segunda-feira, novembro 24, 2008

Are you ready for some metal?

Bom, diz aí ao lado que sou jornalista e, atualmente, são raras as chances que tenho de colocar em prática uma das mais prazerosas atividades inerentes a essa profissão: a entrevista. Mas o bom é que tenho clientinhos muito bacanas que me passam coisas legais para fazer.

É o caso da Yamaha Musical do Brasil, com os artistas que apóia. Hoje coloco aqui uma conversa que tive com Edu Falaschi, vocalista das bandas Angra e Almah. Nos próximos dias virá outra, dessa vez com Rafael Bitencourt, também do Angra e agora do Bittencourt Project.

Enjoy!


“Eu já estava de olho na Yamaha faz tempo”


Edu Falaschi é conhecido por ser a voz do Angra, uma das mais importantes banda de Heavy Metal não só do Brasil, mas de todo o mundo. Porém, sua capacidade musical vai bem além do canto. Compositor, arranjador e produtor, ele sempre teve contato com a música, por afinidades familiares, e seu primeiro instrumento foi um violão.

E é justamente com os violões que surgiu a oportunidade de parceria com a Yamaha. Edu já conhecia os instrumentos, pois seu parceiro de Angra, Rafael Bittencourt, os utiliza nos shows e gravações. E, em suas próprias palavras, “já estava de olho” neles.

O músico está lançando com o ALMAH, sua outra banda (como faz questão de ressaltar), o álbum Fragile Equality, no qual utilizou violões da linha CPX e Folk. Confira a seguir uma entrevista com este mais novo membro da Família Yamaha.


YAMAHA MUSICAL - Fragile Equality é o segundo álbum do seu projeto solo, o ALMAH. Para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer esse som e somente conhece você e seu trabalho pelo Angra, como você apresentaria o disco?

EDU FALASCHI - O mais importante é deixar claro que o AlMAH não é mais um projeto solo e sim uma banda de Edu falaschi, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa, Paulo Schroeber e Marcelo Moreira. Acho que numa equipe, onde todos acreditam no trabalho e se dedicam de forma igualitaria, o resultado final é sempre mais poderoso. Fragile Equality é um dos melhores álbuns da minha carreira, grandes canções, técnica e muita energia.


YAMAHA MUSICAL - Em termos de sonoridade, o que você acredita que é a marca registrada do ALMAH?

EDU FALASCHI - Somos uma banda de Powermetal moderno e sem qualquer tipo de amarras ou limitações de estilo, temos influências que vão desde o Trash Metal, Rock Progressivo até o Metal tradicional.


YAMAHA MUSICAL - Seu trabalho como vocalista é reconhecido mundialmente, mas, lá no início da sua relação com a música, o seu primeiro instrumento foi um violão. Agora, neste álbum do ALMAH, você gravou todos os violões (utilizando instrumentos YAMAHA). Como foi essa experiência?

EDU FALASCHI - Foi maravilhoso! Eu já estava de olho na Yamaha faz tempo, desde quando o Rafael Bittencourt, meu parceiro de Angra, apareceu com suas novas guitarras e violões. Eu os experimentei, principalmente o Silent, por ser uma novidade e me encantei com som encorpado e super bem balanceado nos graves médios e agudos. Também toquei com o CPX15II e o FGX720 e me senti completamente confortável com esses violões. Eu não gosto de braços muito finos nem muito grossos e sempre foi muito difícil eu me acertar com a maioria dos violões, mas a minha integração com esses dois foi imediata.

Nas músicas com mais dedilhados eu usei o CPX15II e nas com mais ritmo e com palhetas eu gravei com o FGX720. O Silent é perfeito para minhas apresentações ao vivo pra músicas que necessitem o violão com cordas de nylon, pois com ele não tenho problemas de realimentação e microfonias desagradáveis. Além de tudo isso, ainda posso contar nas apresentações do ALMAH com o piano elétrico CP33, do qual farei uso ao vivo em algumas canções.


