Remember the kings
Meu problema é que me importo. Ou melhor dizendo, me importava. Hoje estou simplesmente seguindo com a minha vida, fazendo meu trabalho, pagando minhas contas e tentando me divertir um pouco no caminho.
Mas antes, em outros tempos, deixei de fazer muita coisa na vida por pensar sempre nos outros, colocá-los sempre à frente quando estava tomando alguma decisão.
Dediquei muito de meu tempo a fatos e situações que não visavam o meu bem pessoal, mas sim uma melhoria da situação de um grupo maior ou de uma comunidade.
Claro, meus interesses estavam ali também. Não seria hipócrita a ponto de dizer que não achava que com o que eu estava fazendo não iria me dar bem. É evidente que a maioria das minhas ações tinham um foco muito objetivo: arrumar mulher. Tudo bem, eu sou bomzinho, tranqüilo, mas sou uma pessoa como qualquer outra, com desejos e anseios.
Mas, voltando ao assunto principal, muitas vezes eu coloquei o outro antes de mim. Foi assim quando eu tinha apenas 14 anos e decidi que seria presidente do Centro Cívico do colégio. Era como chamavam o Grêmio Estudantil na minha escola. E não houve quem tirasse a idéia da minha cabeça. E não havia ninguém que pudesse me impedir de alcançar o meu objetivo.
Fiz muita coisa no período em que estive na presidência. Certamente a maior parte das pessoas que conviveram comigo naquela época nem se lembra. Mas eu sei o que fiz, como fiz e o que sofri para que todos pudessem aproveitar as festas, os jogos interclasses ,os campos remarcados, as amarelinhas repintadas etc.
Depois de um tempo, já na universidade, passei a acreditar que realmente podia mudar algo fazendo a minha parte ali, no meu pequeno espaço. E assim me integrei a um grupo espetacular de pessoas e me tornei membro da diretoria do Centro Acadêmico.
Foi, como eu disse alguns posts atrás no meu discurso de formatura, uma época mágica, uma era de ouro. Que acabou melancolicamente, mas que valeu muito à pena quando é pensada agora. Aí surgiu outro desafio: fundar a Atlética.
Reunido com outro grupo espetacular, conseguimos montar literalmente do nada uma entidade e levá-la para um grande torneio universitário. Nos Jogos Universitários de Comunicação e Artes (JUCA) do ano passado, acho que passei alguns dos dias mais estressantes da minha vida. Fiquei varado quase três noites. Até natação eu disputei para que a PUC não tomasse nenhum W.O.
Mas valeu a pena. Mesmo que esse ano a galera que ficou por lá não consiga repetir o mesmo desempenho, o evento todo foi único. Aprendi pra caramba com tudo que vi, senti e vivi.
Estou escrevendo tudo isso por dois motivos. O primeiro é a motivação por um post que vi lá no Henrique, onde ele fala um pouco sobre isso, de ser considerado tonto por se importar com um bem maior.
O segundo motivo é que agora estou vivendo um momento em que não tenho muito pra me importar do que comigo mesmo. Preocupo-me ainda (e bastante) com meu irmãozinho. Ligo todo dia para saber como meu avô doente está, pergunto pra minha mãe se tudo tá legal em casa e se posso ajudá-la de alguma maneira... mas efetivamente, o que eu preciso pensar é se continuarei com meu emprego e se a grana vai dar pra pagar o aluguel no final do mês. E só.
Isso traz uma certa liberdade de pensamento e de movimento. Aquela coisa do “é problema meu e só meu”. Mas tô me sentindo em certa parte vazio, um pouco sem propósito. Me falta uma bandeira para lutar. Mas não é só isso que me incomoda. Será que se tivesse uma bandeira, eu a levantaria e seguiria na frente do exército como no passado?
sexta-feira, março 14, 2003
quinta-feira, março 13, 2003
Hidden Dragons
Dois dias atrás, um amigo entrou pela sala e entre papos sobre amenidades, me disse que havia visto um fantasma pelas redondezas de nossa casa. Eu que pensava que aquele fantasma estava morto e enterrado, me deparei com aquela idéia maldita me assombrando novamente.
Num esforço hercúleo, expulsei o demônio de minha mente. Agarrei-me em tudo que podia, no que existia e não existia. Mas consegui escapar. E, o melhor, sem me deixar levar pela tentação que aquele espírito teimava em me trazer.
Dois dias atrás, um amigo entrou pela sala e entre papos sobre amenidades, me disse que havia visto um fantasma pelas redondezas de nossa casa. Eu que pensava que aquele fantasma estava morto e enterrado, me deparei com aquela idéia maldita me assombrando novamente.
Num esforço hercúleo, expulsei o demônio de minha mente. Agarrei-me em tudo que podia, no que existia e não existia. Mas consegui escapar. E, o melhor, sem me deixar levar pela tentação que aquele espírito teimava em me trazer.
terça-feira, março 11, 2003
de novo, a capital do País
Mais uma viagem para Brasília, mais encheção de saco.
Meu, o que faz funcionário público ser tão chato? E pessoal de banco somado a funcionário público então? Malditos ranços da administração feudal portuguesa que continuam entre nós!
A única coisa boa é andar de avião, ver as luzes da paulicéia desvairada lá de cima e sonhar com dias mais simples. E andar pra cima e pra baixo de táxi na conta da firma...
hehehe
Mais uma viagem para Brasília, mais encheção de saco.
Meu, o que faz funcionário público ser tão chato? E pessoal de banco somado a funcionário público então? Malditos ranços da administração feudal portuguesa que continuam entre nós!
A única coisa boa é andar de avião, ver as luzes da paulicéia desvairada lá de cima e sonhar com dias mais simples. E andar pra cima e pra baixo de táxi na conta da firma...
hehehe
sábado, março 08, 2003
Por que gostamos?
A pergunta é sempre pertinente. Por que gostamos de algo? E, mais especificamente, por que gostamos de um tipo de música ao invés de outro?
Muitas respostas são possíveis, mas nenhuma delas cobre todas as possibilidades (não é assim com tudo?). A maioria, quando perguntada, vai cair na mesmice do “meio ambiente”, vão dizer que o homem é puramente produto do meio, mesmo sabendo que esta resposta é muito reducionista. Outros vão dizer que é a temática de um estilo ou de outro. Existem ainda aqueles que dirão se tratar do ritmo.
A verdade é que ninguém tem total consciência do que faz uma música tocar sua alma, na medida em que é isso o que realmente acontece quando ouvimos algo musical. A música percorre caminhos e faz ligações em nosso cérebro que ainda não foram totalmente desvendadas pela ciência.
