sexta-feira, dezembro 13, 2002

A Hard Day's Night

Foi uma semana maluca essa. Começou com a formatura na segunda-feira e engatou a quinta marcha até hoje. Nem deu tempo de escrever nada.

Bom, começando com a festa, que foi simplesmente ESPETACULAR. Segunda-feira, dia 9 de dezembro de 2002, foi um dos dias mais felizes da minha vida. Eu estava num estado superior de alegria.

A maioria dos formandos levou só amigos. Eu, como sou um rapaz tradicional e do interior, levei minha mãe, minhas tias, uma tia emprestada (amiga da família) e outro amigo da nossa família. Além, é claro, dos meus camaradas da (uma vez mais) gloriosa Fundação Esfíncter. Estavam lá o Pequeno Lucci, Alancas – o Bebê Gigante, Mentalus e sua senhora.
Fiquei chateado pela festa ter sido de segunda e por isso não ter vindo mais gente de Piracicaba. Mas ok, a festa foi boa, anyway.

Não poderia faltar também entre os meus convidados, a magnífica Cindy, a namorada mais linda e mais legal que já passou por aqui. Ah, fazendo um adendo, eu tô louco por ela. A garota tá mexendo comigo como a muito, mas muito tempo mesmo ninguém mexia. Penso nela o tempo todo, parece que tenho 15 anos de idade de novo. E o mais legal em tudo isso é que as coisas estão acontecendo muito naturalmente, sem nenhuma pressa ou barra sendo forçada. Parece que nos conhecemos desde sempre. Aliás, Zelão, amigo de ambos e que involuntariamente nos junto ao convidar os dois para seu aniversário, disse que nós estamos namorando desde que nos vimos pela primeira vez, só não tínhamos percebido ainda. Fofo ou não?

Retomando a crônica do ilustre evento social (porra, até o Marcos Mion foi na balada!), conto que tava todo mundo bonitão. A mulherada de vestido, os manos de terno. Quer dizer, a maioria. Pq teve um trouxa que quis se fazer de difícil e foi de calça jeans, camiseta preta, tênis e moletom amarrado na cintura.

Tava uma loucura aquilo lá... todo mundo beijando todo mundo... eu só não fui agarrado pq estava com a minha senhora. Foi uma putaria sem limites. Acho que todos os desejos rechaçados nos últimos 4 anos vieram à tona. Como em toda formatura, casais (ou até trios, vejam só...) dos mais bizarros apareceram. Essa foi a parte engraçada.

Teve também a parte emocionante, com o vídeo que a minha irmãzinha do coração Djones fez. Mostrou todo mundo, diversas fases da galera. E no final uma seqüência com fotos do povo quando bebê e depois em cenas bizarras como dançando enrolado num ededron, de chinelo havaianas e com um guarda-sol na mão (sim, meus queridos, papai aqui bebe faz dessas às vezes).

Só sei que pulei muito, dancei muito, beijei muito a minha gatinha e fiquei felicíssimo. No outro dia, mandei essa mensagem para o pessoal da classe, que eu acho que resume tudo:

É isso aí, galera!

Parabéns para todos nós.

Já agradeci ontem, mas faço coro ao pessoal: Vivian e Fê: VALEU!!! A balada foi animal!! Inesquecível... Numa boa, foi provavelmente a festa mais feliz da minha vida... Havia uma energia muito boa no ar.

Djones: Vc sabe que eu te amo, né? Nem preciso comentar... O seu vídeo ficou do caralho!! Dê os parabéns para o noinha, o editor.

Pessoal, eu quero agradecer a cada um de vocês por esses 4 anos. Eu me considero uma pessoa bem melhor hoje do que em 1998 e isso é fruto, em grande parte, da convivência com vocês.

Valeu galera que acreditou e, sem nem saber do que se tratava, reergueu das cinzas o C.A Benevides Paixão, criando uma era de ouro naquele espaço tantas vezes vilipendiado. Só nós sabemos o quanto foi bom e o quanto tudo aquilo valeu a pena.

Povo da Atlética, vcs são foda!!! Criar uma entidade do nada, levar uma faculdade pro JUCA e não dar sequer um W.O, além de ter todos os times devidamente uniformizados não é tarefa para qualquer um. Vocês foram gigantes, mostraram uma força sobre-humana. Agüentaram críticas, dores-de-cabeça e milhares de encheções de saco. Mas venceram. Iniciamos uma nova tradição, que se Deus quiser vai ser seguida e a cada ano melhorar ainda mais.

Moçada, eu tenho um puta orgulho de fazer parte dessa turma. Daqui uns anos, quando estivermos escrevendo livros, apresentando programas, fazendo grandes reportagens e documentários, vou falar com muita alegria pro meu filho: "É, esse cara estudou com o papai... tomamos várias cervejas juntos... foi um tempo muito bom!".

