Hey ya!
Ufa! Foi difícil chegar aqui... fazia tanto tempo que eu não escrevia que a poeira tomou conta da porta, quase não consigo entrar.
Bom, estamos aí, vivos e tudo mais. Ando sem tempo pra escrever. Mas não é só isso, pq já tive tempos de correrias piores e ainda assim escrevia todos os dias.
Acho que o que está rolando é que o blog foi sempre pra mim, basicamente, um local onde eu despeja toda a minha tristeza e meu amargor. E onde eu tentava me encontrar e encontrar alguém, pois a solidão estava sendo minha companheira há tempo demais.
Acontece que hoje esse quadro mudou. Não tenho mais que buscar dentro de mim, em locais profundos e escuros demais a força que eu preciso para seguir em frente. Encontrei aquele alguém que me fazia tanta falta. Percebi que eu não era um como pensava. Era meio. Só agora estou completo. Só agora sou realmente um.
Aqui neste espaço eu fui da depressão à euforia, do entusiasmo ao desespero. Sempre na porrada. Sempre extremos. Faltava (e muito) equilíbrio - algo que eu consegui encontrar agora. Não tenho mais aquelas explosões de outrora. Sigo uma linha firme e decidida rumo ao ideal. E isto já está bem mais perto do que eu esperava.
Dessa forma, não há mais lugar para o que já foi. Mais uma vez este blog deve passar por mudanças. Quero, definitivamente, investir nas minhas idéias. Este pode ser o embrião de algo maior e com muito mais alcance. Ainda não tenho bem certo o que vou fazer - só sei que vou fazer.
Vejo o mundo ao meu redor e percebo que as dificuldades pelas quais passei (e ainda passo) me fizeram ficar ainda mais forte. Eu posso mais, eu sou mais. E nada vai me parar - não adianta nem tentar.
Aguardem. O caminho é longo, mas está apenas começando a ser trilhado.
Não se preocupem pq eu volto...
terça-feira, agosto 17, 2004
quinta-feira, agosto 05, 2004
Força
Tem dias em que você pode sentir, na brumas da manhã, os olhos que fomentam a discórdia e alimentam a inveja contra você.
É possível ver claramente todo rancor sendo espumado naquelas bocas podres. Sentimentos demasiadamente ruins.
Aí, sem nem ligar para o assunto, você liga o rádio da Internet na http://virginradio.co.uk, escolhe a versão classic rock e ouve o sr. Bruce Dickinson e o IRON MAIDEN mandando um Run to the Hills. Pronto! Seus problemas acabaram!
Não há mau humor, inveja ou olho gordo que resistam a uma boa dose de Heavy Metal!!
Tem dias em que você pode sentir, na brumas da manhã, os olhos que fomentam a discórdia e alimentam a inveja contra você.
É possível ver claramente todo rancor sendo espumado naquelas bocas podres. Sentimentos demasiadamente ruins.
Aí, sem nem ligar para o assunto, você liga o rádio da Internet na http://virginradio.co.uk, escolhe a versão classic rock e ouve o sr. Bruce Dickinson e o IRON MAIDEN mandando um Run to the Hills. Pronto! Seus problemas acabaram!
Não há mau humor, inveja ou olho gordo que resistam a uma boa dose de Heavy Metal!!
sexta-feira, julho 30, 2004
Teste
Taí uma coisa que eu não fazia há tempos, um teste!
E o resultado não poderia ser outro mesmo...
Morpheus rules!
Neil Gaiman na veia!
Vejam:

Morpheus
?? Which Of The Greek Gods Are You ??
Taí uma coisa que eu não fazia há tempos, um teste!
E o resultado não poderia ser outro mesmo...
Morpheus rules!
Neil Gaiman na veia!
Vejam:
Morpheus
?? Which Of The Greek Gods Are You ??
quinta-feira, julho 29, 2004
quarta-feira, julho 28, 2004
Questionário
Quando sua mente parecer falhar e até mesmo seu coração estiver sem direção, ouça a voz do seu corpo.
