O governo e as empresas comemoram fortemente o advento da classe C como grande consumidora do Brasil atual. Para quem vende, realmente está tudo ótimo. Mas quem faz a “gestão” (entre aspas, pois isto, de fato, nunca aconteceu) do País deveria abrir os olhos para um ponto extremamente complexo, a questão educacional.
quinta-feira, julho 17, 2008
O governo e as empresas comemoram fortemente o advento da classe C como grande consumidora do Brasil atual. Para quem vende, realmente está tudo ótimo. Mas quem faz a “gestão” (entre aspas, pois isto, de fato, nunca aconteceu) do País deveria abrir os olhos para um ponto extremamente complexo, a questão educacional.
sexta-feira, julho 11, 2008
Alguém mais aí jogou Marvel Ultimate Alliance? Sem dúvida alguma, este é o melhor jogo de super-heróis já feito!
Com uma história envolvente, uma imensidão de personagens e inimigos legais de serem combatidos, o jogo traz aquele tipo de diversão pura e simples que lembra os velhos e bons
A tendência atual de jogos complexos demais é deixada um pouco de lado e valoriza-se a jogabilidade e emoção de poder controlar personagens como Wolverine, Capitão América, Homem-Aranha e até os improváveis Deadpool, Luke Cage e Mulher-Aranha.
Vale muito investir! Ou, se preferir as vias cada vez mais ilegais, procure pelos downloads da vida.
Fica a dica!
quinta-feira, julho 10, 2008
Beleza frutífera
terça-feira, julho 08, 2008
UAU! Somente assim, com uma imensa interjeição, é possível descrever Batman – O Cavaleiro das Trevas. O filme que Christopher Nolan criou, junto com excelente elenco formado, essencialmente, por Christian Bale, Heath Ledger, Gary Oldman e Aaron Eckhart, leva as adaptações de quadrinhos para um outro patamar: o da realidade.
Não estamos falando aqui de produções como “
Acreditar em Batman, da forma pela qual ele é mostrado nesta produção, é algo simples, natural. Diferente de “Quarteto Fantástico” ou “O Incrível Hulk”, que partem do pressuposto de que é algo incrível e necessariamente irreal que está se passando, neste filme a idéia primeira é de que tudo aquilo poderia estar acontecendo ali do lado, em nossa própria vizinhança.
A realidade apresentada pelo filme é cruel, sofrida e dura. Tal qual aquela que vemos todos os dias. Pode parecer estranho dizer isso de um filme cujo personagem principal é um homem que se veste de morcego. Mas é possível porque Nolan se leva a sério. E leva o filme que fez mais a sério ainda.
Aqui não há espaço para brincadeiras espirituosas, como as que Tony Stark fez em “Homem de Ferro”. Bruce Wayne é um homem que não tem tempo para futilidades. Ele tem a missão árdua de limpar uma cidade suja até a alma e afundada no caos trazido por inimigo novo e letal. Trata-se de uma tarefa que o dilacera emocional e fisicamente, mas que precisa ser cumprida. No máximo, Wayne se esforça para manter seu disfarce.
O inimigo não é ninguém menos do que o Coringa, numa atuação monumental de Heath Ledger. Seu “palhaço” é doentio, verdadeiramente aterrador. É até macabro dizer, mas depois de assistir ao filme e vê-lo ter feito tão bem um personagem com tamanha dose de insanidade, pode-se tentar compreender o que o levou a uma overdose de medicamentos.
O Coringa aqui não é o “Príncipe Palhaço do Crime”, atacando com um martelo verde gigante. Este é o psicopata de “Asilo Arkham”. É o demente que mata o Robin com um pé de cabra em “Morte em Família”. É, como ele mesmo diz em uma cena, “uma força incontrolável”.
O vilão cria um clima soturno, uma dor na boca do estômago que teima em não passar até o final do filme. E nessa cruzada pró-caos, ele não está sozinho. Sem estragar nada para quem ainda vai assistir, digamos que O Cavaleiro das Trevas demonstra que a justiça tem muitas faces.
Mas é preciso dizer que não é só Heath Ledger quem se supera. Todos estão muito bem. A atuação segura de Christian Bale, por exemplo, é fundamental para o alcance da dramaticidade e verossimilhança que permeiam toda a película. Morgan Freeman e Michael Caine, coadjuvantes nos papéis de Lucius Fox e Alfred, respectivamente, possuem poucas falas. Mas todas são ótimas e realizadas com intensidade e sentimento.
Para os fãs de quadrinhos, fica a certeza de que – definitivamente - o nosso Batman ganhou vida. O Cavaleiro das Trevas faz jus ao nome que emprestou da obra-prima de Frank Miller. Não, não há temas daquela HQ. Mas o impacto que o filme deve trazer para um mercado inundado de adaptações de gibis é semelhante ao que foi criado no já longínquo ano de 1986, quando aquela revista foi lançada.
O sentimento é de que Gotham (e todos nós, como se lá vivêssemos) finalmente tem o herói que merece e que precisa. Batman vive e eu acredito nele.
segunda-feira, julho 07, 2008
A tal Lei Seca
sexta-feira, julho 04, 2008
E não importa se os fatos transcorrem num campinho de terra ou no Maracanã. As leis apócrifas agem com precisão e não falham jamais (diferente até, de muitos momentos de suas irmãs que enchem páginas e páginas).
A última passagem dessa história ocorreu na última quarta-feira, quando o Fluminense de Renato Gaúcho enfrentou a LDU, do Equador. A lei infringida pelo time carioca foi a da soberba.
Como dizem no interior, "contaram com o ovo no cu da galinha". Ou seja, esqueceram-se que havia um adversário a ser enfrentado e que, como o próprio nome já diz, iria se colocar para ganhar e, assim, impedir que o outro vencesse.
A festa que a torcida fez no treinamento, soltando fogos, levando faixas e tudo mais, extrapolou o limite do incentivo e virou festa adiantada. E é nesse momento que quebraram as regras.
Não seria diferente: o castigo veio. E da forma mais dramática e sofrida possível. Os três craques do time perderam suas cobranças. Aí só restou ao Maracanã o silêncio, as lágrimas e a comemoração de uma equipe trabalhadora, simpática e humilde, vindo do mais humilde ainda Equador.
P.S: Fica ainda a pergunta: seria o Maracanã o túmulo do futebol brasileiro? Porque está difícil de ganhar um título internacional ali. Que soem os avisos para a Copa de 2014.
quarta-feira, julho 02, 2008
Mas ninguém está preparado para o que vem por aí com Batman - o Cavaleiro das Trevas. Hypado pela inesperada morte de Heath Ledger, a expectativa em torno do filme é enorme.
Na primeira parte deste blockbuster, o diretor Christopher Nolan já deu um show, acompanhado pelo excelente ator Christian Bale. Com tudo já bem conhecido, a tendência é que possa ser visto algo ainda maior e melhor nas telas.
A escolha do Coringa para o vilão deste segundo filme não poderia ter sido mais feliz (sem nenhum trocadilho com o palhaço do crime). A insanidade do personagem precisava de mais espaço para ser explorada - algo muito complicado de ser feito num filme de origem, como foi Batman Begins.
E ainda por cima há a aparição (prometida) do Duas-Caras, o ex-promotor público Harvey Dent. A dicotomia herói-vilão propiciada por esse3s dois personagens e o herói h0omem-morcego é das mais interessantes já criadas nas HQs.
Tudo mostrado até agora aponta que a tradução para a película foi a melhor possível. Veremos. A contagem regressiva para o melhor filme do ano já começou.
Enquanto isso, que se mordam os cotovelos com os trailers:
segunda-feira, junho 30, 2008
É preciso dizer que este não é mais um blog diarinho. Sim, este já foi um blog diarinho. Sou do tempo em que blogs diarinhos eram moda entre gente que queria ser bacana e também entre aqueles que tinham tendências "emo" antes mesmo desse termo existir.
Confesso que me enquadrei em ambas as categorias.
Mas agora mudou. A idéia é fazer algo que possa ser considerado, mesmo que remotamente, jornalístico. Talvez em alguns momentos também literário. Só não dá mais pra ficar com choramingos, letras de música, testes e bobagens desse tipo.
Ainda assim, não vou tirar o histórico. Pois faz parte da minha vida e não tenho motivo nenhum para me desfazer do meu passado. Pelo contrário. Tenho orgulho dele, pois me trouxe até aqui.
Então vamos lá... daqui pra frente mais coisas devem surgir.
Quem viver (e tiver paciência), verá.
quinta-feira, junho 26, 2008
“Logo depois de ‘A Favorita’, mude de canal...”
E assim “Pantanal” vai conquistando mais adeptos, mesmo 18 anos depois. Simplesmente porque ali o povo olha e consegue se ver sem nenhum artifício ou barreira entre si e a tela luminosa.
quarta-feira, junho 25, 2008
quarta-feira, setembro 13, 2006
Mas vai ser bem diferente, algo mais... jornalístico, se é que eu ainda posso usar essa palavra.
Nada mais de diarinho choraminguento, pq passou a fase, né?
Se alguém ainda lê essa pindonga, aguarde. Daqui a pouco (ou seja, em mais ou menos 6 meses) volto a escrever.
Por enquanto, FUI!
Aquele abraço
quarta-feira, abril 26, 2006
Este espaço serviu como recipiente da minha solidão por muito tempo. Mas esta solidão acabou por um único e determinante motivo. E isso merece ser sempre lembrado:
EU TE AMO, ALEXANDRA!!!