Do ponto de vista biológico, todos temos o aparelho auditivo constituído da mesma forma (tratando aqui da média da população, sem incluir casos raros e extremos). Isso significa, que todos ouvimos da mesma maneira e, por isso, não há motivo para sentirmos as vibrações, deslocamentos de ar e freqüências que fisicamente formam a música, de maneira diferente. Mas todos sabemos que não é isso o que acontece.
E a questão não cala: “Por quê?”. Por que um roqueiro (Pelo menos a maioria deles, e posso dizer pois conheço vários...) exalta a grandeza do Heavy Metal e expurga de sua presença qualquer vestígio do country, mesmo estando ali as origens do objeto de sua adoração, e sendo possível ver claramente os elementos comuns aos dois estilos?
Mesmo aqueles que dizem não gostar de nada, inconscientemente cantarolam algo ao andar por aí. A música é algo universal, e isso é um fato inegável. Qual é a música (por mais batida que esteja esta pergunta), e o motivo dela te agradar, são sim, as grandes questões.
Creio que este questionamento é algo infinito, como são infinitas as respostas. Está além da capacidade humana atual conceber algo tão geral, e ao mesmo tempo tão específico. Somos seres ainda limitados por barreiras espaço-temporais que não nos permitem enxergar além do espectro desta realidade. Talvez esteja aí o segredo da evolução - e elevação - humana. Descobrir o por quê de uma música agradar a uns e não a outros. Enquanto isso continuamos a especular e a errar...
A pergunta é sempre pertinente. Por que gostamos de algo? E, mais especificamente, por que gostamos de um tipo de música ao invés de outro?
Muitas respostas são possíveis, mas nenhuma delas cobre todas as possibilidades (não é assim com tudo?). A maioria, quando perguntada, vai cair na mesmice do “meio ambiente”, vão dizer que o homem é puramente produto do meio, mesmo sabendo que esta resposta é muito reducionista. Outros vão dizer que é a temática de um estilo ou de outro. Existem ainda aqueles que dirão se tratar do ritmo.
A verdade é que ninguém tem total consciência do que faz uma música tocar sua alma, na medida em que é isso o que realmente acontece quando ouvimos algo musical. A música percorre caminhos e faz ligações em nosso cérebro que ainda não foram totalmente desvendadas pela ciência.
Do ponto de vista biológico, todos temos o aparelho auditivo constituído da mesma forma (tratando aqui da média da população, sem incluir casos raros e extremos). Isso significa, que todos ouvimos da mesma maneira e, por isso, não há motivo para sentirmos as vibrações, deslocamentos de ar e freqüências que fisicamente formam a música, de maneira diferente. Mas todos sabemos que não é isso o que acontece.
E a questão não cala: “Por quê?”. Por que um roqueiro (Pelo menos a maioria deles, e posso dizer pois conheço vários...) exalta a grandeza do Heavy Metal e expurga de sua presença qualquer vestígio do country, mesmo estando ali as origens do objeto de sua adoração, e sendo possível ver claramente os elementos comuns aos dois estilos?
Mesmo aqueles que dizem não gostar de nada, inconscientemente cantarolam algo ao andar por aí. A música é algo universal, e isso é um fato inegável. Qual é a música (por mais batida que esteja esta pergunta), e o motivo dela te agradar, são sim, as grandes questões.
Creio que este questionamento é algo infinito, como são infinitas as respostas. Está além da capacidade humana atual conceber algo tão geral, e ao mesmo tempo tão específico. Somos seres ainda limitados por barreiras espaço-temporais que não nos permitem enxergar além do espectro desta realidade. Talvez esteja aí o segredo da evolução - e elevação - humana. Descobrir o por quê de uma música agradar a uns e não a outros. Enquanto isso continuamos a especular e a errar...
sexta-feira, março 07, 2003
Te vejo na final
A noite começou normal. Os comandados de Oswaldo de Oliveira pareciam estar concentrados, mas nada de extraordinário. Do outro lado, entretanto, os pupilos do grande José Macia – o Pepe – pareciam um pouco nervosos. Provavelmente por conta de, em sua maioria, estarem no ponto mais alto já alcançado numa competição em toda a sua vida.
Bola pra cá, bola pra lá, o que se vê é uma Lusa Santista inquieta, com o artilheiro Rico (que pertence ao São Paulo) querendo mais arrumar confusão do que jogar futebol.
O São Paulo arriscava com chutes de longe que assustaram Maurício. Mas nada da danada entrar.
Até que o substituto do indomável Maldonado, Julio “Tanque” Batista acerta um daqueles petardos inesquecíveis. É a famosa bola que pega “na veia”. Ela ainda trisca na mão do goleiro e vai para o endereço certo: o ângulo. São Paulo 1 x 0 e festa no Morumbi.
Mesmo na frente do placar, o jogo ainda não parecia ganho para o São Paulo. A Santista se postava forte na defesa e, mesmo sem ameaçar o gol tricolor, parecia disposta a não tomar mais nenhum. Aí, as estrelas do ataque são-paulino decidiram brilhar.
Kaká chamou a responsabilidade para si. O menino-rei do Morumbi se agiganta a cada dia. Com a compleição física que se configura atualmente, tem tudo para garantir seu lugar no panteão definitivo de craques nacionais. E com Ricardinho integrando-se a ele mais e mais, as coisas ficam facilitadas.
Além dele, o São Paulo tem ainda Luis Fabiano e Reinaldo. O primeiro está naquela fase em que tem cheiro de gol. A bola chega em seus pés e é perigo na certa. O outro, mesmo sem marcar, serve com maestria os companheiros. E assim surgiu o segundo gol. Reinaldo recebeu de frente pro gol e tocou genialmente para o matador completar com um toquinho por cima de Maurício. Tricolor dois gols à frente e goleada começando a se apresentar.
A Portuguesa tentou um lance na correria, logo na saída de bola após o gol. Mas sempre atento estava lá o capitão Rogério Ceni, para impedir a investida de Rico. A bola ainda rebateu e Souza meteu por cima do gol aberto. Ali, ficou claro que era um jogo de um grande contra um pequeno. O desespero em querer acertar fez um dos melhores jogadores do time da baixada perder um gol feito. Naquele momento a porteira se abriu e os gols começaram a entrar sem parar.
Numa jogada de extrema classe, Ricardinho enfiou a bola para Kaka dentro da área, que de calcanhar tocou para Luiz Fabiano completar para o fundo das redes. O primeiro tempo acabou assim. No segundo, apesar da Lusinha ter tentado se impor no início, não houve quem parece o ataque fulminante são-paulino.
