A pergunta que não quer calar é: Thiago Silva (Fluminense) é melhor do que Miranda (São Paulo)?
Como gritou a torcida no Engenhão: ADEEEEEEEEEEUS, DUNGAAAAAAAAAAA, ADEEEEEEEEUS, DUNGAAAAAAAAA.
Viagem ao centro da música
Atolado de trabalho, estou com muitas dificuldades de atualizar o blog. Mas, para não acabar perdendo o hábito novamente, vou falar de trabalho – porque tenho a grande felicidade de trabalhar com coisas legais.
Já no sábado, 27, o baterista Pingüim (ex-Charlie Brown Jr) estará animando o estande da Yamaha a partir das 14h. Às 17h, mais um pocket-show de Rafael Bittencourt e Night Rockers, seguido de autógrafos para os fãs.
Recomendo a todos que estiverem por São Paulo e gostarem de música!
ONDE E QUANDO? |
| EXPOMUSIC 24 e 25 de Setembro - Restrito aos profissionais do setor 26, 27 e 28 de Setembro - Aberto ao público em geral Horário: das 13h às 21h Expo Center Norte Pavilhões Branco e Azul Rua José Bernardo Pinto, 333 São Paulo - SP – Brasil |
| You are mild-mannered, good, strong and you love to help others. |
Bom, vamos devagar com o andor, que o action figure é de plástico.
De fato, Superman Returns não agradou a maioria dos fãs. Isso aconteceu por um motivo simples: não é um action movie. É um filme de “autor”. Bryan Singer se esforçou muito para mostrar o que o Superman significava para ele. O que, não necessariamente, chegou ao que o personagem representa para as outras pessoas, em especial fãs mais ardorosos. Isso por vários motivos: o filho que ele inventa, a pouca ação, Lex Luthor (da forma como é apresentado) não assustar nem atrair ninguém. E também porque o filme é uma homenagem às produções passadas, especialmente quando Richard Donner ainda estava envolvido. Só que quantas pessoas do público atual viram Superman I e II e ainda se importam com aquelas produções?
Voltando a falar sobre a declaração do presidente da Warner, há outro aspecto, o da confusão entre ser “realista” e ser “sombrio”. O mais novo Batman, pro exemplo. Como eu disse aqui, não acho o filme sombrio. Considero o mais real possível em se tratando de uma película sobre um cara que se veste de roedor e sai batendo em bandido na rua.
É possível fazer algo parecido com o Superman? Claro que sim! Estão aí os dois primeiros “Homem-Aranha” e “X-Men” pra comprovar. Mas a Warner já tentou isso, pois Singer era o diretor dos filmes mutantes. Mesmo assim, o caminho é válido.
Nos quadrinhos, onde tudo isso começou, discutir essa questão é algo que já não faz sentido há mais de 20 anos.
A revista que empresta o nome ao filme mais recente de Batman, “O Cavaleiro das Trevas”, foi escrita e desenhada por Frank Miller (hoje, mais conhecido do grande público por Sin City) e mostrava um futuro pós-apocaliptico em que o Homem-Morcego, após anos de reclusão, retomava Gotham e o mundo das mãos corruptas de políticos e outros bandidos.
Ali, Batman era duro, combativo e realmente sombrio – no sentido de que não se tratava mais daquele cara gordinho vestindo uma roupa cinza e arrumando as luvas no canto da sala. Era justamente para combater a imagem camp que aquela história surgiu. Na mesma graphic novel, Superman era mostrado como um capacho do governo estadunidense.
Mas tudo isso fazia sentido num cenário de Guerra Fria, Superpotências e corrida nuclear. E acabou gerando o que, nas HQ’s é chamado de Grim n’ Gritty (algo como “Sombrio e Durão”, numa tradução mais literal).
Trata-se de uma fase de falta de criatividade completa, em que pensava-se que bom mesmo era ter personagens cheios de armas, braços robóticos e que fossem assassinos cruéis.
Hoje (ainda bem) não é mais assim. Todos evoluíram (leitores e criadores) e percebe-se que boas histórias, com pitadas realísticas, podem ser escritas sem apelação. As recentes séries The New Avengers e Captain América na Marvel são prova disso.
Mas aí me vem o executivo top do estúdio e diz que quer fazer um Superman sombrio?? Será que ele alguma vez leu algo do Superman???