Você transformou minha vida, me fez uma pessoa melhor, me completou.
Obrigado por fazer cada dia melhor do que o anterior.
terça-feira, agosto 17, 2004
Ufa! Foi difícil chegar aqui... fazia tanto tempo que eu não escrevia que a poeira tomou conta da porta, quase não consigo entrar.
Bom, estamos aí, vivos e tudo mais. Ando sem tempo pra escrever. Mas não é só isso, pq já tive tempos de correrias piores e ainda assim escrevia todos os dias.
Acho que o que está rolando é que o blog foi sempre pra mim, basicamente, um local onde eu despeja toda a minha tristeza e meu amargor. E onde eu tentava me encontrar e encontrar alguém, pois a solidão estava sendo minha companheira há tempo demais.
Acontece que hoje esse quadro mudou. Não tenho mais que buscar dentro de mim, em locais profundos e escuros demais a força que eu preciso para seguir em frente. Encontrei aquele alguém que me fazia tanta falta. Percebi que eu não era um como pensava. Era meio. Só agora estou completo. Só agora sou realmente um.
Aqui neste espaço eu fui da depressão à euforia, do entusiasmo ao desespero. Sempre na porrada. Sempre extremos. Faltava (e muito) equilíbrio - algo que eu consegui encontrar agora. Não tenho mais aquelas explosões de outrora. Sigo uma linha firme e decidida rumo ao ideal. E isto já está bem mais perto do que eu esperava.
Dessa forma, não há mais lugar para o que já foi. Mais uma vez este blog deve passar por mudanças. Quero, definitivamente, investir nas minhas idéias. Este pode ser o embrião de algo maior e com muito mais alcance. Ainda não tenho bem certo o que vou fazer - só sei que vou fazer.
Vejo o mundo ao meu redor e percebo que as dificuldades pelas quais passei (e ainda passo) me fizeram ficar ainda mais forte. Eu posso mais, eu sou mais. E nada vai me parar - não adianta nem tentar.
Aguardem. O caminho é longo, mas está apenas começando a ser trilhado.
Não se preocupem pq eu volto...
quinta-feira, agosto 05, 2004
Tem dias em que você pode sentir, na brumas da manhã, os olhos que fomentam a discórdia e alimentam a inveja contra você.
É possível ver claramente todo rancor sendo espumado naquelas bocas podres. Sentimentos demasiadamente ruins.
Aí, sem nem ligar para o assunto, você liga o rádio da Internet na http://virginradio.co.uk, escolhe a versão classic rock e ouve o sr. Bruce Dickinson e o IRON MAIDEN mandando um Run to the Hills. Pronto! Seus problemas acabaram!
Não há mau humor, inveja ou olho gordo que resistam a uma boa dose de Heavy Metal!!
sexta-feira, julho 30, 2004
Taí uma coisa que eu não fazia há tempos, um teste!
E o resultado não poderia ser outro mesmo...
Morpheus rules!
Neil Gaiman na veia!
Vejam:
Morpheus
?? Which Of The Greek Gods Are You ??
quinta-feira, julho 29, 2004
quarta-feira, julho 28, 2004
Quando sua mente parecer falhar e até mesmo seu coração estiver sem direção, ouça a voz do seu corpo.
Veja como a sua morada física reage às situações. Observe as dores (ou ausência delas), o conforto, o calor. O quão bem você se sente em determinada posição e companhia.
As respostas estão aí. É só querer ver.
quinta-feira, julho 22, 2004
Cantem, cantem irmãos! Pois este é o dia da liberdade!
A batalha se encerrou e é chegada a hora de comemorarmos, pois nossa luta foi justa e árdua.
Cantem, cantem irmãos!
O inimigo usou de ardis terríveis. Ao invés de travar um combate justo, utilizou-se das formas mais terríveis de guerrilha.
Mas ainda assim nos sagramos vencedores.
Cantem, cantem queridos companheiros!
É uma vitória da vida, da Luz! Os inimigos, baixos e loucos como são, preferem não ver a verdade. Ou estão se fingindo, pois a dor que sentem deve ser lancinante.
Cantemos juntos até o amanhecer. Este não tarda chegar, já que o Sol não quer furtar sua presença de tão honrosa comemoração.
segunda-feira, julho 19, 2004
sexta-feira, julho 16, 2004
Este é o número deste post. O quinquagésimo centésimo primeiro deste blog.
Cacete, escrevi pra caramba já...
Quanta água passou por debaixo desta ponte. Batalhas foram vencidas e perdidas, monstros foram destruídos, alianças foram formadas... e, no final, eu consegui sobreviver para contar a história.
Olhando para o que passou, tenho a sensação do dever cumprido. O que aconteceu pode não ter sido (e, certamente, muitas vezes não foi) o melhor. Mas eu fiz o que achei que deveria ter feito. Não me arrependo de nada. Curti, senti, vivi. E agora o momento é outro.
É chegado o ponto em que os sonhos vão se consolidar e criarão outros maiores. Porque, no final, o que todos querem é uma casa com cerquinha branca e uma família de seriado americano.
Hehe...
Me aguardem...
terça-feira, julho 13, 2004
Foram dias confusos aqueles. Era impossível se lembrar de como e quando tudo aconteceu. O início, isso dava para saber, foi numa noite de terça-feira. E estava quente... e úmido.
O fato era, que desde aquele momento tudo havia mudado. No começo, houve receio. Depois descrença. Era difícil acreditar que algo tão bom estava acontecendo. O vendaval passou e foi conduzindo a vida. Sem pensar, sem pedir licença. Sem nem se preocupar.
Mesmo sendo complicado, havia uma ordem por trás daquilo tudo. Um sentimento de organização. Isso trazia tranqüilidade, conforto – mesmo quando tudo rodava e rodava, sem parar.
E o tempo, inevitavelmente, passou. O momento agora é de calmaria. De construção e projeção. Ampliar as conquistas, degustar as vitórias e – se preciso – curar as feridas.
Mas o paraíso estava muito próximo de ser alcançado, isso era certo. E a certeza residia no fato de que não havia mais solidão. E de que a força da Luz que brilhava ali era muito maior do que qualquer escuridão, vinda deste ou de qualquer outro mundo.
quinta-feira, julho 08, 2004
Ok, eu entendo que todos passamos por dias em que nosso único desejo é de que o mundo se transforme em pó para que pisemos nele.
Mas, sejamos sinceros, não são todos os dias que são assim. E, mesmo em uma fase complicada, você não está mal every single minute.
Então, que tal tirar essa carranca do rosto. Sorria - que o mundo vai lhe sorrir de volta. É incrível a diferença que faz tratar a todos - sem nenhuma excessão - com cordialidade e simaptia. Claro, sempre vão existir aqueles que irão te responder com um grunhido, parecendo que querem te morder. Para esses, o remédio é sorrir ainda mais. Porque cara feia se cura assim, com carinho.
Alguém mais além de mim assistiu na escola aquele filminho "Comportamento gera comportamento"? Então... é bem por aí.
Estou dizendo porque comprovei e agora recomendo: Amabilidade, meu povo. É fácil, indolor e traz resultados superiores.
quarta-feira, julho 07, 2004
Olha, não ando escrevendo porque estou sem tempo. Mas estou sem tempo por conta de coisas boas. Desgastantes, mas bem boas.
Tudo está mudando. TUDO mesmo.
Trabalho e vida pessoal. Daqui muito pouco tempo, nada mais será o mesmo.
Caminho em passos largos para o ideal de perfeição em que acredito. ;-)
Uhu!
quarta-feira, junho 30, 2004
sexta-feira, junho 25, 2004
Chega um momento na vida em que é preciso firmar o pé. Tomar realmente uma decisão. Ou sim ou não. Ou vai ou racha!
Não dá pra aceitar de bico fechado toda merda que as pessoas vão jogando em você.
Se você não se posiciona como uma força, será sempre visto como um ser dispensável, fraco e cuja presença é indiferente.
Grite, esperneie, se faça notar. Mas, acima de tudo, seja você mesmo. Pq não adianta nada ter atitude em cima de fatos alheios a você. Gozar com o pau dos outros não serve pra nada.
Tome o mundo. Ele é seu.
quinta-feira, junho 24, 2004
By William Blake
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?
In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?
And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?
What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?
segunda-feira, junho 21, 2004
Onde havia chuva, ela trouxe o sol
Onde havia trevas, ela foi a luz
Quando era inverno, ela se fez verão
Onde havia solidão, ela se tornou companheira
Onde havia caos, ela deu harmonia
Quando tudo parecia perdido, ela me encontrou
Onde havia o nada, ela se tornou tudo
Onde havia a falta de perspectiva, ela moldou o futuro
Quando ela chegou, o mundo parou
E a vida foi vivida, como se estivesse começando naquele momento.
*Título obviamente influenciado pelas horas que passo vendo novelas da Globo
sexta-feira, junho 18, 2004
terça-feira, junho 15, 2004
Algo no fundo dos meus olhos me incomoda. Busco na profundidade e vejo que ele está ali me encarando. O monstro da mesmice.
A acomodação nunca foi carcterística minha. E eu me canso fácil de certas coisas. Sou parceiro do desafio. Como agora tenho quem corra ao meu lado e me sinto mais forte do que nunca por conta disso, surgem mais necessidades. Ah, a necessidade. Já dizia Marx que ela era o motor da História...
