro vendaval por aí? Tomara que não, pq eu acabei de dispensar um emprego que apareceu por aí.
Se bem que foda-se tbém. Eu me viro. Quer mandar, mande logo que eu vou dar meus pulos (e ter um mês de férias descente).
---------------------
Ah, e estou conversando com a garota do diálogo aí embaixo. Muuuito legal ela.
Vamos ver, vamos ver...
Eu não disse que muita coisa ia mudar e que pessoas e situações novas iam entrar na minha vida?
Olha lá...
segunda-feira, novembro 04, 2002
Sinta-se em casa, você que chegou aqui vindo do I,e.
--------------------------
Homeland
Peraí! Pausa para um momento cultural.
Você sabe o que significa PIRACICABA?
A palavra vem da língua Tupi-Guarani e significa “lugar em que o peixe pára”.
Bonitinho, né? E pelo jeito devem estar parando vários por lá mesmo... O rio tá seco que só vendo...
Mas sempre é assim... daqui a pouco começa a chover e enche de novo.
-----------------------
Olhando para trás
O final de semana foi feito de encontros e reencontros.
Sábado balada legalzinha e animada com a galera piracicabenta no sítio de Zélão, um dos caras mais malucos e gente boa que eu conheço. Publicitário, só podia ser...
Fazia tempo que praticamente toda a turma não se encontrava. Muito bom rever o pessoal e ver que aquelas fagulhas de vários anos passados ainda brilham quando a gente se encontra. Espero que a próxima reunião seja no meu aniversário, pretendo fazer uma festa para juntar um povo que não se tromba há tempos.
Domingão, depois de só acordar no meio da tarde, fui encontrar meu velho camarada F. Vitti - o mano que comentou do Judas aí embaixo. Várias cervejas e conversas boas na mesa do bar (tem coisas que só o boteco faz por vc).
Ali surgiu a idéia de reencontrar pessoas com as quais estudamos no ginásio, longos e logos anos no passado. Vou tentar arrumar pra isso acontecer no meu aniversário. Se forem uns três ou quatro já tô feliz. Pra ser bem sincero, eu devo lembrar o nome de uma meia dúzia só.
-------------------------
Diálogos Impertinentes
Sábado à noite, num sítio localizado numa cidadezinha da região de Piracicaba
[...]
- Ele querer ficar com vc eu até entendo, mas não nessa situação.
- É, né... Mas péra aí! Como assim "querer ficar comigo vc entende"?
- Ah, meu... pô, olha pra vc... é mais do que normal querer te beijar.
- Pq, vc quer me beijar?
- Sim!
- Então me beija...
- Então tá bom!
[...]
-------------------
Até que eu não ando tão mal assim nesse negócio...
;-)
--------------------------
Homeland
Peraí! Pausa para um momento cultural.
Você sabe o que significa PIRACICABA?
A palavra vem da língua Tupi-Guarani e significa “lugar em que o peixe pára”.
Bonitinho, né? E pelo jeito devem estar parando vários por lá mesmo... O rio tá seco que só vendo...
Mas sempre é assim... daqui a pouco começa a chover e enche de novo.
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Olhando para trás
O final de semana foi feito de encontros e reencontros.
Sábado balada legalzinha e animada com a galera piracicabenta no sítio de Zélão, um dos caras mais malucos e gente boa que eu conheço. Publicitário, só podia ser...
Fazia tempo que praticamente toda a turma não se encontrava. Muito bom rever o pessoal e ver que aquelas fagulhas de vários anos passados ainda brilham quando a gente se encontra. Espero que a próxima reunião seja no meu aniversário, pretendo fazer uma festa para juntar um povo que não se tromba há tempos.
Domingão, depois de só acordar no meio da tarde, fui encontrar meu velho camarada F. Vitti - o mano que comentou do Judas aí embaixo. Várias cervejas e conversas boas na mesa do bar (tem coisas que só o boteco faz por vc).
Ali surgiu a idéia de reencontrar pessoas com as quais estudamos no ginásio, longos e logos anos no passado. Vou tentar arrumar pra isso acontecer no meu aniversário. Se forem uns três ou quatro já tô feliz. Pra ser bem sincero, eu devo lembrar o nome de uma meia dúzia só.