YAMAHA MUSICAL - O que significa para você ter o reconhecimento de ser endorsado por uma marca como a YAMAHA?

EDU FALASCHI - Só por ser uma empresa japonesa eu já me sinto feliz, pois tenho muita ligação com o Japão desde de pequeno, pois tenho dois primos de primeiro grau realmente japoneses, sou casado com uma japonesa, meu carro é japonês, minha primeira viagem ao exterior foi para o Japão, além de eu estar totalmente ligado a cultura do mangá e anime por causa dos Cavaleiros dos Zodíaco, famoso desenho animado japonês, do qual gravei as músicas na versão Brazuca.


YAMAHA MUSICAL - Para 2009, quais são seus planos?

EDU FALASCHI - Pretendo concluir os trabalhos de promoção do álbum Fragile Equality do ALMAH e, se der tudo certo, voltar com o Angra ainda no primeiro semestre. Porém, se for possível conciliar as duas bandas, eu continuarei a trabalhar com o ALMAH até o fim de 2009. Além de continuar a participar em eventos de animê, lançar o livro de mangá, que estou co-escrevendo, o " Fragile Equality - Equinócio - livro 1", talvez gravar um disco de "animetal" juntamente com um astro do rock japonês e produzir o álbum de alguma banda nacional.

terça-feira, novembro 18, 2008

Do the evolution!

Smallville está em sua 8ª temporada e chega um momento crucial. A evolução da série fez com que o esquema do "freak of the week" (toda vez uma nova ameaça de alguém alterado pelos meteoros de Kryptonita) ficasse exausto há muito tempo.

Com isso, novos elementos da mitologia do Superman foram introduzidos, tais como Lois Lane, Jimmy Olsen, a Liga da Justiça (com Aquaman, Arqueiro Verde, Canário Negro, entre outros) e, nesta temporada, a Legião dos Super-Heróis e DOOMSDAY.

Isso faz pensar: a partir do momento em que o vilão que matou o Superman nos quadrinhos começa a aparecer no seriado, alguma coisa precisa ser pensada. Não se tratam mais das aventuras de Clark Kent enquanto jovem. Pode ser, sim, as aventuras do jovem Superman.

Mas por que não se faz isso? Por que não se coloca um uniforme no Tom Welling e assumem logo o Super-Herói nessa história toda? É difícil entender o motivo.

Quem se lembra de Lois & Clark - As Novas Aventuras do Superman sabe que essa dinâmica mais novelesca consegue ser feita e combinar ainda ação e demais atividades "heróicas". Lois & Clark durou quatro longas temporadas.

Smallville tem características muito melhores do que as dessa série, personagens muito mais sólidos - aliás, tem muito mais personagens do que Lois & Clark.

Ou seja, dá para fazer muita coisa.

Então, eu começo a campanha: "Dêem uma capa paro Tom Welling!". E vejam o Doomsday (ou Apocalypse, como dizem por aqui) logo aí embaixo.

sexta-feira, novembro 14, 2008

Hora de Decisão

O Campeonato Brasileiro está chegando ao seu momento mais decisivo. 5 times ainda têm possibilidades para ganhar o título.

Desde que o torneio passou a ser disputado em pontos corridos, isso nunca aconteceu. Nessa época, nos outros anos, a fatura já estava resolvida. Mais específicamente, em 2006 e 2007, quem levou foi o São Paulo.

E quem está na frente agora? Nenhum outro que não o tricolor do Morumbi.

Domingo, o jogo é contra a retranca do Figueirense, comandada pelo rei do gatilho: Mário Sérgio.
Quem terá mais bala nesse embate? Bom, acho difícil alguém superar a empolagação e a vontade são-paulina.

Fica aqui um incentivo para a torcida. É hora de vencer.

I'm speechless

A pergunta ecoa no ar da noite: "Who watches the watchmen?"


segunda-feira, novembro 03, 2008

E agora? Quem segura o Tricolor do MorumTRI?