Nesses 4 anos, obviamente houve aqueles que se aproximaram mais, outros que nem tanto. Mas todos tem um espaço no meu coração. Valeu mesmo!!

Em especial, mando um beijo no coração da Djones, do Marcel, do Felipão, do Diegones, do Cauê, do Nicholas, do Lula, da Biba Blandy, da Juzinha, da Mariana, do Julio e da Thais. Obrigado por serem a minha outra família.

Um beijo

domingo, dezembro 08, 2002

Turning myself upside down

Ninguém me tirou nada.
Mas o medo de que um dia tirem fica me atormentando... é que fazia tanto tempo que eu não me sentia verdadeiramente bem, completo, sem nada a mais para querer, nem pensar, que um quase pâncio se aloja em meu peito quando estou sozinho, na famosa calada da noite.

Aliás, ela bem que poderia ser a falante da noite... assim eu nem prestava atenção no que estava acontecendo e acabava adormecendo em seus braços.

Ela parece estar muito feliz. Como ela quem, rapaz? Não outra senão Cindy. Minha namorada. Fazia tempo que dizer "minha namorada" não soava tão bem. Não fazia tanto sentido... Digo "minha namorada" de plenos pulmões sem me sentir uma fraude, um embusteiro.

Tanto que tenho feito um esforço bárbaro para me controlar. Para não deixar o monstro sair de dentro de mim e assustar a pobre garota. Isso só acontece comigo quando eu gosto *MUITO*.

Legal essa minha fase de auto-conhecimento. sabendo meus limites e os porquês da minha razão (ou loucura... vc decide).
Até pra minha mãe eu disse que estava feliz. E ela concordou... disse que percebeu mesmo. Não lembro quem cantava essa música, mas a frase é muito verdadeira "When you least expect, expect the unexpected" .

Do nada vem essa pessoa, se integra na minha vida como se sempre estivesse ali. Vira tudo de ponta cabeça... e me deixa com aquele sorriso besta na cara.
:-)

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Dica

Não vejam Harry Potter 2. A não ser que vcs estejam bem acompanhados e possam fazer coisas mais interessantes enquanto o filme tá passando. O primeiro foi bem melhor. E bem mais curto!!

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Graduation Day

E amanhã tem festa de formatura. Plena segundona. Ê-Laiá! Até a mamãe vem da terrinha pra prestigiar o evento. Tô achando que vai ser beeeeem louco. Estou fazendo planos de nem beber muito. Pq quero lembrar perfeitamente de cada cena, aproveitar tudo, sentir a presença das pessoas de quem eu gosto, bem perto de mim.

Todos estarão lá. Não tem como dar pau.
É Deus no céu e nóis na fita!
Jornalismo 2002 - PUC-SP


sexta-feira, dezembro 06, 2002

Jealous Boy

Eu quero levar uma vida moderninha
Deixar minha menininha sair sozinha
Não ser machista e não bancar o possessivo
Ser mais seguro e não ser tão impulsivo
Mas eu me mordo de ciúme....

Ciúme - do Ultraje

Aprendi a me controlar... mas sou possessivo. Fui filho único 14 anos, dá licença? Não sou nem um pouco bom em dividir o que é meu. E já digo que é meu logo de cara, pra que todos saibam e respeitem. Posso até ser generoso com outras coisas. Mas em afetividades não.

Tenho ciúmes dos meus amigos. Tenho ciúme do meu irmão (das outras pessoas com ele... ele é o MEU irmãozinho... sai pra lá tia chata!), tenho tudo isso mesmo e pronto. Tem hora que dá vontade de mandar o mundo à merda. Não sou o cara certinho e perfeitinho que vcs pensam, ok?

E Ciúme é aquele lance que queima, arde forte. Mas, como disse, aprendi a lidar... mesmo pq, se não tivesse aprendido, estaria sozinho e não com a pessoa espetacular que anda me aguentando atualmente.



quinta-feira, dezembro 05, 2002

Heart of Darkness

"The conquest of the Earth, which mostly means the taking it away from those who have a different complexion or slightly flatter noses than ourselves, is not a pretty thing when you look into it too much. What redeems it is the idea only. An idea at the back of it; not a sentimental pretence but an idea; and an yunselfish belief in the idea--something you can set up, and bow down before, and offer a sacrifice to. . . ."

-- Joseph Conrad, in Heart of Darkness - livro que inspirou Apocalipse Now.

quarta-feira, dezembro 04, 2002

insanidade literária

Livros não deveriam ser vendidos. Não deveria haver um mercado literário. O Governo devia fazer todos os livros e doar pra população.

