Edição
Post removido para o local em que ele realmente deveria estar: aqui
sexta-feira, julho 25, 2003
quinta-feira, julho 24, 2003
Vai!!!
O que não se pode aceitar é o marasmo, a mesmice. Nada faz mais mal à saúde do que a enrolação, o vai-não-vai.
Atitude é o que interessa. Tomar as rédeas da própria vida e assumir que os desafios são muitos, mas que há solução para todos eles, mesmo que esta solução seja virar as costas e sair andando. Chega um ponto em que você não tem mais nada a perder. Tem que enfiar o pé mesmo, cair de cabeça.
Pense no que pode ser feito de diferente. Mas pense com vontade mesmo. Aí perceberá que há alternativas. Sempre existem opções.
Você acorda todos os dias e pensa: “Que bosta, vou ter de trabalhar naquela merda de lugar de novo!”.
Tá ruim, meu filho? Então sai!!
Quando é hora de ir pra faculdade você indaga: “Que diabos eu estou fazendo indo praquele lugar??”
Então não vai!!
Aí, vocês dirão: “Ah, é fácil falar...”. Sim, é muito fácil. E fazer é tão fácil quanto! Depende da vontade. O problema maior é que somos todos, em maior ou menor medida, acomodados. Não queremos nunca passar por atropelos, sobressaltos e complicações.
Se você trabalha numa multinacional mega-fodona e tá de saco cheio, poderia muito bem vender coco na praia. Mas ninguém quer perder o apartamento, o carro, o cineminha, os cds e tudo mais.
Mexa-se!! Agilize a mudança. Mude a forma de pensar, de agir, de falar com as pessoas. Seja alguém diferente, seja quem você quer realmente ser.
Ame-se!! Goste de você mesmo. Se ache o melhor, a última bolacha do pacote mesmo. Dê valor para quem você é, para as razões que te construíram no longo trajeto de sua vida. Se você não gostar de si mesmo, ninguém vai gostar!!
Proteja-se! Escolha bem seus caminhos e companhias. Você deve fazer de quem te acompanha teu exército, pessoas em quem você irá confiar no dia mais claro e na noite mais densa.
Somos aquilo que escolhemos ser. Livre Arbítrio. Lembram dessa história?
O que não se pode aceitar é o marasmo, a mesmice. Nada faz mais mal à saúde do que a enrolação, o vai-não-vai.
Atitude é o que interessa. Tomar as rédeas da própria vida e assumir que os desafios são muitos, mas que há solução para todos eles, mesmo que esta solução seja virar as costas e sair andando. Chega um ponto em que você não tem mais nada a perder. Tem que enfiar o pé mesmo, cair de cabeça.
Pense no que pode ser feito de diferente. Mas pense com vontade mesmo. Aí perceberá que há alternativas. Sempre existem opções.
Você acorda todos os dias e pensa: “Que bosta, vou ter de trabalhar naquela merda de lugar de novo!”.
Tá ruim, meu filho? Então sai!!
Quando é hora de ir pra faculdade você indaga: “Que diabos eu estou fazendo indo praquele lugar??”
Então não vai!!
Aí, vocês dirão: “Ah, é fácil falar...”. Sim, é muito fácil. E fazer é tão fácil quanto! Depende da vontade. O problema maior é que somos todos, em maior ou menor medida, acomodados. Não queremos nunca passar por atropelos, sobressaltos e complicações.
Se você trabalha numa multinacional mega-fodona e tá de saco cheio, poderia muito bem vender coco na praia. Mas ninguém quer perder o apartamento, o carro, o cineminha, os cds e tudo mais.
Mexa-se!! Agilize a mudança. Mude a forma de pensar, de agir, de falar com as pessoas. Seja alguém diferente, seja quem você quer realmente ser.
Ame-se!! Goste de você mesmo. Se ache o melhor, a última bolacha do pacote mesmo. Dê valor para quem você é, para as razões que te construíram no longo trajeto de sua vida. Se você não gostar de si mesmo, ninguém vai gostar!!
Proteja-se! Escolha bem seus caminhos e companhias. Você deve fazer de quem te acompanha teu exército, pessoas em quem você irá confiar no dia mais claro e na noite mais densa.
Somos aquilo que escolhemos ser. Livre Arbítrio. Lembram dessa história?
Comments SUCKS!
Ô galera, mal aí... esse sistema de comentários tá bizarro. Não tá funcionando direito mesmo. Como eu sei que vcs adoram comentar (e eu adoro que vcs comentem), peço encarecidamente que vcs tentem algumas vezes antes de desistir.
Ou, mandem as opiniões de vcs por e-mail. Tem um link ali em cima. Eu dou um jeito de publicar os comentários depois.
Valeu!
Ô galera, mal aí... esse sistema de comentários tá bizarro. Não tá funcionando direito mesmo. Como eu sei que vcs adoram comentar (e eu adoro que vcs comentem), peço encarecidamente que vcs tentem algumas vezes antes de desistir.
Ou, mandem as opiniões de vcs por e-mail. Tem um link ali em cima. Eu dou um jeito de publicar os comentários depois.
Valeu!
quarta-feira, julho 23, 2003
Quero saber!
Sou só eu ou todos os outros homens acham a Leandra Leal, que tá na foto aí embaixo, muito gata?
Assim, ela não é bonitona e tal. Mas ela tem aquele famoso jeitinho.
Como assim? Vc não sabe o que é o jeitinho??
Pô, se vc é homem mesmo vc sabe, vai... É aquele jeito de sorrir, de colocar o cabelo atrás da orelha, de dizer "oi", de te olhar nos olhos... essas coisas simples que algumas garotas têm. É aquele algo a mais que deixa uma menina que nem é tãaaaao bonita assim, irresistível aos seus olhos.
