Resoluções
Ano Novo é tempo de resoluções. A minha primeira é não deixar que um filho da puta qualquer me ponha pra baixo e faça com que eu me sinta um lixo.
Por isso, mais um post antes do ano acabar.
Segue minha lista de desejos. Não, melhor dizendo, de metas a serem cumpridas em 2004.
Vamos lá, são dez:
1 - Arrumar um novo emprego
2 - Ganhar bastante dinheiro no emprego novo
3 - Voltar a estudar
4 - Arrumar uma namorada (que seja gata e legal)
5 - Ficar em forma e jogar mais um JUCA!! (Hand rules!!)
6 - Continuar com pique de fazer baladas monstro com a galera
7 - Fazer mais um filme
8 - Não me afastar de ninguém que eu goste
9 - Ser menos anti-social
10 - Continuar tendo grandes amigos
terça-feira, dezembro 30, 2003
HATE
Eu ia fazer um balanço de final de ano. Um post longo, contando como foi difícil passar por 2003. Como pessoas muito queridas deixaram minha vida sem possibilidade de volta. Como percebi que eu não era tão forte quanto eu gosto de dizer. Como meus amigos me ajudaram a sair do buraco, como eu tive que crescer e ficar mais responsável ainda.
Ia ser legal, o texto (eu acredito) seria bonito, tocante.
Mas não escreverei mais.
Pois toda minha inspiração acabou no momento em que adentrei neste maldito escritório e o indivíduo que se acha meu chefe veio me achincalhar, humilhar, ameaçar, discutir sem a menor razão.
Só há espaço agora aqui para o ódio e a raiva.
Eu não guardo rancores. De tudo que eu passei na vida (e não foi pouco, acreditem), de uma ou duas pessoas no máximo eu de fato não gosto até hoje.
Quem me conhece sabe que sou sério, mas que sempre levo tudo numa boa. Sou agregador e pacífico por natureza. Cresci num colégio franciscano. Sabe aquela história do "onde houver ódio, que eu leve o amor"? Esse sou eu.
Mas tudo tem limites. A irritação que sinto agora é exacerbada. Não consigo nem descrever.
O cara me provoca, esperando que eu estoure. tudo para que eu saia daqui com uma mão na frente e outra atrás.
Só que não vai acontecer. Me segurei. Me seguraram também. O idiota erra e joga a culpa em mim. Quem pode aguentar isso??? Eu não.
Hoje, 30 de dezembro, é o último dia que trabalho neste local que hoje considero infecto. Maculado com a presença de um homem pequeno e negativo.
Vou embora sim, mas de cabeça erguida. Não mais o meu currículo será manchado por ter trabalhado com alguém tão baixo e vil.
Adeus.
Até 2004. E que lá as coisas sejam melhores.
Eu ia fazer um balanço de final de ano. Um post longo, contando como foi difícil passar por 2003. Como pessoas muito queridas deixaram minha vida sem possibilidade de volta. Como percebi que eu não era tão forte quanto eu gosto de dizer. Como meus amigos me ajudaram a sair do buraco, como eu tive que crescer e ficar mais responsável ainda.
Ia ser legal, o texto (eu acredito) seria bonito, tocante.
Mas não escreverei mais.
Pois toda minha inspiração acabou no momento em que adentrei neste maldito escritório e o indivíduo que se acha meu chefe veio me achincalhar, humilhar, ameaçar, discutir sem a menor razão.
Só há espaço agora aqui para o ódio e a raiva.
Eu não guardo rancores. De tudo que eu passei na vida (e não foi pouco, acreditem), de uma ou duas pessoas no máximo eu de fato não gosto até hoje.
Quem me conhece sabe que sou sério, mas que sempre levo tudo numa boa. Sou agregador e pacífico por natureza. Cresci num colégio franciscano. Sabe aquela história do "onde houver ódio, que eu leve o amor"? Esse sou eu.
Mas tudo tem limites. A irritação que sinto agora é exacerbada. Não consigo nem descrever.
O cara me provoca, esperando que eu estoure. tudo para que eu saia daqui com uma mão na frente e outra atrás.
Só que não vai acontecer. Me segurei. Me seguraram também. O idiota erra e joga a culpa em mim. Quem pode aguentar isso??? Eu não.