Eu não suporto o mesmo, o de sempre. A falta de perspectivas obstrui qualquer estímulo. Falta entusiasmo - que aprendi outro dia, vem do grego enthousiasmós e significa “êxtase”. Segundo o autor que li, os antigos a usavam para representar também arrebatamento e inspiração divina. Numa tradução literal, “estar com Deus dentro de si”.
É exatamente isso. Sei que posso fazer muito mais do que faço hoje. E isso me incomoda profundamente.
Então vou começar a correr atrás. Que venha a mudança, pois estou certo de que com ela retomarei as rédeas de minha própria realidade.
sexta-feira, junho 11, 2004
Estamos todos vivos e bem deste lado do universo conhecido.
Não tenho escrito pq, como a maioria dos meus leitores sabe, voltei a estudar e como o semestre escolar está próximo de seu fim, os trabalhos se acumulam. Um deles, em especial, tem tirado o meu sossego e fazendo cair o pouco de cabelo que ainda resta por aqui. Quem já estudou marketing vai saber o que eu digo: Análise SWOT.
A análise em si até que é fácil. O que pega é fazer o projeto todo.
Essa minha idéia de me tornar um "homem de negócios" está se mostrando mais difícil do que parecia na teoria. Mas beleza, vamo ae, que quem fica parado é poste - como diz o mestre Zé Simão.
Deixo vocês com alguns comentários rápidos:
- Não se preocupem, caros tricolores. Lá na Bolívia vamos enfiar uma sacolada de gols naquela bicha insana que pega no gol do Once Caldas.
- Assitam "Do outro lado da rua". Faz você ter fé que o Brasil sabe fazer cinema para além do estigma nordestino de terra rachada, seca e meninos barrigudinhos.
- Aproveitem bem o Dia dos Namorados. Eu já estou aproveitando o meu. Vou até deixar uma trilha sonora.
'Til There Was You
The Beatles
There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
'Til there was you
There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
Then there was music and wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and you
There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
'Til there was you
'Til there was you
quinta-feira, junho 03, 2004
Tudo bem... o verso aí de cima foi escrito por um dos caras mais chatos da música brasileira, o gaúcho Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawai. Mas é bonito e faz pensar.
Vocês já perceberam, em suas próprias vidas ou nas de amigos, conhecidos, etc, o quão pouco as pessoas se entregam? Vivemos numa era de medo generalizado, com todos tendo receio de conhecer o outro e compartilhar um pouco de si com ele.
Dois lados de uma mesma moeda, homens e mulheres - que deveriam ser parceiros, parecem estar sempre em pé de guerra. E, pior do que isso, a individualidade predomina. Cada um vive em seu microcosmo, olhando pelas frestas e mostrando-se apenas por elas também.
O problema é que a maioria dos homens adora "pagar de gatão", acha que é pegador, dono do mundo. Isso, convenhamos, já acabou há muito tempo. E eu tenho cá minhas dúvidas de que algum dia chegou a acontecer. Se tem uma coisa que eu aprendi na vida é que não se compete com mulheres - apenas se tenta estabelecer parcerias. Realmente acredito que isso rola desde que o mundo é mundo.
Vocês, garotas, são as rainhas. A gente só pensa que manda.
Mas, de outro lado, acredito também que no caso de algumas mulheres há uma reação exacerbada frente às situações. Claro, gerada pelas atitudes masculinas ao longo dos anos. Mas mesmo assim exageradas. Um lance meio "tolerância zero", sabe? E lei de Talião: "Olho por olho, dente por dente".
E isso gera os famosos “joguinhos”, nos quais, sejamos sinceros, nunca há vencedor. Entreguem-se, meu povo. Deixem que o outro conheça seus vícios e virtudes. A harmonia só chega quando existe confiança plena. Acreditem: o resultado é superior.
segunda-feira, maio 31, 2004
Você viram as últimas notícias?
Acabei de ler no Globo online
Ronaldinho Gaúcho não enfrenta Argentina
Kaká e Luís Fabiano vão reviver a dupla do São Paulo na seleção
TERESÓPOLIS - O técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, não poderá contar com o meia-atacante Ronaldinho Gaúcho e com o zagueiro Luisão na partida contra a Argentina, nesta quarta-feira, no Mineirão, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
Os dois jogadores, com lesões no músculo posterior da coxa direita, foram vetados na manhã desta segunda-feira e seguirão para Belo Horizonte para serem examinados. Caso seja constatado um derrame ou outro problema mais grave, ambos serão cortados e não irão para Santiago, onde o Brasil enfrenta o Chile no próximo domingo.
O treinador já havia confirmado a zaga da seleção com Juan e Roque Júnior. Para o lugar de Ronaldinho Gaúcho, Parreira optou por escalar Luís Fabiano, alterando um pouco o esquema da equipe, que vai atuar com dois atacantes típicos. Kaká será o principal responsável pela armação de jogadas, função que anteriormente dividiria com o jogador do Barcelona.
O time titular está definido: Dida, Cafu, Roque Júnior, Juan e Roberto Carlos; Edmílson, Juninho Pernambucano, Zé Roberto e Kaká; Ronaldinho e Luís Fabiano.
O atacante do São Paulo se diz pronto para substituir o astro do Barcelona, apesar do pouco entrosamento como o novo companheiro de ataque.
- Agora é aproveitar a oportunidade que pintou, dando o máximo em campo. Só treinei junto com o Ronaldinho um pouquinho, no fim do coletivo de domingo, mas acredito que vamos nos entender bem em campo. Tentarei fazer um gol para ajudar, mas o importante mesmo é a vitória da seleção - afirmou Luís Fabiano.
A preparação da seleção brasileira para o principal clássico sul-americano tem sido marcada por problemas. No domingo, o goleiro Marcos foi cortado devido a uma lesão no punho esquerdo. Júlio César (Flamengo) foi convocado para o lugar do arqueiro do Palmeiras.
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Na boa, só tenho uma coisa a dizer: Te prepara, porteño. Agora a jiripoca vai piar*.
O Fabuloso vai acabar com o timeco deles. O Maradona vai vir pra cá, vai ver isso e acaba tendo um piripaque de vez.
Assim, eu não queria que isso acontecesse com o Ronaldinho Gaúcho de fora. Mas, como diz o grito de guerra do Quinzão: "Já qui tá, qui fiqui!"
* Expressão tipicamente interiorana e predecessora do infame ditado atual "o bicho vai pegar".
Faz um bom tempo que não coloco nenhum daqueles testes aqui, né?
Bom, vi um no blog da Carol e achei bastante interessante.
Fiz e olha só o resultado:
Se sua vida fosse um filme
O drama estrelado por Russell Crowe mostra momentos extremamente difíceis da vida de Nash. Dificuldades de aceitação pelos colegas, internação em hospital psiquiátrico, crise no casamento.
Mas o filme também tem suspense, romance e é extremamente envolvente, daqueles que faz a gente torcer o tempo todo. Você é surpreendido pela história e se apaixona pelos personagens e derrama lágrimas.
A principal mensagem é de otimismo! É o ensinamento de que uma mente brilhante pode vencer problemas tão graves quanto a loucura. Principalmente se você fizer o que gosta, contar com apoio de pessoas queridas e topar aprender com elas e ensinar o que aprendeu.
Assim... eu lembro quando vi esse filme. Fiquei perturbado pra caramba, com medo de ser louco e tudo que eu conheço ser uma mentira criada pela minha mente doentia. Mas passou...
Concordo com essa coisa do otimismo e de contar com o apoio dos queridos. Nisso tem realmente tudo a ver comigo.
sexta-feira, maio 28, 2004
Sempre fui um sonhador. Ta até escrito aí do lado. Sem sonhar não sabia viver. Ainda hoje eu sonho pra caramba. É a minha forma de entender o mundo. Mas as coisas estão mudando...
Não que eu esteja deixando de sonhar. Muito pelo contrário. O que ocorre é que além dos sonhos, me está sendo permitido planejar. Agora eu estou conseguindo estabelecer metas e definir prazos (ou pelo menos previsões) de quando as coisas devem acontecer.
É uma mudança considerável, que só foi alcançada com meu desenvolvimento pessoal e profissional. Claro, trata-se de um processo ainda em andamento. Mas eu realmente gosto do ponto onde estou hoje. Sem dúvida que as coisas poderiam estar melhores. Elas sempre podem. Mas, fazendo uma análise fria dos dados, o cenário é bem interessante. O lance é continuar trabalhando para manter e ampliar.
Os problemas de hoje não têm uma ligação exata comigo. Não dependem só do meu esforço. Do meu lado, as coisas estão numa curva ascendente. Tenho certeza de que o resto vai se resolver em breve. Mais que certeza, tenho Fé. Não dizem que ela remove montanhas? Pois então... eu tenho e vou mover alguns morros por aí. Nada muito grande. Apenas o suficiente para abrir caminho para que eu construa a minha estrada de tijolos amarelos...
quarta-feira, maio 26, 2004
24 anos e meio atrás eu conheci uma pessoa que mudou minha vida. Foi a primeira pessoa que conheci e já dei muita sorte, pois foi a melhor de todas que eu viria a conhecer.
Uma mulher pequena, magrinha, mas com uma força... uma força que eu não faço idéia de onde vem. É incrível. Logo depois que eu a conheci me disseram que ela era minha “mãe”. Eu, sinceramente, não entendi muito bem esse conceito super abstrato de “mãe”. Só que logo vi que a tal “mãe” era a pessoa que iria cuidar, limpar, carregar, aquecer, levar, trazer e, especialmente, amar. Tudo isso pra mim, por mim.