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Diálogos Impertinentes
Sábado à noite, num sítio localizado numa cidadezinha da região de Piracicaba
[...]
- Ele querer ficar com vc eu até entendo, mas não nessa situação.
- É, né... Mas péra aí! Como assim "querer ficar comigo vc entende"?
- Ah, meu... pô, olha pra vc... é mais do que normal querer te beijar.
- Pq, vc quer me beijar?
- Sim!
- Então me beija...
- Então tá bom!
[...]
-------------------
Até que eu não ando tão mal assim nesse negócio...
;-)
sexta-feira, novembro 01, 2002
Clube bem amado
Que me desculpem os que não são afeitos do assunto, mas futebol é fundamental.
Especialmente se vc é torcedor do São Paulo Futebol Clube, o líder isolado do campeonato mais disputado e imprevisível do mundo, o Brasileiro.
Ontem, no Morumbi, o Tricolor goleou a Ponte Preta por 5 a 2 e disparou na liderança da competição, com 43 pontos ganhos, confirmando assim sua condição de classificado para a fase decisiva do torneio. Agora já são sete vitórias consecutivas. É a Selesampa detonando tudo e todos.
O mais gostoso é pensar que a porcada, o palmerinha, tá caindo e se bobear no ano que vem disputará a segunda divisão (se Deus quiser ao lado do glorioso XV de Piracicaba, que há de não descer pra terceira)
Numa boa? Tô feliz para caralho!!!
Ah, só quem já foi num estádio e gritou com a massa sabe o que é sentir essa alegria.
No dia seguinte a uma partida como essa, não há coisa melhor a se fazer do que ler tudo que saiu nos jornais e na Internet. Ver os melhores momentos nos programas de esporte, comentar com os amigos (e com os adversáros, tirando uma com a cara deles)
O jogo de ontem marcou também a chegada de Luis Fabiano à artilharia do Brasileirão e, mais importante ainda, a reconciliação definitiva de Ameli - o monstro argentino - com a galera tricolor.
Tô sentindo cheiro de campeão no ar.
É Deus no céu e nóis na fita!
Sentimentos movidos por um ideal
SPFC - O mais querido!
Que me desculpem os que não são afeitos do assunto, mas futebol é fundamental.
Especialmente se vc é torcedor do São Paulo Futebol Clube, o líder isolado do campeonato mais disputado e imprevisível do mundo, o Brasileiro.
Ontem, no Morumbi, o Tricolor goleou a Ponte Preta por 5 a 2 e disparou na liderança da competição, com 43 pontos ganhos, confirmando assim sua condição de classificado para a fase decisiva do torneio. Agora já são sete vitórias consecutivas. É a Selesampa detonando tudo e todos.
O mais gostoso é pensar que a porcada, o palmerinha, tá caindo e se bobear no ano que vem disputará a segunda divisão (se Deus quiser ao lado do glorioso XV de Piracicaba, que há de não descer pra terceira)
Numa boa? Tô feliz para caralho!!!
Ah, só quem já foi num estádio e gritou com a massa sabe o que é sentir essa alegria.
No dia seguinte a uma partida como essa, não há coisa melhor a se fazer do que ler tudo que saiu nos jornais e na Internet. Ver os melhores momentos nos programas de esporte, comentar com os amigos (e com os adversáros, tirando uma com a cara deles)
O jogo de ontem marcou também a chegada de Luis Fabiano à artilharia do Brasileirão e, mais importante ainda, a reconciliação definitiva de Ameli - o monstro argentino - com a galera tricolor.
Tô sentindo cheiro de campeão no ar.
É Deus no céu e nóis na fita!
Sentimentos movidos por um ideal
SPFC - O mais querido!
quinta-feira, outubro 31, 2002
Going with the flow
Eu não ando tendo sonhos doidos há algum tempo. Meu sono anda pesado demais...
Mulheres e suas fases... tão bom ser homem quando se está perdido. Qualquer mau humor passa com uma lata de
cerveja, futebol na tv ou uma mulher de saia curta e decote generoso (serve calça apertada tbém, vai...)