Ok, ninguém ganhou nada ainda. Mas para quem estava 11 pontos atrás do líder no início do returno, ocupar agora a primeira posição é ser, no mínimo, competente.

O São Paulo está numa posição em que se acosutmou a ficar nos últimos anos. E da qual, quando chegou nos últimos dois anos, não saiu mais.

Em 2008 a batalha está muito mais complicada de ser vencida. Só que ninguém mais duvida de Muricy Ramalho e de seus jogadores.

Faltam somente seis jogos. Invevitável dizer: será como na Fórmula 1 - emoção até a última curva, ou, nesse caso, até o último apito.


quinta-feira, outubro 30, 2008

Rock this town

São Paulo tem a incrível capacidade de ser plural em termos culturais. É possível ver de absolutamente tudo por aqui.

Tanto é, que muita gente acaba nem saindo de perto de casa, achando que ali mesmo consegue ter um vislumbre completo de todo esse universo.

Não é bem assim que as coisas funcionam na prática. É exatamente o tamanho avantajado da cidade que amplia suas possibilidades.

Um ótimo exemplo da pluralidade que a cidade oferece ocorreu no último domingo, no Tonton Jazz. Lá aconteceu o lançamento do vídeo clipe da banda/dupla Jack Jeans.

O que eles tocam? Nada mais, nada menos do que o bom e velho rock n' roll. Ou, melhor dizendo, rockabilly. E tocam bem como muito poucos.

O que mais chama a atenção é que o bar estava lotado e, diferente do que se pode imaginar num primeiro momento, não eram saudosistas que lá estavam. Muita gente nova, curtindo um estilo musical com mais de 50 anos.

As festas rockabilly rolam em São Paulo desde que o estilo voltou, no início da década de 80. Estão sempre pululando pelo underground paulistano. E chegam até a ocorrer em locais mais mainstream, como o próprio Tonton, em Moema.

No caso da Jack Jeans, vale a ressalva de que o vocalista e guitarrista Leandro Martins e sua parceira Wanice Ferry são daqueles músicos que enchem o palco e te fazem pensar porque tem gente que ainda dá atenção para bandas de moleques de 14 anos que não sabem nem como pegar numa guitarra direito.

Mas essa é uma outra discussão.

Fica aqui o clipe. Quem gostar que os procure por aí, na noite dessa cidade louca e completamente cosmopolita.


sexta-feira, outubro 24, 2008

Flick geek

O maior clássico das histórias em quadrinhos, Watchmen, está virando filme. É a grande aposta dos estúdios Warner para tentar fincar o pé de maneira mais forte num mercado que está, cada vez mais, dominado pela Marvel – que além de publicar HQs, também está produzindo filmes. A Warner é somente dona da DC.

Enquanto a Mavel já fez, “em casa”, filmes como o honesto Incrível Hulk e o sensacional Homem de Ferro, a Warner alterna altos e baixos como o (baíxíssimo) Mulher-Gato e (a maravilha) O Cavaleiro das Trevas.

E é a história de ser dona que muda toda a relação. A Marvel já está interligando todos os filmes e criando algo comum nos quadrinhos: um universo. O conceito de universo tem como premissa que todos os personagens convivem no mesmo tempo/espaço. Ou seja: se o Hulk, por exemplo, destruir Nova York, o Homem de Ferro pode ficar sem seu escritório na Stark Tower.

Isso está criando uma expectativa enorme não só nos fãs das revistas, mas em todos que gostam de bons filmes. Exemplo: como bem disse o pessoal do Omelete, tem mais gente preocupada em ver um suposto Capitão América congelado numa cena cortada do filme e agora extra do DVD, do que efetivamente com a aventura do monstro esmeralda.

Voltando a falar de Watchmen, tudo que apareceu até agora demonstra que o filme vai ser bombástico. A Graphic Novel teve – e ainda tem – o poder de atrair quem é de fora do “mundinho” das HQs. Mas tenho dúvidas se o filme causará o mesmo efeito.