Durante longos 14 anos ela foi só minha. Mas aí o cara lá em cima decidiu querer provar que existia e mandou uma outra pessoinha pras nossas vidas e eu vi que amor de mãe era uma coisa tão enorme, tão forte, que ela podia amar na mesma intensidade os dois. Agora taí: ela andando com um filho de 10 anos pra cima e pra baixo. Acho que eu só tive a real consciência do que é a maternidade ao ver minha própria mãe grávida.
Os tempos passaram e ela, além de mãe, acabou sendo minha professora. E eu que achava que mãe já ensinava o suficiente... mas ela conseguiu, além de me ensinar a comer igual gente, amarrar o sapato e não enfiar o dedo no nariz, a saber o que foi a Revolução Francesa, quem foi o Duque de Caxias e mais uma meia dúzia de coisas interessantes. Gostei tanto do negócio que até História eu fiz (tudo bem que ela me matriculou neste curso, quando eu pedi Letras... mas tudo bem, mãe a gente releva).
Durante muito tempo fomos só nós dois. Todo mundo longe e um só tendo o outro para contar. De certa forma, mesmo quando os outros estavam perto, sempre fomos só nós dois. E ainda somos.
Eu fui embora, não moro mais na casa dela faz um bom tempo... mas ela ainda consegue dizer se estou com fome, triste, cansado ou qualquer outra coisa só pelo meu “alô”, a 170 km de distância. Coisas de mãe...
E hoje é o dia dela. Aniversário... ela tá ficando mais experiente. Vários anos nas costas, mas ela não ta nem aí. Virou até universitária de novo esse ano, a espertinha. Parece uma menina. E quem disse que não é?
Então é hora de dar os parabéns, desejar tudo de bom e muita alegria. Porque ela merece e de tristeza a gente já se encheu. É tempo também de pedir que nosso camarada lá em cima a conserve assim, perfeita em sua imperfeição, por tanto tempo quanto for possível. Porque daqui um tempo outra pessoinha vai aparecer e, do mesmo jeito que ela me mostrou o que é ser mãe, ela vai ter que mostrar o que é ser avó - como eu sei que ela aprendeu com a mãe dela.
Valeu mãe! Você fez de mim o que eu sou hoje. Pro bem e pro mal. E eu gosto pra caramba de mim, sabia? E de você eu nem preciso falar, né? Te amo!
Beijão do seu filho mais velho...
segunda-feira, maio 24, 2004
...nós perdemos a invencibilidade e a liderança pro Cruzeiro, lá em BH. Não quero aqui parecer chorão nem nada assim, mas que o juizão deu mancada acabando o jogo antes do Rogério cobrar a falta, isso deu.
Mas ok, temos jogo da Libertadores pra confirmar a classificação para a semifinal na quarta-feira.
No mais, o destaque da rodada foi o sapeca iaiá que o santos tomou em plena Vila do, até sexta-feira, combalido Palmeiras. Como os porquinhos conseguiram um sonoro 4 a 0?
Bom, de um lado a galera começou a correr pq o Picerni caiu. E de outro o Luxa continua se achando deus e fez várias cagadas após a expulsão do Pereira (aliás, que fase desse cara... entregou o jogo contra o Once Caldas e foi expulso ontem - se benze, nêgo!)
Só espero, sinceramente, que a derrota abale a molecada e que eles sofram contra os colombianos. Prefiro o Once Caldas na próxima fase.
sexta-feira, maio 21, 2004
O Palmeiras foi eliminado pelo Santo André... o Corinthians pelo Vitória... O Santos só empatou em casa e vai ter que decidir fora e na altitude.
Enquanto isso o Tricolor é líder do Brasileirão e venceu por 3 a 0 no jogo de ida da Libertadores, praticamente assegurando uma vaga na semifinal.
Foi isso mesmo?
heheheh
Só pra saber...
;-)
quinta-feira, maio 20, 2004
A CURA
Lulu Santos
Existirá
Em todo porto tremulará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança
E se virá
Será quando menos se esperar
Da onde ninguém imagina
Demolirá
Toda certeza vã
Não sobrará
Pedra sobre pedra
Enquanto isso
Não nos custa insistir
Na questão do desejo
Não deixar se extinguir
Desafiando de vez a noção
Na qual se crê
Que o inferno é aqui
Existirá
E toda raça então experimentará
Para todo mal
A cura
Existirá
Em todo porto se hasteará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança
E se virá
Será quando menos se esperar
Da onde ninguém imagina
Demolirá
Toda certeza vã
Não sobrará
Pedra sobre pedra
Enquanto isso
Não nos custa insistir
Na questão do desejo
Não deixar se extinguir
Desafiando de vez a noção
Na qual se crê
Que o inferno é aqui
Existirá
E toda raça então experimentará
Para todo mal
A cura
terça-feira, maio 18, 2004
Como eu sempre digo aqui, sou fã de quadrinhos. Na semana passada, por motivos diversos, fiquei traçando um paralelo entre os poderes de um conhecido herói e o que eu gostaria de ter.
O Homem-Aranha, que nem é dos meus favoritos, tem algo que é chamado de "Sentido de Aranha". Algo como um "aviso" de que alguma coisa está errada e que ele vai tomar uma porrada logo a seguir (ok, fui simplista pra kct aqui, então não me detonem fãs ardorosos).
O sentido de aranha é representado graficamente assim:
Com essas linhas na cabeça dele e tal...
É um poder bacana até, mas o que eu queria mesmo era um "Sentido de cagada". Calma, não é isso que você pensou.
Eu gostaria de ter algum tipo de aviso quando estivesse prestes a pisar na bola... fazer alguma cagada.
Mais ou menos assim: Estou prestes a falar demais, magoar alguém, algo de que depois vou me arrepender depois. PING! PING! PING! Minha cabeça começa a apitar e eu páro imediatamente.
Fala sério, não ia ser muito legal??
Pô, eu detesto errar. E eu erro pra caramba, pq tenho o péssimo costume de falar mais do que devo - trocando os pés pelas mãos. Ou seja, fazendo uma bela cagada.
Assim, de uma maneira que podemos chamar (de certa forma), de metafísica, eu até que melhorei. Fico mais atento aos erros do passado e à minha intuição.
O caminho parece mais fácil a cada dia, mas mesmo asism um poderzinho desses não ia cair mal.
Que bicho erradiado por Raios Gama eu tenho que deixar me morder pra ganhar isso, hein?
quinta-feira, maio 13, 2004
São Paulo 2 (5) x (4) 1 Rosário Central
Sensacional. Esta é a única palavra para definir o jogo desta quarta-feira, 12 de maio, no Morumbi. O São Paulo enfrentava o Rosário Central da Argentina. O tricolor havia perdido a primeira partida na casa do adversário por 1 a 0. Para se classificar precisava de uma vitória por dois gols de diferença. Igualando a diferença de gols da primeira partida a decisão iria para os pênaltis.
Mas não foi fácil. Logo aos 6 minutos do primeiro tempo, numa falha de Marquinhos, o Rosário saiu na frente. Neste momento começou a atuar a maestria do técnico são-paulino Cuca. Ele mexeu – e muito bem – em sua equipe, sacando o volante Alexandre e colocando Grafite em seu lugar. O atacante, execrado pela torcida por ter feito os gols que salvaram o Corinthians do rebaixamento, teve sua redenção.
Grafite fez o primeiro gol no último lance da etapa inicial. Numa jogada ensaiada Rodrigo escorou no primeiro pau e o atacante arrematou no meio da área, de cabeça.
Logo em seguida, no intervalo, Cuca não desceu para os vestiários com seus comandados. Ficou em campo para que eles sentissem a energia da massa tricolor. 60 mil torcedores gritavam insanamente na noite fria da capital paulista.
A tática deu resultado: a equipe voltou mais consciente e tocando melhor a bola. Mas, sem conseguir furar o bloqueio argentino, Cuca mudou mais duas vezes. Tirou Vélber para a entrada de Souza e, depois, Marquinhos para que Gabriel entrasse.
O time estava bem, mas a bola não entrava. A dramaticidade aumentava. O Fabuloso não estava numa boa noite, havia até mesmo perdido um pênalti no primeiro tempo. Mas em jogada sua, o São Paulo encontrou o caminho do gol. Luis Fabiano chutou, o goleiro argentino não conseguiu segurar e Grafite, mais uma vez ele, estava atento e conferiu. Era São Paulo 2 a 1. E os pênaltis...
Nas cobranças de pênaltis brilhou mais forte a estrela do maior símbolo tricolor dos últimos anos: o capitão Rogério Ceni. Ninguém encarna o espírito são-paulino como ele. Nem mesmo Luis Fabiano, que tem seu nome gritado constantemente durante as partidas pela torcida. Rogério é o último remanescente da Era de Ouro tricolor, quando o Terror do Morumbi – o saudoso Raí – desfilava em campo, ao lado de craques como Leonardo, Cerezo e Müller.
Ninguém se dói mais ao ser chamado de “amarelão”, “bambi” e outros codinomes pejorativos atribuídos ao São Paulo ultimamente. E ontem Rogério mostrou todo seu amor tricolor e vontade de vencer.