Desde aqueles mais feinhos, até os de arte fodões.

eu ODEIO a Livraria Cultura!! Eu amo. Mas ODEIO

segunda-feira, dezembro 02, 2002

Celebrate the years

Hello everybody!

Final de semana ultra intenso nessas bandas. Pra começar, sabadão rolou a versão piracicabana da minha festa de aniversário.

Festinha SEN-SA-CI-O-NAL!!! Mas muito boa mesmo. Nas palavras do meu brother Zelão, eu fiquei "bêbado como um gambá". E é verdade... fiquei sem-noção mesmo.

Mas até aí, muuuuita gente tbém ficou. Até a minha mãe tava passada. Foi legal pra caralho!! Admito que não me lembro de muito além da metade, mas foi tudo bem.

Tava todo o pessoal da Chácara do Daniel, além dos meus amigos de Pira. Até minha ex, de tempos idos, a Srta Anjo, apareceu. Puta coisa louca.

Aliás, foi providencial essa aparição dela. Pq foi a primeira vez que a vi e não senti nada. Absolutamente nada. E não foi simplesmente pq estou com a Cindy (aliás, novidades a frente). Foi pq superei mesmo tudo aquilo. Pela primeira vez, tive a total consciência de que essa era uma etapa passada na minha vida.
Isso me fez um bem que vcs nem imaginam...

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...and ACTION!

Domingão foi dia de filmar. Recuperado da ressaca monstro, recebi a banda Carcamanos e Pauleira em Piracicaba para fazermos o nosso trabalho de conclusão de curso: um video-clipe! Por isso que eu AMO a PUC. Pq faço jornalismo e vou me formar tendo feito um clipe e uma comédia sobre a Kombi (é, a perua mesmo...).

A estrela do filme não era outro senão meu pequeno irmão, que se mostrou um ator de mão cheia. O moleque mandou muito bem, fez tudo que pedimos e ficou muito bonito. Vamos ver agora o que rola na edição. Acho que vai ficar bom.
Em breve, numa MTV perto de vc: Carcamanos tocando "Vai Manoel!"

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It's Official

E o domingo acabou da melhor maneira possível. Voltei pra Sampa, encontrei com a Cindy e oficializamos nossa situação. Agora ela é, de fato, minha namorada.

Que tenho a dizer? Tô feliz pra caralho!
Que mais? Não vou fazer nenhuma merda pq a garota é sensacional.
Mais ainda? A comparação é a chave de tudo. Com a maioria das outras com quem fiz as minhas farrinhas nos últimos tempos, não era nada além de uma boa transa. Com ela, eu já vi que não é só isso.

É bem mais difícil de lidar? Sem dúvida alguma. Mas os resultados são muuuuuuuito superiores.

sexta-feira, novembro 29, 2002

Rain drops falling on my head

Foi um aniversário diferente (aliás, obrigado a todos pelos e-mails, e-cards, telefonemas, etc, etc, etc. Valeu mesmo!!)... Caiu uma chuva absurdamente forte. Tipo, ela representou cerca de 30% do que era previsto para todo o mês de novembro.
Mas vejamos pelo lado bom, serviu para marcar um novo início para mim, lavando e levando tudo de ruim que ainda restasse da adolescência. Espero que tenha levado também todo e qualquer ranço dos meus tempos universitários que, pelo menos enquanto aluno, vão dar um tempo.

Se não fosse a chuva, muitos iam comparecer. Mesmo com ela, alguns foram. Destaque para o "Goiaba", meu professor de matemática do colegial, que eu só convidei pq o bar em que combinei com a galera era ao lado da casa dele. O cara chegou pingando de água, mas foi. Jogou até bilhar no escuro!!

Esse tipo de coisa te faz pensar... Porra, o cara me deu aula há mais de 5 anos. Era meu professor de matemática, minha matéria mais odiada e que eu nunca entendi nem soube nada... e mesmo assim ele sempre acreditou em mim, sempre disse pra eu não baixar a cabeça pq tinha ido mal numa bobagem qualquer como uma prova de física. O cara via coisas em mim na época do colegial que eu só fui perceber na faculdade, sobre o meu jeito de pensar e de reagir frente às situações.
É um grande, grande amigo mesmo. Mais uma das pessoas que eu tive sorte de conhecer e conviver.

Gosto muito de todos que estavam lá. Sou mais próxmo de alguns, é verdade. Como a Djones, por exemplo. Mas todos que estavam lá são muito legais, de alguma maneira.

Detalhe fundamental: Cindy foi e me deu "A História das Histórias em Quadrinhos", do Álvaro de Moya, de presente. Só por me dar um presente desses, apenas um mês ao meu lado, já mostra que a moça é atenta, inteligente e nada preconceituosa.
Uma patty qualquer da vida acharia que "gibi é coisa de criança", e nunca me daria um estudo sério do assunto de presente de aniversário. Extra point p/ ela!