Reinaldo recebe, tenta abrir pra chutar mas não consegue, toca então para Leonardo que cruza. Kaká se esforça para alcançar e ajeita para Luis Fabiano que fuzila, da pequena área. 4 x 0, fora o baile. No finalzinho, depois que Kaká deixou o campo ovacionado pelas menininhas de plantão, seu substituto Itamar finalizou de cabeça, após escanteio cobrado por Ricardinho. 5 x 0 e fim de papo.
Agora é aguardar porcos ou gambás na finalíssima. Porque me desculpem, mas não tem caixinha de surpresas que tire o São Paulo de mais esta final. E aí, Oswaldo vai precisar incutir na cabeça de sua equipe que o tempo de amarelar já passou. É tudo ou nada – não só para ele que pode acabar no olho da rua, mas também para os jogadores, que serão impiedosamente perseguidos pela massa, se o caneco não vier.
A noite começou normal. Os comandados de Oswaldo de Oliveira pareciam estar concentrados, mas nada de extraordinário. Do outro lado, entretanto, os pupilos do grande José Macia – o Pepe – pareciam um pouco nervosos. Provavelmente por conta de, em sua maioria, estarem no ponto mais alto já alcançado numa competição em toda a sua vida.
Bola pra cá, bola pra lá, o que se vê é uma Lusa Santista inquieta, com o artilheiro Rico (que pertence ao São Paulo) querendo mais arrumar confusão do que jogar futebol.
O São Paulo arriscava com chutes de longe que assustaram Maurício. Mas nada da danada entrar.
Até que o substituto do indomável Maldonado, Julio “Tanque” Batista acerta um daqueles petardos inesquecíveis. É a famosa bola que pega “na veia”. Ela ainda trisca na mão do goleiro e vai para o endereço certo: o ângulo. São Paulo 1 x 0 e festa no Morumbi.
Mesmo na frente do placar, o jogo ainda não parecia ganho para o São Paulo. A Santista se postava forte na defesa e, mesmo sem ameaçar o gol tricolor, parecia disposta a não tomar mais nenhum. Aí, as estrelas do ataque são-paulino decidiram brilhar.
Kaká chamou a responsabilidade para si. O menino-rei do Morumbi se agiganta a cada dia. Com a compleição física que se configura atualmente, tem tudo para garantir seu lugar no panteão definitivo de craques nacionais. E com Ricardinho integrando-se a ele mais e mais, as coisas ficam facilitadas.
Além dele, o São Paulo tem ainda Luis Fabiano e Reinaldo. O primeiro está naquela fase em que tem cheiro de gol. A bola chega em seus pés e é perigo na certa. O outro, mesmo sem marcar, serve com maestria os companheiros. E assim surgiu o segundo gol. Reinaldo recebeu de frente pro gol e tocou genialmente para o matador completar com um toquinho por cima de Maurício. Tricolor dois gols à frente e goleada começando a se apresentar.
A Portuguesa tentou um lance na correria, logo na saída de bola após o gol. Mas sempre atento estava lá o capitão Rogério Ceni, para impedir a investida de Rico. A bola ainda rebateu e Souza meteu por cima do gol aberto. Ali, ficou claro que era um jogo de um grande contra um pequeno. O desespero em querer acertar fez um dos melhores jogadores do time da baixada perder um gol feito. Naquele momento a porteira se abriu e os gols começaram a entrar sem parar.
Numa jogada de extrema classe, Ricardinho enfiou a bola para Kaka dentro da área, que de calcanhar tocou para Luiz Fabiano completar para o fundo das redes. O primeiro tempo acabou assim. No segundo, apesar da Lusinha ter tentado se impor no início, não houve quem parece o ataque fulminante são-paulino.
Reinaldo recebe, tenta abrir pra chutar mas não consegue, toca então para Leonardo que cruza. Kaká se esforça para alcançar e ajeita para Luis Fabiano que fuzila, da pequena área. 4 x 0, fora o baile. No finalzinho, depois que Kaká deixou o campo ovacionado pelas menininhas de plantão, seu substituto Itamar finalizou de cabeça, após escanteio cobrado por Ricardinho. 5 x 0 e fim de papo.
Agora é aguardar porcos ou gambás na finalíssima. Porque me desculpem, mas não tem caixinha de surpresas que tire o São Paulo de mais esta final. E aí, Oswaldo vai precisar incutir na cabeça de sua equipe que o tempo de amarelar já passou. É tudo ou nada – não só para ele que pode acabar no olho da rua, mas também para os jogadores, que serão impiedosamente perseguidos pela massa, se o caneco não vier.
quinta-feira, março 06, 2003
Burning mind
Há tanta coisa fervilhando em minha mente... desejos, paixões, idéias.
Ao mesmo tempo, tenho me sentido meio nada. É, nada... o mundo vem e vai e eu fico só observando, sem sentir...
É como se eu estivesse andando em direção a um precipício, sem me importar se a queda vai ser ruim ou não.
Há tanta coisa fervilhando em minha mente... desejos, paixões, idéias.
Ao mesmo tempo, tenho me sentido meio nada. É, nada... o mundo vem e vai e eu fico só observando, sem sentir...
É como se eu estivesse andando em direção a um precipício, sem me importar se a queda vai ser ruim ou não.
Complicações
O que tenho para oferecer? Algumas palavras doces, meia dúzia de pensamentos turvos e bastante dedicação.
Será que isso é suficiente? Será satisfatório? Às vezes o que consideramos pouco, para outros pode ser muito.
A forma pela qual cada pessoa enfrenta e reage às situações é resultado de sua história de vida, de suas experiências passadas. Por mais que se conheça alguém, é sempre complicado saber como a pessoa vai se portar diante de um fato qualquer.
O que tenho para oferecer? Algumas palavras doces, meia dúzia de pensamentos turvos e bastante dedicação.
Será que isso é suficiente? Será satisfatório? Às vezes o que consideramos pouco, para outros pode ser muito.
A forma pela qual cada pessoa enfrenta e reage às situações é resultado de sua história de vida, de suas experiências passadas. Por mais que se conheça alguém, é sempre complicado saber como a pessoa vai se portar diante de um fato qualquer.
terça-feira, março 04, 2003
Between a rock and a hard place
Seriam amor e amizade dois lados da mesma moeda? Quando é o momento de cruzar a linha e tentar ir além?