O goleiro são-paulino cobrou a última penalidade e marcou. Se perdesse, estava fora (Cicinho havia desperdiçado sua cobrança). Continuou próximo ao gol e se preparou para segurar a cobrança de Ganoa, goleiro do Rosário – o que de fato aconteceu. Verdade seja dita que o careca argentino praticamente recuou a bola. Mas a energia que veio depois da defesa pavimentou o caminho para a vitória definitiva.
Na primeira das alternadas, Gabriel – que também passou por maus bocados no Morumbi – marcou. Rogério então se preparou e defendeu magistralmente a batida de Iraci. O São Paulo estava classificado para as quartas-de-final da Libertadores.
O mais bonito foi ver ao final da partida jogadores como o zagueiro Fabão aos prantos, emocionado com a vitória. Rogério deu a declaração que deixou todos os são-paulinos com um nó na garganta: “Essa é a paixão da minha vida... Sair do São Paulo pra quê? Este é o melhor time do mundo!”.
Exageros à parte, a certeza que fica depois do jogo é de que, se não é o melhor, pelo menos o São Paulo é dos que mais luta. E que amarelo no Morumbi só nas estrelas que representam o Bi-Mundial. Estrelas que, pelo andar da carruagem, podem ter a companhia de mais uma irmã no final deste ano.
Força Tricolor! Rumo a Tóquio!!
quarta-feira, maio 12, 2004
O lance é o seguinte: ninguém tem o direito de podar os sonhos de outra pessoa.
Vivemos em sociedade e, portanto, vez ou outra temos que nos deixar subjugar pela rede de relacionamentos estabelecida. Temos que adiar nossa felicidade em função de situações que são alheias à nossa própria vontade.
Não há nada mais injusto. Porém, a busca pela felicidade deve ser a diretriz primeira da vida de todos. Assim sendo, cabe a cada um a responsabilidade de dobrar a realidade até que ela chegue ao ponto que se deseja.
Convercer pessoas, trabalhar duro, virar jogos. Esses são os objetivos. Não adianta chorar e ficar na mesma. Quem espera e não trabalha, não alcança coisa nenhuma.
Então dá licença que eu vou ali matar uns três dragões e já volto.
sexta-feira, maio 07, 2004
Prefeitura interdita restaurante da PUC -SP
da Folha de S.Paulo - 07/05/2004 - 03h21
Reincidente em irregularidades sanitárias, o restaurante universitário da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, que serve cerca de 600 refeições por dia, foi interditado ontem pela Secretaria Municipal da Saúde.
hahahahahhaha
Mas que coisa...
Para aqueles (poucos) de vocês que não sabem, eu passei cinco anos na (nem tão) gloriosa Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Fiz Jornalismo e História, tendo me formado no primeiro e apenas iniciado o segundo.
Foi uma época sensacional da minha vida. Muita coisa foi descoberta, conheci pessoas maravilhosas (vide a Djones e a Biba, entre outros que estão espalhados nos links ao lado e por aí no mundo). E este restaurante recém interditado foi palco de muitas peripécias da galera.
Uma das mais marcantes era matar aula pra ficar vendo Teletubbies, enquanto degustava um pão de queijo e um chocolate quente. E não, nós não estávamos sob efeito de nenhum entorpecente (eu estudava de manhã, pelamordedeus).
Mas o dia que mais me lembro foi na final do mundial que aquele time ridículo que ano passado estava na segunda divisão e tem por cores o (argh!) verde e o branco disputou contra o espetacular Manchester United.
O povo todo reunido no restaurante, todas as TVs ligadas. Até um telão tava rolando. E a porcada aos prantos. Quando o Marcos saiu mal e a equipe inglesa marcou seu gol, eu e meus camaradas (tricolores e gambás) pulávamos como se fosse um dos nossos comemorando o gol do título.
Eu ostentava uma bela camisa do Manchester, que havia ganhado alguns meses antes como souvenir da viagem que minhas tias fizeram à Europa.
Sério... eu só não apanhei nesse dia pq tinha um bando comigo. nunca zoei tanto torcedores de outro time. Nem quando o São Paulo ganhou o Paulista de 98 em cima do timinho da marginal sem número. Nem quando faturou os lambaris em 2000.
ahhahaha
Que lembrança boa... não troco a minha vida hoje por quase nada (só queria um pouco mais de grana, mas blz...), mas sinto saudade daquele tempo simples e sem preocupações.
Ah, em tempo! Não foi à toa que interditaram o negócio lá. Costumávamos chamar o lugar de "Baratão". O detalhe é que não era uma referência ao preço.
quinta-feira, maio 06, 2004
Eu estava lendo umas coisas por aí e vi esta frase sensacional em uma revista do Homem-Aranha. Mais especificamente Marvel Knights Spiderman .
A frase é de Peter Parker, para sua esposa Mary Jane:
I'm a Super Hero, MJ. It's never as bad as it looks
Depois nego ainda me pergunta pq eu gasto uma grana com gibi de super-herói...
quarta-feira, maio 05, 2004
E então o povo aqui do escritório implementou um daqueles mega-power-fodão-plus firewalls, que não permitem nem que você tenha um inocente programinha de mensagens. O que significa que eu tô em o MSN e sem o ICQ.
Sim, meu caros... eu não morri, não fui abduzido por aliens e nem casei, larguei tudo e fui morar numa comunidade hippie no meio de Goiás.
Mas é engraçado como eu fiquei meio que "isolado" de vários amigos, pelo simples fato de que não apareço naquele ambiente virtual. A modernidade fez com que as pessoas se aproximassem pela distância. Você se sente parte da vida de alguém pelo simples fato de falar com a pessoa todos os dias, mesmo não vendo e nem falando com ela ao vivo sempre.
Então povo, mandem e-mails, liguem, mandem sinais de fumaça... eu tô aí... alive and kicking, como sempre.
segunda-feira, maio 03, 2004
quinta-feira, abril 29, 2004
Eu sei que a maior parte da minha audiência é feminina e, muito provavelmente, vão ficar putas com a música abaixo.
Ah, vocês me desculpem, mas essa canção é legal bagarái! O clipe então, com participação especial do clássico Silvio Luiz, é sensacional.
Conheci os caras da banda nos meus tempos de jornalismo cultural (kct, já vai tempo nisso...). São muito gente boas e, ainda por cima, são-paulinos.
Curtam então Dr. Sin e as melhores coisas da vida: Futebol, mulher e Rock n' Roll
Futebol, Mulher e Rock 'n' Roll
Dr. Sin
Tá no sangue, tá na raça, tá no coração
Pede a bola, ergue a taça, sente a vibração
Se ela pinta na área
toda cheia de graça
Eu miro o canhão e profano a bagaça
Eu dou um cutuco e ela rola gostoso
A galera se inflama e eu cutuco de novo
Eta, eta, eta, brasileiro quer
Futebol, Mulher e Rock'n'Roll
Meu Deus como isso é bom
Eu ponho para dentro, eu não dou bola fora
Eu enfio a bica, a menina até chora
Eu meto a cabeça, sem choro nem vela
Ficou na minha frente, é no meio das pernas
quarta-feira, abril 28, 2004
Várias pessoas estão fazendo e eu também vou fazer. Era o livro que tinha em cima da minha mesa aqui no trampo...
Instruções
*Pegue o livro mais próximo de você.
*Abra o livro na página 23.
*Ache a quinta frase.
*Poste o texto em seu blog junto com estas instruções.
"Há ainda os que pensam que, não importa onde estiverem, sempre irão querer um pouco mais do que têm. Não importa o desejo, o melhor meio de consegui-lo é pedir".
Até que foi bem profundo, né?
Saiu de Eu Amo Meu Trabalho - Como fazer isso ser verdade, de Beverly Kaye e Sharon Jordan-Evans
terça-feira, abril 27, 2004
MAR PORTUGUEZ
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lagrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão resaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a lama não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,
Mas nelle é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa
sexta-feira, abril 23, 2004
E então chegou o dia em que tudo mudou.
De repente, o vazio sumiu. Tudo estava completo.
De repente o céu se abriu. Era ela, o meu sol, que estava por perto.
De repente não havia mais silêncio.
De repente a música tocou e não mais parou.
De repente o um virou dois.
Só para se tornar um novamente.
Pois não havia como saber quem era quem
naquele conjunto sempre tão sorridente.
terça-feira, abril 20, 2004
- Mulheres machistas.
Garotas que não fazem certas coisas pq é, supostamente, serviço de homem. Vai desde de bobagens como trocar lâmpada, até dirigir e pagar contas. Falem sério... há coisa mais arcaica no mundo do que não perceber que somos todos IGUAIS?? Não importa se você é homem, mulher, travesti ou coisa que o valha. Todo mundo é uma pessoa e, portanto, capaz de fazer qualquer tipo de atividade.
- Gente de academia
Ok, eu até entendo o princípio de cuidar da saúde e se sentir esteticamente bem. O que eu não consigo é entender o esforço absurdo que as pessoas empreendem nisso. Vale a pena? Sinceramente acho que não. Pra mim academia emburrece. O cara (ou a mina) ficam lá naquelas seqüências bestas e não aprendem nada. Vai ler um livro, ver um filme, liga a TV. Algo que exija do seu cérebro mais do que contar até 10.
O que me deixa mais puto com gente de academia é que, quase que invariavelmente, eles se acham melhor do que os "normais" que não se aventuram nesse mundinho besta.