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Graduation

Hoje foi, efetivamente, o último dia de aula na PUC. Daqui pra frente é só editar o projeto, filmar, essas coisas todas...
Como não poderia deixar de ser, fomos para o boteco. Lá falamos sobre algo que eu sempre penso e agradeço aos céus: a nosa turma.

Pq eu deveria ter entrado um ano antes. Não passei no vestibular e acabei fazendo História. Só depois de um ano passei para o jornalismo. E graças à Deus que isso aconteceu dessa forma. Primeiro pq fazer Históra me preparou pra caralho pro Jornalismo, me fez conhecer pessoas sensacionais e abriu minha mente interiorana pras maluquices da capital.
Segundo pq tenho certeza de que jamais teria a mesma afnidade com o pessoal que se formou ano passado que eu tenho com a minha galera. A gente parece que estudou e se conheceu sempre (pelo menos com um grande grupo da classe é assim, claro que tem aqueles que não se encaixam tão bem assim).

Fiz grandes amigos no meu tempo de PUC. Eles passaram a fazer parte da família que eu escolhi pra mim. Para eles: Marcel, Djones, Felipão, Diego, Cauê, Nicholas, Lula, Pauleira, Julio, Fru e Biba (além dos outros, claro), o meu mais sincero OBRIGADO!!


quinta-feira, novembro 28, 2002

Never-ending Battle

Palavras de Joe Casey, escritor de Adventures of Superman

"If Superman was such a boring character, I guarantee I wouldn't waste my time writing his adventures," says Casey firmly. "Now, I think it's entirely possible that Superman - especially as he exists now - doesn't exactly speak to the current generation of older teenagers and twenty-somethings who like their entertainment with a darker, angrier edge. Nor should he. This is why the interpretation on the 'Smallville' show is hitting a chord. I think Superman works best on two specific levels… as a character who fires a young kid's imagination, and then as a character who reconnects adults to their youth, after they've reconciled the horrors of adolescence (which, as far as I'm concerned, lasts until around age 30, if not longer).

But, on the other hand, when I first saw 'The Matrix' and I saw the last scene where Keanu steps out of the phone booth and flies up into the sky… tell me that's not Superman! So, maybe the idea of Superman can cross all age groups. Certainly the character's inherent message is relevant to all ages."


É isso aí!! Nem preciso dizer mais nada.

quarta-feira, novembro 27, 2002

MEU ANIVERSÁRIO

Hoje comemoro 23 anos de idade.

Viva eu, viva tudo. Viva o Chico Barrigudo!


terça-feira, novembro 26, 2002

O bom é ser feliz e mais nada

Pequenas coisinhas que fazem o dia ficar melhor:

"Tive uma noite ótima (principalmente porque vi vc ontem!) e estou bem... poderia estar melhor, mas estou bem... hj a quitanda aqui começou bem... hehehe... será um looongo dia! quero uma massagem!!!!! hahahaha!!!
ah! antes de mais nada queria dizer que gostei muito de te ver ontem, viu... eu estava morrendo de saudades!"

Não é todo dia (pelo menos não os meus dias) que se ouve algo assim.

Legal!!

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It's my party

Amanhã é meu aniversário. Tô fazendo um grande esforço para reunir todas as pessoas que gosto, especialmente as que não vejo há tempos, para comemorar.

E será em duas partes: uma aqui em sampa amanhã e outra em pira, no sábado.

Espero que corra tudo bem. Quero todo mundo lá!!!

segunda-feira, novembro 25, 2002

In the brightest day

Duas pessoas, em duas cidades diferentes, dois dias seguidos.

Ambas usando camisas do Lanterna Verde.

Sinal dos tempos?

Mentalus diria que isso significa "a volta". Jordan estaria se esgueirando por aí.
Quem sabe?

A mim agrada o Spectre.

Mas acho que ele tá certo...

domingo, novembro 24, 2002

on the road again

Fala povo! Como vão todos? Espero que bem...

Bom, vcs devem ter percebido que o fluxo de informação por aqui anda diminuído...
Não é pra menos... ultimos momentos antes de me formar, aquela correria com provas, trabalhos, projetos...

Além disso, muita coisa pra fazer no trampo... se quiser ter férias (e eu não só quero, como preciso), tem que ralar e adiantar tudo.
Aí, já viu... quase não sobra tempo pra nada.

Bom, eu estou praticamente namorando. Cindy é uma garota fantástica. Sensacional mesmo. Tô muuuito feliz com ela. Estou naquela fase de querer congelar o momento, pra que ele nunca acabe.