Os melhores relacionamentos amorosos, no meu modo de entender, são aqueles fundados numa intensa e sólida amizade. Sempre tentei fazer isso. Torno-me amigo primeiro e só depois tento algo além. Isso tem relação também com o fato de eu acreditar que, a primeira vista, não sou alguém interessante. Só depois que me mostro, que demonstro pelo menos alguns aspectos de mim mesmo, é que transformo-me em alguém efetivamente “gostável”, “apaixonável”. Pelo menos é assim que eu vejo as coisas.
Mas, e quando o outro lado quer apenas e tão somente a sua amizade? E, pior ainda, como saber se é só isso mesmo? Porque, me desculpem, quando se fala em sentimentos, não há conversa racional que consiga estabelecer os reais limites existentes.
A maior dificuldade é em saber quando é o momento de atravessar a fronteira. Sou daqueles que prefere a calma, o desenrolar natural. Mas sei que se chega em um ponto em que não há volta: ou toma-se uma atitude, ou o momento passa e nunca mais volta. Pois o tempo é esse rio interminável e ininterrupto. Não há força que o pare, nem que consiga fazê-lo voltar.
Chame-me de romântico irrecuperável. Ou até acuse-me de viver com a cabeça em outra época. Mas para mim, um toque leve nas mãos da desejada diz muito mais, significa infinitamente mais, do que um ataque frontal e desmedido. Chegando aos poucos, conhecendo, analisando, verificando os pontos em que a possibilidade de aproximação é maior. Tudo isso para culminar naquele momento em que as palavras tornam-se inúteis e o beijo é inevitável.
Quero é desejar, sentir o coração pulando, ter as mãos trêmulas e suadas. Mas ainda assim me pergunto: como saber??
Fico em dúvida porque uma parte racional em mim acredita que tal feito seria impensável para alguém como eu. Por outro lado, existe o desejo (ao menos meu), a admiração mútua, a afinidade natural.
A sensibilidade, a poesia e a imaginação me fizeram desde sempre acreditar que tudo é possível para aquele que quer algo com muita força. Mas a razão, que me foi imposta com o andar dos anos, me faz ir em direção contrária.
Devo ser o quê, então?
Sensível ou racional?
Amigo ou mais que isso?
No fundo... eu acho que já sei a resposta. Se há algo que não podemos negar na vida é o que somos. E eu me prometi não esquecer disso: de quem sou, de como sou e, principalmente, dos motivos que me levaram a ser assim.
Há! Vou continuar meu caminho. Calmo, sereno, analítico (sem ser frio) e observador. E quando a hora chegar (e ela vai chegar, pois eu quero que chegue) estarei ali, para colher o mais doce néctar do amor.
Seriam amor e amizade dois lados da mesma moeda? Quando é o momento de cruzar a linha e tentar ir além?
Os melhores relacionamentos amorosos, no meu modo de entender, são aqueles fundados numa intensa e sólida amizade. Sempre tentei fazer isso. Torno-me amigo primeiro e só depois tento algo além. Isso tem relação também com o fato de eu acreditar que, a primeira vista, não sou alguém interessante. Só depois que me mostro, que demonstro pelo menos alguns aspectos de mim mesmo, é que transformo-me em alguém efetivamente “gostável”, “apaixonável”. Pelo menos é assim que eu vejo as coisas.
Mas, e quando o outro lado quer apenas e tão somente a sua amizade? E, pior ainda, como saber se é só isso mesmo? Porque, me desculpem, quando se fala em sentimentos, não há conversa racional que consiga estabelecer os reais limites existentes.
A maior dificuldade é em saber quando é o momento de atravessar a fronteira. Sou daqueles que prefere a calma, o desenrolar natural. Mas sei que se chega em um ponto em que não há volta: ou toma-se uma atitude, ou o momento passa e nunca mais volta. Pois o tempo é esse rio interminável e ininterrupto. Não há força que o pare, nem que consiga fazê-lo voltar.
Chame-me de romântico irrecuperável. Ou até acuse-me de viver com a cabeça em outra época. Mas para mim, um toque leve nas mãos da desejada diz muito mais, significa infinitamente mais, do que um ataque frontal e desmedido. Chegando aos poucos, conhecendo, analisando, verificando os pontos em que a possibilidade de aproximação é maior. Tudo isso para culminar naquele momento em que as palavras tornam-se inúteis e o beijo é inevitável.
Quero é desejar, sentir o coração pulando, ter as mãos trêmulas e suadas. Mas ainda assim me pergunto: como saber??
Fico em dúvida porque uma parte racional em mim acredita que tal feito seria impensável para alguém como eu. Por outro lado, existe o desejo (ao menos meu), a admiração mútua, a afinidade natural.
A sensibilidade, a poesia e a imaginação me fizeram desde sempre acreditar que tudo é possível para aquele que quer algo com muita força. Mas a razão, que me foi imposta com o andar dos anos, me faz ir em direção contrária.
Devo ser o quê, então?
Sensível ou racional?
Amigo ou mais que isso?
No fundo... eu acho que já sei a resposta. Se há algo que não podemos negar na vida é o que somos. E eu me prometi não esquecer disso: de quem sou, de como sou e, principalmente, dos motivos que me levaram a ser assim.
Há! Vou continuar meu caminho. Calmo, sereno, analítico (sem ser frio) e observador. E quando a hora chegar (e ela vai chegar, pois eu quero que chegue) estarei ali, para colher o mais doce néctar do amor.
The Phantom Stranger
Enquanto caminho pela sala escura, me pergunto se realmente deveria estar ali. Fui avisado tantas vezes para deixar aquele espaço sombrio, mas não dei ouvidos. Teimoso como sempre, decidi me embrenhar por locais que não desejavam a minha presença. Quis ser mais do que realmente era.
Mesmo assim, fui e ainda estou vivo. O que é então este sentimento que deseja apoderar-se de minh‘alma? Seria medo? Há tanto que já não sei mais o que é isso... pelo menos não no sentido físico e mundano dos mortais que caminham por essa terra sem lei.
Creio ser solidão.
Depois de milênios sozinho, pensei seriamente ter me acostumado com a falta de presenças ao meu lado. Faço meu trabalho. Faço-o bem. E faço o Bem. Sou um amigo que abre portas e mostra passagens para aqueles em necessidade. Apesar de alguns pensarem que podem me conter, as regras que sigo são apenas minhas. Decidi em tempo imemoriáveis seguir a linha correta e, a partir disso, forjei minha couraça e nela apenas me baseio.
Já fui chamado de muitos nomes, mas nenhum deles conseguiu me conceber em minha plenitude. Para aqueles que desejam saber, digo o que posso e o que é a mais pura verdade: sou apenas um Estranho.