Dias cinzas são os melhores pra trabalhar... Sampa foi moldada pra esse clima. Somos Londres, apenas não
sabemos disso ainda.
Eu preciso é de férias, um mês sem fazer absolutamente nada, olhando pro teto e assistindo Sessão da Tarde
(que hj teve o cláaaaaaaassico "Back to the Future").
Minha cabeça não tá processando as coisas que tão rolando na minha vida. Quero parar um pouco. Tá foda.
Bom, deixa eu ir que eu tô com "mente de fechamento" e não tô conseguindo concatenar nenhum pensamento.
Eu não ando tendo sonhos doidos há algum tempo. Meu sono anda pesado demais...
Mulheres e suas fases... tão bom ser homem quando se está perdido. Qualquer mau humor passa com uma lata de
cerveja, futebol na tv ou uma mulher de saia curta e decote generoso (serve calça apertada tbém, vai...)
Dias cinzas são os melhores pra trabalhar... Sampa foi moldada pra esse clima. Somos Londres, apenas não
sabemos disso ainda.
Eu preciso é de férias, um mês sem fazer absolutamente nada, olhando pro teto e assistindo Sessão da Tarde
(que hj teve o cláaaaaaaassico "Back to the Future").
Minha cabeça não tá processando as coisas que tão rolando na minha vida. Quero parar um pouco. Tá foda.
Bom, deixa eu ir que eu tô com "mente de fechamento" e não tô conseguindo concatenar nenhum pensamento.
Metal Gods
Meu post de sexta passada sobre o disco do Judas gerou movimentação entre meus amigos leitores. Tem mais headbanger por aí do que eu imaginava. Reproduzo aqui um email que recebi do meu velho camarada, Felipe - vulgo Somália (como era conhecido em outros tempos) ou, como ele se proclama atualmente: I_Am_Living_Evil.
Vejam só:
Acabei de entrar em seu blog e não pude deixar de corrigir um deslize seu.
Como um fã árduo de Judas Priest (fui no show dos caras em agosto do ano passado), sou obrigado a fazer MAIS UMA correção (além daquela que seu amigo Zé Marcel fez).
O álbum SAD WINGS OF DESTINY é na verdade de 1976. Sendo assim, não se encaixa na "década de 80". Criticas a parte, aqui vão alguns comentários meus sobre este CD (já q não ta dando para mandar - de novo - comentarios no blog):
Esse álbum é show de bola. Tem clássicos que sobrevivem até hoje, como Victim Of Changes e The Ripper (aliás, apelido dado ao novo vocalista da banda, Tim Owens). Não podemos desprezar, claro, as músicas Tyrant (a qual eu possuo ao vivo num show de 83) e Dream Deceiver.
Particularmente, eu prefiro outros álbuns do Judas Priest, como Screaming for Vengeance (82). The Hellion/Electric Eyes foram um dos maiores clássicos do Heavy Metal, merecendo estar até hoje no repertório do Judas (inclusive, no de Rob Halford - para os que assistiram o Rock in Rio 3). Além dela, a "title track" do álbum não fica para trás. A Voz de Halford está potente como nunca. Por fim, outro ponto positivo vai para a música Devil´s Child (a qual as vezes eu arrisco uma cantoria) que é fera demais. Eu poderia falar de You´ve Got Another Thing Coming, mas particularmente, não curto taaanto esse som (é, eu sei, eu sou um herege).
Mas acho que no fundo, não podemos mesmo é desprezar o marcante BRITISH STEEL (80), album clássico e campeão de vendas na Inglaterra, merecendo até mesmo o disco de ouro. Mas esse release eu deixo para outra oportunidade.
Respondi ao meu ilustre amigo que sei que o álbum é de 76, mas ele representa bem a “New Wave of British Heavy Metal”, que é um dos movimentos mais característicos da década de 80. Por isso coloquei ele lá e falei aquelas coisas.
Além disso "Tyrant" é uma música fantástica... absurdamente boa. A versão do ao vivo no Japão então, dispensa maiores comentários.