Sério, nesse filme aí que comentei tem a Luana Piovani, um arraso de mulher. Mas que, obviamente, está num padrão tão superior, que nem conta - a não ser para fins meramente masturbatórios. É aquela velha história das mulheres de verdade e das mulheres da mídia.
Leandra Leal é uma mulher de verdade. Luana Piovani é uma mulher da mídia. Exemplos claros e diretos.
Preciso conhecer uma outra mulher com jeitinho. Pq até onde eu sei a Leandra Leal mora no Rio e aí é foda, tem a ponte aérea e tal... e de busão também é uma grana....
;-)
Sou só eu ou todos os outros homens acham a Leandra Leal, que tá na foto aí embaixo, muito gata?
Assim, ela não é bonitona e tal. Mas ela tem aquele famoso jeitinho.
Como assim? Vc não sabe o que é o jeitinho??
Pô, se vc é homem mesmo vc sabe, vai... É aquele jeito de sorrir, de colocar o cabelo atrás da orelha, de dizer "oi", de te olhar nos olhos... essas coisas simples que algumas garotas têm. É aquele algo a mais que deixa uma menina que nem é tãaaaao bonita assim, irresistível aos seus olhos.
Sério, nesse filme aí que comentei tem a Luana Piovani, um arraso de mulher. Mas que, obviamente, está num padrão tão superior, que nem conta - a não ser para fins meramente masturbatórios. É aquela velha história das mulheres de verdade e das mulheres da mídia.
Leandra Leal é uma mulher de verdade. Luana Piovani é uma mulher da mídia. Exemplos claros e diretos.
Preciso conhecer uma outra mulher com jeitinho. Pq até onde eu sei a Leandra Leal mora no Rio e aí é foda, tem a ponte aérea e tal... e de busão também é uma grana....
;-)
terça-feira, julho 22, 2003
Crítica do Dia

O Homem que Copiava
Direção: Jorge Furtado
Copiando sim, mas com originalidade, graça e estilo
O cinema brasileiro vive um período de intensa produção. Depois do arrebatador sucesso de “Cidade de Deus”, vieram outras películas de qualidade inegável, como “Madame Satã” e “Carandiru”. Todas elas fugindo daquele estigma que pairou durante anos sobre o cinema nacional, de mostrar só a miséria e os problemas do nordeste do País, e se voltando para narrativas mais urbanas e que utilizavam as mais modernas técnicas da produção mundial.
O destaque mais recente desta nova onda é “O Homem que Copiava”, do diretor Jorge Furtado. Ambientado em Porto Alegre, o filme mostra a vida de André (interpretado magistralmente por Lázaro Ramos), um jovem pobre que trabalha em uma papelaria, fazendo fotocópias das mais diversas coisas e que coloca sua mente ávida em ritmo industrial de produção quando chega em casa e começa a desenhar.
Inteligente, esperto e sonhador, o protagonista se apaixona por Sílvia, vivida pela bela atriz Leandra Leal, apenas observando a garota com seu binóculo, todas as noites. Depois de conseguir conhecê-la, seu objetivo passa a ser tirá-los da mesmice de suas vidas. Para isso, André imagina um plano que garanta ao casal aquilo de que mais necessitam: dinheiro. Nesse imbróglio, surgem também Marinês e Cardoso – em boas atuações de Luana Piovani e Pedro Cardoso – para deixar tudo ainda mais confuso.
A grande virtude do filme é o seu roteiro muito bem amarrado, que conduz o espectador por toda a trama, de forma a causar um sentimento de identificação e empatia muito grande, mesmo em situações um tanto quanto exageradas. Além disso, a qualidade técnica da produção salta aos olhos e enche os ouvidos, especialmente quando lembramos de como era o cinema nacional alguns poucos anos atrás.
“O Homem que Copiava” é um belíssimo exemplo de como é possível fazer um filme sensível, engraçado e que tem apelo às massas – por meio da temática facilmente reconhecível. Mas tudo isso sem cair na mesmice e muito menos na apelação.
O Homem que Copiava
Direção: Jorge Furtado
Copiando sim, mas com originalidade, graça e estilo
O cinema brasileiro vive um período de intensa produção. Depois do arrebatador sucesso de “Cidade de Deus”, vieram outras películas de qualidade inegável, como “Madame Satã” e “Carandiru”. Todas elas fugindo daquele estigma que pairou durante anos sobre o cinema nacional, de mostrar só a miséria e os problemas do nordeste do País, e se voltando para narrativas mais urbanas e que utilizavam as mais modernas técnicas da produção mundial.
O destaque mais recente desta nova onda é “O Homem que Copiava”, do diretor Jorge Furtado. Ambientado em Porto Alegre, o filme mostra a vida de André (interpretado magistralmente por Lázaro Ramos), um jovem pobre que trabalha em uma papelaria, fazendo fotocópias das mais diversas coisas e que coloca sua mente ávida em ritmo industrial de produção quando chega em casa e começa a desenhar.
Inteligente, esperto e sonhador, o protagonista se apaixona por Sílvia, vivida pela bela atriz Leandra Leal, apenas observando a garota com seu binóculo, todas as noites. Depois de conseguir conhecê-la, seu objetivo passa a ser tirá-los da mesmice de suas vidas. Para isso, André imagina um plano que garanta ao casal aquilo de que mais necessitam: dinheiro. Nesse imbróglio, surgem também Marinês e Cardoso – em boas atuações de Luana Piovani e Pedro Cardoso – para deixar tudo ainda mais confuso.
A grande virtude do filme é o seu roteiro muito bem amarrado, que conduz o espectador por toda a trama, de forma a causar um sentimento de identificação e empatia muito grande, mesmo em situações um tanto quanto exageradas. Além disso, a qualidade técnica da produção salta aos olhos e enche os ouvidos, especialmente quando lembramos de como era o cinema nacional alguns poucos anos atrás.