Veja como a sua morada física reage às situações. Observe as dores (ou ausência delas), o conforto, o calor. O quão bem você se sente em determinada posição e companhia.
As respostas estão aí. É só querer ver.
Quando sua mente parecer falhar e até mesmo seu coração estiver sem direção, ouça a voz do seu corpo.
Veja como a sua morada física reage às situações. Observe as dores (ou ausência delas), o conforto, o calor. O quão bem você se sente em determinada posição e companhia.
As respostas estão aí. É só querer ver.
quinta-feira, julho 22, 2004
Day of freedom
Cantem, cantem irmãos! Pois este é o dia da liberdade!
A batalha se encerrou e é chegada a hora de comemorarmos, pois nossa luta foi justa e árdua.
Cantem, cantem irmãos!
O inimigo usou de ardis terríveis. Ao invés de travar um combate justo, utilizou-se das formas mais terríveis de guerrilha.
Mas ainda assim nos sagramos vencedores.
Cantem, cantem queridos companheiros!
É uma vitória da vida, da Luz! Os inimigos, baixos e loucos como são, preferem não ver a verdade. Ou estão se fingindo, pois a dor que sentem deve ser lancinante.
Cantemos juntos até o amanhecer. Este não tarda chegar, já que o Sol não quer furtar sua presença de tão honrosa comemoração.
Cantem, cantem irmãos! Pois este é o dia da liberdade!
A batalha se encerrou e é chegada a hora de comemorarmos, pois nossa luta foi justa e árdua.
Cantem, cantem irmãos!
O inimigo usou de ardis terríveis. Ao invés de travar um combate justo, utilizou-se das formas mais terríveis de guerrilha.
Mas ainda assim nos sagramos vencedores.
Cantem, cantem queridos companheiros!
É uma vitória da vida, da Luz! Os inimigos, baixos e loucos como são, preferem não ver a verdade. Ou estão se fingindo, pois a dor que sentem deve ser lancinante.
Cantemos juntos até o amanhecer. Este não tarda chegar, já que o Sol não quer furtar sua presença de tão honrosa comemoração.
segunda-feira, julho 19, 2004
sexta-feira, julho 16, 2004
501
Este é o número deste post. O quinquagésimo centésimo primeiro deste blog.
Cacete, escrevi pra caramba já...
Quanta água passou por debaixo desta ponte. Batalhas foram vencidas e perdidas, monstros foram destruídos, alianças foram formadas... e, no final, eu consegui sobreviver para contar a história.
Olhando para o que passou, tenho a sensação do dever cumprido. O que aconteceu pode não ter sido (e, certamente, muitas vezes não foi) o melhor. Mas eu fiz o que achei que deveria ter feito. Não me arrependo de nada. Curti, senti, vivi. E agora o momento é outro.
É chegado o ponto em que os sonhos vão se consolidar e criarão outros maiores. Porque, no final, o que todos querem é uma casa com cerquinha branca e uma família de seriado americano.
Hehe...
Me aguardem...
Este é o número deste post. O quinquagésimo centésimo primeiro deste blog.
Cacete, escrevi pra caramba já...
Quanta água passou por debaixo desta ponte. Batalhas foram vencidas e perdidas, monstros foram destruídos, alianças foram formadas... e, no final, eu consegui sobreviver para contar a história.
Olhando para o que passou, tenho a sensação do dever cumprido. O que aconteceu pode não ter sido (e, certamente, muitas vezes não foi) o melhor. Mas eu fiz o que achei que deveria ter feito. Não me arrependo de nada. Curti, senti, vivi. E agora o momento é outro.
É chegado o ponto em que os sonhos vão se consolidar e criarão outros maiores. Porque, no final, o que todos querem é uma casa com cerquinha branca e uma família de seriado americano.
Hehe...
Me aguardem...
terça-feira, julho 13, 2004
The Ballad of two in one
Foram dias confusos aqueles. Era impossível se lembrar de como e quando tudo aconteceu. O início, isso dava para saber, foi numa noite de terça-feira. E estava quente... e úmido.