Eu também fui no show do ano passado. E estava no Rock in Rio na apresentação histórica do Rob Halford. Aliás, fiz uma entrevista exclusiva com ele (na época eu trabalhava pra Cover Guitarra).
Ah, esse metaleiros, viu
:-P
Meu post de sexta passada sobre o disco do Judas gerou movimentação entre meus amigos leitores. Tem mais headbanger por aí do que eu imaginava. Reproduzo aqui um email que recebi do meu velho camarada, Felipe - vulgo Somália (como era conhecido em outros tempos) ou, como ele se proclama atualmente: I_Am_Living_Evil.
Vejam só:
Acabei de entrar em seu blog e não pude deixar de corrigir um deslize seu.
Como um fã árduo de Judas Priest (fui no show dos caras em agosto do ano passado), sou obrigado a fazer MAIS UMA correção (além daquela que seu amigo Zé Marcel fez).
O álbum SAD WINGS OF DESTINY é na verdade de 1976. Sendo assim, não se encaixa na "década de 80". Criticas a parte, aqui vão alguns comentários meus sobre este CD (já q não ta dando para mandar - de novo - comentarios no blog):
Esse álbum é show de bola. Tem clássicos que sobrevivem até hoje, como Victim Of Changes e The Ripper (aliás, apelido dado ao novo vocalista da banda, Tim Owens). Não podemos desprezar, claro, as músicas Tyrant (a qual eu possuo ao vivo num show de 83) e Dream Deceiver.
Particularmente, eu prefiro outros álbuns do Judas Priest, como Screaming for Vengeance (82). The Hellion/Electric Eyes foram um dos maiores clássicos do Heavy Metal, merecendo estar até hoje no repertório do Judas (inclusive, no de Rob Halford - para os que assistiram o Rock in Rio 3). Além dela, a "title track" do álbum não fica para trás. A Voz de Halford está potente como nunca. Por fim, outro ponto positivo vai para a música Devil´s Child (a qual as vezes eu arrisco uma cantoria) que é fera demais. Eu poderia falar de You´ve Got Another Thing Coming, mas particularmente, não curto taaanto esse som (é, eu sei, eu sou um herege).
Mas acho que no fundo, não podemos mesmo é desprezar o marcante BRITISH STEEL (80), album clássico e campeão de vendas na Inglaterra, merecendo até mesmo o disco de ouro. Mas esse release eu deixo para outra oportunidade.
Respondi ao meu ilustre amigo que sei que o álbum é de 76, mas ele representa bem a “New Wave of British Heavy Metal”, que é um dos movimentos mais característicos da década de 80. Por isso coloquei ele lá e falei aquelas coisas.
Além disso "Tyrant" é uma música fantástica... absurdamente boa. A versão do ao vivo no Japão então, dispensa maiores comentários.
Eu também fui no show do ano passado. E estava no Rock in Rio na apresentação histórica do Rob Halford. Aliás, fiz uma entrevista exclusiva com ele (na época eu trabalhava pra Cover Guitarra).
Ah, esse metaleiros, viu
:-P
quarta-feira, outubro 30, 2002
Falling down
Não estou dando a atenção devida a nada na minha vida. Seja no trabalho (esse é o que mais tô me importando, por incrível que pareça), com meus amigos, minha família...
Não tô conseguindo pensar em nada com muita vontade, não me aprofundo em coisa alguma.
Queria escrever as coisas legais que sei que estão aqui dentro (em algum lugar fundo e escondido, é verdade), mas tá embaçado, as idéias não fluem. Eu preciso urgentemente de férias. Hoje me deu um sono absurdo do nada, quase caí na frente do computador. Meu corpo ta pedindo refresco, uma parada (mesmo que rápida).
-----------------
School days
Meus dias no esquema tradicional de educação estão contados. A faculdade está terminando, daqui pra frente só pós, mestrado, especialização. Mas nada tão já, pq senão fico doido.