No final de semana, saí com o pessoal de pira e fui prum bar novo lá. E ea agalera ficamos meio depressivos pq, provavelmente, éramos os mais velhos do lugar... Mas tomamos nossa cerveja, falamos besteira e valeu a pena.

Uma coisa me vez ficar meio mal... os moleques chegaram numas minas, ficaram conversando e eu fiquei junto... nem fiz nada, só joguei conversa fora... mas eu meio que tava ali na guerra tbém.

Putz, me senti um lixo no outro dia quando acordei. Só conseguia pensar se a Cindy tivesse me visto e no que poderia acontecer. Me deu um puta medo de perder algo que está apenas começando. Serviu pra me ensinar a não fazer bobagem e pra me mostrar que, de fato, estou gostando dela, estou me importando.

Cheguei aqui em Sampa e liguei pra ela, falamos mais de uma hora ao telefone e eu fiquei mais tranquilo. Mas eu preciso parar de molecagem se quiser fazer as coisas direito. E eu sempre quero.

quinta-feira, novembro 21, 2002

Friendship

Hoje o dia foi atípico. Logo de manhã, chegou a notícia de que o pai de uma amiga da classe havia falecido.

Nós tínhamos prova. Todo mundo fez e seguiu para o velório. Coisa muito triste. Vinte e poucos anos e perder o pai. Ainda mais nesse época de final de ano. Com coisas como formatura no nosso caminho.

Apesar de toda a tristeza no ar, uma coisa me deixou feliz. Vi que as pessoas se gostam na minha classe. Elas se importam.

Porque dar risada na balada, pular na piscina no churrasco e cantar junto é fácil. Mas abraçar quem precisa de força, daquela força que só amigos verdadeiros compartilham, isso é bem mais complicado.

Que Deus ilumine a minha amiga e que seu pai descanse bem e em paz.

E que as pessoas com quem eu convivo continuem sendo assim, como elas são.

Valeu, cara aí de cima. Me deu muita sorte mesmo.

terça-feira, novembro 19, 2002

and life goes on...

Bom, nesse interlúdio quadrinístico algumas coisas começaram a ocorrer na minha vida.

Primeiro, o fim da faculdade de fato bateu em minha porta e essa é praticamente minha última semana lá. Sinto uma mistura maluca de medo, ansiedade e alegria. Aaaaaaaahh... que loucura!!

Segundo que eu acho que estou caminhando prum namoro. É... sabe a garota do diálogo, aquela com quem saí depois e tal? Como ela deve aparecer mais por aqui, vamos chamá-la de Cindy.

Então... ela é uma pessoa fantástica... adorável, inteligente, bonita... tudo do bom e do melhor. Não sei se vamos namorar, ter algo mais sério... mas tá parecendo. Já estamos "namorandinhos". Nos falamos no ICQ o dia todo, trocamos e-mails, telefonamos... Ruim é que tô fudido de coisas pra fazer (da facu e do trampo) e só vou conseguir vê-la na sexta. Mas tá um clima muito gostoso.

Daqueles de encher o peito e sair gritando pela rua... uma idiotice daquelas que só quem gosta sabe como é...


segunda-feira, novembro 18, 2002

Over, and over again

Eu falo que gibi sempre dá pano pra manga...

Recebi essa mensagem de Mentalus, provavelmente o cara que mais entende de DC Comics deste lado do equador:

"... foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" ..."

Você está falando só de memória, a primeira parte- até o Bane "quebrar"o Batman, é boa.
Digo, não "boa-como-Alan Moore", mas tenha em mente que ainda é Batman cinza-e-azul clássico & etc. Doug Moench & cia
escrevendo - e acima de tudo, caras como Jim Aparo e Norm Breyfogle desenhando.
Jesus Cristo, a Adrienne Roy ainda pintava à mão!!!!!!!

Se quiser culpar alguém, culpe a colorização por computador, isso sim.

E "Tormento" do McFarlane, com "o" no fim, foi-e é- ridícula. Extremamente amadora, grotesca & etc.
Não é possível alguém falar bem de Tormento, só esses mirins-C da vida que acham que o Homem-Aranha é
aquele pernilongo esquelético como ele é desenhado hoje em dia.


Como, quase sempre no que diz respeito a quadrinhos, ele tá certo. Primeiro que eu tava escrevendo de cabeça mesmo. Segundo que o Batman "clássico" que rolou ali era bom mesmo.
E terceiro, e mais importante, o visual do Homem-Aranha daquela época pra cá. Putz, que degringolada!! Peguem o Byrne desenhando ele na década de 70... Ali sim!

Ele é o HOMEM-Aranha. Não o Aranha-Homem. Esse jeito todo torto e magricelo que fazem ele hoje fode tudo...