Se ele não leu, sugiro algumas coisas: All-Star Superman (No Brasil, Grandes Astros Superman), Superman for all seasons (Super-Homem: As Quatro Estações) e a própria revista de linha do Supes, escrita por Geoff Johns. Aliás, sugiro isso a todos que consideram Superman um personagem ruim e (essa é a pior de todas) um exemplo de imperialismo estadunidense.
Superman é o super-herói ideal, o maior de todos, o primeiro. Não haveria indústria de quadrinhos se não fosse por ele. Tudo vem dali. Ele é o ideal da perfeição humana – independente de país de origem, de raça, credo ou cor.
Ele é a inspiração para que sejamos nobres e bons. Porque, falem sério, se vocês tivessem todos aqueles poderes, perderiam seu tempo ajudando qualquer pessoa que não a si próprios?
É isso que um filme do personagem deveria mostrar. É assim que ele seria relevante para as novas gerações. Dando a elas a esperança que elas não tiveram até agora.
Na semana passada, São Paulo viu acontecer a III Palhaçaria Paulistana. Trata-se de um evento organizado pela Cooperativa Paulista de Circo e pela Secretaria Municipal de Cultura.
Nas apresentações, todas elas lotadas, era possível ver o quão carente a população é de opções culturais. Quantos ali já entraram num teatro? E num cinema? Mesmo o próprio circo parecia ser algo inédito ou uma distante lembrança da infância.
Os olhares brilhosos das crianças, as quase-lágrimas querendo rolar pelos rostos dos mais velhos. Tudo aquilo era recheado de uma emoção tremenda, colocada ali em estado bruto.
Tudo isso com o mais singelo sorriso de um palhaço.
Então tudo mudou em “A Favorita”. De repente, uma suposta ambigüidade das personagens principais, interpretadas por Cláudia Raia e Patrícia Pilar, sumiu como fumaça no ar.
A premissa original era ousada: deixar que as personagens crescessem por si mesmas, seguindo os ânimos do público e o desenvolvimento da história
E, por falar em público, há um elemento ainda mais difícil e que deve ser pensado. Trata-se do perfil dos telespectadores. Quem é que ainda assiste novela das oito? Normalmente pessoas de mais idade e também um público de renda mais baixa, que ainda não tiveram acesso à TV por assinatura. Isso significa, sem nenhum preconceito, que são pessoas com menos acesso à educação e, por isso mesmo, mais habituadas com um estilo de receber conteúdo muito mais ortodoxo.
Diante desse contexto, a novela escrita por João Emanuel Carneiro não conseguiu decolar no Ibope de jeito nenhum. Mas, a solução arranjada, de definir um herói e um vilão, está longe de poder ser considerada ideal.
Flora (Patrícia Pilar), que antes se mostrava amorosa com a filha, hoje diz que “não suporta” a menina. A mudança foi tão radical quanto súbita. E ficou ridícula. Forçada, sem a menor coerência.
Apesar da audiência do “dia da virada”, quando tudo mudou na história, foi alta. Mas não deve continuar assim. Claro, há o ponto da horrenda concorrência no horário: a bizarra novela “Mutantes” da Record – que, por si só, já é um estímulo para que outras coisa seja vista.
Mas a grande questão é que, independente de ser simples e pouco culto, uma coisa certamente o público não é. Bobo. Isso ele não é mesmo. E não vai tolerar ser tratado como tal.
Desrespeito
Porém, para essas empresas, parece que isso não existe. Para elas, nós, os consumidores, não estamos fazendo nada além de um “favor” contratando os serviços deles. É ridículo.
O mundo é nerd! – Pt 2
A Conquista
É interessante pensar nas causas desse fenômeno. Pode-se dizer que o avanço das comunicações o causaram, pois mais gente tem acesso à informação e assim fica mais fácil de tomar contato com elementos antes restritos.
Porém, prefiro acreditar que, finalmente, a indústria do entretenimento rendeu-se a uma fonte de conteúdo existente desde a década de 1930, se estivermos falando das histórias em quadrinhos de super-heróis.
E estes mesmos quadrinhos tachados por muitos como “coisa de criança” são o espaço criativo que trouxe discussões avançadíssimas para a época em que foram feitos, notadamente na década de 1970.
Sem a alegria dos jovens, a idade avançada dos prédios (e de seus moradores) parece gritar. Projetos de retrofit passam longe dali, contribuindo para que um aspecto lúgubre tome conta do lugar.
Clone? Se fosse mesmo tava bom...