Enquanto caminho pela sala escura, me pergunto se realmente deveria estar ali. Fui avisado tantas vezes para deixar aquele espaço sombrio, mas não dei ouvidos. Teimoso como sempre, decidi me embrenhar por locais que não desejavam a minha presença. Quis ser mais do que realmente era.
Mesmo assim, fui e ainda estou vivo. O que é então este sentimento que deseja apoderar-se de minh‘alma? Seria medo? Há tanto que já não sei mais o que é isso... pelo menos não no sentido físico e mundano dos mortais que caminham por essa terra sem lei.
Creio ser solidão.
Depois de milênios sozinho, pensei seriamente ter me acostumado com a falta de presenças ao meu lado. Faço meu trabalho. Faço-o bem. E faço o Bem. Sou um amigo que abre portas e mostra passagens para aqueles em necessidade. Apesar de alguns pensarem que podem me conter, as regras que sigo são apenas minhas. Decidi em tempo imemoriáveis seguir a linha correta e, a partir disso, forjei minha couraça e nela apenas me baseio.
Já fui chamado de muitos nomes, mas nenhum deles conseguiu me conceber em minha plenitude. Para aqueles que desejam saber, digo o que posso e o que é a mais pura verdade: sou apenas um Estranho.
sexta-feira, fevereiro 28, 2003
I don't wanna be like you
Essa é uma das maiores decepções da vida... descobrir que as pessoas não se importam tanto como nós, não sentem essa angústia que sentimos quando algo está errado e - mais ainda - quando acreditamos que quem cometeu o erro fomos nós mesmos. É extremamente complicado lidar com isso. Nessas horas, acredito que temos que ser um tanto quanto indidualistas e continuar fazendo o que consideramos correto, independente do que os outros pensem. As pessoas são diferentes umas das outras. Temos é que tomar cuidado apenas para que as decepções que temos não nos transformem em pessoas demasiadamente amargas.
Essa é uma das maiores decepções da vida... descobrir que as pessoas não se importam tanto como nós, não sentem essa angústia que sentimos quando algo está errado e - mais ainda - quando acreditamos que quem cometeu o erro fomos nós mesmos. É extremamente complicado lidar com isso. Nessas horas, acredito que temos que ser um tanto quanto indidualistas e continuar fazendo o que consideramos correto, independente do que os outros pensem. As pessoas são diferentes umas das outras. Temos é que tomar cuidado apenas para que as decepções que temos não nos transformem em pessoas demasiadamente amargas.
quinta-feira, fevereiro 27, 2003
Learning process
Tem coisas que eu sei, mas não sei como sei. Não me lembro de ter aprendido, de ninguém ter me ensinado. Eu só sei. Aí, quando me pedem para explicar eu não consigo, porque não passei por nenhum processo de aprendizado formal. Estranho isso.
E hoje, na minha tradicional sessão imaginativa-criativa de “onde estarei daqui um tempo”, me vi dando aulas na gloriosa Comfil (Faculdade de Comunicação e Filosofia) da PUC-SP. Imaginei meus velhos professores ainda mais velhos, caras do meu tempo que ainda não vão ter se formado, alunas cocotas loucas para agarrar um professor trintão style (só vou conseguir ser professor lá quando tiver meus trinta e poucos, né?) e eu dando aqueles perdidos pq estarei casado com a minha musa.
Aí vi como ser professor (na faculdade, pelo menos.... ah, e na faculdade de jornalismo – que é mais aberta que qquer outra coisa), ao mesmo tempo que é um sacerdócio, algo que tem que estar na sua alma para que você consiga fazer direito, é simples... você vai lá conta meia dúzia de histórias, experiências, debate um pouco do que estiver rolando no mundo com a molecada e pronto! Vira herói de toda uma geração.
O mundo é simples. Nós é que complicamos tudo.
Tem coisas que eu sei, mas não sei como sei. Não me lembro de ter aprendido, de ninguém ter me ensinado. Eu só sei. Aí, quando me pedem para explicar eu não consigo, porque não passei por nenhum processo de aprendizado formal. Estranho isso.
E hoje, na minha tradicional sessão imaginativa-criativa de “onde estarei daqui um tempo”, me vi dando aulas na gloriosa Comfil (Faculdade de Comunicação e Filosofia) da PUC-SP. Imaginei meus velhos professores ainda mais velhos, caras do meu tempo que ainda não vão ter se formado, alunas cocotas loucas para agarrar um professor trintão style (só vou conseguir ser professor lá quando tiver meus trinta e poucos, né?) e eu dando aqueles perdidos pq estarei casado com a minha musa.
Aí vi como ser professor (na faculdade, pelo menos.... ah, e na faculdade de jornalismo – que é mais aberta que qquer outra coisa), ao mesmo tempo que é um sacerdócio, algo que tem que estar na sua alma para que você consiga fazer direito, é simples... você vai lá conta meia dúzia de histórias, experiências, debate um pouco do que estiver rolando no mundo com a molecada e pronto! Vira herói de toda uma geração.
O mundo é simples. Nós é que complicamos tudo.
quarta-feira, fevereiro 26, 2003
Musa
Acho que encontrei minha musa...
Ainda precisamos confirmar algumas coisas, mas estou esperançoso. Até ciumes de mim ela já tá sentindo...
;-)
Não se preocupa, lindinha. A melhor fatia do bolo tá guardada pra você.
Você chegou primeiro mesmo.
beijos pra vc!
Acho que encontrei minha musa...
Ainda precisamos confirmar algumas coisas, mas estou esperançoso. Até ciumes de mim ela já tá sentindo...
;-)
Não se preocupa, lindinha. A melhor fatia do bolo tá guardada pra você.
Você chegou primeiro mesmo.
beijos pra vc!
terça-feira, fevereiro 25, 2003
X² e otras cositas más
Já viram o trailer novo de X-Men 2?? Cliquem aqui e vejam.
ahhahah
Sometimes it's just so gooooood to be me!!
Sério... acho que não há época melhor para ser fã de quadrinhos. Olha a caralhada de filmes que vêm por aí: X², Hulk, Demolidor, Namor, Motoqueiro Fantasma, Punho de Ferro, Quarteto Fantástico.
Aí vcs perguntam: Poxa, pequeno grande Boca... só tem coisa da Marvel aí. Vc não é um Decenauta??
Sim, honorável leitor. Eu sou um decenauta (dizer "decenauta" denota o quanto já sou velho para ler revistinhas... mas tudo bem, foda-se!). Mas fazer o quê, se a amável Warner Brothers não faz porra nenhuma com o outro que tem nas mãos?
Batman? Pra quê... O viado lá acabou c/ tudo depois do último filme... (Ah, mas é sim... claro que não!)