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it's the fucking market

De fato, o mercado acabou selecionando as coisas. E achei muito bom o exemplo que o Vitão deu no comentário dele, comparando bandas de Heavy e quadrinhos. Sem duvida, existem gibis que tem um público específico e fanático. E esses vão continuar por um bom tempo. Savage Dragon é um exemplo disso. Eu não gosto, mas tem quem goste.
Muito bom quando é assim. O problema é quando surge uma moda e a galera se agarra a ela com unhas e dentes. Como foi na época da Image Age.

Ah, e quem compra gibi hj é adulto. Pode não ser na mentalidade, mas certamente o é no bolso. E é a grana que move o mundo.


domingo, novembro 17, 2002

The last son of Krypton

Como sempre, os quadrinhos geram polêmica. Mas antes de voltar à discussão, agradeço ao meu camarada Black Crow pela correção gramatical oportuna. A correção automática do word tá me deixando mole...

Bom, voltando ao assunto, vamos começar falando do bando de McFarlane. Nesse barco eu incluo Jim Lee, Rob Liefield, Marc Silvestre e demais plagiadores da época.
Vitão citou Tormenta para falar dessa turma. Essa eu até concordo que seja razoável. Não é muito das minhas, mas entra aí o gosto pessoal. É óbvio que todos eles produziram em suas carreiras obras com qualidade superior à média. Meu problema com esses caras é que com eles se iniciou a chamada "Image age of comics", que só foi acabar quando, simbolicamente, o Superman deu um pau no "Cable" (Magog) em Kingdom Come.

Naquele tempo, é inegável, houve uma predominância da imagem sobre o texto. É só pegar bobagens como Gen13, Ripclaw e Fathom para comprovar. O que importava era ter mulherões na capa, prum bando de moleque punheteiro ficar viajando. A história era praticamente zero. E nem mesmo a DC Comics passou impune a isso. Temos Gunfire e a Mulher-Maravilha do Deodato pra provar que a mais tradicional das editoras também foi afetada por isso. Sem falar em sagas sem o menor sentido e coisas como "Knightfall" no Bats e o gancho no Aquaman.

Aquela, no meu modo de entender, foi uma época trágica pros quadrinhos. A quantidade de lixo produzida foi sem tamanho, deixando sequelas até hoje. É só ver o que a Marvel anda fazendo, com suas jogadas de marketing, uma atrás da outra (U Decide? Kiss my ass, come on!), sem nenhum respeito por cronologia, tradição e coisas assim. Claro que tem gente que acha que esse caminho é válido. Eu concordo em alguns aspectos... Mas outra hora falo mais disso. Só pra completar, enquanto a Marvel segue por essa linha, a DC se mostra como o local em que o fã mais ortodoxo encontra o que procura: coerência, respeito máximo à cronologia e o Superman como o cara mais legal do universo! :-)

Agora, falando do Super, é isso que a maioria não pega... Ele é o mais humano de todos. Não é um deus. Ele pode até ser visto assim pelas pessoas e pelos outros heróis, mas na verdade ele é um carinha do interior, um moleque do Kansas, que cresceu numa fazenda, foi pra cidade grande e virou repórter.
Uma pessoa comum, com problemas comuns, que só tenta sempre fazer as coisas certas.

E ok, usar Alan Moore como exemplo foi sacanagem mesmo... hehehehe

Ah, só pra terminar, comentários sobre John Byrne e Frank Miller.

O primeiro continua com uma imaginação absurdamente fantástica. A série dele que já foi cancelada, Lab Rats, tinha tudo pra ser das melhores revistas de aventuras dos últimos tempos. Uma pena que vai acabar no #8. Ele ainda tem aquela chama dos velhos tempos. Tá mais fria, é verdade. Mas tá lá. Lendo Generations, principalmente, percebe-se isso. Ele ainda segue o preceito de que texto e imagens devem manter-se igualitárias numa revista. Porém, ele já foi muito melhor desenhista. Eu achava que não, mas andei lendo uns Homem-Aranha velhões dele e a comparação é até injusta. Não que hoje ele seja ruim. Aliás, é bem melhor que a maioria...

Já o senhor Frank Miller é o que pode ser chamado de um embusteiro. Um golpista, um farsante. Eu respeitava o cara. Ele fez maravilhas no Demolidor. E no Batman, ele teve momentos mágicos. Sem falar em Sin City (no começo) e 300 de Esparta.
Mas depois de DK2 ele perdeu completamente a noção. Aquilo é um desrespeito com os leitores, uma farsa sem tamanho. Não sei como a DC teve coragem de publicar (pelo menos tiveram a decência de aceitar a devolução). Não respeito e nunca mais compro nada que tenha o nome desse senhor na capa. Não é nem dizer que a história tava ruim e eu não gostei. Simplesmente NÃO HÁ HISTÓRIA!!!
É um amontoado de cenas mal desenhadas, com fundo feito por computador da forma mais tosca possível. E colocam o nome do Batman em cima, levando um monte de leitores bobos (eu incluído) a gastar uma grana pra comprar aquele lixo.