“O Homem que Copiava” é um belíssimo exemplo de como é possível fazer um filme sensível, engraçado e que tem apelo às massas – por meio da temática facilmente reconhecível. Mas tudo isso sem cair na mesmice e muito menos na apelação.
segunda-feira, julho 21, 2003
domingo, julho 20, 2003
"Friends will be friends"
Apesar de a asa negra ainda estar sobrevoando, já consigo ver o sol brilhar. São pequenos fios de esperança, ainda finos, mas que reluzem de maneira impressionante.
E essa esperança não vem de outros que não de meus amigos. Quando você recebe uma ligação num sábado à noite dum cara que vive a um oceano de distância, que liga só pra dizer que não está aqui, que está com saudades mas que está contigo nessa hora complicada, você percebe que de repente a vida até pode valer um pouco a pena.
Outros também deram provas de carinho que me fizeram ficar vermelho e com um nó na garganta. As coisas surgem dos locais mais inesperados e é aí que mora a graça, a beleza e a verdade. O amor em sua forma mais pura e simples. Sem interesses outros que não o bem-estar de alguém com quem você se importa.
Obrigado a todos. Começo a nova semana com a certeza de que toda essa merda vai acabar muito mais cedo do que eu posso imaginar. Afinal de contas, o mundo tá virado de cabeça pra baixo mesmo. Até o Rubinho ganhou uma corrida! :-)
Apesar de a asa negra ainda estar sobrevoando, já consigo ver o sol brilhar. São pequenos fios de esperança, ainda finos, mas que reluzem de maneira impressionante.
E essa esperança não vem de outros que não de meus amigos. Quando você recebe uma ligação num sábado à noite dum cara que vive a um oceano de distância, que liga só pra dizer que não está aqui, que está com saudades mas que está contigo nessa hora complicada, você percebe que de repente a vida até pode valer um pouco a pena.
Outros também deram provas de carinho que me fizeram ficar vermelho e com um nó na garganta. As coisas surgem dos locais mais inesperados e é aí que mora a graça, a beleza e a verdade. O amor em sua forma mais pura e simples. Sem interesses outros que não o bem-estar de alguém com quem você se importa.
Obrigado a todos. Começo a nova semana com a certeza de que toda essa merda vai acabar muito mais cedo do que eu posso imaginar. Afinal de contas, o mundo tá virado de cabeça pra baixo mesmo. Até o Rubinho ganhou uma corrida! :-)
sábado, julho 19, 2003
Time and time again
O silêncio imperava no salão de vidro. Lá fora, só a noite testemunhava a solidão que o assolava. Ele observava ao longe as árvores que balançavam ao vento e imaginava dias de um futuro passado. Quando o que poderia ter sido acontecia sem nenhuma interferência.
Mas ali, naquele momento em que sua mente retornava das divagações, percebia que havia mais na linha do tempo do que era possível a ele conceber. A consciência da própria mortalidade o assutou. Era a primeira vez que assistia àquele espetáculo, que ao mesmo tempo que era belíssimo, era angustiante. Não havia escapatória da cruel realidade.
Ele estava sozinho. E isso doía. Era como se vivesse sempre no olho da tempestade, onde o nada possuía uma profundidade incomensurável e tudo ao seu redor movia-se numa velocidade espantosa.
O tempo não parava e ele já sentia os anseios da idade baterem à sua porta. Era hora da decisão. Não havia mais escapatória.
Correu e se lançou na escuridão. E ao longe viu o farol que o conduziria pelo resto da vida.
O silêncio imperava no salão de vidro. Lá fora, só a noite testemunhava a solidão que o assolava. Ele observava ao longe as árvores que balançavam ao vento e imaginava dias de um futuro passado. Quando o que poderia ter sido acontecia sem nenhuma interferência.
Mas ali, naquele momento em que sua mente retornava das divagações, percebia que havia mais na linha do tempo do que era possível a ele conceber. A consciência da própria mortalidade o assutou. Era a primeira vez que assistia àquele espetáculo, que ao mesmo tempo que era belíssimo, era angustiante. Não havia escapatória da cruel realidade.
Ele estava sozinho. E isso doía. Era como se vivesse sempre no olho da tempestade, onde o nada possuía uma profundidade incomensurável e tudo ao seu redor movia-se numa velocidade espantosa.
O tempo não parava e ele já sentia os anseios da idade baterem à sua porta. Era hora da decisão. Não havia mais escapatória.
Correu e se lançou na escuridão. E ao longe viu o farol que o conduziria pelo resto da vida.
quinta-feira, julho 17, 2003
"How many roads must a man walk?"
É algo estranho de se pensar, mas é verdade. As pessoas só se mexem, só tomam atitudes, diante dos problemas. Se tudo estivesse sempre bom, em pouco tempo você ficaria estagnado e morreria, deixaria de viver verdadeiramente.
E nos momentos mais complicados é quando você percebe que de fato você é bem mais forte do que toda a correnteza de maldade que não cessa sua força no ataque. Pensar que "Sim, eu posso" é algo único, uma sensação indescritível. Sentir que o monstro do outro lado está tiubeando... Você ainda não venceu a guerra, mas sabe que pode, que a energia para tanto está em você. Em você e em mais ninguém.
E quem te forjou foi o conflito e a dor. Não foi um caminho fácil, mas você o percorreu de cabeça erguida, sem se vender às inúmeras tentações que te foram apresentadas. Tua couraça é dura, mas teu coração é nobre e está aberto ao que o amanhã trará. A aventura do está por vir o excita, pois em seu íntimo sente que mesmo demorando, a vitória será sua. Sente-se ainda como um menino, mas já tornou-se há muito um homem.