Como eles seguiram muito fielmente a obra original, o filme se passará na década de 80. Realmente tenho dúvidas se a maior fatia do público atual (adolescentes e recém-entrados na casa dos 20) vai conseguir se ligar do que era o clima tenso da Guerra Fria.


segunda-feira, outubro 20, 2008

Manifesto por São Paulo

Os mais atentos devem ter notado: na barra ao lado há um banner para um movimento de blogueiros que apóiam a reeleição do Kassab em São Paulo.

O primeiro ponto a ser ressaltado nessa história é que não há como não ser político. O mero ato de se declarar apólítico demonstra uma posição.

Aqui neste blog, por diversas vezes, assumi algumas posições. Notadamente, na primeira eleição de Lula, votei no mesmo e demonstrei minha opinião aqui. E depois comentei sobre minha imensa decepção.

Agora, coloco minha opinião sobre a cidade de São Paulo. Lembro-me muito bem de quando Marta Suplicy se elegeu. Sua gestão causou em mim a mesma decepção que Lula. Sua única ação positiva foi o Bilhete Único.

Vejo a gestão de Kassab sendo muito mais efetiva. Marta, certamente, transformará a Prefeitura em um imenso cabide de empregos e acabar com coisas boas que Kassab fez, como o Cidade Limpa, por exemplo.

Por essas e por outras, por São Paulo, voto Kassab.

Vejam quem mais está nessa:




quinta-feira, outubro 16, 2008

"Audaciosamente indo..."

É fato que ser nerd tá na moda. Mas algumas coisas são mais nerds que outras. Hoje, qualquer um assite Heroes e se faz de bacana, se diz in.

Mas nerd mesmo é aquele que entende 100% das piadas de The Big Bang Theory. Esses (como eu), devem estar se coçando com isso:


Comentários rápidos:

- Zachary Quinto tem tudo pra ser um excelente Spock. Esse olhar vazio, seco... parece promissor.

- Chris Pine é "limpinho" demais para ser Kirk. Too much of a choir boy.

- J.J Abrams tem uma mão boa pra TV, mas um filme com tanta "carga" quanto Star Trek? Ainda tenho dúvidas... Ele diz: "Eu acho que as pessoas esqueceram o que Star Trek significa".
Soa marketeiro. Mas nesses tempos, quem não é?

Aguardemos.

0 x 0! Que vergonha!

Não há o que dizer. Dunga demonstra cada vez mais estar completamente perdido, sem a mínima noção de tática.

Nem treinar o time treina.

Repito: ele deveria assistir ao clássico do próximo domingo, São Paulo x Palmeiras. Será uma aula, não há dúvidas.

Mas bom mesmo seria se qualquer um dois dois técnicos desse jogo assumisse o time canarinho.

A vergonha continua.

terça-feira, outubro 14, 2008

A diferença que uma pessoa pode fazer

O jogo da seleção contra a Venezuela no domingo, dia 12 de outubro, foi (com o perdão do trocadilho) uma brincadeira de criança.

O adversário brasileiro não está, nem de longe, no mesmo nível dos outros no continente. É sempre bom lembrar que o futebol é apenas o quarto esporte na Venezuela, atrás de baseball, basquete e vôlei.

Mas, ainda assim, valeu para ver Kaká em campo liderando o time para frente, em busca constante pelo gol. Porque não há nada mais enervante do que essa péssima mania que o time comandado por Dunga tem de pegar a bola, parar e tocar de lado.

Kaká tem por característica principal o foco direto no gol. Seja para ele próprio finalizar- como aconteceu no primeiro gol -, seja para passar e colocar algum companheiro na cara do goleiro.

Sintomática mesmo nessa partida foi a atitude de Kaká, bem no final do primeiro tempo, com o Brasil já ganhando de 3 a 0, quando o camisa 10 recebeu na lateral esquerda e viu o time todo atrás, com aquela preguiça característica da Era Dunga.