O fato era, que desde aquele momento tudo havia mudado. No começo, houve receio. Depois descrença. Era difícil acreditar que algo tão bom estava acontecendo. O vendaval passou e foi conduzindo a vida. Sem pensar, sem pedir licença. Sem nem se preocupar.
Mesmo sendo complicado, havia uma ordem por trás daquilo tudo. Um sentimento de organização. Isso trazia tranqüilidade, conforto – mesmo quando tudo rodava e rodava, sem parar.
E o tempo, inevitavelmente, passou. O momento agora é de calmaria. De construção e projeção. Ampliar as conquistas, degustar as vitórias e – se preciso – curar as feridas.
Mas o paraíso estava muito próximo de ser alcançado, isso era certo. E a certeza residia no fato de que não havia mais solidão. E de que a força da Luz que brilhava ali era muito maior do que qualquer escuridão, vinda deste ou de qualquer outro mundo.
Foram dias confusos aqueles. Era impossível se lembrar de como e quando tudo aconteceu. O início, isso dava para saber, foi numa noite de terça-feira. E estava quente... e úmido.
O fato era, que desde aquele momento tudo havia mudado. No começo, houve receio. Depois descrença. Era difícil acreditar que algo tão bom estava acontecendo. O vendaval passou e foi conduzindo a vida. Sem pensar, sem pedir licença. Sem nem se preocupar.
Mesmo sendo complicado, havia uma ordem por trás daquilo tudo. Um sentimento de organização. Isso trazia tranqüilidade, conforto – mesmo quando tudo rodava e rodava, sem parar.
E o tempo, inevitavelmente, passou. O momento agora é de calmaria. De construção e projeção. Ampliar as conquistas, degustar as vitórias e – se preciso – curar as feridas.
Mas o paraíso estava muito próximo de ser alcançado, isso era certo. E a certeza residia no fato de que não havia mais solidão. E de que a força da Luz que brilhava ali era muito maior do que qualquer escuridão, vinda deste ou de qualquer outro mundo.
quinta-feira, julho 08, 2004
Por que não sorrir?
Ok, eu entendo que todos passamos por dias em que nosso único desejo é de que o mundo se transforme em pó para que pisemos nele.
Mas, sejamos sinceros, não são todos os dias que são assim. E, mesmo em uma fase complicada, você não está mal every single minute.
Então, que tal tirar essa carranca do rosto. Sorria - que o mundo vai lhe sorrir de volta. É incrível a diferença que faz tratar a todos - sem nenhuma excessão - com cordialidade e simaptia. Claro, sempre vão existir aqueles que irão te responder com um grunhido, parecendo que querem te morder. Para esses, o remédio é sorrir ainda mais. Porque cara feia se cura assim, com carinho.
Alguém mais além de mim assistiu na escola aquele filminho "Comportamento gera comportamento"? Então... é bem por aí.
Estou dizendo porque comprovei e agora recomendo: Amabilidade, meu povo. É fácil, indolor e traz resultados superiores.
Ok, eu entendo que todos passamos por dias em que nosso único desejo é de que o mundo se transforme em pó para que pisemos nele.
Mas, sejamos sinceros, não são todos os dias que são assim. E, mesmo em uma fase complicada, você não está mal every single minute.
Então, que tal tirar essa carranca do rosto. Sorria - que o mundo vai lhe sorrir de volta. É incrível a diferença que faz tratar a todos - sem nenhuma excessão - com cordialidade e simaptia. Claro, sempre vão existir aqueles que irão te responder com um grunhido, parecendo que querem te morder. Para esses, o remédio é sorrir ainda mais. Porque cara feia se cura assim, com carinho.
Alguém mais além de mim assistiu na escola aquele filminho "Comportamento gera comportamento"? Então... é bem por aí.