É algo estranho de se pensar, mas é verdade. As pessoas só se mexem, só tomam atitudes, diante dos problemas. Se tudo estivesse sempre bom, em pouco tempo você ficaria estagnado e morreria, deixaria de viver verdadeiramente.
E nos momentos mais complicados é quando você percebe que de fato você é bem mais forte do que toda a correnteza de maldade que não cessa sua força no ataque. Pensar que "Sim, eu posso" é algo único, uma sensação indescritível. Sentir que o monstro do outro lado está tiubeando... Você ainda não venceu a guerra, mas sabe que pode, que a energia para tanto está em você. Em você e em mais ninguém.
E quem te forjou foi o conflito e a dor. Não foi um caminho fácil, mas você o percorreu de cabeça erguida, sem se vender às inúmeras tentações que te foram apresentadas. Tua couraça é dura, mas teu coração é nobre e está aberto ao que o amanhã trará. A aventura do está por vir o excita, pois em seu íntimo sente que mesmo demorando, a vitória será sua. Sente-se ainda como um menino, mas já tornou-se há muito um homem.
quarta-feira, julho 16, 2003
O Sol tem de brilhar

Tô com essa música na cabeça desde que acordei.
Millennium Sun
Angra
An eagle breaks the silence
And overflies the field
My eyes will try to follow
Till it vanishes away
Like candles in the darkness
We fight against the wind
Devotion to your idols
Soon will overthrow the king
Out of order
Taming borders
Tearing down the fences
On and on and after all
The century has gone
Racism jumble
Turbulence
My eyes believe we have gone to the end
Ordinary Earth
Sailing throught the space
Population alienation
Losing all affection
Calling on to heaven's hope
To watch for my protection
Out of luck
Potential stuck
Remote controlled
By the T.V. again
Carries human souls
Lead us the journey of our fate
So come millennium sun
Won't you show us the way
Future's begun
So words from my mouth come
Whispering for your return
Pictures a sunset on the lake
Mirrors of crystal your portrait
Walking on this field while I wait
So come millennium sun
Won't you show us the way
Future's begun
So words come from my mouth
Whispering for your return
Show us the future's began
Burning millennium sun
Tô com essa música na cabeça desde que acordei.
Millennium Sun
Angra
An eagle breaks the silence
And overflies the field
My eyes will try to follow
Till it vanishes away
Like candles in the darkness
We fight against the wind
Devotion to your idols
Soon will overthrow the king
Out of order
Taming borders
Tearing down the fences
On and on and after all
The century has gone
Racism jumble
Turbulence
My eyes believe we have gone to the end
Ordinary Earth
Sailing throught the space
Population alienation
Losing all affection
Calling on to heaven's hope
To watch for my protection
Out of luck
Potential stuck
Remote controlled
By the T.V. again
Carries human souls
Lead us the journey of our fate
So come millennium sun
Won't you show us the way
Future's begun
So words from my mouth come
Whispering for your return
Pictures a sunset on the lake
Mirrors of crystal your portrait
Walking on this field while I wait
So come millennium sun
Won't you show us the way
Future's begun
So words come from my mouth
Whispering for your return
Show us the future's began
Burning millennium sun
terça-feira, julho 15, 2003
domingo, julho 13, 2003
"In the darkest night"
Esta semana não teve "post de final de semana" por motivos óbvios. É final de semana e cá estou escrevendo. Só que hoje não tem poesia, conto, crônica e nem crítica.
Hoje não tem história bonita, pensamento profundo e nem nada. Hoje só tem revolta, raiva e tristeza. Pq a vida está dificílima e o mundo é um lugar feio e injusto, no qual quem é honesto e trabalhador nunca se dá bem. Quem tenta criar seus filhos de forma séria e tendo por norte apenas a vontade de colocar a cabeça no travesseiro a noite e dormir tranquilo não chega a porra de lugar algum.
Hoje não tem comentário sobre livro interesssante e nem sobre cinema, hoje só tem aquele sentimento amargo da impossibilidade, das mãos amarradas e da falta de perspectivas. Pois nessa terra de filha da puta onde a maior parte de nós vive, só quem é dito "esperto" consegue alguma coisa. Pq por aqui todos querem se dar bem e quem é justo e segue sua vida no caminho do bem, só consegue tapinhas nas costas bem humorados e pés na bunda bem dados, quando menos se espera.
Vivendo numa época tão escura, não consigo ficar sem me perguntar de que adianta ter talento, vontade, persistência... já que no fim das contas o que vale mesmo é se você tá "levando bola" ou não.
Indago-me a respeito de mim mesmo. Dum suposto talento para ler, escrever e falar. Onde diabos isso vai acabar me levando??? Lugar nenhum, se eu quiser ser o bom menino que meus pais me criaram pra ser.
Então foda-se.
É incrível como problemas grandes passam a ser ridiculamente pequenos, de uma hora para outra, na medida em que coisas realmente sérias aparecem. E se antes do dia raiar, sempre é mais escuro, então tá na hora do sol brilhar mais que nunca, pois de escuridão já estamos bem cheios por aqui.
Esta semana não teve "post de final de semana" por motivos óbvios. É final de semana e cá estou escrevendo. Só que hoje não tem poesia, conto, crônica e nem crítica.
Hoje não tem história bonita, pensamento profundo e nem nada. Hoje só tem revolta, raiva e tristeza. Pq a vida está dificílima e o mundo é um lugar feio e injusto, no qual quem é honesto e trabalhador nunca se dá bem. Quem tenta criar seus filhos de forma séria e tendo por norte apenas a vontade de colocar a cabeça no travesseiro a noite e dormir tranquilo não chega a porra de lugar algum.