Estou avaliando meu tempo escolar e vejo que nunca precisei estudar. Quer dizer, eu até já estudei um pouco, mas nunca me matei, entendem? Jamais passei a noite acordado fazendo trabalho ou estudando pra provas. Nem nunca tomei pau de nada, na facu não peguei nenhuma DP. No colégio só fiquei de recuperação no terceiro colegial. E de física, que em colégios é a coisa mais besta do mundo.
Não que eu seja um gênio, longe disso. Tenho alguma facilidade com alguns temas, é verdade, mas nada que seja muito acima da média. Acho que sempre tive muita sorte, pra ser sincero. Claro que seguir por um caminho que me agrada totalmente ajudou pra caramba. Se eu estivesse fazendo administração ou direito (ou ainda engenharia, como queria o meu pai), provavelmente teria pastado um pouco. Mas peitei os poucos que ousaram contestar minha decisão e hoje estou muito bem, obrigado.
Além de estar pensando nos meus momentos escolares, estou falando nisso pq o fim do ano está aí e tô vendo um monte de gente desistir de baladas, viagens, etc, pq está em “semana de provas”, pq tem que se matar pra tirar 5 e passar. Que nóia! Ninguém merece isso não... Ainda bem que meus professores consideram prova um processo educacional atrasado e eu não tenho dessas coisas. Até pq ia ser meio bizarro prova num curso de jornalismo. A gente escreve e pronto.
Avaliar um curso tão aberto é meio ridículo. Por isso, também, que eu zerei no Provão. Mas isso é assunto pra uma outra hora, que eu já tô viajando.
Não estou dando a atenção devida a nada na minha vida. Seja no trabalho (esse é o que mais tô me importando, por incrível que pareça), com meus amigos, minha família...
Não tô conseguindo pensar em nada com muita vontade, não me aprofundo em coisa alguma.
Queria escrever as coisas legais que sei que estão aqui dentro (em algum lugar fundo e escondido, é verdade), mas tá embaçado, as idéias não fluem. Eu preciso urgentemente de férias. Hoje me deu um sono absurdo do nada, quase caí na frente do computador. Meu corpo ta pedindo refresco, uma parada (mesmo que rápida).
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School days
Meus dias no esquema tradicional de educação estão contados. A faculdade está terminando, daqui pra frente só pós, mestrado, especialização. Mas nada tão já, pq senão fico doido.
Estou avaliando meu tempo escolar e vejo que nunca precisei estudar. Quer dizer, eu até já estudei um pouco, mas nunca me matei, entendem? Jamais passei a noite acordado fazendo trabalho ou estudando pra provas. Nem nunca tomei pau de nada, na facu não peguei nenhuma DP. No colégio só fiquei de recuperação no terceiro colegial. E de física, que em colégios é a coisa mais besta do mundo.
Não que eu seja um gênio, longe disso. Tenho alguma facilidade com alguns temas, é verdade, mas nada que seja muito acima da média. Acho que sempre tive muita sorte, pra ser sincero. Claro que seguir por um caminho que me agrada totalmente ajudou pra caramba. Se eu estivesse fazendo administração ou direito (ou ainda engenharia, como queria o meu pai), provavelmente teria pastado um pouco. Mas peitei os poucos que ousaram contestar minha decisão e hoje estou muito bem, obrigado.
Além de estar pensando nos meus momentos escolares, estou falando nisso pq o fim do ano está aí e tô vendo um monte de gente desistir de baladas, viagens, etc, pq está em “semana de provas”, pq tem que se matar pra tirar 5 e passar. Que nóia! Ninguém merece isso não... Ainda bem que meus professores consideram prova um processo educacional atrasado e eu não tenho dessas coisas. Até pq ia ser meio bizarro prova num curso de jornalismo. A gente escreve e pronto.
Avaliar um curso tão aberto é meio ridículo. Por isso, também, que eu zerei no Provão. Mas isso é assunto pra uma outra hora, que eu já tô viajando.
terça-feira, outubro 29, 2002
Saudades do que ainda não foi
Continuando a saga do final de semana, sábado acordei cedo e fui pra casa do meu avô buscar o carro da minha tia (quase meu) pra dar meus roles. De lá, passei pegar Marcel30 em casa e seguimos para o churras do meu brother Nini.