O que eu tenho a dizer é: Amigo, que bom que vc levanta nãoseiquantos kilos no braço. Eu estudo e ainda vou ser teu chefe. E vou te mandar embora pq vc é burro igual uma porta!
3 - Filmes cabeça
Ah, fala sério, né? Quem tem paciência de ficar vendo aquelas merdas que o povo chama de cinema no Irã? Ou filmes "cult" ingleses, que mostram a "dura vida dos operários das minas de carvão, traçando um paralelo com mediocridade humana na pós-modernidade". Vatomanocu! Cinema é pra ser divertido. Pode até te incomodar de vez em quando. Mas não te incomodar pq tem uma cena de 47 minutos de deserto. Incomodar com temas que te façam questionar sua forma de viver.
E confessem: entre um festival de cinema turco no Espaço Unibancool e um festival Bruce Willis, com Duro de Matar, Hudson Hawk e Duas Vidas, qual você preferiria?
Seja homem ou mulher e responda a verdade!
4 - Frescuras em geral
As pessoas às vezes confundem elegância, educação e refinamento com frescura. Não tem a ver. Frescura é ficar fazendo cu doce pra coisas simples. Frescura é não querer sair de casa pq "não tem roupa". Frescura é não ir a algum lugar pq "as pessoas são feias", e coisas do tipo.
Todo mundo tem o seu grau de frescura. Eu tenho o meu, não nego. Mas calma lá, né?
A vida é tão curta pra ficar se fazendo de vitima sempre, com frescuras. Quer algo? Vai lá e faz! Sem rodeios e bobagens.
5 - Pessoas que não entendem do assunto e se metem a falar
PQP, isso me deixa muito puto. Em especial se EU entender do assunto em questão. Ok, eu também não entendo de muita coisa. Mas manjo de meia dúzia de bobagens aqui e ali, como televisão (programação, conteúdo, etc), quadrinhos e cinema (de massas e trash).
Essa é uma raiva que eu tenho desde pequeno. Lembro perfeitamente de um dia no parquinho da escola. Eu devia estar lá pela terceira série. Começa a mesa-redonda sobre os desenhos da manhã (aqueles que passavam na xuxa). O inepto vem do meu lado e diz: "É, você viu? O Thundercat enfiou a espada no monstro”.
Eu, com minha tradicional cara de nerd cínico respondo: "Qual Thundercat?"
O jagunço não percebe a sutiliza e continua: "Ah, o Thundercat, aquele com a espada. Ele que é o Thundercat, né? O desenho chama Thundercat”.
Aí a raiva já subiu e explodiu: "O nome do desenho é THUNDERCATS, no plural!! É um grupo. O cara da espada é o Lion-O, o líder, herdeiro do trono de Thundera. Não existe O THUNDERCAT!!!"
Não dá, né? Não sabe deixa... ou pelo menos fala pouco e não diz nada que comprometa.
Pq eu compreendo o cara que não entende de algo pq não teve oportunidade de aprender na vida. Agora moleque classe média, escola particular a vida inteira e o caralho a quatro que não consegue formar nenhuma frase sem colocar um "tipo" pra dar um mínimo de nexo às suas idéias merece tomar tapão na cabeça até ficar tonto...
Com certeza tem mais coisas que eu não entendo e me deixam puto. Se eu lembrar coloco aqui. E vcs? O que vcs não entendem e deixa vcs putos?
sexta-feira, abril 16, 2004
Faz realmente muito tempo que eu não comento sobre quadrinhos aqui. Afinal de contas, eu havia criado a Legião do Mal exatamente pra isso. Mas, como aquilo lá praticamente morreu, vai aqui mesmo.
Está sendo feito um trabalho de revitalização do Superman nas suas revistas de linha (Action Comics, Adventures of Superman e Superman). Cada uma delas recebeu um novo time de arte e texto, com grandes nomes, que tinha como primeira missão expulsar definitivamente o estilo mangá e mega-estilizado do Azulão e retomar a grandeza que só pode ser vista no estilo mais realista (e que o personagem merece).
O que coloco aí embaixo é uma página de Adventures of Superman, escrita por Greg Rucka e desenhada por Mattew Clark e Nelson. É uma cena linda, que mostra verdadeiramente do que se trata o Superman. Rucka não poderia ter escolhido uma forma melhor de começar sua passagem pelo título.
Notem o sorriso no rosto do Super. Isto que interessa! Ele é o Superman, um símbolo de tudo que é bom, justo e correto no mundo. Ele TEM que sorrir. E tem que usar seu uniforme clássico brilhante, pois muito da confiança transmitida por ele vem daquela combinação de cores. Ou seja, bobagens como colocar o fundo do "S-Shield" em preto são ridículas.
Para conferir mais, acessem o Comics Continuum
Fiquem agora com ele, o maior herói de todos os tempos:
(o título era só pra ser Alive. Mas como o Alive III é um puta disco foda, coloquei o três na frente, só pra encher o saco)
Mas então, macacada... todo mundo bem? Aqui os dias passam rápido, as coisas acontecem e nem há tempo pra parar e pensar.
Nem tá dando tempo de escrever aqui. Só entrei mesmo pra não deixar isso aqui morrer e pra dizer que eu estou por aí...
é isso.
Daqui a pouco eu volto com algo mais interessante pq esse foi provavelmente o post mais inútil da história desse blog.
Falou!
domingo, abril 11, 2004
quinta-feira, abril 08, 2004
Sim, demorei pra postar mas estou de volta. Semanas mais curta têm a péssima tendência de se tornarem extremamente trabalhosas. Mas o que importa é que voltei e não podia ser por motivo melhor.
O São Paulo venceu o Alianza Lima (PER) ontem e consolidou sua posição como líder do Grupo 4 da Taça Libertdores da América. A equipe espera agora os outros resultados para saber quem vai enfrentar na próxima fase.
Com o resultado desta quarta-feira, o São Paulo se tornou o clube de melhor aproveitamento da competção, com 15 pontos ganhos.
O jogo
O primeiro tempo foi ruim. O Alianza saiu na frente com Silva e ameaçava complicar a vida do São Paulo, que não estava conseguindo fazer a bola rolar no esquema que tinha Jean, Luís Fabiano e Cicinho no ataque.
Aí, num chute de longe que desviou na zaga, o meia Marquinhos igualou o placar, acalmando a torcida e os jogadores - que estavam um tanto quanto perdidos em campo.
No meio tempo Cuca mexeu na postura tática, fazendo voltar o esquema tradicional, comJean e Fabigol na frente. E o Fabuloso não perdoa, marca. Um minuto do segundo tempo e, num lançamento de Fábio Simplício, o artilheiro se livra de três zagueiros, corta mais um e mete pro gol de pé esquerdo, sem chances para o goleiro.
Mais mudanças, agora nos jogadores. Saiu Jean e entrou Vélber, saiu Fábio Santos e entrou Lugano. A defesa ficou bem postada, o Alianza pouco ameaçou e o ataque come?ou a se desenvolver mais.
A entrada de Vélber incomodou a defesa peruana. O jogador, que veio do Paissandu, ainda não tinha desenvolvido um bom futebol até essa partida. Mas parece que começou a desencantar. É um bom alento para a segunda fase da Libertadores.
O técnico Cuca ainda tirou Marquinhos, cansado, e colocou Danilo no lugar. E o time marcou mais um gol. Numa excelente jogada de Cicinho pela direita, o lateral foi à linha de fundo e cruzou. O Fabuloso, de voleio, marcou seu segundo gol na partida, o quinto no campeonato e assumiu a artilharia.
É preciso que se diga que o São Paulo não está essa coca-cola toda, como diz minha amiga Djones. O time precisa ficar mais atento e preciso, pois agora começam os mata-matas e, se jogar a bolinha vista no primeiro tempo ontem, tudo vai se complicar.
Mas tamos aí. Qualquer adversário que vier vai encontrar o morumbi lotado a o Fabuloso em ponto de bala.
Avante Tricolor!!
Até Tóquio!!
sexta-feira, abril 02, 2004
E a mudança chegou. Não havia mais motivo para a escuridão, o medo e a solidão. O sol hoje brilha forte e com sua luz rasga todas as sombras passadas, presentes e futuras.
E a mudança veio e foi trazida por ela, que tem a luz constante no olhar, coração sempre aberto, o sorriso franco e os braços estendidos - prontos para me acolher.
terça-feira, março 30, 2004
Algumas mudanças podem surgir por aqui em breve. Esse template azul pesado, duro e deprimente não combina mais com este espaço e muito menos comigo.
Passei dessa fase. Nem consigo mais começar texto nenhum com frase que eram típicas minhas, como "Na floresta escura", "Naquele salão vazio", "Em um vale desolado".
Acho que é hora de mudar. Pra ser sincero, pensei até em acabar com o blog. Mas ele me ajudou a exorcisar tantos demônios que eu achei judiação largar mão assim. Além disso, dele vem o embrião de um projeto bastante interessante (e longo... e trabalhoso...), que até o final deste ano talvez vocês fiquem sabendo do que se trata.
Bom, é isso. Aguardem um novo visual para daqui um tempo. Pq agora só precisa mudar a cara. A atitude já é outra.
sexta-feira, março 26, 2004
She came out of the blue...
... and took all the blue away from me.
She stood there, with those girly eyes
But with the presence of a real woman
I knew she was the one from the first sight.
My days are now fullfiled.
With a love that was more than just fun
She is mine and I'm hers
Now, really, my life has begun.