Superman? Estamos em desenvolvimento... calma, calma. Assiste Smallville, tá? (Assisto, assisto sim... esse eu até fico contente de vcs estarem embaçando. Assim o Tom Weilling cresce um pouco mais e vira a estrela do filme)
Nem vou falar dos outros que poderiam ter uns filmes do caralho (JLA, JSA, Lanterna Verde, Arqueiro Verde...)
Enquanto isso eu vou vendo as coisas da Marvel que, pelo menos na telona não tão fazendo feio. Pq no gibi, me desculpem que pra mim não "pega". Puro marketing... falta sentimento. Falta tesão. Falta... amor pelos personagens, sua mitologia e sua História.
Agora lá todo mundo é viado, puta ou coisa que o valha. Ratinho puro. É a essência do falecido Notícias Populares: torcer pra sair sangue.
Não dá, né? eu leio gibi para abstrair da minha vida normal e pq tenho certeza de que lá o mocinho sempre vence. ele pode até não pegar a mina no final, mas que dá uma bela surra no vilão, disso eu tenho certeza!!
Já viram o trailer novo de X-Men 2?? Cliquem aqui e vejam.
ahhahah
Sometimes it's just so gooooood to be me!!
Sério... acho que não há época melhor para ser fã de quadrinhos. Olha a caralhada de filmes que vêm por aí: X², Hulk, Demolidor, Namor, Motoqueiro Fantasma, Punho de Ferro, Quarteto Fantástico.
Aí vcs perguntam: Poxa, pequeno grande Boca... só tem coisa da Marvel aí. Vc não é um Decenauta??
Sim, honorável leitor. Eu sou um decenauta (dizer "decenauta" denota o quanto já sou velho para ler revistinhas... mas tudo bem, foda-se!). Mas fazer o quê, se a amável Warner Brothers não faz porra nenhuma com o outro que tem nas mãos?
Batman? Pra quê... O viado lá acabou c/ tudo depois do último filme... (Ah, mas é sim... claro que não!)
Superman? Estamos em desenvolvimento... calma, calma. Assiste Smallville, tá? (Assisto, assisto sim... esse eu até fico contente de vcs estarem embaçando. Assim o Tom Weilling cresce um pouco mais e vira a estrela do filme)
Nem vou falar dos outros que poderiam ter uns filmes do caralho (JLA, JSA, Lanterna Verde, Arqueiro Verde...)
Enquanto isso eu vou vendo as coisas da Marvel que, pelo menos na telona não tão fazendo feio. Pq no gibi, me desculpem que pra mim não "pega". Puro marketing... falta sentimento. Falta tesão. Falta... amor pelos personagens, sua mitologia e sua História.
Agora lá todo mundo é viado, puta ou coisa que o valha. Ratinho puro. É a essência do falecido Notícias Populares: torcer pra sair sangue.
Não dá, né? eu leio gibi para abstrair da minha vida normal e pq tenho certeza de que lá o mocinho sempre vence. ele pode até não pegar a mina no final, mas que dá uma bela surra no vilão, disso eu tenho certeza!!
Algumas coisas são pra sempre
Sabe como fazer pra ter certeza de que alguém é seu amigo, mesmo tendo passado anos e anos longe de você?
É simples: o cara entra no teu blog e faz a mesma piada com a sua altura de quando vcs tinham 15 anos. E ela ainda tem graça (pelo menos para vcs), quando contada da maneira certa - que só vcs sabem.
Valeu, irmãozinho
Eu também te amo
:-)
Sabe como fazer pra ter certeza de que alguém é seu amigo, mesmo tendo passado anos e anos longe de você?
É simples: o cara entra no teu blog e faz a mesma piada com a sua altura de quando vcs tinham 15 anos. E ela ainda tem graça (pelo menos para vcs), quando contada da maneira certa - que só vcs sabem.
Valeu, irmãozinho
Eu também te amo
:-)
segunda-feira, fevereiro 24, 2003
Agradecimento
Olá moça que me mandou um e-mail dizendo-se leitora e são-paulina. Não vou dizer seu nome, pq acho que vc não quer se identificar, uma vez que não usou os comentários do blog. Mas vc, obviamente, sabe quem é.
Chamar minha atenção vc já conseguiu. Agradeço imensamente os elogios e gostaria que você continuasse em contato, assim podemos trocar mais idéias. Posso assim me tornar aquele colega de faculdade ou aquele vizinho, sabe?
Valeu mesmo!! Adorei o e-mail.
Grande beijo pra você!
Olá moça que me mandou um e-mail dizendo-se leitora e são-paulina. Não vou dizer seu nome, pq acho que vc não quer se identificar, uma vez que não usou os comentários do blog. Mas vc, obviamente, sabe quem é.
Chamar minha atenção vc já conseguiu. Agradeço imensamente os elogios e gostaria que você continuasse em contato, assim podemos trocar mais idéias. Posso assim me tornar aquele colega de faculdade ou aquele vizinho, sabe?
Valeu mesmo!! Adorei o e-mail.
Grande beijo pra você!
It's a new day in the field
Olá, todo mundo!
De volta dum final de semana agradabilíssimo, tirando o fato de que tive que ir para o hospital por conta duma crise de sinusite. Vcs, leitores fiéis, sabem o quanto eu ODEIO ficar doente, né? Pois então, tô me sentindo doente e isso é uma bosta!
Mas, de volta às coisas boas, revi amigos, bebi MUUUUUUUUUUUITO, mandei ver no churrascão e valeu a pena.
O bom de voltar pra terrinha é que vc acaba vendo seus amigos de longa data e percebe que, com eles, apesar das inúmeras mudanças que vida trouxe para cada um, o nosso relacionamento continua o mesmo da época áurea do colegial. Continuamos sendo uma grande família: com seus primos chatos, irmãos mentirosos e tias que pegam no pé. Maravilhoso, como toda família pode ser.
-------------
A musa
E o post da musa rendeu, viu... comentários, e-mails... que coisa!
Bom, primeiro gostaria de dizer que se trata de uma obra de ficção. É mais do que óbvio que não irei encontrar uma mulher exatamente assim. Quer dizer, se um dia eu encontrar, caso na hora pq a sorte só vai bater na minha porta mais uma vez.
Sei bem que posso encontrar pessoas maravilhosas que não se encaixam nesses parâmetros. Aliás, todas que passaram pela minha vida tinham algumas dessas características, mas não todas elas. Descobri coisas novas que, por vezes, me fizeram querer conhecer mais e gostar mais daquela pessoa e, por outras, fizeram com que eu me afastasse dela. E assim segue a vida...