Risadas e mais risadas com Nini e sua trupe de intrépidos sem-noções. Gente boa aquele povo. A galerinha ponta-firme puquiana também estava lá para conferir. Divertido pra kct. Fiz alguns contatos que devem render mais risadas e textos interessantes para este blog. Veremos...
Dali, depois de tomar um banho e tirar aquela nhaca de churrasco, fui pra casa da Moça do Museu, pois lá rolava uma baladinha em comemoração a ela ter quitado seus débitos e agora o apartamento em que mora é só seu. Foi lá que tive a tal conversa que contei aí embaixo.
Depois dessa passadela de leve, segui pra o Fidalga 33, ver o show da Zona e comemorar o aniversário do vocalista e meu chapa, Julio. Balada boa que só. Música boa, gente bonita, papos interessantes... tudo do melhor.
O “Troféu Nóinha” vai pra mim e pros demais puquianos da festa, que acabaram a noite numa mesa no fundo do bar discutindo os rumos políticos e econômicos do País. Jornalista é uma merda mesmo (auto-crítica é fundamental).
Um negócio que eu já sabia, mas que ficou mais nítido nessa noite, foi que eu AMO a galera da PUC. Puta merda, que sorte que eu tive de conviver com pessoas tão inteligentes, bem informadas e de um senhor caráter. O povo é correto antes de tudo. E são amáveis, carinhosos. Puta merda, eu vou sentir uma falta disso... deles, de todos eles. Achei que o meu sentimento pessoal de liberdade ia superar qualquer turbulência que surgisse, mas tô vendo que não. Vai ser foda pra caralho.
---------------------
A felicidade mora ao lado
O domingo ia fugindo, faceiro, tornando-se “apenas” o dia em que um operário chegou ao poder num país essencialmente oligárquico da (quase esquecida) América do Sul, quando uma luz se acendeu e um telefone tocou.
Naquele instante, eu não sabia, mas estava prestes a ficar feliz como não ficava há tempos. E olha que eu ando bastante contente...
A Princesa M, das terras longínquas de Saint Charles, está ao fone. Diz que está com saudades, me dá uma bronca por não ter voltado à terrinha para cumprir com meu dever cívico e ter ficado em Sampa e justificado (menos pelo voto e mais pela vontade dela me ver).
Eis que chega a surpresa e com ela a alegria: ela me convida (dá uma intimada, na verdade) pra ser padrinho dela em sua formatura, logo mais no final do ano. Vai ser arquiteta, a minha pintora favorita.
Muito legal, mas muito legal mesmo!!! Fiquei emocionado... Ela disse que não poderia ser outra pessoa, afinal “quem mais me acompanha a minha vida inteira, ta sempre do meu lado?”, argumentou.
Sabe, quando vc gosta de alguém, não faz as coisas esperando reconhecimento nem nada. Faz por fazer, porque aquilo te faz bem. Porém, quando – de alguma forma – mostram que vc tem alguma importância na vida das pessoas... uau! É bem louco...
Fiquei mais feliz porque esse ato dela foi uma prova de que minha forma de agir com as outras pessoas faz algum sentido e leva algo de bom pra elas. Meio que me disse que estou no caminho certo, pelo menos no que se trata de relações humanas.
Continuando a saga do final de semana, sábado acordei cedo e fui pra casa do meu avô buscar o carro da minha tia (quase meu) pra dar meus roles. De lá, passei pegar Marcel30 em casa e seguimos para o churras do meu brother Nini.
Risadas e mais risadas com Nini e sua trupe de intrépidos sem-noções. Gente boa aquele povo. A galerinha ponta-firme puquiana também estava lá para conferir. Divertido pra kct. Fiz alguns contatos que devem render mais risadas e textos interessantes para este blog. Veremos...
Dali, depois de tomar um banho e tirar aquela nhaca de churrasco, fui pra casa da Moça do Museu, pois lá rolava uma baladinha em comemoração a ela ter quitado seus débitos e agora o apartamento em que mora é só seu. Foi lá que tive a tal conversa que contei aí embaixo.