Hoje, 30 de dezembro, é o último dia que trabalho neste local que hoje considero infecto. Maculado com a presença de um homem pequeno e negativo.
Vou embora sim, mas de cabeça erguida. Não mais o meu currículo será manchado por ter trabalhado com alguém tão baixo e vil.
Adeus.
Até 2004. E que lá as coisas sejam melhores.
terça-feira, dezembro 23, 2003
segunda-feira, dezembro 22, 2003
"Out of the silent planet"
É estranho que tanto tempo já se passou. Que algumas coisas mudaram, mas outras permaneceram. E assim serão sempre. Que mesmo com a mordida dura da vida, existem coisas que estão além da barbárie e da falta de sentimentos. Há forças que conseguem quebrar as barreiras e suplantar a mesquinhez do mundo moderno.
Cada pessoa vive como se fosse um planeta. Dentro dela, populações inteiras se juntam, guerreiam e se desenvolvem. Mas um planeta tem satélites e faz parte de um sistema. Aí entram as outras pessoas-planeta, e juntos dão existência aos sistemas, galáxias e ao universo todo. Ao multiverso todo.
Uma simples escolha mudou tudo. Um momento, que desviou toda a realidade – fazendo com que vários planetas passassem a orbitar a mesma estrela que eu. Então o universo continuou se expandindo, com não poderia deixar de ser. No seu crescimento incontrolável arrebatou vários, destruiu inúmeros. Mas numa galáxia distante e quieta – que dizem atender pelo nome de Piracicaba – a expansão deixou apenas a luz e a prosperidade para aqueles meninos-planeta.
É estranho que tanto tempo já se passou. Que algumas coisas mudaram, mas outras permaneceram. E assim serão sempre. Que mesmo com a mordida dura da vida, existem coisas que estão além da barbárie e da falta de sentimentos. Há forças que conseguem quebrar as barreiras e suplantar a mesquinhez do mundo moderno.
Cada pessoa vive como se fosse um planeta. Dentro dela, populações inteiras se juntam, guerreiam e se desenvolvem. Mas um planeta tem satélites e faz parte de um sistema. Aí entram as outras pessoas-planeta, e juntos dão existência aos sistemas, galáxias e ao universo todo. Ao multiverso todo.
Uma simples escolha mudou tudo. Um momento, que desviou toda a realidade – fazendo com que vários planetas passassem a orbitar a mesma estrela que eu. Então o universo continuou se expandindo, com não poderia deixar de ser. No seu crescimento incontrolável arrebatou vários, destruiu inúmeros. Mas numa galáxia distante e quieta – que dizem atender pelo nome de Piracicaba – a expansão deixou apenas a luz e a prosperidade para aqueles meninos-planeta.
quinta-feira, dezembro 18, 2003
"Bye bye tristeza, não precisa voltar"
Então eu tava todo depressivo, mal, caindo pelas tabelas mesmo.
Só que decidi ligar fortemente o botão do "Foda-se" e deixar rolar.
Uma coisa boa já aconteceu: balada garantida no final de semana. E nada melhor do que velhos amigos, cerveja gelada e muita mulher bonita para alegrar a vida de qquer um. De graça então, nem se fala.
Puta merda, eu AMO meus amigos. Mesmo sem saber, os caras sempre me salvam...
São Carlos, me aguarde. É hora de mais uma formatura.
Então eu tava todo depressivo, mal, caindo pelas tabelas mesmo.
Só que decidi ligar fortemente o botão do "Foda-se" e deixar rolar.
Uma coisa boa já aconteceu: balada garantida no final de semana. E nada melhor do que velhos amigos, cerveja gelada e muita mulher bonita para alegrar a vida de qquer um. De graça então, nem se fala.
Puta merda, eu AMO meus amigos. Mesmo sem saber, os caras sempre me salvam...
São Carlos, me aguarde. É hora de mais uma formatura.
quarta-feira, dezembro 17, 2003
terça-feira, dezembro 16, 2003
Missing
Contato. Sinto falta de contato com as pessoas. Um ano depois de ter deixado a universidade, além de me arrepender de não ter engrenado a pós logo na seqüência (pq agora, sem emprego, sabe-se-lá-deus se eu vou conseguir estudar), sinto muita falta das pessoas. De ver gente diferente transitando todos os dias. De olhar para quem andava pelos corredores cinzentos da PUC e pensar que diabos aquele ser fazia ali.