Mas deixa eu parar por aqui, senão vou xingar aquele palhaço até amanhã.

Ah, e quem quiser comprar os três números de DK2 gringo, é só passar trinta pilas na minha mão o que tá levando, ok?


quinta-feira, novembro 14, 2002

Para o alto e avante!

Aproveitando que o sol saiu e meu chefe não veio, vou fazer um post um pouco mais longo, falando dos comentários abaixo e de um dos meus assuntos favoritos: gibi!!

Primeiro, que o "Superboy" do diálogo abaixo era pra ser tomado como uma ironia. Um está zoando com o outro...
Segundo que eu não tirei isso de lugar nenhum. Até pq eu teria colocado o crédito. O diálogo é meu mesmo. Não viram que eu sou um pretenso escritor? Tá escrito aí do lado.

Agora falando de gibi, eu não leio Superboy mais pq não sai mais no Brasil. E eu gosto do personagem. Não a ponto de comprar a revista gringa (essa, por sinal, tbém não existe mais), mas gosto mesmo. E daí? Gosto E MUITO de Superman, pra mim é o personagem definitivo. O conceito puro e simples do Super-Herói. Não entende como eu posso gostar desse personagem? Acha ele um babaca?
Tenho três sugestões de leitura pra vc então:

1) Superman for all seasons (Super-Homem: As quatro estações) Por Jeff Loeb e Tim Sale - É, provavelmente, uma das melhores definições do personagem até hj. Ali vc consegue entender pq o cara é o que os menos letrados chamam de "bobo". De bobo ele não tem nada. Ele é simplesmente a encarnação da verdade e da justiça. Se ser correto é ser idiota pra vc, vá ler Spawn. Aliás, ler não... vá ver as figuras que lá nem tem texto.

2) Superman: For the man who has everything (Super-Homem: Para o Homem que tem Tudo) Por Alan Moore e Dave Gibbons - Tá, vc acha que o Super é um tonto pq não usa todo seu poderio contra seus inimigos. Se liga! O cara pode mover a lua na mão. Não dá pra sair arregaçando qquer ladrãozinho de banco assim. Mas se quer uma prova de que ele é "macho", o grande Ogro Alan Moore faz isso pra vc. Se depois de ler isso vc ainda pensar que o azulão é um babaca, só tenho uma coisa a dizer, citando a própria revista: QUEIME!!

3) Superman: The Man of Steel (Super-Homem: O Homem de Aço) Por John Byrne - Aqui é contada a origem do Super-Homem na era moderna. Um trabalho de adaptação dos originais de Siegel e Shuster sem igual. O conceito todo do super-heroísmo e do que é o Super-Homem, o Maior de Todos os Tempos, está cristalizado ali. Naquelas páginas vc consegue entender as escolhas e os porquês dele ser como é.

O problema é que a maioria das pessoas, ou olha para o Super como se ele fosse algo completamente superado, a versão super-heróica do Cebolinha, uma bobagem infantil; ou como se ele fosse o portador de toda a dominação americana no mundo.

Abram os olhos e vejam além disso. Superman é um ícone da sociedade moderna, transcendeu toda essa bobagem econômica, social e política.
E ele não nem mais nem menos infantil do que um cara que lança teia e escala paredes ou outro que se veste como um roedor e ataca ladrões pela noite.

Outro toque. Quando se trata de quadrinhos, acredito que a busca deve ser pela comunhão perfeita entre imagem e texto, sem a predominância de um sobre o outro. Desde a década de 90, com McFarlane e seu bando, que muita gente começou a trocar o prazer de "ler um gibi", pelo de "ver um gibi". Aí não rola, né?

Pra completar, deixo uma listinha do que considero as melhores revistas à venda hj. São todas gringas e o dólar tá um absurdo. Eu sei, minha conta bancária que o diga. Mas se vc arrumar alguém pra te emprestar, já tá valendo.
Anotem:

1) Green Arrow - É o bom e velho Oliver Queen destruindo todos os meses. Atitude, humor e diálogos excelentes. Por Brad Meltzer e Phil Hester.

2) JSA - Os heróis do passado, com a força do presente. O melhor gibi de grupo atualmente. Como ninguém ali tem título próprio, os escritores conseguem desenvolver seus personagens de forma brilhante. Por Geoff Johns, David Goyer e Leonard Kirk.