Hoje não tem comentário sobre livro interesssante e nem sobre cinema, hoje só tem aquele sentimento amargo da impossibilidade, das mãos amarradas e da falta de perspectivas. Pois nessa terra de filha da puta onde a maior parte de nós vive, só quem é dito "esperto" consegue alguma coisa. Pq por aqui todos querem se dar bem e quem é justo e segue sua vida no caminho do bem, só consegue tapinhas nas costas bem humorados e pés na bunda bem dados, quando menos se espera.
Vivendo numa época tão escura, não consigo ficar sem me perguntar de que adianta ter talento, vontade, persistência... já que no fim das contas o que vale mesmo é se você tá "levando bola" ou não.
Indago-me a respeito de mim mesmo. Dum suposto talento para ler, escrever e falar. Onde diabos isso vai acabar me levando??? Lugar nenhum, se eu quiser ser o bom menino que meus pais me criaram pra ser.
Então foda-se.
É incrível como problemas grandes passam a ser ridiculamente pequenos, de uma hora para outra, na medida em que coisas realmente sérias aparecem. E se antes do dia raiar, sempre é mais escuro, então tá na hora do sol brilhar mais que nunca, pois de escuridão já estamos bem cheios por aqui.
quinta-feira, julho 10, 2003
Redemoinho
Como o hoje e os amanhãs não estão trazendo algo que me faça suar frio, ter os batimentos acelerados nem nada do tipo, tô quase chutando o balde e voltando no tempo, pedindo arrego mais uma vez... estragando a vida de outra pessoa de novo.
Pensando bem, é uma fraqueza enorme. Toda vez que a corda aperta mais forte no pescoço eu tento correr atrás de um porto que nem é mais tão seguro assim. Pelo menos não na realidade. Mas nos meus sonhos... é onde eu sempre terei guarita.
Estou (de novo) confundindo o que eu quero que aconteça com o que de fato está ocorrendo. Isso não é nada bom... Mas o caminho é tão solitário que as vozes dentro da minha mente, que eu aprendi a deixar em volumes baixos, se aproveitam do eco causado por ninguém estar por perto e cresçem, cresçem, cresçem...
Não há caminhos fáceis... não há saídas prontas. Ao mesmo tempo que pontes são construídas, estradas são devastadas, trilhas são escondidas. Por trás de uma capa de alegria, mora um mundo inteiro de infelicidade.
Como o hoje e os amanhãs não estão trazendo algo que me faça suar frio, ter os batimentos acelerados nem nada do tipo, tô quase chutando o balde e voltando no tempo, pedindo arrego mais uma vez... estragando a vida de outra pessoa de novo.
Pensando bem, é uma fraqueza enorme. Toda vez que a corda aperta mais forte no pescoço eu tento correr atrás de um porto que nem é mais tão seguro assim. Pelo menos não na realidade. Mas nos meus sonhos... é onde eu sempre terei guarita.
Estou (de novo) confundindo o que eu quero que aconteça com o que de fato está ocorrendo. Isso não é nada bom... Mas o caminho é tão solitário que as vozes dentro da minha mente, que eu aprendi a deixar em volumes baixos, se aproveitam do eco causado por ninguém estar por perto e cresçem, cresçem, cresçem...
Não há caminhos fáceis... não há saídas prontas. Ao mesmo tempo que pontes são construídas, estradas são devastadas, trilhas são escondidas. Por trás de uma capa de alegria, mora um mundo inteiro de infelicidade.
quarta-feira, julho 09, 2003
Crítica do Dia
Faz tempo que não coloco crítica nenhuma aqui, né? Revirando meu baú de antiguidades, achei um pequeno texto que escrevi sobre um filme muito legal, sensível e tranquilo que vi faz um tempo... Procurem no vídeo que vale a pena.
DUAS VIDAS
(DISNEY'S THE KID)
Bom, quando você ficou sabendo desse filme deve ter pensado: "Bruce Willis e um pirralho... De novo? Esses caras não cansam não?"
Mas não é que acertaram de novo? O filme é bom, não é uma cópia de "Sexto Sentido" (aliás, passa bem longe disso) e mostra, definitivamente, que Willis é um ator completo, que sabe fazer Drama, Suspense, Ação e Comédia.
A história é a seguinte: Willis é um cara próximo de fazer 40 anos, bem sucedido na carreira profissional, mas que no pessoal é uma droga. Aí, um belo dia, ele recebe a visita de seu eu mais jovem - um moleque de 8 anos - que chega para mudar tudo.
Tá, aí você vai dizer: "Fraquinho esse roteiro, hein?" É, não é dos mais fortes, eu admito. Mas quem teve infância vai se emocionar com certeza. As cenas do garoto se revoltando com seu eu futuro porque este não tem cachorro nem namorada são sensacionais. E quando Willis volta ao passado pra ajudar a si mesmo em uma briga de colégio, muitos certamente irão se identificar (afinal, quem nunca brigou na escola?).
Não é a maior obra que o cinema já produziu. Mas considere que é um filme Disney, e eles nunca abusam muito. Este aqui já é até meio forte demais para os padrões deles. É claro que podia ser melhor, mas do jeito que ficou, dá uma bela Sessão da Tarde. E, com tanta porcaria por aí, isto já é mais do que suficiente.
Faz tempo que não coloco crítica nenhuma aqui, né? Revirando meu baú de antiguidades, achei um pequeno texto que escrevi sobre um filme muito legal, sensível e tranquilo que vi faz um tempo... Procurem no vídeo que vale a pena.
DUAS VIDAS
(DISNEY'S THE KID)
Bom, quando você ficou sabendo desse filme deve ter pensado: "Bruce Willis e um pirralho... De novo? Esses caras não cansam não?"