Sou, essencialmente, anti-social. Tenho uma dificuldade tremenda em conhecer gente nova. Travo, não vou adiante na conversa. Muitos dos que me conhecem apenas por aqui podem dizer que isso é balela, mas não é. Escrever é bem mais fácil do que falar (pelo menos pra mim) e então, via MSN, ICQ, e-mail e coisas do tipo, tudo fica simplificado.
Sem a universidade, perdi meu referencial para novos contatos. Não conheço mais outras pessoas. Apesar da minha proximidade com o pessoal da Atlética, fica faltando aquela movimentação diária, aqueles olhares perdidos que acabam culminando em risadas soltas depois.
O problema é que eu não vejo saída pra isso. Pelo menos não no momento.
Contato. Sinto falta de contato com as pessoas. Um ano depois de ter deixado a universidade, além de me arrepender de não ter engrenado a pós logo na seqüência (pq agora, sem emprego, sabe-se-lá-deus se eu vou conseguir estudar), sinto muita falta das pessoas. De ver gente diferente transitando todos os dias. De olhar para quem andava pelos corredores cinzentos da PUC e pensar que diabos aquele ser fazia ali.
Sou, essencialmente, anti-social. Tenho uma dificuldade tremenda em conhecer gente nova. Travo, não vou adiante na conversa. Muitos dos que me conhecem apenas por aqui podem dizer que isso é balela, mas não é. Escrever é bem mais fácil do que falar (pelo menos pra mim) e então, via MSN, ICQ, e-mail e coisas do tipo, tudo fica simplificado.
Sem a universidade, perdi meu referencial para novos contatos. Não conheço mais outras pessoas. Apesar da minha proximidade com o pessoal da Atlética, fica faltando aquela movimentação diária, aqueles olhares perdidos que acabam culminando em risadas soltas depois.
O problema é que eu não vejo saída pra isso. Pelo menos não no momento.
And justice for whom?
O mundo é realmente um lugar estranho. Eu sempre acreditei que quem fosse justo, correto e fizesse sua parte para que as coisas dessem certo – tanto em termos menores, do dia-a-dia, como nos maiores, da existência no mundo – se daria bem na vida. Eu sempre acreditei na justiça. Nessa coisa simples de que, se você faz o bem, o bem acontece com você.
Mas a vida não é necessariamente assim. Todos temos anseios, desejos e ambições. Isto é fato. Não ter nenhum desses sentimentos acaba fazendo de você um pária na sociedade competitiva em que vivemos. Nem saudável é, pois atravessar a vida sem querer mais dela te transforma num peso morto. Porém, o problema está na forma de execução das ações. A maneira pela qual as pessoas agem para alcançar seus objetivos.
Passo por uma situação que nunca imaginei viver. Estou sendo punido por fazer meu trabalho bem. É, exatamente. Você não leu errado não, é isso mesmo. Eu fiz meu trabalho bem demais, ganhei destaque, notoriedade e respeito. Por isso estou sendo demitido de uma empresa pela qual me dedico há três longos anos.
Ser um jovem promissor, que tem potencial e vontade fez de mim alvo de quem tem frustrações diversas na vida e que não suportaria passar por mais uma provação: a de ser substituído por um moleque.
Só que é preciso lembrar: esse moleque nunca quis substituir ninguém. Ele até acredita que, se eventualmente isso acontecesse hoje, não estaria preparado. Evolução é a palavra chave. Dentro de uma organização, você vai evoluindo, conquistando seu espaço. A não ser em casos em que se contrata um executivo de renome no mercado, com vários anos de experiência, ninguém chega e já vai impondo seu modo de operar, assim sem mais nem menos.
O meu bom desempenho acabou incomodando e, antes que o crescimento fosse maior, me passaram a perna. E eu caí ridiculamente no chão. Isso porque sou ingênuo e acredito nas pessoas. Jamais imaginei que sofreria sanções em função da minha competência.