Estou dizendo porque comprovei e agora recomendo: Amabilidade, meu povo. É fácil, indolor e traz resultados superiores.
quarta-feira, julho 07, 2004
Golden Perfect
Olha, não ando escrevendo porque estou sem tempo. Mas estou sem tempo por conta de coisas boas. Desgastantes, mas bem boas.
Tudo está mudando. TUDO mesmo.
Trabalho e vida pessoal. Daqui muito pouco tempo, nada mais será o mesmo.
Caminho em passos largos para o ideal de perfeição em que acredito. ;-)
Uhu!
Olha, não ando escrevendo porque estou sem tempo. Mas estou sem tempo por conta de coisas boas. Desgastantes, mas bem boas.
Tudo está mudando. TUDO mesmo.
Trabalho e vida pessoal. Daqui muito pouco tempo, nada mais será o mesmo.
Caminho em passos largos para o ideal de perfeição em que acredito. ;-)
Uhu!
quarta-feira, junho 30, 2004
sexta-feira, junho 25, 2004
Refuse/Resist
Chega um momento na vida em que é preciso firmar o pé. Tomar realmente uma decisão. Ou sim ou não. Ou vai ou racha!
Não dá pra aceitar de bico fechado toda merda que as pessoas vão jogando em você.
Se você não se posiciona como uma força, será sempre visto como um ser dispensável, fraco e cuja presença é indiferente.
Grite, esperneie, se faça notar. Mas, acima de tudo, seja você mesmo. Pq não adianta nada ter atitude em cima de fatos alheios a você. Gozar com o pau dos outros não serve pra nada.
Tome o mundo. Ele é seu.
Chega um momento na vida em que é preciso firmar o pé. Tomar realmente uma decisão. Ou sim ou não. Ou vai ou racha!
Não dá pra aceitar de bico fechado toda merda que as pessoas vão jogando em você.
Se você não se posiciona como uma força, será sempre visto como um ser dispensável, fraco e cuja presença é indiferente.
Grite, esperneie, se faça notar. Mas, acima de tudo, seja você mesmo. Pq não adianta nada ter atitude em cima de fatos alheios a você. Gozar com o pau dos outros não serve pra nada.
Tome o mundo. Ele é seu.
quinta-feira, junho 24, 2004
THE TYGER
By William Blake
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?
In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?
And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?
What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?
By William Blake
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?
In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?
And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?
What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?
segunda-feira, junho 21, 2004
Senhora das mudanças*
Onde havia chuva, ela trouxe o sol
Onde havia trevas, ela foi a luz
Quando era inverno, ela se fez verão
Onde havia solidão, ela se tornou companheira
Onde havia caos, ela deu harmonia
Quando tudo parecia perdido, ela me encontrou
Onde havia o nada, ela se tornou tudo
Onde havia a falta de perspectiva, ela moldou o futuro
Quando ela chegou, o mundo parou
E a vida foi vivida, como se estivesse começando naquele momento.
*Título obviamente influenciado pelas horas que passo vendo novelas da Globo
Onde havia chuva, ela trouxe o sol
Onde havia trevas, ela foi a luz
Quando era inverno, ela se fez verão
Onde havia solidão, ela se tornou companheira
Onde havia caos, ela deu harmonia
Quando tudo parecia perdido, ela me encontrou
Onde havia o nada, ela se tornou tudo
Onde havia a falta de perspectiva, ela moldou o futuro
Quando ela chegou, o mundo parou
E a vida foi vivida, como se estivesse começando naquele momento.
*Título obviamente influenciado pelas horas que passo vendo novelas da Globo
sexta-feira, junho 18, 2004
terça-feira, junho 15, 2004
Entusiasmo
Algo no fundo dos meus olhos me incomoda. Busco na profundidade e vejo que ele está ali me encarando. O monstro da mesmice.
A acomodação nunca foi carcterística minha. E eu me canso fácil de certas coisas. Sou parceiro do desafio. Como agora tenho quem corra ao meu lado e me sinto mais forte do que nunca por conta disso, surgem mais necessidades. Ah, a necessidade. Já dizia Marx que ela era o motor da História...