Mas não é que acertaram de novo? O filme é bom, não é uma cópia de "Sexto Sentido" (aliás, passa bem longe disso) e mostra, definitivamente, que Willis é um ator completo, que sabe fazer Drama, Suspense, Ação e Comédia.
A história é a seguinte: Willis é um cara próximo de fazer 40 anos, bem sucedido na carreira profissional, mas que no pessoal é uma droga. Aí, um belo dia, ele recebe a visita de seu eu mais jovem - um moleque de 8 anos - que chega para mudar tudo.
Tá, aí você vai dizer: "Fraquinho esse roteiro, hein?" É, não é dos mais fortes, eu admito. Mas quem teve infância vai se emocionar com certeza. As cenas do garoto se revoltando com seu eu futuro porque este não tem cachorro nem namorada são sensacionais. E quando Willis volta ao passado pra ajudar a si mesmo em uma briga de colégio, muitos certamente irão se identificar (afinal, quem nunca brigou na escola?).
Não é a maior obra que o cinema já produziu. Mas considere que é um filme Disney, e eles nunca abusam muito. Este aqui já é até meio forte demais para os padrões deles. É claro que podia ser melhor, mas do jeito que ficou, dá uma bela Sessão da Tarde. E, com tanta porcaria por aí, isto já é mais do que suficiente.
segunda-feira, julho 07, 2003
A pergunta é...
Por que eu insisto?
Já foi dito da contradição que ela é o motor da História. Que sem uma necessidade a ser preenchida, o homem se estagnaria e acabaria morrendo.
Minha contradição dá-se na questão do tempo. Da mesma maneira em que viso sempre o futuro, projeto sem parar o que está por vir, prendo-me a uma idéia, a um sentimento que, na prática, há muito se foi. Mesmo sabendo que aquilo poucas vezes funcionou direito, a maldita idéia teima em povoar minha mente.
É um carro que dobra a esquina, um cabelo que passa esvoaçante, um cheiro que vez por outra permeia o ar ou ainda uma voz que penso ouvir ao fundo. E quando esses sentimentos surgem, o coração se sobressalta, a pressão aperta o peito e tudo gira, como num carrossel louco formado por dragões em fúria.
Penso o que seria de mim se não houvesse a briga intensa entre passado e futuro a me incomodar. E mais, não estaria eu deixando o presente de lado (como muitas e muitas vezes já fiz) vivendo de sonhos do que passou e de esperanças no que pode ser?
Não há como responder no momento. Só o tempo (este imponderável), irá dizer.
Por que eu insisto?
Já foi dito da contradição que ela é o motor da História. Que sem uma necessidade a ser preenchida, o homem se estagnaria e acabaria morrendo.
Minha contradição dá-se na questão do tempo. Da mesma maneira em que viso sempre o futuro, projeto sem parar o que está por vir, prendo-me a uma idéia, a um sentimento que, na prática, há muito se foi. Mesmo sabendo que aquilo poucas vezes funcionou direito, a maldita idéia teima em povoar minha mente.
É um carro que dobra a esquina, um cabelo que passa esvoaçante, um cheiro que vez por outra permeia o ar ou ainda uma voz que penso ouvir ao fundo. E quando esses sentimentos surgem, o coração se sobressalta, a pressão aperta o peito e tudo gira, como num carrossel louco formado por dragões em fúria.
Penso o que seria de mim se não houvesse a briga intensa entre passado e futuro a me incomodar. E mais, não estaria eu deixando o presente de lado (como muitas e muitas vezes já fiz) vivendo de sonhos do que passou e de esperanças no que pode ser?
Não há como responder no momento. Só o tempo (este imponderável), irá dizer.
sexta-feira, julho 04, 2003
That 80's show
Sou um fã incontesto da dita "década perdida". Gosto das músicas, da cultura pop que se formou naquela época, da maneira que as coisas aconteciam...
Thundercats, He-Man, Gi Joe, Transformers. O que seria da minha vida sem esses saudosos personagens? Bom, talvez tivesse sido uma infância melhor, com menos televisão e mais brincadeiras de rua. Porém, acho que ter crescido da forma como cresci me ajudou muito e definiu o caminho que escolhi para minha vida. Se não fosse tão ligado em mídias, cultura pop em geral, música e literatura, nunca teria me tornado jornalista. Apesar de não estar totalmente feliz com meu emprego, num contexto maior sou muito feliz. Afinal de contas não são muitas as pessoas que podem dizer que se sustentam lendo e escrevendo (que, em última instância, é o que eu faço).
Nunca pensei em ser outra coisa na vida que não jornalista. A não ser é claro quando era bem pequeno e falava que ia ser "cientista" ou "astronauta". As palavras é que definiram toda a minha existência, desde o momento em que tenho consciência dela. Aprendi a ler sozinho com três anos de idade, de tanta vontade que tinha de entrar nesse mundo das palavras. E coleciono gibi dos sete até hoje (aliás, nem tenho mais onde guardar tanta coisa).
Enfim, comecei falando dos anos 80, a década em que cresci e da qual guardo muitas lembranças - a maioria delas muito boas, mas acabei divagando (como já é de praxe). Mas como este é o já tradicional post de "Bom final de semana", deixo aqui uma música muito eighties, desejando a todos boas lembranças - lembranças ternas, aconchegantes e que te façam bem.
Fiquem com Whitesnake e "Here I go Again", do álbum "Saints and Sinners", de 1982. A banda tinha somente três dos maiores ícones do rock n' roll: David Coverdale arregaçando nos vocais, Jon Lord destríndo nos teclados e Ian Paice esmirilhando a batera. Como não poderia deixar de ser, o disco vendeu horrores e trazia além dessa maravilha cuja letra coloco logo abaixo, as clássicas "Crying in the Rain" e "Victim of Love".