Sempre entro de coração livre e aberto num relacionamento, sem levar ranços de outras passagens. Não dá pra usar uma pessoa como modelo de outra. Deve-se, é claro, ser verdadeiro, assumir suas posições... mas não dá pra achar que uma pessoa vai ter a mesma reação que outra.
E olha como as coisas são engraçadas: entre as que passaram por aqui, a que mais se aproximou desse meu arquétipo de mulher ideal, foi a que menos tempo ficou comigo... e das que mais me fez sofrer na vida. É, tem coisas que não dá pra entender mesmo.
Enfim, acredito que as pessoas se adaptam para chegar a um consenso sobre a melhor maneira de relacionarem-se. Pelo menos é isso que deveria acontecer. E é o que eu tento sempre fazer.
Ah, inscrições abertas, viu? Quem quiser, manda e-mail ou comentário aqui no blog mesmo.
Hehehehe
Quem sabe alguma dessas minhas belíssimas leitoras não é a “tampa da minha panela”??
Acredito em quase tudo nesses dias.
Valeu povo!
Essa semana deve ser difícil de postar algo, pq o trabalho tá me comendo vivo. Mas tentarei.
Olá, todo mundo!
De volta dum final de semana agradabilíssimo, tirando o fato de que tive que ir para o hospital por conta duma crise de sinusite. Vcs, leitores fiéis, sabem o quanto eu ODEIO ficar doente, né? Pois então, tô me sentindo doente e isso é uma bosta!
Mas, de volta às coisas boas, revi amigos, bebi MUUUUUUUUUUUITO, mandei ver no churrascão e valeu a pena.
O bom de voltar pra terrinha é que vc acaba vendo seus amigos de longa data e percebe que, com eles, apesar das inúmeras mudanças que vida trouxe para cada um, o nosso relacionamento continua o mesmo da época áurea do colegial. Continuamos sendo uma grande família: com seus primos chatos, irmãos mentirosos e tias que pegam no pé. Maravilhoso, como toda família pode ser.
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A musa
E o post da musa rendeu, viu... comentários, e-mails... que coisa!
Bom, primeiro gostaria de dizer que se trata de uma obra de ficção. É mais do que óbvio que não irei encontrar uma mulher exatamente assim. Quer dizer, se um dia eu encontrar, caso na hora pq a sorte só vai bater na minha porta mais uma vez.
Sei bem que posso encontrar pessoas maravilhosas que não se encaixam nesses parâmetros. Aliás, todas que passaram pela minha vida tinham algumas dessas características, mas não todas elas. Descobri coisas novas que, por vezes, me fizeram querer conhecer mais e gostar mais daquela pessoa e, por outras, fizeram com que eu me afastasse dela. E assim segue a vida...
Sempre entro de coração livre e aberto num relacionamento, sem levar ranços de outras passagens. Não dá pra usar uma pessoa como modelo de outra. Deve-se, é claro, ser verdadeiro, assumir suas posições... mas não dá pra achar que uma pessoa vai ter a mesma reação que outra.
E olha como as coisas são engraçadas: entre as que passaram por aqui, a que mais se aproximou desse meu arquétipo de mulher ideal, foi a que menos tempo ficou comigo... e das que mais me fez sofrer na vida. É, tem coisas que não dá pra entender mesmo.
Enfim, acredito que as pessoas se adaptam para chegar a um consenso sobre a melhor maneira de relacionarem-se. Pelo menos é isso que deveria acontecer. E é o que eu tento sempre fazer.
Ah, inscrições abertas, viu? Quem quiser, manda e-mail ou comentário aqui no blog mesmo.
Hehehehe
Quem sabe alguma dessas minhas belíssimas leitoras não é a “tampa da minha panela”??
Acredito em quase tudo nesses dias.
Valeu povo!
Essa semana deve ser difícil de postar algo, pq o trabalho tá me comendo vivo. Mas tentarei.
quinta-feira, fevereiro 20, 2003
Procura-se uma musa
Em primeiríssimo lugar, tem de ser mulher. Nada contra os homens (até tenho vários amigos desta espécie), mas seios são fundamentais, bem como pernas alongadas e depiladas, bundas e sorrisos fofos.
Na seqüência, gostaria que fosse loira. De pele mais clara pelo menos, daquelas que deixam deliciosas marcas de biquíni. Gosto de morenas, ruivas, negras... enfim, gosto de mulher. E, obviamente, jamais recusaria nenhum tipo. Mas tenho a minha predileção, dá licença? E é da minha musa que estou correndo atrás.
O cabelo pode ser curto ou comprido... nisso não tenho muita opinião não... depende do rosto, cada um combina melhor com cada estilo.
Na altura, 1,70 é o ideal. Não sou muito alto, sabe como é... Tudo bem que se perder no meio de alongadas pernas é ótimo, bem como trazer pra perto de si, em seu aconchego, as mais pequerruchas. Mas, como eu disse, 1,70 é o meu número.
É imprescindível que seja inteligente. Que leia um jornal, nem que seja do dia anterior. E nem precisa ser o jornal mesmo, Internet tá valendo. Tem que saber das coisas, o que se passa no mundo... as estréias do cinema da semana, pelo menos. Se tem algo que me enerva é mulher burra. Já disse aqui, o ideal é o equilíbrio: muita bunda e pouco cérebro não salvam ninguém. Tem que ter dos dois. Mas, se tiver mais cérebro do que bunda eu encaro. Só bunda, nem fodendo. Aliás, nem pra foder.
Já que o assunto caiu pra sacanagem, falemos então de bundas. Tem que ter, nem que seja pequena. Aliás, se for muito grande vai me lembrar dançarina de axé e aí ferrou. Não vai rolar. Fico com a bunda média, a “romântica”, como diz meu pai. Aquela que é pequena, mas é encurvada, um tanto saliente... delícia! O que importa mesmo é não ser gigante, nem involuída, daquelas “pra dentro”, sabe?
Deixando a preferência nacional de lado, subamos um pouco e deixemos rolar a influência gringa: Peitos! Ah, que maravilha. Se isso for sinal de dominação cultural americana, foda-se. Gosto mesmo e pronto.
Nada como um belo decote para animar nossas vidas pacatas. Peitão enorme não faz meu tipo. Claro, uma vez ou outra vc se depara com um desses e se deslumbra. Mas o bom é aquele um pouquinho maior do que a média, mas que não chega a ser exagerado. É porque esses mantêm a consistência, o “pique”. A gravidade demora um pouco mais para agir, sabe como é, né?