Eu não suporto o mesmo, o de sempre. A falta de perspectivas obstrui qualquer estímulo. Falta entusiasmo - que aprendi outro dia, vem do grego enthousiasmós e significa “êxtase”. Segundo o autor que li, os antigos a usavam para representar também arrebatamento e inspiração divina. Numa tradução literal, “estar com Deus dentro de si”.
É exatamente isso. Sei que posso fazer muito mais do que faço hoje. E isso me incomoda profundamente.
Então vou começar a correr atrás. Que venha a mudança, pois estou certo de que com ela retomarei as rédeas de minha própria realidade.
Algo no fundo dos meus olhos me incomoda. Busco na profundidade e vejo que ele está ali me encarando. O monstro da mesmice.
A acomodação nunca foi carcterística minha. E eu me canso fácil de certas coisas. Sou parceiro do desafio. Como agora tenho quem corra ao meu lado e me sinto mais forte do que nunca por conta disso, surgem mais necessidades. Ah, a necessidade. Já dizia Marx que ela era o motor da História...
Eu não suporto o mesmo, o de sempre. A falta de perspectivas obstrui qualquer estímulo. Falta entusiasmo - que aprendi outro dia, vem do grego enthousiasmós e significa “êxtase”. Segundo o autor que li, os antigos a usavam para representar também arrebatamento e inspiração divina. Numa tradução literal, “estar com Deus dentro de si”.
É exatamente isso. Sei que posso fazer muito mais do que faço hoje. E isso me incomoda profundamente.
Então vou começar a correr atrás. Que venha a mudança, pois estou certo de que com ela retomarei as rédeas de minha própria realidade.
sexta-feira, junho 11, 2004
"Ship to base: we're alive!!"
Estamos todos vivos e bem deste lado do universo conhecido.
Não tenho escrito pq, como a maioria dos meus leitores sabe, voltei a estudar e como o semestre escolar está próximo de seu fim, os trabalhos se acumulam. Um deles, em especial, tem tirado o meu sossego e fazendo cair o pouco de cabelo que ainda resta por aqui. Quem já estudou marketing vai saber o que eu digo: Análise SWOT.
A análise em si até que é fácil. O que pega é fazer o projeto todo.
Essa minha idéia de me tornar um "homem de negócios" está se mostrando mais difícil do que parecia na teoria. Mas beleza, vamo ae, que quem fica parado é poste - como diz o mestre Zé Simão.
Deixo vocês com alguns comentários rápidos:
- Não se preocupem, caros tricolores. Lá na Bolívia vamos enfiar uma sacolada de gols naquela bicha insana que pega no gol do Once Caldas.
- Assitam "Do outro lado da rua". Faz você ter fé que o Brasil sabe fazer cinema para além do estigma nordestino de terra rachada, seca e meninos barrigudinhos.
- Aproveitem bem o Dia dos Namorados. Eu já estou aproveitando o meu. Vou até deixar uma trilha sonora.
'Til There Was You
The Beatles
There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
'Til there was you
There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
'Til there was you
Estamos todos vivos e bem deste lado do universo conhecido.
Não tenho escrito pq, como a maioria dos meus leitores sabe, voltei a estudar e como o semestre escolar está próximo de seu fim, os trabalhos se acumulam. Um deles, em especial, tem tirado o meu sossego e fazendo cair o pouco de cabelo que ainda resta por aqui. Quem já estudou marketing vai saber o que eu digo: Análise SWOT.
A análise em si até que é fácil. O que pega é fazer o projeto todo.
Essa minha idéia de me tornar um "homem de negócios" está se mostrando mais difícil do que parecia na teoria. Mas beleza, vamo ae, que quem fica parado é poste - como diz o mestre Zé Simão.
Deixo vocês com alguns comentários rápidos:
- Não se preocupem, caros tricolores. Lá na Bolívia vamos enfiar uma sacolada de gols naquela bicha insana que pega no gol do Once Caldas.