Aqui vai e até semana que vem.
Whitesnake
Here I go Again
I don't know where I'm going
But, I sure know where I've been
Hanging on the promises
In songs of yesterday
An' I've made up my mind,
I ain't wasting no more time
But, here I go again
Here I go again
Tho' I keep searching for an answer,
I never seem to find what I'm looking for
Oh Lord, I pray
You give me strength to carry on,
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time
I'm just another heart in need of rescue,
Waiting on love's sweet charity
An' I'm gonna hold on
For the rest of my days,
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time
But, here I go again,
Here I go again,
Here I go again,
Here I go...
An' I've made up my mind,
I ain't wasting no more time
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time...
But, here I go again,
Here I go again,
Here I go again,
Here I go,
Here I go again...
Sou um fã incontesto da dita "década perdida". Gosto das músicas, da cultura pop que se formou naquela época, da maneira que as coisas aconteciam...
Thundercats, He-Man, Gi Joe, Transformers. O que seria da minha vida sem esses saudosos personagens? Bom, talvez tivesse sido uma infância melhor, com menos televisão e mais brincadeiras de rua. Porém, acho que ter crescido da forma como cresci me ajudou muito e definiu o caminho que escolhi para minha vida. Se não fosse tão ligado em mídias, cultura pop em geral, música e literatura, nunca teria me tornado jornalista. Apesar de não estar totalmente feliz com meu emprego, num contexto maior sou muito feliz. Afinal de contas não são muitas as pessoas que podem dizer que se sustentam lendo e escrevendo (que, em última instância, é o que eu faço).
Nunca pensei em ser outra coisa na vida que não jornalista. A não ser é claro quando era bem pequeno e falava que ia ser "cientista" ou "astronauta". As palavras é que definiram toda a minha existência, desde o momento em que tenho consciência dela. Aprendi a ler sozinho com três anos de idade, de tanta vontade que tinha de entrar nesse mundo das palavras. E coleciono gibi dos sete até hoje (aliás, nem tenho mais onde guardar tanta coisa).
Enfim, comecei falando dos anos 80, a década em que cresci e da qual guardo muitas lembranças - a maioria delas muito boas, mas acabei divagando (como já é de praxe). Mas como este é o já tradicional post de "Bom final de semana", deixo aqui uma música muito eighties, desejando a todos boas lembranças - lembranças ternas, aconchegantes e que te façam bem.
Fiquem com Whitesnake e "Here I go Again", do álbum "Saints and Sinners", de 1982. A banda tinha somente três dos maiores ícones do rock n' roll: David Coverdale arregaçando nos vocais, Jon Lord destríndo nos teclados e Ian Paice esmirilhando a batera. Como não poderia deixar de ser, o disco vendeu horrores e trazia além dessa maravilha cuja letra coloco logo abaixo, as clássicas "Crying in the Rain" e "Victim of Love".
Aqui vai e até semana que vem.
Whitesnake
Here I go Again
I don't know where I'm going
But, I sure know where I've been
Hanging on the promises
In songs of yesterday
An' I've made up my mind,
I ain't wasting no more time
But, here I go again
Here I go again
Tho' I keep searching for an answer,
I never seem to find what I'm looking for
Oh Lord, I pray
You give me strength to carry on,
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time
I'm just another heart in need of rescue,
Waiting on love's sweet charity
An' I'm gonna hold on
For the rest of my days,
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time
But, here I go again,
Here I go again,
Here I go again,
Here I go...
An' I've made up my mind,
I ain't wasting no more time
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
'Cos I know what it means
To walk along the lonely street of dreams
An' here I go again on my own
Goin' down the only road I've ever known,
Like a driftter I was born to walk alone
An' I've made up my mind
I ain't wasting no more time...
But, here I go again,
Here I go again,
Here I go again,
Here I go,
Here I go again...
quarta-feira, julho 02, 2003
Piores de todos os tempos
Tô há algum tempo esquentando pra fazer umas listas de top 5 e vou começar agora, de baixo pra cima, Ou seja: do pior pro melhor. Seguem os 5 piores filmes que já vi em toda minha vida.
5 – Dominação
Esse aqui é muito ruim. É com a Winona Ryder e o Ben Chaplin. A mina descobre que o diabo (sim, ele mesmo. O carmulhão, o tranca-rua, sete flechas, o coisa-ruim, o demo, o fedido, etc, etc) está voltando por meio de uma conspiração (!!). Aí ela tenta impedir isso de acontecer convencendo um jornalista policial e todo certinho que ele é o centro desse imbróglio. Péssimo!! Roteiro com mais furos que um queijo suíço.
4 – Inesquecível
Bom, de Inesquecível, só o título. Ray Liotta estrela essa pérola do filme ruim. O cara tem sua mulher assassinada e, por grande conveniência da vida, ela era uma cientista que estava trabalhando com um soro retirado de cadáveres (Jesus, me proteja!!) que permite quando injetado em outras pessoas, que elas tenham as últimas memórias do morto. A premissa parece razoável? Não, não é. O filme é grotesco. Sorte que na época eu tinha namorada e “vi” o filme com ela.
3 – Spawn, o Soldado do Inferno
Esse aqui, realmente, ninguém merece. Tá bom, meus amigos quadrinheiros vão dizer que é a minha implicância com o Todd McFarlane (criador do personagem) falando mais alto aqui. Mas não é. A revista já não tinha pé nem cabeça. Mandaram pro filme é ficou mais ridículo ainda. É um videoclipe (mal feito) de mais de duas horas de duração. Trash, do trash do trash. Aquela capa feita por computador, só pra lembrar os desenhos (ridículos) do McFarlane é das piores coisas já idealizadas pela mente humana. Argh. Só de lembrar desse filme meu estômago vira.