3) The Spectre - Deixe suas preocupações de lado, relaxe, tome um bom vinho e descubra as desventuras pelas quais passa um Espírito da Redenção. Quem sabe, poderá descobrir mais até sobre vc mesmo. Esse não é um gibi de super-herói no sentido clássico da coisa. É bem mais viajante e num outro ritmo. Vale muito a pena pq dá uma liberada na sua mente. Por J.M de Matteis e Norm Breyfogle.

4) Promethea - Entre no mundo da magia e da imaginação. Mais do que um gibi, essa revista é uma experiência extrasensorial. Faz tua cabeça explodir em milhares de pedaços para depois recompô-la de uma maneira que vc nunca imaginou. Trabalho de gênio. E só dois mestres das artes quadrinísticas poderiam fazer. Por Alan Moore e J.H Williams III.

Aproveitem as dicas e depois me digam se gostaram, ok?

E parem de implicar com o Superman!!!
;-)



quarta-feira, novembro 13, 2002

Me, myself and a six pack of beer

Hey, superboy! What’s wrong with you?

- Don’t know, man… suddenly I started to feel like a teenager again.

And why is that?

- Well… it’s just this fear, y’know?

Fear?? You?? I can’t believe this! The guy who loves to say that “fear is my motivation” and that “fear is the shield of the weak”. That’s new! What are you afraid of?

- I’m afraid of the unknown. I’m afraid to be always alone. I fear the emptiness of this fucking life…

Really? It’s not like you to say those things.

- I’m human too, ok? I can feel the little pain behind my neck and the butterflies in my stomach. And that’s what I’m feeling right now.

You’re such a wussie, sometimes… Come on! Be a man!

- This fear is the only proof that I have that I’m a man. Not “macho” like those stereotypes you love, but a real person. I’m not a fucking machine!!! I’m not a robot. Yes, I can feel, and I can cry and I can scream!!! And, more than everything, I can love.

So, you’re in love again… can I say that you are… “flexible”?

- I’m not in love… yet. But I can sense that something special is coming from this one.

Everything is special for you, bitch.

- Yes. Everything and everyone. Sorry if someone around here is happy.

Wow… how sensitive we are…

- I can't believe that you are me!

I feel the same way…

terça-feira, novembro 12, 2002

It's good to be a man

Mais um da série e-mails legais que rodam por aí

Esse é perfeito

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O Diário dela:

No Sábado à noite ele estava estranho. Combinamos de nos encontrar no bar para tomar um drink. Passei a tarde toda nas compras com as minhas amigas e pensei que pudesse ser por minha culpa, porque me atrasei um bocadinho, mas ele não fez grandes comentários. A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais intimo para podermos conversar melhor em particular. Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho. Tentei animá-lo e comecei a pensar se seria por minha causa ou outra coisa qualquer.
Perguntei,e ele disse que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a o braço por cima dos meus ombros. Não sei que raio quis dizer com isso, porque não disse que me amava também, nem nada, e estava ficando mesmo preocupada. Finalmente chegamos a casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que me ia deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele foi se deitar também e para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços e fizemos amor. Mas ainda parecia muito distraído, e depois quis confronta-lo e falar sobre isso, mas comecei a chorar e chorei até adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase a certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.

O Diário dele:
Meu time perdeu. Ao menos dei umazinha

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Aprendam, minhas queridas mulheres...
Somos simples pra caralho!!

segunda-feira, novembro 11, 2002

walking on sunshine

Hello, good ol' fellas!!

Todo mundo legalzinho? Que blz...

Tive um final de semana simples, porém excelente. Muito, muito bom mesmo.
Os dentes e garras da segunda-feira nem pareceram tão afiados assim.

Sabem a garota do diálogo? Saí com ela de novo.
Cinema, jantar, etc, etc... nada demais e tudo de bom.

Conversamos a noite inteira, sem parar... quando olhei pro relógio já eram quase cinco da matina e foi como se o tempo tivesse parado.

Ela é inteligente que só vendo... esperta, ligada nas coisas. Além de ser beeeeeeem bonitinha.
E não tem nada que eu goste mais numa garota do que um belo...

cérebro!
(como vcs são... tsc, tsc, tsc...)


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Há um sentimento de urgência no ar.

O fim ou o início. Melhor ainda, como disse Churchill e Mentalus me passou esses dias:
"This is not the end. It is not even the beginning of the end. But it is, perhaps, the end of the beginning"

A faculdade tá acabando... está chegando o momento de colocar em prática muitos dos meus planos guardados há muito tempo.
Minha realidade está prestes a virar de cabeça pra baixo. Só espero que eu consiga me recompor e sair por cima.