Depois dessa passadela de leve, segui pra o Fidalga 33, ver o show da Zona e comemorar o aniversário do vocalista e meu chapa, Julio. Balada boa que só. Música boa, gente bonita, papos interessantes... tudo do melhor.
O “Troféu Nóinha” vai pra mim e pros demais puquianos da festa, que acabaram a noite numa mesa no fundo do bar discutindo os rumos políticos e econômicos do País. Jornalista é uma merda mesmo (auto-crítica é fundamental).
Um negócio que eu já sabia, mas que ficou mais nítido nessa noite, foi que eu AMO a galera da PUC. Puta merda, que sorte que eu tive de conviver com pessoas tão inteligentes, bem informadas e de um senhor caráter. O povo é correto antes de tudo. E são amáveis, carinhosos. Puta merda, eu vou sentir uma falta disso... deles, de todos eles. Achei que o meu sentimento pessoal de liberdade ia superar qualquer turbulência que surgisse, mas tô vendo que não. Vai ser foda pra caralho.
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A felicidade mora ao lado
O domingo ia fugindo, faceiro, tornando-se “apenas” o dia em que um operário chegou ao poder num país essencialmente oligárquico da (quase esquecida) América do Sul, quando uma luz se acendeu e um telefone tocou.
Naquele instante, eu não sabia, mas estava prestes a ficar feliz como não ficava há tempos. E olha que eu ando bastante contente...
A Princesa M, das terras longínquas de Saint Charles, está ao fone. Diz que está com saudades, me dá uma bronca por não ter voltado à terrinha para cumprir com meu dever cívico e ter ficado em Sampa e justificado (menos pelo voto e mais pela vontade dela me ver).
Eis que chega a surpresa e com ela a alegria: ela me convida (dá uma intimada, na verdade) pra ser padrinho dela em sua formatura, logo mais no final do ano. Vai ser arquiteta, a minha pintora favorita.
Muito legal, mas muito legal mesmo!!! Fiquei emocionado... Ela disse que não poderia ser outra pessoa, afinal “quem mais me acompanha a minha vida inteira, ta sempre do meu lado?”, argumentou.
Sabe, quando vc gosta de alguém, não faz as coisas esperando reconhecimento nem nada. Faz por fazer, porque aquilo te faz bem. Porém, quando – de alguma forma – mostram que vc tem alguma importância na vida das pessoas... uau! É bem louco...
Fiquei mais feliz porque esse ato dela foi uma prova de que minha forma de agir com as outras pessoas faz algum sentido e leva algo de bom pra elas. Meio que me disse que estou no caminho certo, pelo menos no que se trata de relações humanas.
segunda-feira, outubro 28, 2002
Origens Secretas
Meu amigo Mentalus escreveu um verdadeiro tratado sobre a origem e apresentação ao público da identidade secreta do Flash (é, aquele cara que se veste de vermelho e corre bem rápido, pra vcs não-iniciados).
Para quem se interessar pro assunto, clique aqui
O trabalho de pesquisa e comparação foi excelente.
Meu amigo Mentalus escreveu um verdadeiro tratado sobre a origem e apresentação ao público da identidade secreta do Flash (é, aquele cara que se veste de vermelho e corre bem rápido, pra vcs não-iniciados).
Para quem se interessar pro assunto, clique aqui
O trabalho de pesquisa e comparação foi excelente.
I’m dancing with myself
E aí, povo? Tudo legal?
Final de semana agitadíssimo por essas bandas. Começou na sexta-feira, numa festa meio maluca (mas bem legal) com minhas amigas historiadoras, Jujuba e moça do museu. É... ela de novo.
A festa doida (era numa casa nas imediações da Paulista, para arrecadar fundos pruma peça de teatro que vai rolar nessa mesma casa. Festa de teatro... imaginem as figurinhas...) foi, na verdade, uma desculpa para sairmos juntos. Dessa vez foi a primeira em que saímos de verdade, ficamos de verdade. Das outras vezes foram só beijos fortuitos, rápidos e fugazes.