Agora, tenho de correr atrás. Buscar novas iniciativas, me reinventar. Uma volta às origens talvez. Afinal de contas eu nunca fui e nem nunca quis ser um jornalista econômico. Minha paixão está em outras coisas, outros pensamentos. Eu só fazia, pura e simplesmente, o meu trabalho.
Por isso aprendam crianças: o melhor nem sempre vence. O mocinho pode acabar morrendo no final. E a justiça não é nada além de uma velha cega que foi passada pra trás por sua prima distante, a realidade.
O mundo é realmente um lugar estranho. Eu sempre acreditei que quem fosse justo, correto e fizesse sua parte para que as coisas dessem certo – tanto em termos menores, do dia-a-dia, como nos maiores, da existência no mundo – se daria bem na vida. Eu sempre acreditei na justiça. Nessa coisa simples de que, se você faz o bem, o bem acontece com você.
Mas a vida não é necessariamente assim. Todos temos anseios, desejos e ambições. Isto é fato. Não ter nenhum desses sentimentos acaba fazendo de você um pária na sociedade competitiva em que vivemos. Nem saudável é, pois atravessar a vida sem querer mais dela te transforma num peso morto. Porém, o problema está na forma de execução das ações. A maneira pela qual as pessoas agem para alcançar seus objetivos.
Passo por uma situação que nunca imaginei viver. Estou sendo punido por fazer meu trabalho bem. É, exatamente. Você não leu errado não, é isso mesmo. Eu fiz meu trabalho bem demais, ganhei destaque, notoriedade e respeito. Por isso estou sendo demitido de uma empresa pela qual me dedico há três longos anos.
Ser um jovem promissor, que tem potencial e vontade fez de mim alvo de quem tem frustrações diversas na vida e que não suportaria passar por mais uma provação: a de ser substituído por um moleque.
Só que é preciso lembrar: esse moleque nunca quis substituir ninguém. Ele até acredita que, se eventualmente isso acontecesse hoje, não estaria preparado. Evolução é a palavra chave. Dentro de uma organização, você vai evoluindo, conquistando seu espaço. A não ser em casos em que se contrata um executivo de renome no mercado, com vários anos de experiência, ninguém chega e já vai impondo seu modo de operar, assim sem mais nem menos.
O meu bom desempenho acabou incomodando e, antes que o crescimento fosse maior, me passaram a perna. E eu caí ridiculamente no chão. Isso porque sou ingênuo e acredito nas pessoas. Jamais imaginei que sofreria sanções em função da minha competência.
Agora, tenho de correr atrás. Buscar novas iniciativas, me reinventar. Uma volta às origens talvez. Afinal de contas eu nunca fui e nem nunca quis ser um jornalista econômico. Minha paixão está em outras coisas, outros pensamentos. Eu só fazia, pura e simplesmente, o meu trabalho.
Por isso aprendam crianças: o melhor nem sempre vence. O mocinho pode acabar morrendo no final. E a justiça não é nada além de uma velha cega que foi passada pra trás por sua prima distante, a realidade.
segunda-feira, dezembro 15, 2003
Admitindo
Quero gostar de alguém a ponto de passar a noite acordado ao lado dela, apenas admirando suas linhas e contornos e pensando em quanto tenho sorte dela estar ali.
Quero me preocupar, me importar. Não quero ser frio, egoísta e fechado.
Quero ter alguém para me lembrar, uma pessoa em quem eu pense nas horas difíceis.
Não quero mais viver de sombras do passado, de feridas já cicatrizadas. Não quero mais migalhas vindas de banquetes ocorridos em tempos imemoriais. Basta de restos, de devaneios pobres e pensamentos perdidos.
Quero alguém para acompanhar meus passos. Alguém que seja minha âncora. Alguém que nuble meus olhos com os véus da felicidade quando a realidade só me trouxer tristeza. Alguém que cuide de mim e que também queira ser cuidada. E que o cuidado de um se funda com o do outro e ambos se satisfaçam com um mero tocar de mãos e um olhar sincero.
Quero me perder em jogos de luzes que entram e saem por recônditos de um corpo que, mesmo conhecendo bem sempre me trará uma nova surpresa. E que mesmo a repetição será como a novidade, pois o sentimento será tão forte que seu fogo nunca acabará.