- Assitam "Do outro lado da rua". Faz você ter fé que o Brasil sabe fazer cinema para além do estigma nordestino de terra rachada, seca e meninos barrigudinhos.
- Aproveitem bem o Dia dos Namorados. Eu já estou aproveitando o meu. Vou até deixar uma trilha sonora.
'Til There Was You
The Beatles
There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
'Til there was you
There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
'Til there was you
quinta-feira, junho 03, 2004
“A medida de amar é amar sem medida”
Tudo bem... o verso aí de cima foi escrito por um dos caras mais chatos da música brasileira, o gaúcho Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawai. Mas é bonito e faz pensar.
Vocês já perceberam, em suas próprias vidas ou nas de amigos, conhecidos, etc, o quão pouco as pessoas se entregam? Vivemos numa era de medo generalizado, com todos tendo receio de conhecer o outro e compartilhar um pouco de si com ele.
Dois lados de uma mesma moeda, homens e mulheres - que deveriam ser parceiros, parecem estar sempre em pé de guerra. E, pior do que isso, a individualidade predomina. Cada um vive em seu microcosmo, olhando pelas frestas e mostrando-se apenas por elas também.
O problema é que a maioria dos homens adora "pagar de gatão", acha que é pegador, dono do mundo. Isso, convenhamos, já acabou há muito tempo. E eu tenho cá minhas dúvidas de que algum dia chegou a acontecer. Se tem uma coisa que eu aprendi na vida é que não se compete com mulheres - apenas se tenta estabelecer parcerias. Realmente acredito que isso rola desde que o mundo é mundo.
Vocês, garotas, são as rainhas. A gente só pensa que manda.
Mas, de outro lado, acredito também que no caso de algumas mulheres há uma reação exacerbada frente às situações. Claro, gerada pelas atitudes masculinas ao longo dos anos. Mas mesmo assim exageradas. Um lance meio "tolerância zero", sabe? E lei de Talião: "Olho por olho, dente por dente".
E isso gera os famosos “joguinhos”, nos quais, sejamos sinceros, nunca há vencedor. Entreguem-se, meu povo. Deixem que o outro conheça seus vícios e virtudes. A harmonia só chega quando existe confiança plena. Acreditem: o resultado é superior.
Tudo bem... o verso aí de cima foi escrito por um dos caras mais chatos da música brasileira, o gaúcho Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawai. Mas é bonito e faz pensar.
Vocês já perceberam, em suas próprias vidas ou nas de amigos, conhecidos, etc, o quão pouco as pessoas se entregam? Vivemos numa era de medo generalizado, com todos tendo receio de conhecer o outro e compartilhar um pouco de si com ele.
Dois lados de uma mesma moeda, homens e mulheres - que deveriam ser parceiros, parecem estar sempre em pé de guerra. E, pior do que isso, a individualidade predomina. Cada um vive em seu microcosmo, olhando pelas frestas e mostrando-se apenas por elas também.
O problema é que a maioria dos homens adora "pagar de gatão", acha que é pegador, dono do mundo. Isso, convenhamos, já acabou há muito tempo. E eu tenho cá minhas dúvidas de que algum dia chegou a acontecer. Se tem uma coisa que eu aprendi na vida é que não se compete com mulheres - apenas se tenta estabelecer parcerias. Realmente acredito que isso rola desde que o mundo é mundo.
Vocês, garotas, são as rainhas. A gente só pensa que manda.
Mas, de outro lado, acredito também que no caso de algumas mulheres há uma reação exacerbada frente às situações. Claro, gerada pelas atitudes masculinas ao longo dos anos. Mas mesmo assim exageradas. Um lance meio "tolerância zero", sabe? E lei de Talião: "Olho por olho, dente por dente".
E isso gera os famosos “joguinhos”, nos quais, sejamos sinceros, nunca há vencedor. Entreguem-se, meu povo. Deixem que o outro conheça seus vícios e virtudes. A harmonia só chega quando existe confiança plena. Acreditem: o resultado é superior.
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