O Império Contra-Ataca é uma das melhores demonstrações da capacidade humana de criar um tipo de entretenimento que se internaliza nas mentes dos espectadores, gerando uma experiência que se perpetua durante a vida das pessoas.
Com a nova trilogia, Lucas acabou se rendendo demais às inovações tecnológicas, notadamente à possibilidade de criar cenários e até mesmo personagens em CGI (Computer Generated Images). E tirou o que Star Wars tinha de melhor: a emoção.
Mesmo se tratando de ficção científica, todo moleque se sentia próximo de Luke Skywalker e sua escalada para se tornar um Jedi. Brigas com o pai, dificuldades de adaptação no crescimento e toda uma jornada do herói que Joseph Campbell não nos deixa esquecer.
O mundo é nerd – Pt 1
Cavaleiro das Trevas bate recorde no Brasil
Mais de sete milhões de reais são arrecadados no primeiro final de semana do filme
Agora é fato: o mundo do entretenimento definitivamente se rendeu ao universo dos quadrinhos. Dados passados pela Warner Bros. Pictures indicam que 775 mil pessoas assistiram a Batman – O Cavaleiro das Trevas no primeiro final de semana de exibição.
Exibido em 547 salas, o filme de Christopher Nolan se tornou o maior lançamento cinematográfico de 2008 no Brasil, superando em 18% o líder anterior, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal.
Batman – O Cavaleiro das Trevas também foi o responsável por 51,4% da bilheteria entre os 10 filmes mais vistos no País no último final de semana. O total obtido pelo longa-metragem é três vezes maior do que o segundo colocado.
É a maior abertura de um filme da Warner no Brasil, em dólares, em todos os tempos. Ficou 13% acima da marca anterior da empresa, que era Harry Potter e A Ordem da Fênix.
Na gringolândia (Estados Unidos e Canadá), TDK (como já está sendo chamado pelos fãs) obteve 158,3 milhões de dólares em ingressos vendidos e bateu o recorde de arrecadação em um final de semana de estréia, que antes era de Homem-Aranha 3. Diante dos atuais concorrentes, o filme de Christopher Nolan ficou 128,3 milhões de dólares na frente do segundo colocado, o musical Mamma Mia!.
| Em 2008, o Estúdio Coca-Cola Zero estressa mais a mistura de estilos em uma série de quatro programas. Neste terceiro encontro, que irá ao ar na MTV sexta, dia 18/7, às 20h30, as diferenças não estão somente no estilo musical, mas também no tempo de estrada de cada um dos artistas. A Coca-Cola Zero coloca para conviver lado-a-lado a dupla sertaneja que consolidou a popularização do gênero, Chitãozinho & Xororó, com os quatro integrantes da banda Fresno, que foi projetada para o Brasil todo via Internet. No primeiro programa da série, chamado "Troca de Balada", o fã de Chitãozinho & Xororó sai do interior de São Paulo diretamente para a capital, onde se encontra com o fã paulistano da Fresno. Cada um deles experimenta as baladas do outro, com direito a passeios a cavalo, ao fliperama e, é claro, aos shows de Chitãozinho & Xororó e da banda Fresno. O segundo programa da série é o "Diário de Bordo", também com meia hora de duração. O programa acompanha um dia na vida de cada um dos artistas e mostra, a partir daí, o que eles têm de diferente. Os artistas ainda não se encontraram para os ensaios e show do Estúdio Coca-Cola Zero, mas estudam pela primeira vez a música do outro. "Videografia" é o terceiro programa da série e coloca o expectador cada vez mais próximo do ambiente musical do show. Chitãozinho & Xororó e os membros da banda Fresno aparecem juntos pela primeira vez. Eles se encontram para uma conversa sobre vida e carreira no palco do Estúdio Coca-Cola Zero. O papo é ilustrado por clipes, vídeos e fotos da vida de cada um. O programa tem meia hora de duração. Na quarta semana da série, chega o grande momento. Um encontro aparentemente sem lógica alguma, uma mistura de rock e música sertaneja: Chitãozinho & Xororó e Fresno juntos no palco. Com quase nada em comum, eles encaram o desafio de tocar juntos. O programa Estúdio Coca-Cola Zero mostra o que aconteceu nos quatro dias de ensaio e o show, gravado em um estúdio de São Paulo. Estúdio Coca-Cola Zero tem uma hora de duração. No repertório do show, Na Aba do Meu Chapéu e Polo, entre outros sucessos. |