Muito pequenos não dão o ar lúdico que todo par de seios deve ter. O balançar gostoso e singelo durante o caminhar... ou, ainda (delírio) durante aquela corridinha para atravessar a rua.
Deve gostar de beber, pq mulher que não bebe enche muito o saco. Não tô dizendo pra cair de bêbada direto, mas sim saber apreciar a magia existente numa mesa de bar. Ou ainda num vinhozinho saboroso a dois.
Tem de ter amigas e amigos. Sem distinção. Pq eu tenho amigos e amigas e deles jamais desistirei. Deve ter a capacidade de dizer “vou beber c/ meus amigos hj” e de ouvir a mesma coisa.
Gostar da balada é fundamental. Mas também o é saber parar quando devido. Tem dias que só um sofá, uma pipoquinha e uma “Tela Quente” te salvam.
Pode gostar de qualquer tipo de música, desde que não queira impor seu gosto a mim, nem invoque c/ a salada que faço.
Tem que ter olhos singelos e sinceros. Tem que ter uma alma sincera. Deve ser verdadeira, honesta, correta. E, o mais importante, deve ter o bem no coração, acima de tudo.
Se você acha que se encaixa ou que pode se encaixar, apareça. Estamos em fase de negociações e tudo pode ser conversado. Ofereço amor, carinho, afeto, compreensão, massagens estratégicas e alguns orgasmos ao longo do tempo, se tudo correr bem.
Muito obrigado.
Em primeiríssimo lugar, tem de ser mulher. Nada contra os homens (até tenho vários amigos desta espécie), mas seios são fundamentais, bem como pernas alongadas e depiladas, bundas e sorrisos fofos.
Na seqüência, gostaria que fosse loira. De pele mais clara pelo menos, daquelas que deixam deliciosas marcas de biquíni. Gosto de morenas, ruivas, negras... enfim, gosto de mulher. E, obviamente, jamais recusaria nenhum tipo. Mas tenho a minha predileção, dá licença? E é da minha musa que estou correndo atrás.
O cabelo pode ser curto ou comprido... nisso não tenho muita opinião não... depende do rosto, cada um combina melhor com cada estilo.
Na altura, 1,70 é o ideal. Não sou muito alto, sabe como é... Tudo bem que se perder no meio de alongadas pernas é ótimo, bem como trazer pra perto de si, em seu aconchego, as mais pequerruchas. Mas, como eu disse, 1,70 é o meu número.
É imprescindível que seja inteligente. Que leia um jornal, nem que seja do dia anterior. E nem precisa ser o jornal mesmo, Internet tá valendo. Tem que saber das coisas, o que se passa no mundo... as estréias do cinema da semana, pelo menos. Se tem algo que me enerva é mulher burra. Já disse aqui, o ideal é o equilíbrio: muita bunda e pouco cérebro não salvam ninguém. Tem que ter dos dois. Mas, se tiver mais cérebro do que bunda eu encaro. Só bunda, nem fodendo. Aliás, nem pra foder.
Já que o assunto caiu pra sacanagem, falemos então de bundas. Tem que ter, nem que seja pequena. Aliás, se for muito grande vai me lembrar dançarina de axé e aí ferrou. Não vai rolar. Fico com a bunda média, a “romântica”, como diz meu pai. Aquela que é pequena, mas é encurvada, um tanto saliente... delícia! O que importa mesmo é não ser gigante, nem involuída, daquelas “pra dentro”, sabe?
Deixando a preferência nacional de lado, subamos um pouco e deixemos rolar a influência gringa: Peitos! Ah, que maravilha. Se isso for sinal de dominação cultural americana, foda-se. Gosto mesmo e pronto.
Nada como um belo decote para animar nossas vidas pacatas. Peitão enorme não faz meu tipo. Claro, uma vez ou outra vc se depara com um desses e se deslumbra. Mas o bom é aquele um pouquinho maior do que a média, mas que não chega a ser exagerado. É porque esses mantêm a consistência, o “pique”. A gravidade demora um pouco mais para agir, sabe como é, né?
Muito pequenos não dão o ar lúdico que todo par de seios deve ter. O balançar gostoso e singelo durante o caminhar... ou, ainda (delírio) durante aquela corridinha para atravessar a rua.
Deve gostar de beber, pq mulher que não bebe enche muito o saco. Não tô dizendo pra cair de bêbada direto, mas sim saber apreciar a magia existente numa mesa de bar. Ou ainda num vinhozinho saboroso a dois.
Tem de ter amigas e amigos. Sem distinção. Pq eu tenho amigos e amigas e deles jamais desistirei. Deve ter a capacidade de dizer “vou beber c/ meus amigos hj” e de ouvir a mesma coisa.
Gostar da balada é fundamental. Mas também o é saber parar quando devido. Tem dias que só um sofá, uma pipoquinha e uma “Tela Quente” te salvam.
Pode gostar de qualquer tipo de música, desde que não queira impor seu gosto a mim, nem invoque c/ a salada que faço.
Tem que ter olhos singelos e sinceros. Tem que ter uma alma sincera. Deve ser verdadeira, honesta, correta. E, o mais importante, deve ter o bem no coração, acima de tudo.
Se você acha que se encaixa ou que pode se encaixar, apareça. Estamos em fase de negociações e tudo pode ser conversado. Ofereço amor, carinho, afeto, compreensão, massagens estratégicas e alguns orgasmos ao longo do tempo, se tudo correr bem.
Muito obrigado.
Acrescentando à lista - UPDATE!!
E não é que a lista creceu?
Várias sugestões e lembranças... então vão aí mais algumas perguntas que não querem calar:
- Que time é teu?
- Em buraco de anta, tatu caminha dentro?
- Paca tatu, cutia não?
- E a mãe? Tá boa?
- E na bunada, não vai dinha?
- Jacaré no seco anda?
- Vc é pobre, rico, ou dá pra viver?
- Vc conhece o negão que tem posto aí atrás?
- Conhece o Mário?
- Sabe quem é o Seu Cuca?
E, pra terminar, sejamos poéticos:
- Ora direis, ouvir estrelas?
E não é que a lista creceu?
Várias sugestões e lembranças... então vão aí mais algumas perguntas que não querem calar:
- Que time é teu?
- Em buraco de anta, tatu caminha dentro?
- Paca tatu, cutia não?
- E a mãe? Tá boa?
- E na bunada, não vai dinha?
- Jacaré no seco anda?
- Vc é pobre, rico, ou dá pra viver?
- Vc conhece o negão que tem posto aí atrás?
- Conhece o Mário?
- Sabe quem é o Seu Cuca?
E, pra terminar, sejamos poéticos:
- Ora direis, ouvir estrelas?
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