Cobreloa 1 X 2 SPFC
Ok, ok... eu admito que foi feia a desclassificação para o São Caetano no Paulistão. Mas na Libertadores as coisas estão melhores do que nunca.
Na noite de ontem (quinta) o Alianza Lima (PER) derrotou a LDU (EQU) pelo placar de 1 a 0 e deixou o tricolor isolado na liderança do Grupo 4.
O São Paulo tem 12 pontos contra 9 de LDU e Alianza Lima. Na próxima rodada, dia 7/04, enfrenta os peruanos no Morumbi dependendo apenas de si para classificar. Dependendo do resultado dos outros jogos, mesmo uma derrota(improvável) classifica a equipe são-paulina em primeiro lugar.
Vai ser duro, complicado, difícil mesmo. Mas vamos em frente!!
Tóquio: aí vamos nós!!
quinta-feira, março 25, 2004
No ano passado, sem estudar e só trabalhando, eu acabei não conhecendo muita gente nova e isso restringia minhas análises aos meus próprios problemas (que na época, de fato, eram vários) e a poucas coisas vistas por aí.
Já neste ano, com pós, curso, emprego novo e tal, tenho tido a oportunidade de conhecer mais gente e, devido a outros fatos sem ligação direta com esses, acredito estar com uma clareza de pensamento maior do que anteriormente.
Dentro desse quadro, tenho observado uma característica muito comum entre as pessoas: a de viver uma vida que não é sua. Parece estranho mas não é. Eu explico.
Imaginem uma garota que passou todo a sua vida numa região periférica, mas bem próxima a um centro de consumo de uma classe um pouco mais abastada do que a que ela pertencia. Vendo sempre o que se passava próximo a ela, obviamente sentia vontade de se integrar àquele tipo de consumo.
Até aí tudo bem. Ela usou essa vontade como combustível para tentar buscar uma melhoria em sua vida. Estudou muito, se esforçou e conseguiu melhorar. Ótimo, mas aí chegam os problemas.
Com o incremento que conseguiu na vida, aquela menina se deslumbrou. Ela melhorou sim, mas não tanto quanto quer acreditar. Ou, melhor dizendo, quer fazer com que os outros acreditem. E mais: ela tenta apagar aquele passado, se recusa a pensar no que passou.
Agindo dessa maneira ela passa a viver (ou a querer viver) uma vida que não é sua. Freqüentando lugares que não tem condições de pagar, comprando roupas e acessórios que estão além das suas posses, querendo conviver com pessoas que não tem a mesma visão de mundo que ela.
O exemplo é um tanto quanto exacerbado, mas serve para demonstrar o meu ponto. O que mais se vê são pessoas assim por aí. Que se esforçam para mostrar que vivem como se fosse uma novela da Globo, onde todo mundo sempre se dá bem, é rico, famoso e gostosão.
Só que aqui fora o jogo é outro. Agir dessa maneira, no longo prazo, só trará desilusões, perdas e sofrimentos. De que adianta mentir pra si mesmo, viver usando uma máscara, interpretar um personagem? Na verdade nada daquilo é você. E a verdade sempre acaba chegando.
O primeiro resultado dessas atitudes é viver atolado em dívidas e completamente alheio da realidade. Acaba perdendo a noção do que é certo e errado, do que pode ou não ser feito.
E não é só em termos materiais que as pessoas se enganam. Aliás, pelo contrário. No campo afetivo as coisas são ainda piores. Quantos de vocês não conhecem pessoas que simplesmente se travestem a cada novo relacionamento, adotando o modo de pensar, agir e os gostos do parceiro rapidamente?
Ou então aquelas outras, que nunca são elas mesmas, sempre se apresentando ao outro da maneira que acreditam que serão mais bem recebidas – mas sempre deixando o seu verdadeiro eu de lado.
De que adianta tudo isso?
Relacionamentos que começam e se desenvolvem nesses preceitos são, irremediavelmente, fadados ao fracasso.
A verdade está no cerne de tudo. Há que se ser sincero consigo mesmo, antes de tudo. Viver dentro de suas reais condições. O melhor proveito da vida está nas pessoas e não nos lugares, coisas, etc. O que importa realmente é quem está com você e não onde você está.
E vocês, o que acham?
terça-feira, março 23, 2004
segunda-feira, março 22, 2004
quarta-feira, março 17, 2004
É engraçado como na exposição da minha teoria sobre o desenvolvimento masculino (que pode ser conferida abaixo), acabaram vindo à tona pensamentos outros, sobre como mulheres (pelo menos muitas delas) procuram caras safados, sem-vergonha, toscos e afins.
De fato esta é uma tendência que percebo há tempos. Não tenho uma amiga que não tenha me dito pelo menos uma vez "ele não presta" ou "Acho que ele tá me sacaneando". Na grande maioria das vezes eu respondo que sim, realmente ele é um safado e esta sacaneando com ela. Pq eu também sou homem e sei como nossas mentes funcionam.
Este traço é tão marcante na personalidade feminina que pode ser encontrado em fatos dos mais inusitados. Outro dia, por exemplo, estava eu na aula e discutíamos o público-alvo de algumas histórias em quadrinhos (por ser essa a pauta da aula vcs vêm que não é exatamente algo, digamos assim, regular, que eu ando estudando).
Eis então que fico sabendo que quando era publicada pela editora Abril, a revista "A Espada Selvagem de Conan" tinha uma parcela considerável de sua audiência formada pelo público feminino.
Num primeiro momento poderia se pensar que isso ocorria pq o personagem principal é um cara bombadão que corre pra lá e pra cá de sunguinha. Mas não. Sabe pq a mulherada curte o bárbaro simério? Pq ele é um bad guy. ele xinga os próprios deuses, enche a cara, dá porrada em todo mundo. É o que se chamava antigamente de arruaceiro. E, além disso, trata mal tudo quanto é mulher.
É bizarro, mas a mulherada curtia essa história de ser pisada e tal. Como se isso expressasse algum tipo de virilidade por parte do homem.
Vamos reafirmar então, para que todas vocês não se esqueçam meninas: ISSO É RIDÍCULO!
Comportamentos como esse, de gostar de sofrer, de correr atrás de quem não presta, só demonstram falta de maturidade da parte de vocês. Entendam uma coisa: ninguém muda ninguém assim, do nada. Se o cara era um safado e, sem que você nem pedisse ele decidisse seguir por um caminho mais correto, tudo bem. Mas se você pensa que vai regenerar um cafajeste contumaz, sinceramente, você se ferrou.
Não sei que mecanismo interno faz com que as garotas ajam assim. Não sei se é uma revolta contra o pai, normalmente uma figura correta - então elas procuram um cara errado para chocar.
Ou talvez seja um algo no sentido materno... elas enxergam o cara como um menininho perdido que precisa de cuidados. Enfim... não importa o que seja, pq no final, quase que invariavelmente, elas acabam rodando.
Pensem e tentem evoluir desse esquema pequeno. Tem um monte de cara tranqüilo, legal e bonzinho por aí. Vocês não precisam sofrer. Procurem o entendimento, a calma e a harmonia. A felicidade está nas pequenas coisas: num dia bem vivido, sem traumas e discussões; num sorriso simples ou num abraço compreensivo.
Mas, acredito que vocês garotas só conseguem ver isso depois de um tempo e de uma certa maturidade. Só que isso já é assunto para um próximo texto.
A gente se fala...
segunda-feira, março 15, 2004
Em conversas com minhas amigas noto que uma das queixas mais freqüentes delas em relação aos homens é a falta de maturidade dos mesmos.
Ao pensar sobre o assunto e discutir diferenças entre o universo maculino e feminino com minha bela e sábia garota, cheguei a uma teoria: o que falta aos homens são momentos de definição.
Para as garotas existem inúmeros fatos que as definem enquanto mulheres. Que marcam a transição entre uma época ou outra. É o primeiro sutiã, a primeira menstruação...
Homem não tem disso. Você cresce e pronto. Se vira, negão!
Acho que vem daí essa dificuldade masculina em livrar-se de alguns resquícios infantis, de efetivamente encarar o mundo adulto, em especial no tocante a relacionamentos.
O crescimento acaba sendo lento e gradual demais.
Na minha visão, em termos gerais, só vamos abandonar em definitivo aquele sentimento pueril quando perdemos, de certa forma, a condição de filhos. Ou seja, quando passamos a ser nós os pais - ou, no mínimo, o marido.
O casamento (união de qualquer tipo, não precisa ser o casamento em sua forma mais tradicional) acaba sendo a marca definitiva de mudança.
É claro que trata-se de um explicação generalista, que a história de vida de cada pessoa pode gerar fatos definidores outros. Mas, na média, acredito que é assim que as coisas acontecem.
Que vocês acham, meninas? Concordam?
E vcs, marmanjos?
quinta-feira, março 11, 2004
Ontem foi complicado. Quem adora dizer que a escola equatoriana não privilegia a catimba, como a dos argentinos, teve ontem a prova inconteste de que não é exatamente assim que as coisas funcionam.
O São Paulo penou para marcar seu golzinho solitário. É preciso que se diga que foi sim um golaço. Mas que sofremos, ah... isso também é inegável.
Porém, graças aos deuses da bola que olham por nós vez ou outra, em campo com a camisa nove estava ele, o Fabuloso. Quando a bola caiu em seus pés, a certeza era quase que absoluta de que aí viria o tento. Vai buscar lá no fundo, cabeludo safado (que goleirinho marrento, hein??).