Ali ele parou e gritou com os companheiros, chamando-os à frente, para buscar fazer mais gols. Nada mais óbvio, visto que esse é o objetivo do jogo.

Agora resta saber como será o comportamento amanhã, jogando contra a Colômbia. O Brasil não ganha duas partidas seguidas nas eliminatórias desde 2004, ainda para a Copa da Alemanha.

Dunga ainda não convence. Continua fraco e sem noção tática nenhuma. O time sempre joga do mesmo jeito. Aliás, ele bem que poderia assistir São Paulo X Palmeiras neste final de semana para ter uma aula de como montar um time de acordo com o adversário.

A diferença é que em campo agora, pelo menos, há alguém que tem verdadeira vontade de ganhar.

sexta-feira, outubro 10, 2008


Impressionante

Alex Ross continua em plena forma. Capa do jogo Mortal Kombat X DC Universe.

Mas bom mesmo ia ser se o jogo todo fosse baseado em sua arte.






New Jersey, um pedacinho da Itália

Com 86 episódios em seis temporadas, The Sopranos foi um dos maiores sucessos da história da HBO. Ganhou nada menos do que 21 prêmios Emmy e cinco Golden Globes.

Agora o Warner Channel está reprisando a série desde o início, dando a oportunidade a quem não tinha HBO (a maioria do público no Brasil) de conhecer essa ótima série.

A premissa é, relativamente, simples: mafioso que assume o lugar do pai nos negócios da família começa a fazer terapia, muito em função dos problemas com sua mãe.

A partir daí, todo o drama se desenrola com ênfase nas relações familiares totalmente contaminadas pelo mundo de crime e corrupção em que Tony Soprano, o personagem principal, vive.

Os primeiros episódios valem pelos emblemáticos diálogos de Tony com sua terapeuta. A ausência completa de moral e de remorso por suas atividades causa no espectador um efeito engraçado e, ao mesmo tempo, assustador.

Mas esse impacto todo só foi possível de ser alcançado pela atuação excelente de James Gandolfini como Tony. Com um simples olhar ele consegue passar de pai amoroso a assassino frio, carregando de tensão cenas simples e corriqueiras.

Abaixo, um resumo da primeira temporada, em gloriosos três minutos de You Tube.

segunda-feira, outubro 06, 2008

1966

A década de 1960 entrava em sua segunda metade. Revoluções ocorriam e o modo de pensar estava mudando.

Para crianças e jovens, uma influência se tornava ainda mais forte. Algo nascido 30 anos antes: os super-heróis.


sexta-feira, outubro 03, 2008

Assim não dá!

Olha a lista:


Cyndi Lauper
Divulgação
13/11
Via Funchal (SP)


Judas Priest
Divulgação
Dias 15 e 16/11, às 22h
Credicard Hall (SP)

Duran Duran
São Paulo
Datas: 21 e 22 de novembro
Local: Via Funchal

Queen
São Paulo
26 e 27 de novembro no Via Funchal.



Pô, assim fica difícil... todo mundo no mesmo mês, alguns na mesma semana!!!
Mas há salvação

Por outro lado, pelo menos deram espaço para Mallu Magalhães, que faz tudo antigo, mas que ao mesmo tempo é novo pra caramba.

Life is a circle, indeed.


Silêncio

Um país em que a "banda" NX Zero é mais festejada em uma premiação da MTV, que supostamente é o pináculo da vanguarda musical, não merece nada além de silêncio.......................................................................................................................................

Mais (ou menos) aqui.

terça-feira, setembro 30, 2008

Soundtracks

“Ally McBeal” foi uma série que teve temporadas de 1997 a 2002. Apresentou para o mundo a atriz Calista Flockhart, que interpretava a personagem-título. Tratava do dia-a-dia de um escritório de advocacia com um monte de gente maluca e estava focado, em especial, nas relações que se estabeleciam entre os advogados e também desses com os clientes.