Sim, sou um romântico incorrigível. Quero ser o cavaleiro na armadura brilhante, montado no cavalo branco. Sim, quero mesmo e não nego. Chega de pose e de falsidade. Procuro uma princesa, para que ela habite o castelo que construirei com minhas próprias mãos.
Quero gostar de alguém a ponto de passar a noite acordado ao lado dela, apenas admirando suas linhas e contornos e pensando em quanto tenho sorte dela estar ali.
Quero me preocupar, me importar. Não quero ser frio, egoísta e fechado.
Quero ter alguém para me lembrar, uma pessoa em quem eu pense nas horas difíceis.
Não quero mais viver de sombras do passado, de feridas já cicatrizadas. Não quero mais migalhas vindas de banquetes ocorridos em tempos imemoriais. Basta de restos, de devaneios pobres e pensamentos perdidos.
Quero alguém para acompanhar meus passos. Alguém que seja minha âncora. Alguém que nuble meus olhos com os véus da felicidade quando a realidade só me trouxer tristeza. Alguém que cuide de mim e que também queira ser cuidada. E que o cuidado de um se funda com o do outro e ambos se satisfaçam com um mero tocar de mãos e um olhar sincero.
Quero me perder em jogos de luzes que entram e saem por recônditos de um corpo que, mesmo conhecendo bem sempre me trará uma nova surpresa. E que mesmo a repetição será como a novidade, pois o sentimento será tão forte que seu fogo nunca acabará.
Sim, sou um romântico incorrigível. Quero ser o cavaleiro na armadura brilhante, montado no cavalo branco. Sim, quero mesmo e não nego. Chega de pose e de falsidade. Procuro uma princesa, para que ela habite o castelo que construirei com minhas próprias mãos.
quinta-feira, dezembro 11, 2003
Awake
Tudo que tem um começo, realmente tem um fim.
As possibilidades se desdobram, a realidade se deflagra.
Como em toda família, chega a hora de deixar o ninho.
Houve derrotas, mas muito mais vitórias.
Aprendizado, crescimento, desejos satisfeitos e planos a seguir.
É hora de aprender com o que passou, fincar a bandeira para que se necessário haja volta e seguir, para o infinito e além.
Tudo que tem um começo, realmente tem um fim.
As possibilidades se desdobram, a realidade se deflagra.
Como em toda família, chega a hora de deixar o ninho.
Houve derrotas, mas muito mais vitórias.
Aprendizado, crescimento, desejos satisfeitos e planos a seguir.
É hora de aprender com o que passou, fincar a bandeira para que se necessário haja volta e seguir, para o infinito e além.
terça-feira, dezembro 09, 2003
Soundtrack
Faz tempo que não ponho uma musica aqui. Lá vai então, a trilha sonora do dia.
Você só percebe que a vida, de fato, vale a pena, quando teus amigos te embreagam em plena segundona.
Aperta o botão do "Foda-se" e vai!!!
Agora só falta você
Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto à você
E em tudo o que eu faço
Existe um porquê
Eu sei que eu nasci
Sei que eu nasci pra saber
Pra saber o quê
E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você
Agora só falta você
Agora só falta...
Faz tempo que não ponho uma musica aqui. Lá vai então, a trilha sonora do dia.
Você só percebe que a vida, de fato, vale a pena, quando teus amigos te embreagam em plena segundona.
Aperta o botão do "Foda-se" e vai!!!
Agora só falta você
Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto à você
E em tudo o que eu faço
Existe um porquê
Eu sei que eu nasci
Sei que eu nasci pra saber
Pra saber o quê
E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você
Agora só falta você
Agora só falta...
segunda-feira, dezembro 08, 2003
Zero
A solidão às vezes é tão dura, fria e escura que dói. E é uma dor aguda, sem precedentes, que surge do nada e vai para lugar nenhum. Embrulha o estômago, deixa tudo rodando e sai depois, como se nada tivesse acontecido.
Estar completamente sozinho, sem ter ninguém nem para pensar, é das coisas mais complicadas dessa vida. E mesmo aqueles que prezam tanto a individualidade e a solidão, sentem vez por outra que lhes falta algo.
O problema está em como superar as barreiras do um, para que este se torne dois.