A confiança do Fabuloso era tanta que encobriu o goleiro e nem esperou a bola entrar pra sair comemorando. Aí entra a diferença, porque minutos antes esse menino que parece estar entrando nos eixos, Diego Tardelli, havia tido uma oportunidade bastante parecida e perdeu, na cara do bufão que veio dos andes.
O que importa é que estamos vivos e acesos no campeonato. Essa tal de LDU (Luis Deixou Um) vai apanhar do Alianza Lima lá no Peru e seremos mais líderes do que nunca.
E que venha o Juventus! Vamos ajudar o timinho da marginal sem número (minha garota que não me ouça, senão apanho em casa) a não cair. Mas devo dizer que, não fosse a vergonha que dá entregar o jogo, vontade não falta pra ver os maloqueiros na segundona.
quarta-feira, março 10, 2004
É, continuo sem tempo pra postar.
Trabalho + Curso + Pós = 1 cara louco de saudade da namorada e sem saber se mata aula pra ir ao jogo ou não.
Se nem pra namorar tenho tempo, imagina pra ficar elocubrando sobre a vida, o universo e tudo mais... Mas eu apareço de vez em quando: pra dar sinal de vida e para deixar sair as loucuras daqui de dentro quando elas acumularem.
É isso!
quinta-feira, março 04, 2004
segunda-feira, março 01, 2004
E não é que tem uma hora em que definitivamente é preciso crescer e deixar de ser moleque?
Mesmo com todas as responsabilidades assumidas, há sempre uma ou outra ponta solta, lá no fundo. E essas só são resolvidas consigo mesmo. No momento em que se pára, avalia a situação e decide: ir em frente ou estagnar.
O futuro é aquilo que queremos que ele seja. Que Deus nos dê a todos clareza de pensamento para saber escolher entre a luz e as trevas.
sexta-feira, fevereiro 27, 2004
quarta-feira, fevereiro 25, 2004
Esse ano eu queria um carnaval bem tranquilo, com pouca farra, praticamente nenhuma bebedeira e apenas uma praia, minha garota do lado e um solzinho a brilhar.
Mas o clima nem colaborou...
Foi foda essa chuva toda. Não que eu não tenha aproveitado. Aproveitei sim, descansei bastante. Mas tô me sentindo mofado!! Eu gosto de tempo cinza em Sampa, pq tenho de ficar trabalhando. Na praia é sacanagem...
Deu pra pegar um cineminha e olhe lá. Depois mando uma crítica de "Mestre dos Mares". Tô achando que vou causar polêmica, igual com o filme da Julia Roberts aí embaixo...
;-P
quarta-feira, fevereiro 18, 2004
O que a professora Katherine Watson (de História da Arte) não esperava era encontrar um cursinho pré-nupcial, como o que viu. O embate entre as idéias ditas “progressivas” e “subversivas” da docente vivida por Roberts e suas alunas reacionárias é o motor de toda a película.
É preciso ressaltar que a produção de arte e os figurinos são caprichadíssimos, fazendo uma ambientação espetacular de época. Consegue passar toda empolgação muitas vezes fingida do pós-guerra, na Golden Age do império norte-americano.
Neste ponto entra uma das melhores sacadas do filme. É quase que de praxe retratar o início da década de 1950 como um período mágico da cultura dos Estados Unidos, em que floresciam o rock e os rapazes percorriam felizes as ruas em seus cadillacs e motocicletas. “O Sorriso de mona Lisa”, porém, consegue ir além dessa capa protetora e mostra o quanto a sociedade daquele tempo foi afetada pelos dramas vistos pelos soldados na II Guerra Mundial. Mesmo que a batalha não tenha acontecido em seu quintal, a vida nunca mais foi a mesma depois do conflito – as pessoas olhavam a vida sob outra perspectiva e as sementes de toda revolução ocorrida na década seguinte estavam sendo plantadas muito firmemente.
Há também a relação entre professores e alunos, que não é o foco principal, mas que é transposta para a tela de maneira singela, demonstrando claramente que numa relação de ensino, mestres e aprendizes não estão (ou pelo menos não deveriam estar) em lados opostos, mas sim caminhando e aprendendo o tempo todo juntos.
Além de Roberts e seu sorriso matador, as atuações de Julia Stiles (de “A Identidade Bourne” e “No Compasso do Amor”) e Kirsten Dunst (A MJ de “Homem-Aranha”) chamam atenção pela força na interpretação.
Mais do que um simples retrato de época, “O Sorriso de Mona Lisa” levanta questões relevantes ainda hoje, como a pré-determinação de funções entre homens e mulheres. É extremamente comum pessoas de ambos os sexos demonstrarem toda a sua falta de tato e consciência ao dizerem frases do tipo: “Isso é coisa de mulher” ou “Esse é um trabalho de homem”.
Se existe algo que a revolução tecnológica dos últimos 50 anos trouxe foi a igualdade de condições frente ao trabalho. Poucas funções ainda hoje necessitam de força física muito maior, por exemplo. E mesmo nessas, a mulher demonstra que tem totais condições para exercê-las com a mesma qualidade, ou até superior, que seus pares do sexo oposto.
Não existe nada mais arcaico do que separar homens e mulheres, seja em que função for.
É obvio que diferenças existem e sempre irão existir, porém é preciso que se olhe pelo outro lado da questão – que mostra que cada indivíduo (independente do sexo) possui aptidões para determinada função. O que vai determinar o melhor caminho para sua vida é um conjunto de fatores, que vai desde a forma como foi criado, passando por educação e demais experiências. Além é claro do sexo. E não só por causa dele.
Há ainda uma questão maior em “O Sorriso de Mona Lisa”: aquela que dá conta do potencial não-explorado de muita gente. A professora Watson se revolta ao ver que suas alunas mais brilhantes terão seus talentos desperdiçados esquentando a barriga no fogão e correndo atrás de um bando de filhos catarrentos. Não que ter uma família seja algo necessariamente ruim. A questão é que, desde aquela época, é muito possível conciliar carreira e família.
Ainda hoje, cinqüenta anos depois do momento retratado no filme, muitos desperdiçam suas vidas por acharem que devem seguir um caminho pré-definido por sua família ou até mesmo por si próprio e, dessa forma, acabam por deixar passar sem viver plenamente sua juventude. O resultado disso é claro: as pessoas têm crises de estresse cada vez mais cedo, os casamentos duram cada vez menos e o que mais se vê andando pela cidade são pessoas carrancudas e de mal com o mundo.
Não há outra razão para isso acontecer que não o medo que muitos possuem de perseguir os próprios sonhos, as verdades em que acreditam. Em buscar sempre o que há de melhor lá fora de seu mundinho. Em querer sempre mais.
Procurar e construir seu próprio caminho, independente das pressões familiares e sociais, de fato não é fácil. Mas indubitavelmente traz resultados muito melhores.
Portanto, quem está precisando de um “empurrãozinho” para sair da lama na vida, não deve perder “O Sorriso de Mona Lisa”. Para tentar enxergar o que está além do que pode ser visto e se libertar das piores amarras que se pode ter: as que sua própria mente lhe impõe.
sexta-feira, fevereiro 13, 2004
Que tal ver a vida com outros olhos? Ao invés de apenas reclamar e dizer o quanto tudo tá uma bosta, vire-se e pense no quanto existe de coisas boas ao seu redor. Desde o sol que brilha, a comida que você come, os pássaros que cantam, seus pais, amigos... cada um tem sua cota de felicidade e alegria.
Mas precisa querer enxergá-la, senão fica estagnado na tristeza e dali não sai por nada.
Pensem nisso.
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E agora, 'bora colocar um som, que faz um puta tempo que não ponho nenhuma música aqui, né? Tem uma que ouvi no rádio no começo da semana e não saiu mais da minha cabeça: "I'll be there for you". Sim, Bon Jovi, do álbum New Jersey, que ou muito me engano, ou é de 1994.
E sim, eu sou brega pra cacete e não me encham o saco. Quantas vezes já não disse que adoro um glam rock, um metal farofa...
;-)
I'll be there for you
Bon Jovi
I guess this time you're really leaving
I heard your suitcase say goodbye
And as my broken heart lies bleeding
They say true love is suicide
You say you've cried a thousand rivers
And now you're swimming for the short
You left me drowning in my tears
And you won't save me anymore
Now i'm praying to god you'll give me one more chance, girl
chorus:
I'll be there for you
These five words I swear to you
When you breathe I want to be the air for you
I'll be there for you
I'd live and I'd die for you
Steal the sun from the sky for you
Words can't say what love can do
I'll be there for you
I know you know we've had some good times
Now they have their own hiding place
I can promise you tomorrow
but I can't buy back yesterday
And baby you know my hand are dirty
But I wanted to be your valentine
I'll be the water when you get thirsty, baby
When you get drunk, I'll be the wine
chorus:
I'll be there for you
These five words I swear to you
When you breathe I want to be the air for you
I'll be there for you
I'd live and I'd die for you
Steal the sun from the sky for you
Words can't say what love can do
I'll be there for you
solo
And I wasn't there when you were happy
I wasn't there when you were down
I didn't mean to miss your birthday, baby
I wish i'd seen you blow those candles out
chorus:
I'll be there for you
These five words I swear to you
When you breathe I want to be the air for you
I'll be there for you
I'd live and I'd die for you
Steal the sun from the sky for you
Words can't say what love can do
I'll be there for you