2 – Godzilla
Então teve um puta hype em cima desse filme. Afinal de contas muita gente (eu inclusive) era fã dos velhos e clássicos trash movies japas, com o Godzilla, o Mech Godzilla, a Mothra e todos os outros bichos. Ok. Aí a gringaiada mistura isso com os franceses, cria uma mistura de Alien com um T-Rex e chama de Godzilla. Pô, o velho e bom God tinha um charme indiscutível. Mas aquilo não dava. Ainda tem o Mattew Brodderick pagando o micão de ficar ali. Não dá... a cena em que um táxi consegue sair rodando de dentro da boca do bicho resume toda a merda que saiu dali.
1 – A Reconquista
NADA É PIOR QUE ISSO!!! Esse é o campeão dos filmes péssimos. Sabe o John Travolta? Aquele dos “Embalos de Sábado à Noite” e “Grease”. Pois então... o homem teve um “revival” nos anos 90 com filmes do tipo de “Pulp Fiction” e “A Última Ameaça”. Aí ele se meteu com uns caras da cientologia, uma suposta religião fundada por um escritor de ficção científica, o L. Ron Hubbard. E noiou fortemente nisso. E decidiu fazer uma versão em filme da “obra-prima” do cara, um livro chamado Battlefield Earth. Juro, o Travolta é o vilão, ele tá com uns rastas tipo o que os irmãos fantasma usam no Matriz Reloaded e tem umas coisas enfiadas no nariz, pq ele é um alien e supostamente o ar da Terra mata ele.
Juro, é muito ruim mesmo. É abaixo de zero, abaixo de menos 40, pra ser mais exato. Assisti esse filme na sessão da meia-noite, num cinema lotadaço e na metade do filme, aproximadamente 60% das pessoas estava **dormindo**. Não é pra qquer um. Se um dia alguém aparecer c/ esse filme na sua casa, mate-o. Ninguém que te conhece minimamente faria uma maldade dessas à toa.
Tô há algum tempo esquentando pra fazer umas listas de top 5 e vou começar agora, de baixo pra cima, Ou seja: do pior pro melhor. Seguem os 5 piores filmes que já vi em toda minha vida.
5 – Dominação
Esse aqui é muito ruim. É com a Winona Ryder e o Ben Chaplin. A mina descobre que o diabo (sim, ele mesmo. O carmulhão, o tranca-rua, sete flechas, o coisa-ruim, o demo, o fedido, etc, etc) está voltando por meio de uma conspiração (!!). Aí ela tenta impedir isso de acontecer convencendo um jornalista policial e todo certinho que ele é o centro desse imbróglio. Péssimo!! Roteiro com mais furos que um queijo suíço.
4 – Inesquecível
Bom, de Inesquecível, só o título. Ray Liotta estrela essa pérola do filme ruim. O cara tem sua mulher assassinada e, por grande conveniência da vida, ela era uma cientista que estava trabalhando com um soro retirado de cadáveres (Jesus, me proteja!!) que permite quando injetado em outras pessoas, que elas tenham as últimas memórias do morto. A premissa parece razoável? Não, não é. O filme é grotesco. Sorte que na época eu tinha namorada e “vi” o filme com ela.
3 – Spawn, o Soldado do Inferno
Esse aqui, realmente, ninguém merece. Tá bom, meus amigos quadrinheiros vão dizer que é a minha implicância com o Todd McFarlane (criador do personagem) falando mais alto aqui. Mas não é. A revista já não tinha pé nem cabeça. Mandaram pro filme é ficou mais ridículo ainda. É um videoclipe (mal feito) de mais de duas horas de duração. Trash, do trash do trash. Aquela capa feita por computador, só pra lembrar os desenhos (ridículos) do McFarlane é das piores coisas já idealizadas pela mente humana. Argh. Só de lembrar desse filme meu estômago vira.
2 – Godzilla
Então teve um puta hype em cima desse filme. Afinal de contas muita gente (eu inclusive) era fã dos velhos e clássicos trash movies japas, com o Godzilla, o Mech Godzilla, a Mothra e todos os outros bichos. Ok. Aí a gringaiada mistura isso com os franceses, cria uma mistura de Alien com um T-Rex e chama de Godzilla. Pô, o velho e bom God tinha um charme indiscutível. Mas aquilo não dava. Ainda tem o Mattew Brodderick pagando o micão de ficar ali. Não dá... a cena em que um táxi consegue sair rodando de dentro da boca do bicho resume toda a merda que saiu dali.
1 – A Reconquista
NADA É PIOR QUE ISSO!!! Esse é o campeão dos filmes péssimos. Sabe o John Travolta? Aquele dos “Embalos de Sábado à Noite” e “Grease”. Pois então... o homem teve um “revival” nos anos 90 com filmes do tipo de “Pulp Fiction” e “A Última Ameaça”. Aí ele se meteu com uns caras da cientologia, uma suposta religião fundada por um escritor de ficção científica, o L. Ron Hubbard. E noiou fortemente nisso. E decidiu fazer uma versão em filme da “obra-prima” do cara, um livro chamado Battlefield Earth. Juro, o Travolta é o vilão, ele tá com uns rastas tipo o que os irmãos fantasma usam no Matriz Reloaded e tem umas coisas enfiadas no nariz, pq ele é um alien e supostamente o ar da Terra mata ele.
Juro, é muito ruim mesmo. É abaixo de zero, abaixo de menos 40, pra ser mais exato. Assisti esse filme na sessão da meia-noite, num cinema lotadaço e na metade do filme, aproximadamente 60% das pessoas estava **dormindo**. Não é pra qquer um. Se um dia alguém aparecer c/ esse filme na sua casa, mate-o. Ninguém que te conhece minimamente faria uma maldade dessas à toa.
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