A solidão às vezes é tão dura, fria e escura que dói. E é uma dor aguda, sem precedentes, que surge do nada e vai para lugar nenhum. Embrulha o estômago, deixa tudo rodando e sai depois, como se nada tivesse acontecido.
Estar completamente sozinho, sem ter ninguém nem para pensar, é das coisas mais complicadas dessa vida. E mesmo aqueles que prezam tanto a individualidade e a solidão, sentem vez por outra que lhes falta algo.
O problema está em como superar as barreiras do um, para que este se torne dois.
quinta-feira, dezembro 04, 2003
Sobre mocinhos e bandidos
Uma história para ser boa precisa de um vilão. Daqueles bem ruins, a maldade encarnada mesmo.
Acho que nunca escrevi uma boa história justamente por isso. Não consigo compreender a maldade. Sou até ingênuo nesse sentido. Aquela ingenuidade básica de personagens com Capitão América e Superman, por exemplo. O pensamento simplista de que todos, em essência, são bons.
Além de atrapalhar minha ficção, essa idéia romântica do Bem acaba atrapalhando minha vida pessoal também. Acabo não estando preparado para pessoas que me puxam o tapete, entram de carrinho por trás e passam o rodo sem dó, nem piedade.
Aí acontece o quê? Tenho de correr atrás, me virar depois que o picadeiro já está montado e eu virei a atração principal: ninguém menos que o palhaço.
Mas não há de ser nada. Se existe uma constante na equação da minha vida, é a de que todos que me fazem algum tipo de mal acabam sofrendo as conseqüências depois. Devem ser as bruxarias, crendices, rezas e adjacências das mulheres da minha família, que fecham meu corpo e rebatem naqueles que, de fato, merecem sofrer.
Assim sendo, eles que se preparem, porque a vingança é a espada afiada e cortante dos justos.
“E se eles querem meu sangue, verão meu sangue só no fim”
- Cidade Negra
Uma história para ser boa precisa de um vilão. Daqueles bem ruins, a maldade encarnada mesmo.
Acho que nunca escrevi uma boa história justamente por isso. Não consigo compreender a maldade. Sou até ingênuo nesse sentido. Aquela ingenuidade básica de personagens com Capitão América e Superman, por exemplo. O pensamento simplista de que todos, em essência, são bons.
Além de atrapalhar minha ficção, essa idéia romântica do Bem acaba atrapalhando minha vida pessoal também. Acabo não estando preparado para pessoas que me puxam o tapete, entram de carrinho por trás e passam o rodo sem dó, nem piedade.
Aí acontece o quê? Tenho de correr atrás, me virar depois que o picadeiro já está montado e eu virei a atração principal: ninguém menos que o palhaço.
Mas não há de ser nada. Se existe uma constante na equação da minha vida, é a de que todos que me fazem algum tipo de mal acabam sofrendo as conseqüências depois. Devem ser as bruxarias, crendices, rezas e adjacências das mulheres da minha família, que fecham meu corpo e rebatem naqueles que, de fato, merecem sofrer.
Assim sendo, eles que se preparem, porque a vingança é a espada afiada e cortante dos justos.
“E se eles querem meu sangue, verão meu sangue só no fim”
- Cidade Negra
terça-feira, dezembro 02, 2003
In the darkest hour
Encalhado numa praia deserta no meio do oceano. O que deveria ser o paraíso transfigura-se em inferno, dada as condições do clima. Uma tempestade sem precedentes assola o local. O céu confunde-se com o mar, numa mistura negra, rubra e azul, cortada insistentemente pelos relâmpagos mais fortes jamais vistos.
Deitado na areia, o jovem náufrago desespera-se. Seu navio está quase que totalmente submerso neste momento. Para onde quer que olhe, só vê a escuridão, que ameaça tomar-lhe a própria existência.
Então ele grita, o grito mais forte que já deu. Recusa-se a compartilhar daquela realidade. E a tempestade subitamente cessa. As forças da natureza se dobram ele. E isto acontece pelo simples fato que aquele náufrago decidiu, num momento de vida ou morte, que não aceitaria nenhum destino que não fosse a grandiosidade.