Depois da festa, fui pra minha casa e ela para a dela (Ah... seus maledicentes... já tinham pensado merda, tenho certeza...) e sábado acordei pensando que deveria conversar com ela e dizer que não esperasse muito de mim. Ela é minha amiga pra kct. Falo coisas pra ela que conto nos dedos de uma mão quem mais sabe. Não dá pra ser falso, canalha.
Não quero dizer que “estou saindo com ela”. O problema nem é ela em si. A questão é que, pela primeira vez em muito tempo, não quero uma namorada, nem ninguém “fixo”. Deixa eu ser moleque e inconseqüente uma vez na vida, porra!! Sempre fui o mais correto, meio bobo, que não pegava várias ao mesmo tempo, etc. Comecei a namorar cedo e sempre fui certinho.
Não que agora eu vá ser cafajeste e porcão. Mas tô com vontade de não ter que me preocupar com nada. Claro que, se surgir alguém que mexa comigo, me emocione e me faça de bobo, estarei ali – pra ser namorado, amante, o que quiser. Só não estou planejando isso, como sempre fazia.
Conversei com a Moça do Museu e acho que ficamos numa boa. Ela me entende, somos sinceros. Rola uma atração quase que irresistível entre nós dois. E, muito provavelmente, ainda vamos nos agarrar uma hora dessas. O assunto ainda não terminou. Porém, deixei claro que não iremos além disso. É o que sinto. Se ela estiver bem com isso, muito bem. Senão, continuamos amigos, agora sabendo um pouco mais um sobre o outro.
Já tive experiências desse tipo com outras garotas. E tudo acabou bem, sou muito amigo delas e uma porta continua aberta para que se, no futuro, as coisas mudarem, possamos retomar aspectos diferentes dos nossos relacionamentos.
E aí, povo? Tudo legal?
Final de semana agitadíssimo por essas bandas. Começou na sexta-feira, numa festa meio maluca (mas bem legal) com minhas amigas historiadoras, Jujuba e moça do museu. É... ela de novo.
A festa doida (era numa casa nas imediações da Paulista, para arrecadar fundos pruma peça de teatro que vai rolar nessa mesma casa. Festa de teatro... imaginem as figurinhas...) foi, na verdade, uma desculpa para sairmos juntos. Dessa vez foi a primeira em que saímos de verdade, ficamos de verdade. Das outras vezes foram só beijos fortuitos, rápidos e fugazes.
Depois da festa, fui pra minha casa e ela para a dela (Ah... seus maledicentes... já tinham pensado merda, tenho certeza...) e sábado acordei pensando que deveria conversar com ela e dizer que não esperasse muito de mim. Ela é minha amiga pra kct. Falo coisas pra ela que conto nos dedos de uma mão quem mais sabe. Não dá pra ser falso, canalha.
Não quero dizer que “estou saindo com ela”. O problema nem é ela em si. A questão é que, pela primeira vez em muito tempo, não quero uma namorada, nem ninguém “fixo”. Deixa eu ser moleque e inconseqüente uma vez na vida, porra!! Sempre fui o mais correto, meio bobo, que não pegava várias ao mesmo tempo, etc. Comecei a namorar cedo e sempre fui certinho.
Não que agora eu vá ser cafajeste e porcão. Mas tô com vontade de não ter que me preocupar com nada. Claro que, se surgir alguém que mexa comigo, me emocione e me faça de bobo, estarei ali – pra ser namorado, amante, o que quiser. Só não estou planejando isso, como sempre fazia.
Conversei com a Moça do Museu e acho que ficamos numa boa. Ela me entende, somos sinceros. Rola uma atração quase que irresistível entre nós dois. E, muito provavelmente, ainda vamos nos agarrar uma hora dessas. O assunto ainda não terminou. Porém, deixei claro que não iremos além disso. É o que sinto. Se ela estiver bem com isso, muito bem. Senão, continuamos amigos, agora sabendo um pouco mais um sobre o outro.
Já tive experiências desse tipo com outras garotas. E tudo acabou bem, sou muito amigo delas e uma porta continua aberta para que se, no futuro, as coisas mudarem, possamos retomar aspectos diferentes dos nossos relacionamentos.
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