Durante o período áureo da série (as três primeiras temporadas, especialmente), Calista se tornou a “namoradinha da América” – apesar de muitas feministas a acusarem de ser um péssimo exemplo para as mulheres, por ser frágil demais.

Independente desse debate, “Ally McBeal” tinha algo de muito especial: sua trilha sonora. A música era sempre uma parte fundamental do show, muitas vezes com os próprios atores cantando. Além de participações especiais de grandes nomes, de Barry White, passando por Elton John até Mariah Carey.

Exibido atualmente na Fox Life, vale pela nostalgia e também para quem não conheceu ver um seriado feito com um cuidado redobrado no roteiro e na caracterização dos personagens. Sem apelar para efeitos especiais ou invencionismos exagerados, como mais se vê hoje em dia.

Na cena abaixo, vemos Robert Downey Jr (que entrou para o elenco na 4ª temporada, como namorado de Ally), cantando Every Breath You Take, ao lado de ninguém menos do que o próprio Sting.

Puro estilo, baby.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Justiça?

As Olimpíadas já foram, o Brasil já jogou pelas elmininatórias e ontem o Dunga convocou de novo a seleção.

A pergunta que não quer calar é: Thiago Silva (Fluminense) é melhor do que Miranda (São Paulo)?

Como gritou a torcida no Engenhão: ADEEEEEEEEEEUS, DUNGAAAAAAAAAAA, ADEEEEEEEEUS, DUNGAAAAAAAAA.

terça-feira, setembro 23, 2008

Viagem ao centro da música

Atolado de trabalho, estou com muitas dificuldades de atualizar o blog. Mas, para não acabar perdendo o hábito novamente, vou falar de trabalho – porque tenho a grande felicidade de trabalhar com coisas legais.

A partir de amanhã, por exemplo, estarei “internado” no mundo da música. Acontece aqui em São Paulo a Expomusic. A feira é o maior evento da América Latina do setor de instrumentos musicais, equipamentos de áudio e de iluminação.

E o estande da Yamaha Musical será um dos mais agitados. Além dos instrumentos, que são o sonho de consumo de todos os músicos: dos hobistas aos profissionais, diversas atrações prometem empolgar o público.

Durante os cinco dias de feira, os músicos-demonstradores, além de auxiliar aos curiosos na hora da experimentação, irão se reunir de hora em hora em um palco dentro do estande, tocando clássicos da música e interagindo com os presentes.

Na sexta-feira, dia 26, às 16h, o tecladista Henrique Portugal, do Skank, estará no estande distribuindo autógrafos. Logo na seqüência, às 17h, o guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt fará um pocket-show com uma hora de duração e também autografará para os fãs depois. Ele será acompanhado pelos Night Rockers: Marcell Cardoso (bateria) e Felipe Andreoli, também do Angra, no baixo.

Já no sábado, 27, o baterista Pingüim (ex-Charlie Brown Jr) estará animando o estande da Yamaha a partir das 14h. Às 17h, mais um pocket-show de Rafael Bittencourt e Night Rockers, seguido de autógrafos para os fãs.

São eles também, Rafael Bittencourt e os Night Rockers, que no domingo, dia 28, fecham a semana de Expomusic com mais um pocket-show, a partir das 15h. E as 18h, é hora da Almah, o projeto-solo de Edu Falaschi, vocalista do Angra, atender aos fãs em uma tarde de autógrafos.

Recomendo a todos que estiverem por São Paulo e gostarem de música!

ONDE E QUANDO?
EXPOMUSIC
24 e 25 de Setembro - Restrito aos profissionais do setor

26, 27 e 28 de Setembro - Aberto ao público em geral

Horário:
das 13h às 21h

Expo Center Norte
Pavilhões Branco e Azul
Rua José Bernardo Pinto, 333
São Paulo - SP – Brasil