Encalhado numa praia deserta no meio do oceano. O que deveria ser o paraíso transfigura-se em inferno, dada as condições do clima. Uma tempestade sem precedentes assola o local. O céu confunde-se com o mar, numa mistura negra, rubra e azul, cortada insistentemente pelos relâmpagos mais fortes jamais vistos.
Deitado na areia, o jovem náufrago desespera-se. Seu navio está quase que totalmente submerso neste momento. Para onde quer que olhe, só vê a escuridão, que ameaça tomar-lhe a própria existência.
Então ele grita, o grito mais forte que já deu. Recusa-se a compartilhar daquela realidade. E a tempestade subitamente cessa. As forças da natureza se dobram ele. E isto acontece pelo simples fato que aquele náufrago decidiu, num momento de vida ou morte, que não aceitaria nenhum destino que não fosse a grandiosidade.
quinta-feira, novembro 27, 2003
quarta-feira, novembro 26, 2003
"Se você construir, eles virão"
O que significa, de fato, ficar mais velho? Além das mudanças físicas, outras tantas psicológicas tendem a nos acompanhar. O crescimento, o amadurecimento. O acúmulo de conhecimentos que acaba por determinar os caminhos que serão seguidos frente às diversas situações que a vida nos traz.
Amanhã completo mais um ano de vida. Lá se vão vinte e quatro deles. Nesse tempo todo consegui aprender muita coisa, mas ainda tenho um universo e meio pela minha frente a ser descoberto. É até estranho pensar. Eu nunca havia imaginado minha vida depois dos 18 e cá estou eu, com quase 24. Mas me vejo e me sinto tão moleque que nem parece.
Se eu fosse pensar na obra da minha vida até aqui, acredito que destacaria os amigos que fiz e o que representei para eles - seja um referencial para o que eles gostariam ou para o que eles detestariam ser. Valeu a pena também minha postura com meu irmão, ajudar a criá-lo e a transformá-lo numa pessoa de bem - uma luta que ainda nem está em sua metade. Minha passagem pela universidade, onde descobri que a vida poderia ser bem mais do que eu imaginava, que havia pessoas muito melhores (em todos os sentidos) do que eu conseguia conceber, também é digna de nota.
Até agora, acredito que a vida foi apenas e tão somente agregar. Combinações e uniões. Daqui pra frente, a hora vai ser de construir.
O que significa, de fato, ficar mais velho? Além das mudanças físicas, outras tantas psicológicas tendem a nos acompanhar. O crescimento, o amadurecimento. O acúmulo de conhecimentos que acaba por determinar os caminhos que serão seguidos frente às diversas situações que a vida nos traz.
Amanhã completo mais um ano de vida. Lá se vão vinte e quatro deles. Nesse tempo todo consegui aprender muita coisa, mas ainda tenho um universo e meio pela minha frente a ser descoberto. É até estranho pensar. Eu nunca havia imaginado minha vida depois dos 18 e cá estou eu, com quase 24. Mas me vejo e me sinto tão moleque que nem parece.
Se eu fosse pensar na obra da minha vida até aqui, acredito que destacaria os amigos que fiz e o que representei para eles - seja um referencial para o que eles gostariam ou para o que eles detestariam ser. Valeu a pena também minha postura com meu irmão, ajudar a criá-lo e a transformá-lo numa pessoa de bem - uma luta que ainda nem está em sua metade. Minha passagem pela universidade, onde descobri que a vida poderia ser bem mais do que eu imaginava, que havia pessoas muito melhores (em todos os sentidos) do que eu conseguia conceber, também é digna de nota.
Até agora, acredito que a vida foi apenas e tão somente agregar. Combinações e uniões. Daqui pra frente, a hora vai ser de construir.
segunda-feira, novembro 24, 2003
Party on!
Pô, eu não gosto de fazer diarinho no blog, mas ultimamente isso que tá rolando, né?
tsc! A vida não tá me dando tempo para criar. Preciso de férias... Mas pelo menos não estou no estado de nervos deplorável em que me encontrava no mesmo período do ano passado.
Naquela época eu me enganava, acreditando em algo que não passava de poeira jogada no vento. Um sentimento movido pela pura inexistência de algo para substituí-lo.
Mas enfim, o final de semana foi bem bom. Baladas de quinta a domingo. E muita alegria... felicidade que transbordava.
Às vezes me pergunto se não estaria velho demais para alguns tipos de balada. Para as zoeiras da galera universitária, para me meter, mesmo depois de formado, com coisas da Atlética.
Só que tenho tempo e disposição. Então, pq não? Hoje vejo o quanto as coisas cresceram. De um bando de gente com idéias e vontade, a Atlética virou uma entidade real, com diversas pessoas envolvidas e que só tem a tendência de evoluir mais. É bom me sentir pai daquilo. E ser um dos "Conselheiros" como sou atualmente.
Pô, eu não gosto de fazer diarinho no blog, mas ultimamente isso que tá rolando, né?
tsc! A vida não tá me dando tempo para criar. Preciso de férias... Mas pelo menos não estou no estado de nervos deplorável em que me encontrava no mesmo período do ano passado.
Naquela época eu me enganava, acreditando em algo que não passava de poeira jogada no vento. Um sentimento movido pela pura inexistência de algo para substituí-lo.
Mas enfim, o final de semana foi bem bom. Baladas de quinta a domingo. E muita alegria... felicidade que transbordava.
Às vezes me pergunto se não estaria velho demais para alguns tipos de balada. Para as zoeiras da galera universitária, para me meter, mesmo depois de formado, com coisas da Atlética.
Só que tenho tempo e disposição. Então, pq não? Hoje vejo o quanto as coisas cresceram. De um bando de gente com idéias e vontade, a Atlética virou uma entidade real, com diversas pessoas envolvidas e que só tem a tendência de evoluir mais. É bom me sentir pai daquilo. E ser um dos "Conselheiros" como sou atualmente.
domingo, novembro 23, 2003
spirit of things
Nada se compara a ser o espírito de uma entidade.
E eu sou. Como muitos de vcs leitores sabem, o pequeno boca aqui é o PUCÃO, o idiota que veste a fantasia de cachorro e dança como um alucinado nos torneios que a AAA Comunicação PUC-SP joga.
Eu sinto as pessoas esperando alegria, vontade e raça de mim. O sentimento é bom demais. Viver essa emoção é bom demais.... tenho certeza que na história da minha vida, tudo isso que passei e estou passando será um capítulo extremamente importante e extenso.
Neste final de semana fomos campeões da Copa Paulo Freire e nos classificamos para a final da Liga universitária de basquete. Bom demais da conta.
Só falta uma Pucadela. Aí, o espetáculo tá completo.
Nada se compara a ser o espírito de uma entidade.
E eu sou. Como muitos de vcs leitores sabem, o pequeno boca aqui é o PUCÃO, o idiota que veste a fantasia de cachorro e dança como um alucinado nos torneios que a AAA Comunicação PUC-SP joga.
Eu sinto as pessoas esperando alegria, vontade e raça de mim. O sentimento é bom demais. Viver essa emoção é bom demais.... tenho certeza que na história da minha vida, tudo isso que passei e estou passando será um capítulo extremamente importante e extenso.
Neste final de semana fomos campeões da Copa Paulo Freire e nos classificamos para a final da Liga universitária de basquete. Bom demais da conta.
Só falta uma Pucadela. Aí, o espetáculo tá completo.
sexta-feira, novembro 21, 2003
Felicidade gratuita
Nada como uma notícia boa, assim, do nada, para melhorar o humor.
Mamãe liga e diz que o meu moleque foi escolhido para ser o orador da turma na formatura da quarta série.
PUTA QUE PARIU, QUE ORGULHO!!!
Desculpa aí, mas não estou cabendo dentro de mim de tanto orgulho da minha criança. Pô, ele ainda tá na quarta série!! Meu moleque ainda vai fazer muita coisa boa por aí.
Mundo, prepare-se!
Nada como uma notícia boa, assim, do nada, para melhorar o humor.
Mamãe liga e diz que o meu moleque foi escolhido para ser o orador da turma na formatura da quarta série.
PUTA QUE PARIU, QUE ORGULHO!!!
Desculpa aí, mas não estou cabendo dentro de mim de tanto orgulho da minha criança. Pô, ele ainda tá na quarta série!! Meu moleque ainda vai fazer muita coisa boa por aí.
Mundo, prepare-se!
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